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Engarrafamento de influências

12 Dezembro, 2009

Ferreira Leite adia directas para depois da discussão do orçamento de Estado;

João Jardim cacica milhares de militantes do PSD;

PS/PSD entendem-se sobre dívida da Madeira;

PSD deixa passar rectificativo.

Próximos passos:

PSD deixa passar orçamento de 2010;

Jardim apoia candidato às directas que Manuela Ferreira Leite apoiar.

18 comentários leave one →
  1. e-ko's avatar
    12 Dezembro, 2009 19:02

    todos vendidos!

    não há volta a dar-lhe!…

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  2. Desconhecida's avatar
    o cínico permalink
    12 Dezembro, 2009 19:21

    Esta notícia sintetiza o que corre na república das bananas. Se os jovens para quem a excelência falou compreenderem o alcance das declarações tratarão de emigrar o mais rapidamente possivel, não para a europa mas para bem longe. A UE é cúmplice.
    ” Vítor Constâncio é um homem extremamente competente e acho que Portugal ficaria muito bem representado com um vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) como Victor Constâncio. Espero bem que a decisão final vá no sentido da sua escolha”, declarou esta tarde, no Porto, no Presidente da República, no final da terceira jornada do Roteiro para a Juventude.

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  3. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    12 Dezembro, 2009 19:29

    A síntese de José Pacheco Pereira é exemplar:
    “Existe um impasse na vida política portuguesa? Existe. E não adianta andar numa chuva de acusações aos “políticos” pela sua “irresponsabilidade”, porque bem vistas as coisas, ninguém vota nos políticos que podiam fazer a diferença, a comunicação social abate-os para gaúdio dos piores, e ninguém, a começar pelos portugueses, está disposto a votar em soluções que impliquem risco e dificuldades. A situação actual é um bom espelho disso mesmo: os portugueses quiseram um PS sem maioria, dois partidos tribunícios a crescer e a única alternativa do governo enfraquecida. Ou seja, os portugueses quiseram protestar mesmo que isso significasse a ingovernabilidade. E quiseram-no muito conscientemente, porque a situação actual foi desejada pelo eleitorado, até muito racionalmente. Querem um Estado que continue a dar-lhes o que tem e o que não tem (votaram no PS), querem palco para as críticas demagógicas e populistas em que se reconhecem (votaram no PP e no BE) e não querem ninguém a mandar muito, porque, se querem estado máximo, querem governo mínimo (e por isso retiraram a maioria ao PS).

    Os portugueses sabem que estão metidos num grande sarilho e que as coisas vão piorar, mas preferem as dificuldades que se manifestam de mansinho, o caminho lento para a mediocridade ou para manter a mediocridade, preferem a velha manha camponesa da sobrevivência com os seus mil e um pequenos truques, aprendidos de geração em geração. Não acreditam em nenhuma luz ao fundo do túnel, mas habituaram-se ao túnel e preferem estar como estão a arriscar. Não se lhes pode levar muito a mal, porque como a memória da pobreza é ainda muito recente, o “partido do estado” e os seus subsídios e gratuitidades, o mundo da cunha, da habilidade e do patrocinato, ainda lhes parecem mais eficazes do que correrem qualquer risco cujas consequências desconhecem.

    Para além do mais, muitos sabem que os políticos que têm são demasiado parecidos consigo próprios e, mesmo que não o admitam e fumeguem contra a “política”, não querem mudanças. O problema fundamental do impasse português dos dias de hoje é que, estando-se a esgotar o modelo de viver acima da sua própria riqueza, que aguentou os últimos trinta anos, não há forças para a mudança que se exige contra o seu esgotamento. As pessoas acham que não fazendo muitas ondas, podem ainda passar uns anos mais ou menos como estão e que, no futuro, estamos todos mortos. Os portugueses não querem a mudança, esta meus amigos, é a razão fundamental dos impasses todos que cada vez mais bloqueiam tudo: a economia, a justiça, o emprego, a política”.
    O márinho sempre disse que o povo é sábio, ele lá sabe. O truão alegrete, vai dizendo que o povo saberá dar a volta a isto.
    Acreditem sentados até vos empurrarem de mansinho para a cova.

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  4. Zeca's avatar
    Zeca permalink
    12 Dezembro, 2009 19:57

    Hoje todos os governos são mandaretes do centrão que é, de facto, quem manda nisto. Estamos endividados até ao tutano e vamos continuar no mesmo trilho: TGVs, auto-estradas, pontes sobre e mais pontes, combustíveis caros, banca a engordar. O progresso não pode parar – dizem eles. Ocultam números, empolam outros, mistificam, enganam. E, como se vê, estão todos em campanha eleitoral preparando o próximo acto.

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  5. Revoltado's avatar
    12 Dezembro, 2009 20:04

    Uma vergonha, as declarações do palhaço na “inauguração” do TGV.
    Trata-se de um alucinado, que não tem a mínima ideia do mal que está a fazer ao país.
    É urgente um golpe de estado, uma revolta, seja lá o que for, para varrer estes energúmenos do poder.

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    12 Dezembro, 2009 20:12

    Espero que aconteça alguma coisa nas trocas e baldrocas da UE que derrotem o incapaz capacho dos 6, 83456789% de défice previsível. E que, entretanto, ele já não possa continuar onde está.

    Nada de mal lhe vai acontecer… Terá uma boa pensão de reforma. Afinal, tem direito à sobrevivência. Se até o vígaro vara tem…

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  7. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    12 Dezembro, 2009 20:35

    Será legitimo, pedir a cada um deles, um relatório dos fundamentos que os levaram a essa decisáo?.
    Provavelmente, é Tempo perdido.
    Mas folgo em saber que há já algumas palavras que fazem parte do lexico comum da politica;
    “Responsabilidade e Bom Senso.
    Falta ainda a COMPETENCIA

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  8. anónimo's avatar
    12 Dezembro, 2009 22:00

    Depois de obras na Escola Gil Vicente, entra água e abateu um tecto
    12.12.2009
    As obras da Escola Secundária Gil Vicente, em Lisboa, no âmbito do programa de modernização do parque escolar, pioraram as condições do estabelecimento de ensino, segundo um parecer da comunidade escolar, a que a Lusa teve acesso.Raquel Esperança

    Na generalidade, os acabamentos “são de péssima qualidade”, diz o parecer
    “Com quinze dias de aulas, entra água em muitos pontos, abateu um tecto, as paredes estão já muito deterioradas, os pisos já destruídos, com portas e armários empenados”, descreve o parecer da comunidade escolar. A intervenção, iniciada em Julho de 2008, ainda não terminou, mas na parte da obra terminada e posta ao serviço da escola, a avaliação da comunidade escolar é negativa.

    “Em vez de uma escola melhor, é hoje visível por todos que o que está a resultar da actual intervenção é uma escola sem condições de trabalho, pouco segura, pouco funcional, pouco higiénica, de degradação rapidíssima”, lê-se no parecer. O projecto “desrespeitou inteiramente a traça anterior da escola” – inaugurada em 1949 – e “tudo o que eram materiais e traçados antigos foram substituídos por linhas novas e materiais mais recentes”. “O problema reside em que a escolha dos materiais não obedeceu a critérios de qualidade, resistência e durabilidade e que a escola original ficou completamente desfigurada”, aponta o documento.

    Sobre os materiais, especificam que “a escolha de aglomerados de madeira, ‘pladur’, plásticos, resinas, etc, em detrimento de pedra, mosaico, tijolo, madeiras sólidas, foi uma opção inadequada, com elevadíssimos custos”. “A qualidade do pavimento (rápida e irreversivelmente danificado) e a inexistência de protecções nas paredes (nomeadamente nos corredores), aliada à escolha da sua pintura a branco (rapidamente riscadas e repletas de grandes manchas de sujidade), dão a todo o edifício escolar (acabado de fazer) um aspecto de degradação já antiga”, lê-se no mesmo texto.

    Quanto aos acabamentos, consideram que “na generalidade, são de péssima qualidade”, com “pinturas deficientes ou inacabadas, rodapés sem qualificação, portas de salas e armários empenados”. “A execução de muitos aspectos da obra foi pouco rigorosa e negligente. Só assim se pode perceber que, às primeiras chuvadas do ano, entre grande quantidade de água em muitas vidraças e alguns tectos, chegando mesmo a abater o tecto de uma das instalações sanitárias dos alunos”, aponta a comunidade escolar no parecer. É também referido que “foram arrancadas várias dezenas de árvores”, tendo sido apenas plantados dois pinheiros.

    O parecer está assinado pelo director da escola, presidente do conselho geral transitório, associação de pais e encarregados de educação e associação de estudantes.
    http://www.publico.clix.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/depois-de-obras-na-escola-gil-vicente-entra-agua-e-abateu-um-tecto_1413604

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  9. nini's avatar
    12 Dezembro, 2009 22:02

    # 4

    Qual centrão, qual disparate.

    O BE até queria ter maioria na AR com o gayzado!!!

    E o PCP é a favor do TGVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV e tal.

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  10. nini's avatar
    12 Dezembro, 2009 22:06

    # 3

    Não aprecio JPP mas escreve alguns artigos excelentes, pela lucidez e VERDADE que contêm.
    Esse, é um desses artigos excelentes.

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  11. nini's avatar
    12 Dezembro, 2009 22:07

    # 5

    Empresas do regime – Soares da Costa & que banco (?)

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  12. anonimo's avatar
    12 Dezembro, 2009 22:25

    Decadência
    A realidade do País em 2009 é de que há mais de 560 mil desempregados, 20% de Portugueses pobres, um défice público superior a 8% do PIB, uma dívida externa que cresce mais de 30 milhões de euros/dia, uma crise económica e social generalizada, falta de competitividade das empresas, corrupção instalada, desprestígio nas instituições políticas, uma queda acentuada da natalidade (que se prevê já abaixo dos 100 mil nascimentos em 2009), e por aí fora.

    Perante isto, as grandes prioridades políticas do PS são a regionalização e o casamento gay.
    Porreiro, pá.
    Estamos no bom caminho.
    É preciso é fingir que não se passa nada, adiar os sacrifícios e esperar que isto não rebente nas mãos da rapaziada que se governa com o País.
    O último que feche a porta.
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3533014.html

    E o TGV, clarooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!
    IHIHIHIHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

    Portual está (muita) doente.

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  13. Tio Estanislau's avatar
    Tio Estanislau permalink
    12 Dezembro, 2009 23:22

    Aiiiii, que dor

    O Train Grand Vitesse já arrancou, à francesa

    Quando chegar a Espanã, como se llama ???

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  14. nini's avatar
    13 Dezembro, 2009 00:29

    # 13

    É para os tugas emigrarem “a alta velocidade”! …

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  15. lili's avatar
    13 Dezembro, 2009 00:37

    Perto do abismo
    O Governo avançou hoje com o TGV. Numa época em que o país se afunda numa grave crise estrutural, com um défice elevado, taxa de desemprego acima dos 10% e níveis de endividamento excessivos, o Governo de Portugal está apostado em levar para a frente esta obra, que muitos consideram um verdadeiro elefante branco. E muitos outros consideram inadequada ao momento que o país atravessa. Um erro que Portugal pagará caro.
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/12/perto-do-abismo.html

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  16. lili's avatar
    13 Dezembro, 2009 01:13

    Os governos Françês e Espanhol acabam de adiar a ligação Barcelona-Marselha para 2020.

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  17. tina's avatar
    tina permalink
    13 Dezembro, 2009 10:11

    “A associação das Pequenas e Médias Empresas considerou hoje que o projecto da Alta Velocidade, que o Governo português está a desenvolver conjuntamente com o Executivo espanhol, “serve apenas os interesses da economia espanhola”.
    O presidente da Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas (ANPMES), Fernando Augusto Morais, classificou hoje o projecto do TGV como um “mega sacrifício nacional”, que não tem “retorno a curto ou médio prazo” e que “condiciona a sustentabilidade” do país.

    “É oneroso e ridículo pensar que o TGV fará o milagre de nos tornarmos competitivos, de travarmos as falências e o crescimento da taxa de desemprego”, considerou a ANPMES na mesma nota enviada às redacções.

    O governo anunciou hoje a adjudicação do troço do TGV Poceirão-Caia ao consórcio Elos – Alta Velocidade, liderado pelas empresas Brisa e Soares da Costa, num investimento de 1.359 milhões de euros, aos quais depois acrescerá os custos de manutenção e renovação de uma concessão concedida por 40 anos.”

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  18. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    13 Dezembro, 2009 19:20

    Quando os palhaços que governam este país apresentam aos portugueses um plano de recuperaçãp do país?
    Desculpa, o orçamento de 2010? Mas o plano devia ser apresentado priimeiro e a seguir o orçamento configurando nesse plano!
    Claro que as aldrabices dos prejuizos acumulados, das empresas pu
    blicas e das empresas municipais vão ficar de fora (são milhões de euros) os pagamentos adiados outros milhões!
    Como vai o socrates e o seu ajudante que não acerta previsões fazer este trabalho?
    Pelas inaugurações idiotas devem andar com produtos zombie, para não enfrentar a realidade que a Grecia já tem, a realidade de Irlanda, essa è dura de roer! Palhaços ou farçantes?

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