O dia da libertação
Hoje é último dia em que o Presidente da Republica dispõe do poder de dissolução do Parlamento. Amanhã entra no último semestre do seu mandato, não podendo, por isso, tocar no botão vermelho da bomba atómica presidencial (na prática, o PR já perdeu tal poder há vários dias, uma vez que teria de convocar previamente o Conselho de Estado). Hoje é, por isso, o dia D para os 230 deputados, para o Governo (embora este, em teoria, possa ser demitido, se estiver em causa o “regular funcionamento das instituições”) e para o próprio PR, que poderá assim, liberto daquela pesada responsabilidade, anunciar, alegremente e amanhã mesmo, a sua recandidatura ao cargo. Infelizmente, para todos os outros portugueses, o dia de hoje representa dia da condenação. Da condenação a seis meses de campanha eleitoral e a um governo em roda livre, pelo menos até Abril do próximo ano.

A partir de amanhã o nosso despresidente (erro intencional) vai-se arrepender de não ter tomado uma atitude, quando a central socialista de desinformações começar a vomitar o seu veneno sobre o Presidente para a imprensa domesticada (o que agora é praticamente 100% da emprensa, com uma ou outra aldeia gaulesa mais ou menos escanzinada a confirmar a tendência.
Como é que conseguirão pintar o Alegre a cor-de rosa é coisa que estarei cá para ver.
Bom, há uma desvantagem de eleger o Alegre presidente da reública. O homem não sabe o que é um jornal, pois andava a perguntar ao vento notícias de Portugal. Ademais, ainda se admirava por o vento (uma deslocação de ar atmosférica) nada dizer, quando os ventos dominantes em Argel são de Norte ou se Sul.
Pfff! Um outro despresidente que não conhece geografia!
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só nos resta a revolução!
temos que perguntar ao ex-camarada daniel se o camarada otelo está disponível ?
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Vou comprar uns camarões, para mais logo.
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#2, Fidel,
Calminha aí, arreta os chevais, com essa treta de revolução. Em todas as sociedades onde houve revolução mudaram as moscas, e os pobres tornaram-se mais pobres, mesmo se temporariamente.
O Sócrates tem dois prazos de validade. Um é natural, a mesos que se encontre a fórmula da imortalidade. O outro é as próximas eleições legislativas, dependendo da vontade do povo.
Eleições livres significam somente que é o povo quem escolhe o veneno com que se há-de matar.
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#5, Piscoiso,
À laia de habituação para a nossa vida futura, aprendamos a comer e gostar de moamba, kalulu, arroz chau-chau e galinha à Pequim.
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1,
“O homem não sabe o que é um jornal”
Ai sabe, sabe. Ele até mandou fechar um jornal centenário, “O Século”, apenas porque não obedecia à cartilha socialista da altura.
Só num país que não se respeita a si mesmo é que um gajo com tal “curriculum” pode ter a ousadia de candidatar-se a Presidente da República.
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Agora é que vai começar o regabofe xuxa.
Já começaram com as SCUTs.
Já nos enganaram (com as virtualidades das SCUTs)
já nos fizeram pagar estas estradas com o aumento do IVA e no imposto sobre os combustíveis.
Continuam a não portjar a Auto-Estrada do Algarve.
Somos um povo refém desta corja.
M E N T I R O S O S!
Na próxima vez VOTEM. Votem em qualquer partido fora o arco desta roubalheira. Ou como diz o brasileiro: “votem nas putas, porque nos filhos nºão deu resultado”.
C. S.
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Não sabe que é fundamental para uma ditadura persistir não permitir que opiniões contrárias ao Governo sejam veiculadas pela imprensa?
Onde é que V. esteve de Maio de 1926 a Abril de 1974?
E NO PREC? (que continua, graças ao P.S.)
FRANCAMENTE . . .
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Se Portugal pedir a secessão de Lisboa (responsável por +100% do défice externo anual), o problema resolve-se. Ou, pelo menos, fica com quem o criou.
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Mais um exemplo de incumprimento da Contituição, em que deveriamos ser todos iguais.
Estes,(aqueles), não estão abrangidos pela legislação do despedimento colectivo.
De certa forma, isto é com os Juristas, estão fora da Lei.
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#9, Centrista,
Seria a primeira vez que um país mandava às malvas a sua capital.
Muito original.
Será que teríamos os lisboetas a lutar pelos seus direitos históricos de pertencer à Nação? É que, via IVA e derrama sobre o IRC, as empresas nacionais, todas com sede el Lisboa, estão a desviar fundos do reto do país para a Capital.
Quem me alertou para este facto foi o Alberto João Jardim, que exigiu quarenta milhões de euros de IVA pago pelos residentes na Madeira aos principais conglomerados nacionais (EDP e PT).
Vivendo uma capital à custa dos outros como Lisboa, também gostaria eu de ser presidente de câmara de uma capital.
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« estão a desviar fundos do reto do país para a Capital.»
Gralhas que dão gosto….
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#12, Gabriel,
Depois de reler, pensei nisso mesmo: a gralha é mais significativa nesse contexto que a grafia pretendida.
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Como dizia eu no #1
Começou a época da caça ao pato (duck season)
A época da caça ao coelho (rabbit season) já está aberta há muito tempo.
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