terror fiscal
Uma das marcas deixadas pelo anterior governo, que infelizmente parece ter deixado escola, foi a do terrorismo fiscal. A presunção é a de que quem fica a dever ao estado, seja qual for a razão, agiu criminosamente, como um vulgar bandido de delito comum, desconsiderando o legislador situações de estado de necessidade absoluta, como, por exemplo, a de salvar empresas e postos de trabalho, situações quase sempre ditadas por uma recessão e uma crise de que o estado e os sucessivos governos são muito mais culpados do que todos os empresários incumpridores deste país juntos. Esta forma do estado se relacionar com o contribuinte é profundamente doentia e imprópria duma sociedade verdadeiramente civilizada e até de um Estado de Direito. Infelizmente, em vez de pacificar os ânimos e de estabelecer normas saudáveis entre o estado e quem o sustenta, este governo parece querer ir pelo mesmo caminho e até agravá-lo. Vai mal e, com isso, demonstra apenas uma imensa fragilidade, confessando-se impotente para resolver as suas próprias deficiências, que não seja pela ameaça e pelo terror impostos aos cidadãos do seu país.

Plenamente de acordo.
Foi o «terrorismo fiscal» que vigorou em Portugal na última década que desmobilizou os portugueses, que liquidou empresas, estabelecimentos, negócios e principalmente liquidou a esperança numa vida melhor para quem quer viver do seu trabalho e não estar dependente dos «apoios» do Estado.
O que vem aí ainda é pior.
Até foram buscar o especialista (que agora está na Saúde) e que à sua conta coimou, penhorou e executou mais metade do país.
Quanto mais impostos, mais miséria, mais corrupção, mais roubo sobre aqueles que honestamente trabalham.
Deixam fugir os galgos do BPN, BPP, Furacões, Faces Ocultas, Submarinos, Sobreiros, etc, etc, e vão novamente linchar a classe média, o trolha e o pequeno lojista!
A curto prazo, o Plano de Emergência Social estender-se-á de 3 milhões para 6 milhões.
É uma questão de dias…
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Perdão, e os 30% (diga-se que é mais, mas enfim) de economia paralela? Quem é aqui o terrorista que obriga os outros a pagar por ele?
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Em face do roubo e confisco a que diariamente assistimos, é já quase patriótico passar à clandestinidade no que se refere à economia.
Será que a classe média e as classes laboriosas (incluindo a maioria dos pequenos e médios empresários) têm o dever de pagar rendas vitalícias aos marmanjos das parcerias público-privadas; aos aristocratas do funcionalismo público e aos marajás que vivem à custa do famigerado «estado sucial»?
Aqui, quem é o criminoso: quem esbanja os recursos do país ou quem defende a sua família e os seus filhos da rapina fiscal?
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Parece que o Arlindo pelo menos desta vez ficou de repente lúcido, o que me apraz registar.
Só pecou nos limites temporais, porque deveria dizer “nos últimos 30 anos”.
Mesmo assim já é um bom sintoma, pelo menos sempre responsabiliza aquele que até à pouco tempo nos acabou de pôr de tanga.
Quanto ao facto de todos os governos terem sempre o cuidado de nos irem aos bolsos, por via dos impostos, ou por impostos encapotados, só demonstram a incapacidade, e os caminhos mais fáceis para nos esbulharem.
Por acaso Salazar usou de métodos um pouco semelhantes, porque a isso foi obrigado para refazer rápidamente os desvarios que a 1ª república cometeu.
A 3ª república continua pelo mesmo caminho, mas com métodos bem mais refinados, e sem dó por ninguém, tirando a torto e a direito, cometendo injustiças de bradar aos céus.
Tudo pelos amigos, nada contra os amigos, parece ser o lema de todos os governos.
Até um dia em que provavelmente nada haverá para distribuir, nem algo para sacar a ninguém.
SRG
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Adoro quando um liberal mostra as suas verdadeiras cores. Agora, a malta foge aos impostos para salvar empresas, postos de trabalho e o país? Os empresários já não reagem a incentivos? Devem ser os únicos.
Se quiser dizer que os impostos são muito altos, esteja à vontade, mas agora quando alguém lhe disser que não se podem aumentar as penas a furtos – porque a culpa de eles serem ladrões é de um estado disfuncional – também vai ter de concordar.
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A solução é baixar os impostos e as taxas; liberalizar todas as actividades económicas; voltar à terra e ao mar; e premiar quem trabalha e produz, em comparação com aqueles que não fazem nada nem querem fazer.
Desmantelar todas as corporações do funcionalismo público que chupam o trabalho dos outros.
É funcionário público (professor, magistrado, pessoal da saúde, polícia, escrivão ou técnico disto ou daquilo) quem quer, ninguém o obriga.
Nesta última décadas, as greves da função púplica e das empresas públicas, para além dos substanciais aumentos de ordenados, rebeteram com Portugal.
Até os juízes fizeram greve!
O que devemos obrigar é pô-los a trabalhar na «privada» para verem como custa a vida!
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pois…
a marca deixada pelo anterior executivo…
a culpa sempre do sócrates!
e se fossem apanhar no cú?!!!
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A Fé dos Homens,
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Sobre a sua sugestão, digo apenas que consta que a vontade de apanhar no dito é vox populi atribuída ao Sócrates. Nunca acreditei nesses rumores, mas com os esquerdinhas a apelar ao seu próprio estilo de vida, começo a pensar que talvez haja o tal fundo (termo intencional!) de verdade.
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Um pouco de educação e de polícia não lhe faria mal, convenhamos.
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colaço é dos que chamam pela bófia…
quando a coisa te morder e não souberes como defenderes os teus haveres chama mas é pelo tio…que ele estará na casa do c* mais provecto!
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Em Inglaterra, as pessoas mais capazes de governar o país estão infelizmente demasiado ocupadas a conduzir táxis.
Em Portugal, as pessoas mais capazes de conduzir táxis estão infelizmente demasiado ocupadas a governar o país.
(roubado do jugular)
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Excelente post. Uma visão lúcida da relação do estado com os cidadãos! Parabéns!
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Já lhe disse que este Governo é tão ou mais Soci@lista e Corporativo como o outro anterior.
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A única coisa em que eles estão interessados é no nosso dinheiro e dos nosso filhos para nos poderem comprar com ele.
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São discípulos de Al Capone.
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Justiça para quem desvia centavos do Fisco. Correto! Já, do BPN (5 Bi)…!? Os otários pagam!
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Não pagamos! Não pagamos! Não pagamos! Não pagamos!
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Giro, quando o governo anterior fez terrorismo sobre os professores, a vossa posição foi …. ?????
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Oh Arlindo, vocemecê não trabalha?
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