Especulações “governamentais”
Nesta fase, a imprensa tem-se dedicado, em grande medida, a um jogo de “advinhação” sobre a composição do próximo Governo. Trata-se de um mero exercício especulativo, uma vez que, realmente, ninguém, com um mínimo de certeza, poderá avançar o que quer que seja, nesta altura do campeonato. Só o próprio Passos Coelho é que – como tem reiteradamente afirmado – saberá o que pretende fazer (mesmo descontando o facto de não poder prever se os seus “íntimos” planos enfrentarão, ou não, engulhos e imprevistos … desde logo, a vontade dos próprios desejados).
Mas, continuando a jogar este jogo, muito se tem discutido sobre quem será o próximo Ministro das Finanças. Uma coisa é certa: ele terá um papel decisivo, não apenas interna, mas (sobretudo) externamente. Passará tanto tempo em Lisboa como em Bruxelas e deverá ter uma especial vocação “política – transversal”, para entedimentos e soluções tanto “negociadas” com outras pastas, como sustentadas tecnicamente.
Assim sendo,
nesta área, como, de resto, em todas, no quadro de um Governo pequeno em ministérios, o papel dos Secretários de Estado e/ou de outros elementos do executivo de cariz mais técnico (ou, se quiserem, mais técnico e menos político), será relevantíssimo. Diria, mesmo, que, em grande medida, a rede de Secretários de Estados definirá a dinâmica quotidiana do próximo Governo.
Ora, voltando ao caso das Finanças, no contexto atrás descrito, há uma hipótese/especulação, de que a imprensa ainda não se lembrou: porque não Passos Coelho, o Primeiro-Ministro, chamar a si mesmo essa pasta, acumulando-a e constituindo uma equipa com alguns Secretários de Estado de confiança, fortes política e tecnicamente (entre os quais se poderiam equacionar, precisamente, algumas das figuras que têm vindo a ser badaladas na imprensa)?
Trata-se de uma mera hipótese especulativa (só isso), pouco ou nada ortodoxa, mas que, noutros tempos e noutros contextos (não democráticos, é certo), já teve, entre nós, antecedentes e que, sob o ponto de vista das especificidades governativas do país actual, em situação de emergência financeira, poderá merecer, pelo menos, ser (também) equacionada…

Estou à espera que o próximo Ministro das Finanças tenha a coragem de BAIXAR OS IMPOSTOS!
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Li o texto atentamente
tendo ficado deslumbrado com uma imagem de
Salazar/Coelho.
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o ministro das finanças (pelo menos) é escolhido por Bruxelas; há alguma dúvida ?
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Para mim o Ministro das Finanças podia ser o fiscalista Diogo Leite Campos.
Com aquele fato às riscas, o homem fica com «pinta» de financeiro da City….
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é mesmo jabardo ó arlindo……agora queres q baixem os impostos!! o filha da puta do teu dono meteu o país na merda e agora fugiu!!!
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As pessoas que votaram no PSD, não foi por que este prometeu baixar os impostos e por que as medidas do PEC IV eram muito violentas?
Já não vão baixar os impostos? Já vão começar a aldrabar?
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Zappa#
Sócrates não fugiu. Enfrentou humildemente o veredicto popular.
Muitos, a esta hora, já estão arrependidos da burrada que fizeram!
Agora é tarde….Agora vão ver o que lhe vais custar a tosquia fiscal!
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Foram os camaradas que DESPEJARAM o Sócrates:
Finalmente chegou-lhes a VERGONHA de o terem santificado *em vida* . . .
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Em face dos assobios do público, foi pescado a partir do proscénio por
uma bengala (puxada pelo Almeida) devidamente
aplicada ao colarinho do Palhaço que teimava em permancer no palco . . .
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Como sempre as carpideiras do costume, até já arranjam cenários catastrofistas e ainda o homem não foi nomeado.
Como é da praxe temos aqui os homens da Luta sem megafone, mas com tanto azedume que provavelmente nem uma embalagem de Kompensant lhes tira a azia.
O espectáculo indecoroso dado ontem pelos apaniguados de Sócrates, visando uma jornalista que fez aquilo que lhe competia, ou seja fazer perguntas, demonstrou, e se alguém ainda tinha dúvidas, a prepotência de quem lida mal com a comunicação social que lhe é adversa.
Era realmente bom que a justiça deixasse de ter preconceitos, e, actuasse na altura em que devia ter coragem para actuar, ou seja, julgar os poderosos e trampolineiros, mesmo que eles se chamem poder.
SR
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e deu-se o caso
_____do Menino de Ouro ____vencido por um Caloiro . . .
Ele há cada uma . . .
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O animal feroz já amansou.
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o que é que o sr. ingenheiro irá fazer agora??? será que vai tirar o mestrado na independente qdo esta abrir??? ou vai mesmo para as novas oportunidades???
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Para pagar o que se deve lá fora, o mais indicado, até para acalmar os mercados, seria importarmos um ministro das Finanças da Alemanha, outro da Economia vindo da Suiça, um da Justiça recrutado em Inglaterra, idem para a Educação e Saúde, um ministro do Interior austríaco e deixaríamos aos cuidados da chamada prata da casa apenas um subsecretário para o Desporto e outro para o Turismo.
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Claro sarcasmo.
MAS
mesmo que nos seja repugnante em último grau . . .
Todo o processo da chamada *Integração Europeia* tem sido feita
exclusivamente à custa dos Nacionalismos, pelo que, receio bem,
a não pagarmos a dívida, o que o João Santos adianta, até pode ter
propugnadores . . . sei lá . . .
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Nos . . . até temos um *dito*:
Quem dá o pão, dá a educação . . .
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Como é hábito nestes momentos, o inginero (também) vai voltar à universidade…
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Arlindo da Costa,
1. O PSD não prometeu baixar os impostos;
2. O PSD votou contra o PEC IV por achar que este não ia suficientemente longe (precisamente o contrário do que o Arlindo escreveu);
3. O Governo não cumpriu quase nada do PEC I,do PEC 2 ou do PEC 3. Por que razão se haveria de aprovar o PEC IV?
4. A sua dôr de cotovelo por os portugueses terem corrido com o pior primeiro-ministro que já tivemos dá-lhe para se armar em parvo?
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Acredito que o próximo ministro das finanças tenha que ser Diogo Leite de Campos, de facto o mais preparado.
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