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Eduquês chega à arquitectura escolar

6 Junho, 2010

Alguém se lembra de ter votado na reconstrução de 332 escolas e respectiva despesa (2 500 milhões de euros, não orçamentados)? Alguém se lembra de o Parlamento o ter feito? Quem decidiu que todas as 332 escolas seriam construídas de acordo com o conceito “learning street”? Quem decidiu que a Parque Escolar devia ser uma espécie de ideóloga do ensino que constrói escolas (todas as 332) com base na ideia de que “a sala de aula já não é o espaço mais importante da escola”?

65 comentários leave one →
  1. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 16:42

    O que não se faz e se diz que é gastar dinheiro…passem esta reportagem num canal num telejornal e falem disto..
    http://bulimunda.wordpress.com/2010/06/06/sweden-early-years-education-part-2-of-3-para-as-bestas-que-fecham-escolas-verem/

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  2. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 16:45

    PARA QUEM QUISER LER E SABER QUE EXISTEM POSIÇOES CONTRÁRIAS…

    Rui Canário

    O nascimento e consolidação dos sistemas escolares públicos aparece, do ponto de vista histórico, estreitamente associado à emergência dos Estados Modernos, na transição do Antigo Regime para as sociedades liberais. A partir do século XIX (o “século da escola”), a constituição de uma malha apertada de escolas públicas nas zonas rurais emerge como um factor de progresso, com uma forte marca simbólica: a escola é um factor de identidade da aldeia. Hoje, o futuro das pequenas escolas rurais está ameaçado. Se, para alguns, a escola rural está condenada, em nome da “modernização” e do “desenvolvimento”, outros têm evidenciado quer os efeitos, profundamente negativos, de uma politica de sistemático encerramento de escolas, quer as potencialidades do papel da escola num processo de revitalização do mundo rural. O debate é vivo e envolve autoridades escolares, parceiros locais, profissionais da educação.

    Esta situação está bem presente na realidade portuguesa actual e foi amplamente documentada no primeiro volume dos “cadernos ICE”, consagrado ao Projecto das Escolas Isoladas. A presente publicação, Escola Rural na Europa, surge na sequência desse volume e pretende apresentar a um público vasto (professores, educadores, autarcas, pais, decisores) uma panorâmica da dimensão europeia do problema.

    Em Março de 1994, cerca de duas dezenas de associações e organismos europeus (incluindo o ICE), implicados na problemática da escola rural, reuniram-se em Estrasburgo, no Parlamento Europeu, para trocar experiências, pontos de vista e reflectir sobre a possibilidade de empreender acções comuns. Esta reunião, pioneira, realizou-se por iniciativa francesa dos CRESPC (Centros de Investigação sobre as Pequenas Estruturas e a Comunicação) e da FNDPER (Federação Nacional de Defesa e Promoção da Escola Rural), a convite do Grupo dos Verdes, no Parlamento Europeu.

    A concepção deste volume e a decisão de publicação têm a sua origem nessa reunião e nos contactos então estabelecidos. A partir de um conjunto, diversificado de contribuições, de professores e investigadores de diferentes países europeus, pretende-se contribuir para reequeacionar a questão da pequena escola em meio rural, ultrapassando uma visão redutora que tende a restringi-la a uma opção de “racionalização” da rede escolar.

    O debate sobre as pequenas escolas, em meio rural, tende a ser colocado em torno de duas questões: por um lado o da sua viabilidade económica, em termos de custos, e, por outro lado o da qualidade pedagógica so serviço prestado. O primeiro texto, “Elementos para uma reflexão nova sobre a escola rural”, a autoria de Alain Mingat e Cédric Ogier (Instituto Universitário de Dijon), tendo como base trabalhos de investigação empírica, põe em causa algumas ideias feitas neste domínio: por um lado coloca em evidência o valor da heterogeneidade das turmas (com vários níveis) enquanto ambiente propicio à realização de melhores aprendizagens, por outro lado, a partir da consideração dos “custos totais” refuta a ideia de que o encerramento das pequenas escolas seria, necessariamente, a solução mais económica.

    O segundo texto, “Estado, escola e crise dos espaços rurais” é da autoria de Yves Jean (universidade de Tours) cuja visão autorizada, de professor e autarca, tem o mérito de recolocar o debate num âmbito que transcende claramente as dimensões “técnica” e “escolar”. O problema da escola rural deve ser entendido, fundamentalmente, como uma aspecto parcelar no crescimento económico. O encerramento das escolas (e de outros serviços públicos) agrava o problema, apressando a morte rápida e irreversível das comunidades rurais.

    O terceiro texto “Uma proposta pedagógica para a escola rural” é da autoria de Philippe Meirieu, conhcido e prestigiado pedagogo francês (universidade de Lyon). A partir de uma análise crítica da instituição escolar tradicional, este autor propõe-nos uma reflexão pedagógica global sobre as modalidades e a construção de sentido para p trabalho escolar. À imagem da escola rural como um lugar “obsoleto” contrapõe Meirieu uma outra visão em que ela aparece como o embrião de uma “escola nova”, e a classe única como o lugar privilegiado para a aprendizagem da cidadania.

    São justamente estas virtualidades pedagógicas da escola rural que os dois textos seguintes procuram enfatizar: Thérèse-Marie Bouchat (universidade Católica de Luvaina), tendo como referência a realidade belga, descreve “Um dia tipo numa pequena escola rural” inventariando, de modo sistemático, as suas vantagens comparativas.

    Na perspectiva da realidade francesas, Jean-Michel Calvi escreve um texto “A escola, uma estrutura em osmose com o seu meio ambiente” que exprime a sua experiência como professor do ensino primário, numa região de montanha. Enfatizando uma relação interactiva com o contexto local, Calvi encara a escola rural como um “laboratório” cujas práticas são portadoras de futuro.

    Maria José Hervás, também professora do ensino básico em meio rural, é autora do sexto texto: “Uma alternativa para a escola no meio rural”. Relata-nos uma experiência pedagógica, em curso há já vários nãos, numa região espanhola, envolvendo a cooperação de uma grupo de escolas e uma equipa de professores. O trabalho cooperativo dos professores é fortemente valorizado na sua dimensão formativa, aparecendo o projecto como uma verdadeira “escola de formação permanente para professores”.

    Finalmente o sétimo texto, “O agrupamento em rede: uma solução para as pequenas escolas?”, é assinado por Alan Evans e Linda Huckman, professores e investigadores da Universidade de Cardiff. Fala-nos de uma realidade, Inglaterra e Gales, mais distante da nossa experiência directa, mas em que se colocam problemas de natureza idêntica. Também estes autores realçam a influência da pequena escola rural na vida das aldeias e comunidades e a necessidade de encontrar alternativas ao seu encerramento. A construção de redes de escolas, apoiadas por instituições do ensino superior, e articuladas com estratégias de formação em serviço, é a ideia estruturadora deste texto.

    Uma palavras final de agradecimento, para os autores e as entidades cuja colaboração tornou possível a edição deste volume. A Federação Nacional para a Defesa e Promoção do Mundo Rural autorizou a tradução e adaptação dos textos de Yves Jean, Philippe Meirieu e Jean-Michel Calvi, originalmente apresentados ao colóquio “Escola Rural, escola nova”, realizado em Abril de 1993. O texto de Thérèse-Marie Bouchat corresponde à adaptação dos dois primeiros capítulos da obra “Les voix de l’école rurale”, publicada em 1992 pelas Edições Vie Ouvrière e pelo CREDAR (Centro de Estudo e Documentação para a Animação Rural). O texto de Maria José Hervás corresponde a um artigo publicado, originalmente, no nº211 de 1993 de “Cuadernos de Pedagogia”. Os dois textos restantes são inéditos.

    Ao reunir e publicar este conjunto de trabalhos estamos convictos de contribuir para um aprofundamento da reflexão, do debate e da acção, num domínio educativos que tem um forte alcance estratégico. Questionar o futuro, repensando modelos de sociedade e de desenvolvimento (ainda) dominantes, neste fim de século. Apressadamente condenada por alguns, em nome de uma certa ideia de “progresso”, a escola rural pode emergir como um pólo de desenvolvimento local e de renovação das práticas educativas.
    Daqui…
    http://iceweb.org/cadernos_ice2.html

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  3. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 16:47

    AGRADEÇO JOÃO QUE NÃO RETIRE PARA DAR ás pessoas algo que muitas desconhecem..é que há mais vida para além da Parque escolar…OBRIGADO…

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  4. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 16:49

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  5. Paulo Barata permalink
    6 Junho, 2010 16:50

    “a sala de aula já não é o espaço mais importante da escola”? Claro…, qual é a dúvida? não foi obviamente na sala de aulas que o nosso primeiro granjeou tamanha sabedoria e acumulou competências! Foi precisamente fora delas, parecendo absolutamente natural ser esta a mensagem que a nova “cartilha” pretende passar para os mais novos.Ainda, ao desvalorizar as ditas é mais uma preguinho que se espeta nessa cambada de “inúteis mais caros ao país…lembram-se da anterior equipa da educação?” que são os professores! é a ilusão que tudo se consegue com uma boa apresentação, uma ropagem hi-tec, envolta em modernidade…
    Abr, PB

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  6. O DESENHADOR DE PALHOTAS permalink
    6 Junho, 2010 16:56

    PARA COMBATER O INSUCESSO ESCOLAR O ESPAÇO MAIS IMPORTANTE DA ESCOLA DEIXOU DE SER A VELHA SALA DE AULA E PASSOU A SER A JOVEM RETRETE,IDEAL PARA FUMAR UM CHARRO,EXECUTAR OS TRABALHOS PRÁTICOS DA CADEIRA DE EDUCAÇÃO SEXUAL , PREENCHER AS FICHAS PARA AS NOVAS OPORTUNIDADES E AS PASSAGENS ADMINISTRATIVAS E TECLAR NOS CAGALHÃES.ESTA GRANDIOSA REVOLUÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL CONCEBIDA PELO NOSSO IMORTAL TIMONEIRO MÁXIMO QUANDO ESTAVA DE PERNA ALÇADA,VAI SER UM EXEMPLO PARA O MUNDO.VAMOS PASSAR A EXPORTAR ESCOLAS LEARNING STREETS CHAVEZ NA MÃO.OS PRÓPRIOS PROJECTOS SÃO DA AUTORIA DO NOSSO GENIAL PRIMEIRO DESENHADOR CUJA INSPIRAÇÃO LHE VEM DO CONTACTO INTÍMO COM A REALIDADE DAS POCILGAS POR SI PROJECTADAS NOS IDOS ANOS 80 E 90 NO MAIS PROFUNDO DAS BAIXAS BEIRAS.A REVOLUÇÃO SOCIALISTA PINK ESTÁ EM MARCHA E O AJUSTE JÁ FOI DIRECTO!

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  7. Mahatma Gundi permalink
    6 Junho, 2010 17:00

    Votaram em pessoas e não em programas, como de costume. Em Portugal as pessoas agem, em geral, irresponsavelmente.

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  8. 6 Junho, 2010 17:53

    «Alguém se lembra de ter votado na reconstrução de 332 escolas e respectiva despesa (2 500 milhões de euros, não orçamentados)? Alguém se lembra de o Parlamento o ter feito»?

    O nó górdio lusitano, está precisamente no Parlamento.
    Por ali, ninguém está interessado em fazer o trabalho de casa.
    Qualquer trabalho de casa.
    A oposição (PSD e CDS), quiseram há dias suspender o processo TGV.
    Nos últimos anos, alguém os viu debitar alguma coisa sobre isso?
    Idem com as Autoroutes.
    Idem com o Aeroport da Ota.
    Idem para as SCUT.
    Idem com os mil TGV de Fujão Barroso.
    Como Circo de S. Bento (mau circo), não estaria mal.

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  9. 6 Junho, 2010 17:59

    Um excerto do mesmo “dossier” assinado pela Alexandra Prado Coelho:

    «Uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos – é esta a visão que a Parque Escolar tem para o ensino em Portugal.»

    Tradução: mais um passo na destruição da escola como veículo de aprendizagem e ascensão social.

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  10. 6 Junho, 2010 18:10

    Reconheça-se, porém, que o artigo contém uma perguntinha um pouco incómoda:

    «Estão-se a instalar equipamentos pesadíssimos, que vão ter custos de funcionamento, conservação e manutenção. Haverá dinheiro para pôr tudo isto a funcionar?»

    Mas a resposta, loga a seguir, é repleta de confiança, modernidade e, claro está, protectora do ambiente:

    «[a Parque Escolar admite que] o consumo energético subirá substancialmente […] pelo que […] há que garantir soluções de auto-suficiência energética […] através de energias renováveis».

    Tradução: tudo isto custa uma pipa de massa quer na renovação das escolas quer na utilização e manutenção dos novos equipamentos, mas não tem mal algum. Basta apenas gastar investir mais uns dinheiritos em energias renováveis que [acrescento eu] irão por sua vez criar muitos postos de trabalho verdes. Fantástico, melga! Fantástico!

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  11. Anónimo permalink
    6 Junho, 2010 18:33

    Quinze anos de desgoverno socialista vai deixar Portugal ao nivel do que era nos anos 60/70.
    As cumplicidades que arranjaram, e as teias que teceram na comunicação social, cuja ultima aquisição é a TVI, tambem são responsaveis.
    Este estado de coisas, devia fazer refletir a oposição; PPCoelho, perdeu uma oportunidade de demonstrar que é um politico sem medo, e responsavel, ao não votar favoravelmente a moção de censura do PCP, dias atrás.
    De certeza que o ar hoje em Portugal seria mais respiravel.

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  12. Salgueiro Maia permalink
    6 Junho, 2010 18:39

    A dor de côto é lixada não é!

    Sócrates fez uma autêntica revolução no Ensino Público Português, desde a revolução operada no 1º Ciclo, os Novos Centros Escolares, a Introdução das Tecnologias de Informação, entre tantas e tantas evoluções operadas.

    Mas….há sempre uma mas….

    ….há também os INVEJOSOS que não aceitam que tenha sido ele a fazer as coisas!
    Esses vermes queríam que fosse outro que não ele que tivesse feito estes melhoramentos históricos.

    Porquê tanta raiva contra este Homem?

    A resposta a isto é fácil e encontramo-la quando nos deparamos com um Campeão o com o que ele provoca nos adversários.

    Sempre foi assim e sempre há-de ser!

    A Justiça está do lado daqueles que conseguem ver tudo isto e decidem dar o voto de gratidão ou ingratidão.

    Tão simples como isto.

    Mas por ser simples, para alguns é complicado.

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  13. lucklucky permalink
    6 Junho, 2010 18:45

    “Alguém se lembra de ter votado na reconstrução de 332 escolas e respectiva despesa (2 500 milhões de euros, não orçamentados)? Alguém se lembra de o Parlamento o ter feito? Quem decidiu que todas as 332 escolas seriam construídas de acordo com o conceito “learning street”? Quem decidiu que a Parque Escolar devia ser uma espécie de ideóloga do ensino que constrói escolas (todas as 332) com base na ideia de que “a sala de aula já não é o espaço mais importante da escola”?”

    O PSD certamente não se preocupa com coisas dessas.

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  14. tric permalink
    6 Junho, 2010 18:46

    Belmiro de Azevedo a Primeiro-Ministro de Portugal !!!!!!
    o curriculum fala por si…

    Pedro Passos Coelho a Sub-Secretario de Estado do Ambiente!!! o curriculum fala por si…mas uma cunha tambem ajudava…

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  15. jorge permalink
    6 Junho, 2010 19:05

    Apenas uma pergunta: como vão ser pagos os empréstimos que a Parque Escolar contraiu? Os relatórios de gestão (na página da empresa) não são nada explícitos.

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  16. Anónimo permalink
    6 Junho, 2010 19:16

    # 17 “Salgueiro Maia” 1º devia ter vergonha de usar o nome de tão ilustre Portugues.

    2º Em que planeta é que você vive? qual revolução na educação? os jovens portugueses estão cada vez mais ignorantes, e menos educados.

    Inveja de um mentiroso e aldrabão que TODOS os dias diz as maiores bearbaridades, como sermos os campiões do crescimento economico e outras que tais, e que teem um curriculo que mete cheio de aldrabisses?

    Tenho inveja é daqueles paises onde aldrabões como o Sócrates são rapidamente banidos da vida publica.

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  17. Salgueiro Maia permalink
    6 Junho, 2010 19:20

    Os Submarinos pagam isto tudo. Só é pena é que mais escolas poderíam ser feitas se os submarinos não viessem.

    mas…há sempre um mas….tivemos em 2004 um Cds-Pp e um Ppd-Psd no desgoverno.

    Está tudo dito.

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  18. Salgueiro Maia permalink
    6 Junho, 2010 19:24

    Conforme atrás dito, e porque como se constata já há comentaristas complicados eu volto a por a equação a ver se eles chegam lá:

    A dor de côto é lixada não é!

    Sócrates fez uma autêntica revolução no Ensino Público Português, desde a revolução operada no 1º Ciclo, os Novos Centros Escolares, a Introdução das Tecnologias de Informação, entre tantas e tantas evoluções operadas.

    Mas….há sempre uma mas….

    ….há também os INVEJOSOS que não aceitam que tenha sido ele a fazer as coisas!
    Esses vermes queríam que fosse outro que não ele que tivesse feito estes melhoramentos históricos.

    Porquê tanta raiva contra este Homem?

    A resposta a isto é fácil e encontramo-la quando nos deparamos com um Campeão o com o que ele provoca nos adversários.

    Sempre foi assim e sempre há-de ser!

    A Justiça está do lado daqueles que conseguem ver tudo isto e decidem dar o voto de gratidão ou ingratidão.

    Tão simples como isto.

    Mas por ser simples, para alguns é complicado.

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  19. Anónimo permalink
    6 Junho, 2010 19:29

    #25 para teres que usar o nome de alguem que já morreu, deves ser filho de pai incognito, socretino de merda.

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  20. Anónimo permalink
    6 Junho, 2010 19:34

    #26

    E eu sou o teu irmão.

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  21. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 19:45

    Olha aqui está tu socretino..e quanto aos submarinos tens razão mas e quem assinou 1º os ditos?

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  22. Joka permalink
    6 Junho, 2010 19:55

    Mas simultaneamente há aqui qualquer coisa muito preocupante. Qual a autarquia que ja se mostrou preocupada com esta situação?! Qual? Não sei!

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  23. Palmira permalink
    6 Junho, 2010 19:59

    Na escola que fica junto à mesquita de Lisboa, EB 2, 3 Marquesa de Alorna (??) as obras acabaram e o material de Educação Física tinha sido todo roubado. As casas de banho com aquecimento vindo do chão já estão todas danificadas; o antigo ginásio diminuiu de tamanho porque resolveram fazer bancadas; já não tinha dimensões para a maior parte dos jogos colectivos e agora ainda ficou pior!

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  24. Salgueiro Maia permalink
    6 Junho, 2010 20:32

    A dor de côto é lixada não é!

    Sócrates fez uma autêntica revolução no Ensino Público Português, desde a revolução operada no 1º Ciclo, os Novos Centros Escolares, a Introdução das Tecnologias de Informação, entre tantas e tantas evoluções operadas.

    Mas….há sempre uma mas….

    ….há também os INVEJOSOS que não aceitam que tenha sido ele a fazer as coisas!
    Esses vermes queríam que fosse outro que não ele que tivesse feito estes melhoramentos históricos.

    Porquê tanta raiva contra este Homem?

    A resposta a isto é fácil e encontramo-la quando nos deparamos com um Campeão o com o que ele provoca nos adversários.

    Sempre foi assim e sempre há-de ser!

    A Justiça está do lado daqueles que conseguem ver tudo isto e decidem dar o voto de gratidão ou ingratidão.

    Tão simples como isto.

    Mas por ser simples, para alguns é complicado.

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  25. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 20:39

    Oh coiso fica-te com esta..bem precisar de ser lavado..
    “A Água”,
    de Manuel Maria Barbosa du Bocage.

    Um clássico da literatura portuguesa

    “A Água”

    Meus senhores eu sou a água
    que lava a cara, que lava os olhos
    que lava a rata e os entrefolhos
    que lava a nabiça e os agriões
    que lava a piça e os colhões
    que lava as damas e o que está vago
    pois lava as mamas e por onde cago.

    Meus senhores aqui está a água
    que rega a salsa e o rabanete
    que lava a língua a quem faz minete
    que lava o chibo mesmo da raspa
    tira o cheiro a bacalhau rasca
    que bebe o homem, que bebe o cão
    que lava a cona e o berbigão.

    Meus senhores aqui está a água
    que lava os olhos e os grelinhos
    que lava a cona e os paninhos
    que lava o sangue das grandes lutas
    que lava sérias e lava putas
    apaga o lume e o borralho
    e que lava as guelras ao caralho

    Meus senhores aqui está a água
    que rega rosas e manjericos
    que lava o bidé, que lava penicos
    tira mau cheiro das algibeiras
    dá de beber ás fressureiras
    lava a tromba a qualquer fantoche e
    lava a boca depois de um broche.

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  26. lucklucky permalink
    6 Junho, 2010 21:12

    O Estado deve tratar da defesa do País, por isso submarinos, e deveriam ser mais uma vez que o mar é vital para nós. Não tem nada que se meter nas escolas nem tem nada que existir um Ministério da Educação.

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  27. Mahatma Gundi permalink
    6 Junho, 2010 21:37

    Lucklucky

    Você não estará um bocadinho confuso? A primeira prioridade da sociedade humana não será preservar e transmitir às gerações seguintes o conhecimento necessário para a sua auto-preservação, antes mesmo de as ensinar a aniquilarem-se?

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  28. lucklucky permalink
    6 Junho, 2010 21:45

    Certamente, mas para isso não é preciso o Estado que tem imbecilizado as crianças e destruído muitas especialmente as inteligentes.

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  29. Anónimo permalink
    6 Junho, 2010 22:06

    Também imbeciliza e destrói as burras, correcto 35? Se fosse eu partia a escola toda que o pôs assim… destruído e imbecil. Todos os dias. Destruído e imbecil.

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  30. lpedromachado permalink
    6 Junho, 2010 22:07

    Na notícia lê-se que o tal arquitecto foi contratado para um projecto experimental dum grupo de colégios holandeses. Privados, suponho.

    Em Portugal é o “one size fits all” do costume e imposto a todos sem atender à vontade das comunidades locais, que deviam ser as responsáveis pelas decisões educativas aplicadas na sua localidade, não o longínquo ministério da 5 de Outubro (uma avenida de Lisboa).

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  31. 6 Junho, 2010 22:35

    5 de janeiro de 2010

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  32. 6 de Junho de 1975 permalink
    6 Junho, 2010 22:50

    Hoje comemoram-se 35 anos da grande manifestação em Ponta Delgada, nos Açores, e que fez frente às novas forças totalitárias que dominavam Lisboa e onde se gritou pela independencia dos Açores.

    Novamente os Açores libertaram Portugal da tirania.

    Mais do que ontem, os Açores têm que libertar Portugal destas novas tiranias a que está sujeito!

    Pelo vosso próprio pé, já vi que os portugueses não são capazes.

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  33. 6 Junho, 2010 22:55

    A partir dos Relatórios de Contas de 2007 e 2008, questionei os critérios de adjudicação directa de 3/4 ou 5 escolas por ano a uma ou outra empresa de prestação de serviços, questionei os critérios que motivariam as escolhas e fui descobrindo estranhas coincidências de percurso de vida entre os membros do Conselho de Administração da Parque Escolar e as empresas mais favorecidas neste processo, descobri uma Ordem dos Arquitectos totalmente colaborante com os procedimentos dos ajustes e levantei a dúvida: será que estes procedimentos geraram emprego ou trabalho precário?
    O que fui escrevendo pode ser lido aqui.
    Vamos agora à questão, porventura, mais importante: que escola projectamos para o futuro?
    A Parque Escolar, ao que julgo saber, tenciona desenvolver obras em todas as escolas secundárias do país. A partir de 2007, fez levantamento, projecto e obra, mas saberá que escola está a construir? Não será certamente a Parque Escolar que deve responder a isto, mas a escola do futuro não se pode desenhar sem a comunidade escolar, sem discussão política e sem uma profunda discussão disciplinar no plano da arquitectura e do urbanismo. Veja-se que nas premissas do processo inglês (Building Schools for the Future iniciado em 2004), do qual Sócrates retirou a ideia, há uma clara noção do impacto que o desenho e a requalificação de uma escola pode ter no ambiente urbano e valoriza-se a necessidade disciplinar em procurar novas soluções. Sendo conhecida (e tristemente pública) a falta de sensibilidade do primeiro ministro para as questões relacionadas com a arquitectura e o planeamento urbano, este processo não foi participado mas determinado pelo seu gabinete a toque de chicote. Pouca reflexão e muita construção.
    A maioria dos projectistas agraciados com os projectos da Parque Escolar não teve outra hipótese que não a de assinar um contrato que os canibalizava, atamancar umas ideias em prazos loucos – defendendo-se normalmente na execução de pormenores já experimentados, sabendo que esta seria a única forma de sobrevivência das suas empresas numa época em que as obras públicas se afunilaram nas escolas.
    Três curtos anos volvidos, já começam a vir a público as notícias dos problemas nas “novas” escolas, seja pelos erros e omissões de projectos “despachados”, seja pela pressão de um ministro que quer cortar a fita.
    Tiago Mota Saraiva (5Dias)

    [ver o vídeo da requalificada Escola Secundária Gil Vicente inundada]

    http://videos.publico.pt/Default.aspx?Id=f2998b8f-7ccd-4e8c-8091-5298583e6011

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  34. 6 Junho, 2010 22:58

    “Garcia da Orta” cai aos pedaços
    Tombaram tectos e portas na escola renovada
    2010-01-23

    Queda de tectos, fugas de gás e infiltrações de água estão a assustar os alunos da Escola Secundária Garcia de Orta, no Porto. Os incidentes sucedem-se, em pavilhões inaugurados no ano passado, e a Parque Escolar anunciou uma auditoria externa.

    A descrição de tudo o que tem acontecido nos pavilhões estreados este ano lectivo ocupa meia folha A4 e, para a Associação de Pais de Pais e Encarregados de Educação da Garcia (APGO), que ontem promoveu uma conferência de Imprensa à porta da escola, o que está a acontecer “não tem explicação e são falhas gravíssimas num equipamento novo”.

    Entre o vasto rol de anomalias elencadas por pais e alunos, destacam-se o colapso de um tecto em finais de Outubro passado, ocorrida fora do horário escolar, uma fuga de gás por perfuração de uma tubagem, a queda de quadros das salas de aula ou infiltrações de água junto à rede eléctrica.

    “Já caiu uma divisória numa casa de banho, com consequências físicas para uma funcionária, e os alunos não podem utilizar o pavilhão gimnodesportivo, pois tem aparecido água e humidade tornando-o escorregadio e perigoso”, referiu Madalena Antunes, presidente da APGO.

    Note-se que a Garcia de Orta foi considerada, em 2008, no ranking das escolas, a melhor secundária do Porto, em matéria de ensino público.

    “Já falamos com a Direcção e o Conselho Geral da escola, a DREN, o Ministério da Educação e a Parque Escolar [entidade responsável pela remodelação nas escolas]. Só recebemos um email, anteontem, do presidente da empresa, que se comprometeu a efectuar uma auditoria à obra já realizada”, lamentou Madalena Antunes. Joana Miranda, presidente da Associação de Estudantes, anunciou que “na próxima terça-feira à noite haverá uma reunião com todas as partes e só depois serão tomadas medidas”.
    http://www.jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1476723

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  35. 6 Junho, 2010 23:04

    PCP pede auditoria do Tribunal de Contas à empresa Parque Escolar
    27.01.2010
    PCP vai propor à Assembleia da República que peça uma auditoria do Tribunal de Contas à actividade da Parque Escolar, criticando a “falta de transparência” da empresa responsável pela requalificação das escolas.
    http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/pcp-pede-auditoria-do-tribunal-de-contas-a-empresa-parque-escolar_1420042

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  36. 6 Junho, 2010 23:09

    Intervenções dos deputados Emídio Guerreiro (PSD), Ana Drago (BE)e Miguel Tiago (PCP)
    Janeiro de 2010

    http://www.5dias.net/2010/01/27/isto-vai/

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  37. 6 Junho, 2010 23:15

    «Há dois dias, no portal dos contratos públicos, foi publicado o ajuste de um projecto de arquitectura e coordenação de todas as especialidades à empresa GIMA – Gestão de Imagem Empresarial, LDA.. No seu site, a empresa GIMA diz que faz o seguinte:

    Com o reestruturamento da empresa, estamos mais focados em desenvolver produtos que satisfaçam a exigência de grandes campanhas de marketing e publicidade, seja em formato físico ou multimédia, mas também temos serviços mais específicos como a criação de páginas web e estacionários para pequenos clientes. Oferecemos quase tudo na nossa área, você pensa tem de escolher o que pretende de nós!»

    http://www.5dias.net/2010/01/31/30-000-empregos/

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  38. 6 Junho, 2010 23:18

    A Parque-Engil
    6 de Fevereiro de 2010

    A soma de contratos realizados entre a Mota-Engil e a Parque Escolar na Fase 0, Fase 1 e Fase 2 (ainda incompleta) totaliza o valor de 117.015.842,65 €. Quando se fala sobre a forma como o programa de requalificação das escolas está a ajudar as empresas de construção pelo país, é bom que se tenha em consideração que, de acordo com os Relatórios de Contas de 2007 e 2008 da Parque Escolar E.P.E., a empresa Mota Engil Engenharia e Construções S.A. absorveu 19,52% dos valores de obra da Fase0 e 37,49% dos valores de obra da Fase1.
    http://www.aeiou.expresso.pt/a-parque-engil=f562367

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  39. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 23:26

    Eis algo verdadeiramente criminoso…matar aldeias como esta..

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  40. 6 Junho, 2010 23:31

    De acordo com o Público o administrador da Parque Escolar Gerardo Saraiva Menezes foi, entre 2001 e 2007, o braço-direito de António Salvador (na fotografia ao telefone) – actual presidente do Sporting de Braga – na Britalar. O jornal revela que a Parque Escolar já terá adjudicado 35 milhões de euros a esta empresa que actua em consórcio com a Way2Be, onde também participam a DST, a J. Gomes e a Rodrigues & Névoa (do famoso Domingos Névoa).
    Sobre estas dinâmicas “empresariais” de Braga e a propósito do julgamento de Domingos Névoa, o JN escreveu isto:
    http://www.5dias.net/2010/02/16/parque-oculta/

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  41. 6 Junho, 2010 23:39

    Quem decidiu que todas as 332 escolas seriam construídas de acordo com o conceito “learning street”? Quem decidiu que a Parque Escolar devia ser uma espécie de ideóloga do ensino

    O conceito de “kindergarden” alargado a toda a escolaridade.
    A vida como uma contínua “informalidade”.
    Os processos de condicionamento já seguem o seu curso.
    Acho que o que ainda está mais atrasado é a parte dos processos biológicos de suporte à gestação extra-uterina, antecedidos da múltipla divisão do embrião.
    (O que não é de admirar, pois o João passa mais tempo a escrever postais do que a fazer investigação)
    Está na altura do socialismo moderno legislar nesse sentido para obrigar os biólogos investigadores preguiçosos a desenvolver as maravilhosas técnicas que permitirão a produção de seres humanos completamente adaptados às suas futuras tarefas.
    A caminho do admirável mundo novo…

    http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2010/06/06/lei-do-microchip-nas-matraculas-entra-em-vigor-ja-no-praximo-dia-1-de-julho

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  42. Salgueiro Maia permalink
    6 Junho, 2010 23:39

    Pois..a dor de côto é lixada não é!

    Sócrates fez uma autêntica revolução no Ensino Público Português, desde a revolução operada no 1º Ciclo, os Novos Centros Escolares, a Introdução das Tecnologias de Informação, entre tantas e tantas evoluções operadas.

    Mas….há sempre uma mas….

    ….há também os INVEJOSOS que não aceitam que tenha sido ele a fazer as coisas!
    Esses vermes queríam que fosse outro que não ele que tivesse feito estes melhoramentos históricos.

    Porquê tanta raiva contra este Homem?

    A resposta a isto é fácil e encontramo-la quando nos deparamos com um Campeão o com o que ele provoca nos adversários.

    Sempre foi assim e sempre há-de ser!

    A Justiça está do lado daqueles que conseguem ver tudo isto e decidem dar o voto de gratidão ou ingratidão.

    Tão simples como isto.

    Mas por ser simples, para alguns é complicado.

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  43. 6 Junho, 2010 23:52

    Agora, o Mundo Real. Escolar.

    O mundo real onde trabalham os Professores. Diariamente.

    http://www.educar.wordpress.com/2010/06/06/entretanto-no-mundo-real/

    http://www.educar.wordpress.com/2010/06/06/entretanto-no-mundo-real-2/

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  44. 6 Junho, 2010 23:54

    “Porquê tanta raiva contra este Homem?”

    Porque o homem é um doente mental. Psicose!
    Um tipo alucinado.

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  45. socialista vaselinado permalink
    6 Junho, 2010 23:56

    O Clone mal parido chamado de salgueiro estas são as camionetas que o teu grande líder vai utilizar para levar os putos para os currais climatizados?

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  46. 6 Junho, 2010 23:58

    Como é possível um país com 9 séculos de História não colocar este labrego corrupto, e a cambada CªLt, a penar em trabalhos forçados contra crimes perpetrados durante estes anos contra Portugal e os portugueses?

    COMO ???

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  47. 7 Junho, 2010 00:02

    #51.

    Essa ansiedade em repetir até à exaustão o mesmo comentário:
    1. Não abona nada em favor da saúde mental do comentador;
    2. Demonstra que o comentador tem muitas dúvidas relativamente ao que escreve.

    E, agora pode repetir, de novo, a mesma porcaria alucinada. Tchauzinho.

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  48. 7 Junho, 2010 00:06

    O ataque ao professorado, na forma e conteúdo, deveria ter feito pensar a população. O ataque foi sempre contra algo que o doido odeia – as pessoas, a sociedade, os jovens do país. A honestidade. O esforço. O trabalho. A reflexão crítica. O bom gosto. O “ser” contra o “parecer”.

    Ó professorado representa tudo o que este corrupto desgraçado é. Daí o ódio …

    É de tal forma patológico que o faz contra o próprio pai, professor de carreira do ensino básico!

    Está na altura de não serem somente os professores a defenderem o presente e o futuro, os jovens, a sociedade civil….!

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  49. 7 Junho, 2010 00:10

    Mota-Engil lidera com 110 milhões de euros
    Abril2010

    Nove construtoras ganham 41% do valor das obras adjudicadas pela Parque Escolar

    Nove construtoras, num conjunto de 78, ganharam 41% de um valor total de mil milhões de euros a concurso referentes às obras adjudicadas pela Parque Escolar. A Mota-Engil, liderada por Jorge Coelho, é a empresa que mais obras ganhou, aponta o jornal Sol com base no dossier de adjudicação da Parque Escolar.
    http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=417883

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  50. 7 Junho, 2010 01:34

    Público

    «Não há agora nenhum verdadeiro filantropo que assuma parcerias com o Estado para manter parte destas escolas abertas?»
    http://www.educar.wordpress.com/2010/06/06/texto-no-publico-de-hoje/

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  51. 7 Junho, 2010 02:53

    Mas qual é a sua admiração Miranda? Chegou hoje de Marte?

    Há muito tempo que a sala de aula não é o espaço mais importante da escola. E quem diz a sala de aula, diz as matérias escolares.

    Todas as atenções se focam nas cenas de pancadaria, nas discussões intermináveis, no jogo de ver quem chama primeiro P*** à mãe do outro, em quem deixa mais vezes o material dentro dos cacifos, para depois a meio da aula poder fazer um chinfrim para o ir buscar, para ver quem vai mais vezes ao wc a meio das aulas, para ver quem consegue boicotar melhor a realização de testes (e não me refiro a alunos, em quem tem o melhor telemóvel, em quem consegue andar com as cuecas mais à mostra. Tudo serve de desculpa para não se olhar para os livros.
    E não venham falar em projectos, que isso é uma treta. Ninguém aprende nada com isso… aliás, se isso fosse para aprender, a “esquerda alegre” não passava a vida a falar nisso.

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  52. 7 Junho, 2010 03:19

    O Assassino Do Autocarro

    «Era criminoso para o nosso sistema público de ensino não ter feito nada para encerrar as escolas com menos de 20 alunos [e] é por isso que vamos continuar com esse esforço»

    Chegam à escola já vindos de um recreio forçado, aparecem eléctricos na primeira aula, algo que irá ser reforçado no primeiro intervalo. Mas o Ministério tem, em cada autocarro, um assessor de autocarros que toma notas.

    Tanto que ao almoço não haverá filas disfuncionais, os grandes nunca deixarão os pequenos para últimos, a não ser que valha a pena bater mais.

    A volta a casa será única todos os dias, é sabido aonde estarão as vítimas. E nós sabemos o quanto as crianças conseguem ser cruéis, apenas enquanto crianças; levadas sim, serão o que o sr. Sócrates pretende, o caos comunista.

    Mas voltemos aos autocarros que levarão o futuro deste país à escola:

    – Serão veículos devidamente seguros ou aqueles das autarquias?

    – Haverá acompanhamento, além do do motorista da “cambra”?

    – A Escola Segura estará em qualquer “paragem”?

    Em suma, quem pagará pelo fiasco e pela dor, um tal de Sócrates que nunca cumpriu? Com nada, coisa nenhuma.
    http://www.educar.wordpress.com/2010/06/06/o-assassino-do-autocarro/

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  53. 7 Junho, 2010 09:42

    Quando chegar a altura de pagar os emprestimos da Parque Escolar e não houver carcanhol resolve-se o problema simplesmente chamando especuladores aos gajos que o vão querer cobrar.
    Vcs ainda não aprenderam?
    !

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  54. Anónimo permalink
    7 Junho, 2010 10:29

    xiii… tanta dor de cotovelo…

    era muito melhor continuar a aumentar indefenidamente os abnegados professores como politica mestra do ministerio da educação e deixar tudo exactamente como estava, que foi o que se fez nos ultimos 30 anos…

    o país tem níveis de abandono escolar perto dos 40%, condenando a empregos como trolha metade da população? azar o deles, tivessem nascido em lisboa, numa freguesia rica de preferncia, para ter acesso a tudo o que é bom, e não em aldeias que nunca ninguém ouviu falar e de onde só se lembram quando serve para instrumentalizar o debate politico…

    eu também acho que sim, isto tem que ser cada um por si, mainada!

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  55. Anónimo permalink
    7 Junho, 2010 13:48

    peço desculpa, vaselinado, mas acabei por concordar consigo, eles que se amanhem, não tivessem nascido para lá do sol posto e filhos de analfabetos mais que funcionais… que por lá fiquem a cavar batatas como faziam os avós e os avós dos avós que isso de escola é só para quem nasceu para isso… é tão bonito, tão pitoresco, o portugal rural, com carroças e burros… eheheh

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  56. socialista vaselinado permalink
    7 Junho, 2010 17:48

    VÁ DIZER ISSO ao NAMORA, Saramago, e outros que nasceram no campo….

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  57. Anónimo permalink
    7 Junho, 2010 19:10

    Levam décadas a afirmar que durante o Estado Novo se pretendia manter o povo analfabeto e ignorante, o que contestam as escolas construidas, na altura, nas cidades e vilas, mas também nas mais recônditas aldeias, onde era ministrada a escolaridade obrigatória que, na época, foi considerada a 4ª classe. As condições eram iguais para todos até aos 14 anos. Quem terminasse antes ou continuava a estudar ou dava por terminada a sua obrigação. Os que chegavam aos 14 anos sem terem concluido a 4ª classe ficavam com o que tinham conseguido até então e dispensados de continuar na escola.
    Enquanto os edifícios escolares daquela época existirem, não é fácil ignoralos. Por isso, tal como aconteceu com as linhas de caminho de ferro regionais que já ninguém consegue identificar os seus traçados, das estações apenas restam edifícios degradados, em escombros, as 2500 escolas desactivadas, na anterior legislatura, mais as 900 previstas nesta, tudo leva a crer que as espera o mesmo fim.
    Lamentàvelmente, Portugal é como um quadro preto onde se pode apagar e escrever a História ao gosto dos interessados, como se escreve e apaga com giz.

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