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“A hora da verdade” *

15 Janeiro, 2010
by

Hoje, o avanço de Passos Coelho para líder do PSD soa a prematuro.
Ao não controlar os prazos do processo eleitoral, ficou nas mãos de uma direcção bastante hábil em retardar o inadiável. O plano era colocar Passos Coelho em lume brando, criticá-lo quando falasse, reprovar os seus silêncios, jogar com as ambições e melindres de quem o apoia e engendrar uma candidatura capaz de o vencer.
No rebanho de votos que decidem as eleições dos partidos, alguns pastores do PSD estão prestes a apoiar Aguiar Branco. Querem um líder a prazo que lhes dê hipóteses para mais negociatas daqui a dois anos.
Esta é a hora da verdade para Passos Coelho: tem de inovar decisivamente e não resvalar num discurso de meias-tintas que queira agradar a todos – nisso, Branco é melhor do que ele.

* Ontem, Correio da Manhã

28 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Janeiro, 2010 12:43

    Eles estão a entrar em pânico. Até já anunciam congelamentos salariais pelo… IGCP! lololololol

    Eu avisei. 😉

    “IGCP tenta acalmar agências e diz que “Governo não vai subir salários”

    Alberto Soares, presidente do IGCP, garantiu hoje às agências de ‘rating’ que do Orçamento de 2010 constarão medidas anti-défice, numa tentativa de acalmar os mercados internacionais.

    “Dada a recente performance dos ‘spreads’ sobre as obrigações do Tesouro (…) consideramos ser apropriado informar o mercado dos últimos desenvolvimentos” sobre o que será o Orçamento do Estado para 2010, lê-se no ‘statement’ assinado pelo presidente do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), que foi enviado por ‘email’ para as principais agências noticiosas internacionais.

    Para tentar acalmar as agências de ‘rating’ e os receios dos investidores face à saúde financeira de Portugal, Alberto Soares sublinha, em primeiro lugar, que este Governo já foi capaz, antes de a crise rebentar, de corrigir o défice das contas públicas. Já no final do comunicado, o presidente do IGCP antecipa um acordo com os partidos da oposição quanto ao Orçamento e lembra que o Executivo sinalizou que haverá congelamento de salários na Função Pública.”

    In http://economico.sapo.pt/noticias/igcp-tenta-acalmar-agencias-e-diz-que-governo-nao-vai-subir-salarios_78867.html

    Só que os abéculos do DE, habituados a pensar pela cartilha, fez mal a notícia. Eles estão agora, em pânico, a tentar dar sinais aos investidores. Não às agências. Só demonstra mau jornalismo, claro.

    Mas os ministros anunciam medidas cor-de-rosa, os demais parvos que anunciem as medidas duras. lololololol

    Eu quero ver quando a Ferreira Leite abandonar as negociações. Como se vão safar. lololololol

    anti-comuna

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  2. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    15 Janeiro, 2010 12:46

    Estão feitos tal como os gregos. Vão ter que respnder em breve pela calamidade que virá a seguir.

    Why Greece will have to leave the eurozone By Desmond Lachman
    Published: January 11 2010 20:03 | Last updated: January 11 2010

    Having spent a career studying emerging market economies at the International Monetary Fund and on Wall Street, I have seen more than my share of supposedly immutable fixed exchange rate arrangements come unstuck. I have also observed at close quarters the rather well-defined and predictable stages through which countries go as their currency regimes unravel. This experience informs me that, much like Argentina a decade ago, Greece is approaching the final stages of its currency arrangement. There is every prospect that within two to three years, after much official money is thrown its way, Greece’s euro membership will end with a bang.

    The first stage on the road to a currency crisis occurs when a country, motivated by the desire to import policy discipline from abroad, adopts a fixed exchange rate to which its economy is patently ill-suited. A serially defaulting Argentina did so in 1991, when it adopted a convertibility plan that rigidly pegged the peso to the dollar in the vain hope of ending its tendency towards hyperinflation.

    After failing to meet the criteria for euro membership at the currency’s 1999 launch, a chronically profligate Greece managed to qualify in January 2001 by engaging in creative budget accounting. Going an important step further than Argentina, Greece abandoned its currency in favour of the euro. It joined a club whose very founding envisions no exit option for any of its member countries.

    The next stage on the road to ruin occurs when the country pursues domestic policies that are inconsistent with its new currency arrangement. In recent years Athens has thrown any notion of budget discipline to the wind. Euro membership supposedly obliges a country to abide by the Maastricht criteria of keeping its budget deficit below 3 per cent of gross domestic product and its public debt-to-GDP ratio below 60 per cent. Greece’s budget deficit has widened to 12.7 per cent of GDP, while its debt-to-GDP ratio is projected to reach 120 per cent in 2010.

    A ballooning budget deficit, coupled with inappropriately low interest rates imported from abroad, sets the stage for the end-game. It does so not simply by putting the country’s public finances on an unsustainable path but also by eroding its international competitiveness, which gives rise to a massive external imbalance. In this department as well, Greece has managed to outdo the Argentina of old by losing over 30 per cent in competitiveness through consistently higher wage and price inflation than its European partners.

    As market doubts surface as to the sustainability of the currency arrangement, the country’s external official sponsors ride to its rescue. In Argentina’s case, the sponsor was a US-backed IMF. For Greece, it has been the European Central Bank. The fly in the ointment, however, is that the official sponsor understandably bridles at the prospect of providing unconditional or unlimited funding. Rather, it insists that the country adopts hair-shirt adjustment policies.

    In Argentina’s case, conditional IMF support staved off the inevitable for a couple of years before the proposed adjustment measures led to rioting in the streets and it became clear to the IMF that it was dealing with a solvency rather than a liquidity problem. It is difficult to see how Greece’s present crisis can end on a happier note. Any attempt to bring the budget deficit down to the Maastricht target would only deepen the recession. Attempting to restore Greek competitiveness through wage cuts would lead to years of painful and politically unacceptable deflation.

    The omens do not look good for retrenchment: budget cut announcements have already sparked widespread labour market unrest. Nor is there much prospect of indefinite ECB funding. Rating agencies have downgraded Greece to below A-, while Jürgen Stark, an ECB official, recently said that the EU would not help bail out Greece were the need to arise.

    If there is anything that the Greek authorities might learn from Argentina, it is the folly of attempting to fight the inevitable. Not only does this saddle a country with a mountain of official debt that cannot be rescheduled; it also deepens and prolongs the recession from which any post-devaluation recovery might begin. Athens should leave the eurozone sooner rather than later. However, that is not the way that Greek tragedies play out.

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  3. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    15 Janeiro, 2010 13:01

    Acho que, pela primeira vez, esta gentinha está mesmo a tomar consciência das asneiras que andaram a fazer.

    Agora correm atrás dos investidores internacionais, tentando descolar dos gregos. Mas estão com azar. Porque foram tantas as vigarices contabilisticas que, mais tarde ou mais cedo, os investidores quererão mesmo saber a verdade. E enquanto não se lhes disser a verdade, a desconfiança aumenta.

    É preciso entender que este ministro da despesa pública é o mesmo de 2005 a 2009 e ainda foi co-responsável pelo desastre de 1995 a 1999. E é o mesmo ministro que foi taxado como o pior da Europa pelo FT, que ouviu participantes nos mercados. Ou seja, ao manterem este cromo no poder, a par do Pinócrates, assinaram a sentença de morte da participação portuguesa no… Euro.

    Agora estão enrascados. E ainda vão contando com uma oposição que tenta evitar o inevitável: o colapso de Portugal.

    Mas, meus amigos, a tragédia portuguesa ainda mal começou. E não vai acabar bem. Vai acabar muito mal.

    É melhor começarmos a pensar numa nova moeda para Portugal. A minha sugestão é: Tostão Furado.

    anti-comuna

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  4. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    15 Janeiro, 2010 13:28

    # 1,2,3
    Em que país é que vcs bibem? Carago!

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  5. Desconhecida's avatar
    Grilo Chateado permalink
    15 Janeiro, 2010 13:30

    Passos? Aguiar Branco? Qual deles o melhor coveiro?

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  6. Desconhecida's avatar
    Anomino permalink
    15 Janeiro, 2010 13:36

    .
    Como dizem na Wall Street, “a rolling debt collects no moss.”
    .
    What they mean is, as long as you can extend the debt, you have no problem. Unfortunately, that leads folks to take on ever greater amounts of debt… at ever shorter durations… at ever lower interest rates. Sooner or later, the creditors wake up and ask themselves: What are the chances I will ever actually be repaid? And that’s when the trouble starts. Interest rates go up dramatically. Funding costs soar. The party is over. Bankruptcy is next.
    .
    When governments go bankrupt, it’s called a “default.” Currency speculators figured out how to accurately predict when a country would default. Two well-known economists – Alan Greenspan and Pablo Guidotti – published the secret formula in a 1999 academic paper. The formula is called the Greenspan-Guidotti rule.
    .
    The rule states: To avoid a default, countries should maintain hard currency reserves equal to at least 100% of their short-term foreign debt maturities. The world’s largest money-management firm, PIMCO, explains the rule this way: “The minimum benchmark of reserves equal to at least 100% of short-term external debt is known as the Greenspan-Guidotti rule. Greenspan-Guidotti is perhaps the single concept of reserve adequacy that has the most adherents and empirical support.”
    .
    The principle behind the rule is simple. If you can’t pay off all of your foreign debts in the next 12 months, you’re a terrible credit risk. Speculators are going to target your bonds and your currency, making it impossible to refinance your debts. A default is assured.
    .
    Pois é são uns ‘pessimistas’, uns ‘bota-abaixo’ ou mesmo pior se fossem os responsáveis deste estado em que o Estado está.
    .

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  7. Desconhecida's avatar
    Australopithecus Republicanus permalink
    15 Janeiro, 2010 13:51

    Esta (presente) laranjada está um pouquinho fora do prazo… O Dr. Paulo Macedo é que devia ser o nosso PM.

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  8. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 13:58

    #7 Nunca tinha pensado nesse nome. Até não tá mal visto…

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  9. Romão's avatar
    Romão permalink
    15 Janeiro, 2010 13:59

    Ninguém o introduziu ao conceito de overmarketing?

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 14:00

    # 7 Nunca tinha pensado nesse nome. Até não está mal visto…

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  11. Piscoiso's avatar
    15 Janeiro, 2010 14:06

    CAA começa a afirmar-se como o Pacheco Pereira de Passos Coelho, salvaguardadas as devidas diferenças, como o aspeito desleixado do Pacheco.

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  12. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 14:53

    Está visto que as diferenças vistas pelo Piscoiso tinham de ser no ‘aspecto’. O Piscoiso parece uma daquelas rapariguinhas nova-iorquinas tão típicas dos filmes americanos, que sonham em trabalhar na CK.

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  13. anonimo's avatar
    15 Janeiro, 2010 15:13

    O CAA parece que não dar mostras de estar fato do Palhaço. Quer substituir um Palhaço por outro Palhaço.

    Que intelligenza!

    Também tem problemas por José Aguiar Branco pertencer a uma das famílias da alta burguesia portuense? Inveja? Preconceito?
    Tal como Francisco Sá Carneiro?

    O que tenho receio (sempre) é de tipos que vêem “de baixo”, sem cultura formação e bases, e que trepam dentro do aparelhismo dos partidos. Incultos, incompetentes, xico espertos e marionetes de interesses poderosos que negam o interesse geral da população.

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  14. Desconhecida's avatar
    15 Janeiro, 2010 15:16

    “Hoje, o avanço de Passos Coelho para líder do PSD soa a prematuro.”

    Como? Prematuro?

    Mas PPC anda a ser lançado para líder do PSD desde que saiu da JS!

    Não há futuro líder anunciado há tanto tempo na história da política portuguesa.

    O que custa a CAA aceitar é a ideia de que o rapaz não vai lá. E não vai mesmo. Ainda por cima agora com a “baralhação” introduzida por MRS ao declarar que o próximo líder do PSD será de transição.

    Meus caros, a não ser que aconteça algum terramoto político isto está tudo feito para o Rui Rio…daqui a dois anos!

    Não sei se o artigo justifica a espera.

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  15. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    15 Janeiro, 2010 15:17

    Continuo a afirmar o seguinte aspecto: muito mais importante do que o PSD é o quotidiano e o futuro de Portugal.
    As últimas e desesperadas notícias que nos chegam sobre a economia e finanças do País, vêm dar toda a razão a uma pessoa, de que só se tem falado para criticar e achincalhar (mesmo do lado do Centro-Direita!): Manuela Ferreira Leite.
    A Sr.ª podia perceber muito pouco de política; podia ter uma má imagem mediática, pode ter feito uma péssima campanha eleitoral; pode ter perdido debates televisivos com profissionais da demagogia; mas…

    TINHA TODA A RAZÃO|

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  16. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 15:29

    Acho que, pela primeira vez, esta gentinha está mesmo a tomar consciência das asneiras que andaram a fazer.

    O que eu gosto no Anti-comuna é que apesar das asneiras que diz sobre o aquecimento global, no fundo, no fundo, é uma alma caridosa. É um bacano, como diz uma amiga. 🙂

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 15:30

    É melhor começarmos a pensar numa nova moeda para Portugal. A minha sugestão é: Tostão Furado.

    Parece-me mais inspirado que o Bento! 🙂

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  18. Desconhecida's avatar
    15 Janeiro, 2010 15:45

    #15 Kolchak

    “Continuo a afirmar o seguinte aspecto: muito mais importante do que o PSD é o quotidiano e o futuro de Portugal.”

    Tem toda a razão. Mas aí não há nada a fazer. Enquanto estes gajos não forem apeados vão continuar a tentar esconder o lixo debaixo do tapete.

    Claro que o lixo já é tanto que mesmo debaixo do tapete começa a estar à vista.

    Infelizmente para todos nós, isto ainda vai ter que piorar antes de aparecer uma solução política para o imbróglio em que estamos metidos.

    Uma revolução? A última deu no que deu e, enquanto houver quem se lembre dela, o melhor é estar quieto.

    Golpe de estado palaciano? Não vejo ninguém com tomates para por fim ao regabofe e levar os gajos a tribunal.

    O PSD (alternativa institucional)? São muitos PSDs, nem todos juntos teriam força suficiente para acabar com este governo de manipuladores profissionais, muito menos esfrangalhados como estão.

    Por isso isto ainda vai ficar pior. O limite é quando se acabar o dinheiro e o crédito. Aí vai tudo ao ar e vai haver cacos para apanhar desde Valença a Vila Real de Santo António!

    Acabo como devia ter começado: valha-nos Santo António conserta bilhas, já que Nossa Senhora de Fátima tentou…e não conseguiu!

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  19. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    15 Janeiro, 2010 15:53

    pois é, isto está tão mau que ninguém está interessado em governar. o cavaco deve demitir-se em breve e a velha dissolve o psd, para não haver tentações de poder.

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  20. Desconhecida's avatar
    Anti-Barrigas Grandes permalink
    15 Janeiro, 2010 15:55

    O Pedrinho Passos Coelho?

    Já chegámos à Kapital e ao Kremilin?

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  21. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    15 Janeiro, 2010 16:20

    AB:

    Eu também tenho momentos de desânimo com o que vejo e leio.
    No entanto, há um factor que me faz ter esperança e muita.
    Sabe qual é?

    O Povo Português!
    Essa gente óptima: honestíssima; diferente no norte e no sul; capaz de feitos épicos no seu quotidiano; solidária nos piores momentos; que permanece e que espero permaneça, para sempre, desde há quase 900 anos até ao dia de hoje.

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  22. Desconhecida's avatar
    Carlos permalink
    15 Janeiro, 2010 17:39

    “Hoje, o avanço de Passos Coelho para líder do PSD soa a prematuro.”

    Direi mais, soa a velho como já soa à demasiado tempo.

    Ou o PSD elege um líder decente, ou vamos ter de ir ao fundo com o Sócrates & Cia. Lda.

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  23. Jorge Paulo's avatar
    Jorge Paulo permalink
    15 Janeiro, 2010 18:21

    Depois do ministro das finanças himself, ter confessado no Parlamento que se tinha enganado a fazer as contas, e por isso tinha insistido num valor do defice inferior ao que irá verificar, uma de duas: ou enganou-se nas contas, e é incompetente, e devia ser demitido, ou mentiu deliberadamente, e devia ser demitido na mesma. este ministro já está fora de prazo. Mas depois deste deploravel episodio, quem é que acredita neste governo, quando é o proprio MF a mentir. Quem é que quer investir num país governado desta maneira? Por isso, defendo que o PSD deve por a fasquia alta, não ceder ao canto da sereia que já lhe andam a cantar ao ouvido, e bater com a porta. A seguir moção de censura, e Sócrates & cª para a rua. Mas atenção, e com pena o digo, o CDS anda-se a por a geito, e desconfio que o Portas se vai vender por um prato de lentilhas. Pode ser que vão pro fundo com o PS, e voltem a ser o partido do taxi.

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  24. Piscoiso's avatar
    15 Janeiro, 2010 18:41

    O anónimo #12. deve andar obcecado com as rapariguinhas de Calvin Klein, e não sabe ler.
    Escrevi salvaguardando as devidas diferenças, como o aspeito, sendo que as diferenças podem ser mais que muitas e certamente que são.
    Enumerá-las, quedei-me pelo aspeito, tão telegenicamente visível e porque uma imagem vale mil palavras.
    Pelo menos.

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  25. Eduardo F.'s avatar
    15 Janeiro, 2010 19:44

    Caro CAA,

    Parece-me entrever nos seus mais recentes “escritos PPC” um progressivo esvaziar de entusiasmo. Pois é, nem sempre acertamos nas nossas apostas. É a vida.

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  26. Desconhecida's avatar
    Golp(ada) permalink
    15 Janeiro, 2010 20:42

    Este PPCoelho defendeu há pouco tempo, Socrates dizendo que estava farto “bota-baixismo”…

    Só as moscas mudam…

    (crónica dum país a saque)

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  27. patetao's avatar
    patetao permalink
    15 Janeiro, 2010 23:01

    Afinal de contas quem é o Mourinho do PPD-PSD ?!
    É o Alberto João Jardim!
    Ninguém tem mais títulos do que o bucha!
    De que tem medo ele entao?!
    De que têm medo os adeptos laranjas em por o mamão mamadeirense na liderança do seu partido?!
    Força com o mamão para a frente.
    …e depois vê-se se os cubanos do “contenente” votam nele!

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  28. Desconhecida's avatar
    Unreal permalink
    16 Janeiro, 2010 08:29

    “O plano era colocar Passos Coelho em lume brando, criticá-lo quando falasse, reprovar os seus silêncios, jogar com as ambições e melindres de quem o apoia e engendrar uma candidatura capaz de o vencer.”

    Até porque nem foi isto que PPC andou a fazer a MFL o tempo todo que ela lá esteve…

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