Ideias para pagar menos impostos: a bicicleta
1 Janeiro, 2011
25 comentários
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Substitui o automóvel em percursos curtos e o ginásio. Enquanto hobby substitui o consumo de produtos culturais.
Evita-se pagar imposto sobre combustíveis. Depois de amortizado o custo da bicicleta, poupa-se no IVA do combustível e do ginásio.

Uma das melhores ideias que apareceu em Portugal na última década.
Há muito que não tenho carro. Não pago IUC, IA, IVA, inspecções, oficinas, portagens, multas, combustíveis cada vez mais caros, huros das financeiras, seguros, coletes, parqueamentos,etc!
PQP! essa indústria que nos leva à bancarrota!
Andar a pé ou em transportes públicos é a melhor solução!
BOM ANO PARA TODOS!
Bebam água (da fonte) e andem a pé e pouparão milhares de euros em impostos e vão salvaguardar a vossa saúde!
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Quem é que tem coragem de não utilizar o automóvel? Em Portugal só não tem automóvel os “excêntricos” e os muito pobrezinhos.
Além disso sem o automóvel fica-se arredado daquelas conversas intermináveis sobre marcas modelos percursos realizados, scuts, etc.
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Se querem deitar o governo abaixo, encostem os automóveis à berma da estrada ou fechem-nos nas garagens!
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quando sairem de casa desliguem no quadro as tomadas. nada fica em stand by. e box e router gastam muito mesmo em stand by. normalmente a cozinha tem um botão só para ela e o frigorifico fica a funcionar.
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Boa ideia para o Teixeira dos Santos: taxar as bicicletas.
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Apesar do indisfarçável estigma – só falta afirmar que a bicicleta é a consequência do nosso empobrecimento e que, por sermos tão pobrezinhos é o que nos resta -, a proposta é viável em muitas situações.
SE tivesse sido utilizada no estado de ricos, eventualmente não tínhamos empobrecido tanto.
Já agora convém precisar que os coletes (e capacete) e seguros não são dispensáveis. Antes se aconselha. E, com o Iva ao preço que está, uma bicla mediana que garanta um funcionamento sem muitas avarias, já custa dinheiro. Noutros tempos, comprei as minhas em Espanha com o IVA a 16 %.
Mas a Drª Helena que não veja este poste…recorde-se que isto das bicicletas é de um tremendo radicalismo ecologista e de uma demagogia caricata…
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Boa ideia, João, vou já comprar uma. E falando em meios de transporte, o TGV e a 3ª ponte sobre o Tejo sempre vão para a frente? E será antes ou depois do FMI chegar?
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O problema é levar as crianças à escola e a sogra entrevada ao centro de saúde.
Talvez seja melhor migrar de volta para a aldeia, plantar uma horta, construir um galinheiro e depois – aí sim – comprar o velocípede.
E aí está uma nova civilização: mais pobre, mais saudável, mais à escala humana.
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Pois é.
Bicicleta é bom e saudável e barato, mas… e estradinhas para andar, onde é que as há?
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E a topografia?
Se conseguir subir a rua Mouzinho da Silveira de bicicleta, dou-lhe um doce.
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Se os Portugueses deixarem de usar carro no dia seguinte o Estado Social acaba.
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Tirem os automóveis a tudo o que é funcionário público – p.e. presidente da república, o da assembleia, os deputados, os gestores, os autarcas, os procurabores, enfim, todos, e eles que comprem uma bicicleta.
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Se os Portugueses começarem a usar muito a bicicleta… Aparecem logo vários impostos para as ditas…
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” E a topografia? “, pergunta o Piscoiso.
.
Não se preocupe, este governo já está a arrasar Portugal.
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Era limpinho Vitor matos, no mínimo começavam a multar à fartazana as que não circulassem nas faixas para velocípedes, ou que não estacionassem nos locais próprios.
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No mínimo este governo ia cobrar imposto de circulação para as bicicletas. Pelas pedaladas, calculadas ao km, uma taxa sobre a politica energética do país. As oficinas de bicicletas teriam o imposto especial por conta a triplicar. Peças de bicicletas teriam um imposto idêntico ao do tabaco (300%) As câmaras municipais agravariam o preço de estacionamento devido à disponibilização de espaço e consequente decréscimo de receitas das “empresas municipais” porque tem de continuar a pagar ordenados chorudos aos seus boys.
As multas de circulação e estacionamento seriam o mal menor.
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Tiradentes esqueceu-se das verificações técnicas. Cada bicicleta com mais de 1 ano tem de ser verificada. E fica a faltar o “selo” da bicicleta.
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Só quando as bicicletas ocuparem totalmente as ruas e estradas deste país , é que atingiremos o destino de Portugal.
Mas, segundo parece, este ano mais algumas bicicletas substituirão esses malvados automóveis.
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Fiquem em casa: chove, neva, há furos, roubam as bikes e gastam pneus que enriquece o patronato dos pneus, dos travões, das válvulas e tal .
Não comam, não bebam, não mijem e não caguem. Salvem o mundo, as alfaces, os agriões, os rios etc e tal também.
Recebam uma medalha, idiotas!
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e trotinete, e carrinhos de rolamentos, e já agora substituir os transportes públicos por chapas… europa????
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E quando as malditas bicicletas(coisa de rico) forem bem taxadas, o Portuguêsvolta a andar a pé… que isto de manter uma “bicla” não é para qualquer um…
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Comunicado do Ministério das Finanças :
Brevemente será instituído o Imposto Ciclistico
Destina~se a amortizar os gastos do Estado e Autarquias com ciclovias e estacionamento dos veiculos .Alem de incorporar a taxa verde , uma vez que a borracha emite CO2 , sobretudo nas travagens.
Tex dos Santos
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Os Centros de Inspecção passarão a inspeccionar bicicletas anualmente .Será apertado o controle devido á falta de manutenção dos veiculos .Taxa de verificação 12.50 €
Ministério dos Transportes
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Simplex ciclistico
O Selo de bicicleta já pode ser adquirido via net.
Em cerimónia ontem realizada na Loja de Cidadão de Almargem do Bispo ( 4.898 loja aberta em Portugal ) o primeiro ministro adquiriu via net o selo da sua BTT de 5ª geração.
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Com este governantes que são os maiores promotores de desemprego e de miséria basta ver a ilegalidade do despedimento colectivo do casino estoril quem está por detrás deste despedimento com ajuda do Governo e agora o casino da povoa, por este caminho o ministro da economia e do turismo procuram lugar nos quadros da estoril sol s.a.
O RESULTADO:
Assustador e muito actual!!!
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV:
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar [o contribuinte] já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço…
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado… o Estado, esse, é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se…
Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros…
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível…
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tirámos… É um reservatório inesgotável….
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