Uma pérola
Bernard Connoly, antigo alto-funcionário da Comissão Europeia, afastado por se opor ao projecto do Euro, esteve em Portugal em 1997 – exacto: 1997 – para um ciclo de conferências que decorreu em Serralves. Encontrei agora a sua comunicação (no livro “O desafio europeu, passado, presente e futuro”, da Principia) e a sua leitura é muito instrutiva.
Depois de explicar por que criticou o projecto da moeda única, Connoly faz algumas curiosas previsões:
“As condições monetárias serão estabelecidas de feição para a França e a Alemanha, o que quer dizer que as taxas de juro do euro em 1999 não serão de todo suficientemente altas para as necessidades da economia de Portugal, para dar um exemplo. Isto significa que a convergência da taxa de juro andará muito em baixo para a periferia, o que vai levar a um 1998 que, à primeira vista, vai parecer o paraíso [lembram-se do ano da Expo? Pois foi 1998…]. Haverá um forte crescimento, as taxas de juro vão descer, ainda não haverá nenhuma inflação, o volume de negócios e de consumo será muito grande, haverá uma explosão da bolsa de valores e do mercado imobiliário. Estou a dizer que o mercado imobiliário vai explodir em Portugal e em Espanha. E digo, se tiverem senso-comum, peçam empréstimos, hipotequem-se até às orelhas, mas na condição de poderem saldar as dívidas rapidamente nos anos 2000/2001. É nessa altura que vão surgir os problemas [lembram-se do pântano de Guterres?]”.
Connoly prossegue traçando o retrato do que se passaria na Europa nos anos seguintes, prevendo que algures depois de 2001 ocorrerá uma crise grandes dimensões, que levaria à suspensão do pacto de estabilidade. Nessa altura, que previu que chegasse mais cedo do que chegou…
“Vai haver uma crise de confiança dos mercados financeiros no euro e as pessoas vão perceber que não se podem proteger do desmembramento do euro com marcos alemães denominados euros. Um euro é um euro, é um euro, é um euro. A única maneira de uma pessoa se proteger nessas circunstâncias é adquirir genuinamente valores exteriores, as moedas de países exteriores à área. Por outras palavras, o euro vai estar sob severa pressão dos mercados financeiros”.
Quando se chegasse a este ponto, Connoly previa que os políticos pudessem reagir de três maneiras: assumindo o erro do euro, o que ele achava impossível acontecer; continuarem a lutar para tentarem encontrar qualquer solução, o que deveria acontecer durante algum tempo; finalmente…
“A terceira opção é a que será escolhida. Vai ser usada a desculpa da pressão do mercado financeiro no euro. ‘Meu Deus, esses especuladores terríveis, esses americanos, esses judeus [aqui ele enganou-se…], esses sabe Deus quem, estão a tentar destruir a nossa Europa. Temos de impedir que façam isso, só há uma maneira de o fazermos: temos de nos fortalecer ainda mais, temos de ter um governo económico que crie um sistema monetário que espelhe realmente o sistema dos Estados Unidos’”.
Para quem assumiu que o que estava a fazer era apenas “uma previsão” e que falava em 1997, digamos que talvez pudéssemos começar a consultá-lo sobre os números do Euromilhões…

E o desfecho final? Acaba tudo bem?
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Sim
na realidade, Mr bernard acertou em muita coisa.
mas a adesão ao €uro foi uma festa, uma gigantesca campanha de propaganda (com o euro-2004) para guterres ganhar eleições……..
depois com o défice guterrista de 4,4% (que a comunicação social reiteradamente “esquece”…qual lacaios invertebrados da ratoaria maçónica)
a necessidade de corrigir o défice por Barroso-MFL
depois, o incentivo à corrupção, á bancarrota com despesismo parolo do sampaio com a frase…….há + vida para além do défice.
segue-se a corrupção da “máfia socialista com experiência na maçonaria” da era socratiniana.
e chegamos a esta situação.
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a questão é, o que é que ainda estamos a fazer no Euro!!??? á espera do quê !!?? que os franceses e alemães se decidam!!??? os franceses só de imaginarem o fim do Euro, que hão-de fazer tudo para adiar até ao limite……só de pensarem que poderão perder a sua bela PAC…os Alemães…enquanto isso, Portugal definha… definh… defin… defi… def… de… d… …
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Os alemães são os que mais sofrem. Os mais pobres só com o stress de verem as suas parcas poupanças comidas pela inflação até já vivem menos.
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Life Expectancy Shrinks for Germans on Low Incomes
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http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,803192,00.html
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Cassandra. (Esta, para os desprevenidos: http://en.wikipedia.org/wiki/Cassandra ).
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Acontece muitas vezes. É uma seca do caneco.
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Ora porra!
Vim parar a um blog de astrologia!
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Pois, mas o tipo enganou-se.
É que o problema não é a moeda única, não é o euro.
O problema é o endividamento. Dos países e dos cidadãos.
O problema é o gastar hoje à tripa-forra sem ter como pagar amanhã.
O resto são tretas.
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o senhor Connoly cobra algumas centenas de milhares de dólares num escritório discreto em Nova Iorque onde durante anos aconselhou alguns hedge funds a seleccionar a dívida europeia que comprariam e a fazer apostas contra o euro e contra as dívidas dos países do sul . cumpriu portanto a sua profecia com a ajuda de alguns amigos que o veneram. ao contrário da MC Global estes hedge funds apostaram bem na queda da dívida soberana de países europeus. Parabéns pela presciência.
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POIS SÓ NÃO ACERTOU NA FORMAÇÃO DE UMA NOVA MOEDA O DOLYENE
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http://zebedeudor.blogspot.com/2011/12/como-combater-crise-que-nos-embala.html
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o eterno dilema…
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Oh no! not another little Red Book
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O problema apontado por esse totó Connoly, ou Conas como se diz em português, é comum a todas as moedas: ao euro, ao dólar, ao Kwanza, à rupia, ao rublo, ao real, à libra e até à dobra!
Já vi que o «ex-tudo e mais alguma coisa», não percebe nada de finanças e menos sabe da história da «integração» de Portugal no «euro».
Recue até ao início da década de 90, veja o que Cavaco fez em relação à nossa moeda e ao endividamento e faça uma retropectiva sobre quem foram os ministros das Finanças e Governadores do BdP, ah, já me esquecia…e veja como foi estabelecida a relação de câmbio escudo/euro.
O problema está~nas «fundações», não está na casa-de-banho…
Ainda hoje o ministro Crato anunciou que ia alargar o horário para várias disciplinas.
É aproveitar, Sr. JMF, é aproveitar…
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Muito bem. A este propósito valeria a pena ler também uma entrevista dada por James Buchanan em 1996, ao Jornal Contraste, da Associação de Estudantes da FEPorto, aquando do seu honoris causa por minha iniciativa pela FEP-UP. Entrevista que consta do Livro, também da Principia, O que é a Escolha Pública, para uma análise económica da política (em co-autoria com André Azevedo Alves) e a sua defesa de um federalismo com base em sistemas (e moedas ) competitivos e a afirmação dos perigos da moeda única., jmm
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outra perola, mas em sentido contrario, a realidade a Passos, desmente-o…
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Estou com Pi-Erre.
Culpar a moeda ou as taxas de juro não passam de desculpas.
A “previsão” fazia sentido para irresponsáveis que não fazem a mínima ideia do que é uma dívida ou como gerir um país.
É como prever que se um cão tiver comida ilimitada vai provavelmente morrer de obesidade ou complicações relacionadas com essa obesidade.
Com o mesmo juro barato houve inteligentes que não se endividaram a 30 anos ou que só se endividaram para investir em projectos que renderam mais do que o custo do dinheiro.
Sejam quais forem os níveis das variáveis de moeda e juro, todos os povos do mundo têm à sua disposição pelo menos 2 caminhos: o inteligente e o irresponsável. O conceito de dívida não foi inventado com o Euro.
Dizer que não passamos de animaizinhos que não fazem mais do que reagir a estímulos primários é o supremo insulto.
Mas por algum motivo na Alemanha votaram numa doutorada em Física que fala 4 línguas, enquanto que noutras paragens preferimos concursos de misses entre ex-jotinhas que nunca trabalharam na vida e acabamos com especialistas de “inglês técnico” certificado por instituição encerrada por fraudes várias.
E depois a culpa é do juro? da moeda? da Alemanha?
pois…
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Caro José Manuel Moreira, tenho esse livro do James Buchanan. Aliás participei na sessão de lançamento em Lisboa. Vou tentar encontrá-lo para relembrar essa tese, porque o tema interessa-me imenso.
JMF
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Esse assunto não tem importância nenhuma.
Nada que não se resolva com umas palestras sobre Reforma da Administração Local que o seu colega de blog produz em sessões contínuas.
A coisa é de tal modo viva que o autor se viu forçado a fechar os comentários, com receio de entupir a Net.
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“Mas por algum motivo na Alemanha votaram numa doutorada em Física que fala 4 línguas, enquanto que noutras paragens preferimos concursos de misses entre ex-jotinhas que nunca trabalharam na vida e acabamos com especialistas de “inglês técnico” certificado por instituição encerrada por fraudes várias.
E depois a culpa é do juro? da moeda? da Alemanha?”
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Faz jus ao título do post.
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Caro´”Buíça” pôs o dedo na ferida .
Como povo, ficamos muito mal na fotografia.
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Europe heading for disaster: Bernard Connolly, Euro doomsayer
http://articles.economictimes.indiatimes.com/2011-11-18/news/30415071_1_eurozone-hedge-funds-mf-global
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continuem a brincar ao Euro…
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Calma tric! Quanto mais tempo aguentarmos no euro mais saímos com o escudo desvalorizado e a burguesia acostumada a empregos nos serviços depauperada e desesperada. Só assim depois podemos por em prática o corporativismo salazarista. Depois são 40 anos a amealhar e penar para os que virão arrebentarem tudo de novo. São os ciclos da economia portuguesa.
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Entretanto já estou a poupar para comprar este jogo educativo em 2013.
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Os peluches do Cameron…
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A próxima vez que vir um bife de papo para o ar a usufruir do nosso Sol gamo-lhe a carteira. E só não leva duas arroxadas por causa dos brandos costumes.
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http://newsandinsight.thomsonreuters.com/Securities/Insight/2011/12_-_December/MF_Global_and_the_great_Wall_St_re-hypothecation_scandal/
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U.S. RULES
Under the U.S. Federal Reserve Board’s Regulation T and SEC Rule 15c3-3, a prime broker may re-hypothecate assets to the value of 140% of the client’s liability to the prime broker. For example, assume a customer has deposited $500 in securities and has a debt deficit of $200, resulting in net equity of $300. The broker-dealer can re-hypothecate up to $280 (140 per cent. x $200) of these assets.
But in the UK, there is absolutely no statutory limit on the amount that can be re-hypothecated. In fact, brokers are free to re-hypothecate all and even more than the assets deposited by clients. Instead it is up to clients to negotiate a limit or prohibition on re-hypothecation. On the above example a UK broker could, and frequently would, re-hypothecate 100% of the pledged securities ($500).
This asymmetry of rules makes exploiting the more lax UK regime incredibly attractive to international brokerage firms such as MF Global or Lehman Brothers which can use European subsidiaries to create pools of funding for their U.S. operations, without the bother of complying with U.S. restrictions.
In fact, by 2007, re-hypothecation had grown so large that it accounted for half of the activity of the shadow banking system. Prior to Lehman Brothers collapse, the International Monetary Fund (IMF) calculated that U.S. banks were receiving $4 trillion worth of funding by re-hypothecation, much of which was sourced from the UK. With assets being re-hypothecated many times over (known as “churn”), the original collateral being used may have been as little as $1 trillion – a quarter of the financial footprint created through re-hypothecation.
BEWARE THE BRITS: CIRCUMVENTING U.S. RULES
Keen to get in on the action, U.S. prime brokers have been making judicious use of European subsidiaries. Because re-hypothecation is so profitable for prime brokers, many prime brokerage agreements provide for a U.S. client’s assets to be transferred to the prime broker’s UK subsidiary to circumvent U.S. rehypothecation rules.
Under subtle brokerage contractual provisions, U.S. investors can find that their assets vanish from the U.S. and appear instead in the UK, despite contact with an ostensibly American organisation.
Potentially as simple as having MF Global UK Limited, an English subsidiary, enter into a prime brokerage agreement with a customer, a U.S. based prime broker can immediately take advantage of the UK’s unrestricted re-hypothecation rules.
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Ainda faltava este messias!
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Bem, praticamenter todos os economistas anglo-saxónicos escreveram coisas parecidas, até porque é uma conclusão da teoria das “zonas monetárias óptimas”.
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Como sair da crise. Exportar. Exportar muito.
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“Unicer. Brasil e EUA são as duas grandes apostas para 2012
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A empresa está à procura de parceiros para licenciar a Super-Bock do outro lado do Atlântico”
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“A dinamização das exportações está a dar os primeiros passos este mês. De acordo com o presidente da Unicer, a marca Pedras sofreu, durante vários anos, “uma espécie de bloqueio administrativo” na América do Sul, nomeadamente no Brasil. Os constrangimentos foram ultrapassados nos últimos meses e as exportações serão agora retomadas, seguindo uma estratégia semelhante à adoptada para os Estados Unidos já em 2010.
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“O que pretendemos é trabalhar de forma mais coerente e consistente a marca Pedras nos Estados Unidos e no Brasil, concentrando a sua comercialização em espaços urbanos, indo além daquele que é tradicionalmente chamado o mercado da saudade e posicionando a marca num segmento premium, com um posicionamento competitivo com outras marcas de água gaseificada, que nem sequer são naturais mas que, pela sua origem – Itália, França –, ganharam um glamour que se calhar não merecem”, explica Pires de Lima.
No segmento das cervejas a estratégia é outra. Cerca de 80% da cerveja que Portugal exporta é da Unicer, com especial êxito em África e Europa. Agora a Unicer quer encontrar parceiros que permitam licenciar a Super-Bock no Brasil, enquanto nos Estados Unidos aposta no mercado das comunidades portuguesas.”
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in http://www.ionline.pt/dinheiro/unicer-brasil-eua-sao-duas-grandes-apostas-2012
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Estes gajos ainda não acertaram o passo. Ainda estão sempre com o “mercado da saudade” como estratégia principal de internacionalização quando deviam abordar mercado a mercado, não apenas onde há tugas, mas onde há poder de compra e a subir. E não apenas na Iberoamérica mas por todo o mundo em desenvolvimento.
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Mas pronto. Pelo menos estes já compreenderam que não têm outra solução para crescer que é exportar.
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Como sair da crise. Novas cervejas de novos cervejeiros apelando ao consumo de novos produtos e variados.
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“Cervejeira Lusitana brinda com Spicy
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“Além do lançamento desta nova cerveja, os responsáveis pela cervejeira, pretendem também posicionar os seus restaurantes como espaços de lazer, mostrando “a importância cada vez maior de vivermos boas experiências e de nos sentirmos bem”, refere Jorge Santos, um dos sócios.
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De referir que a escolha dos ingredientes, levados pelos portugueses para a Ásia e América, durante a epopeia dos Descobrimentos, também não é inocente. “Pretendemos apimentar o convívio e a amizade com os nosso clientes, mas também homenagear quem já foi capaz de fazer descobertas grandiosas”, acrescenta Mário Santos, o outro sócio do projecto.”
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in http://www.hipersuper.pt/2011/12/12/cervejeira-lusitana-brinda-com-spicy/
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Este nosso amigo JMF só vai buscar enlatados de Inglaterra. É o que eu digo. É mais um calimero.
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Desafio o JMF a meditar no que escreveu esse tal Connoly e pensar no que se pode fazer para corrigir esses erros na introdução do euro. E aposto que não vai ser capaz de nos dizer como aproveitar as ideias desse inglês e propôr soluçções que vão de encontro precisamente à resolução dos problemas identificados pelo Connoly. Fica aqui o desafio ao JMF. Se calhar é outro calimero que só sabe papagaiar o que lê em Inglaterra mas que no fundo não pesca lá muito bem o que raio queria dizer esse tal Connoly.
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Este país tem cá umas elites fraquinhas… Quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão?
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E fica já avisado, caro JMF, ainda antes desse Connoly ser agora invovado por todo o cão e gato, já eu andava para aqui a bater no ceguinho, precisamente dentro das ideias dele, sem precisar de inovar o nome do gajo nem me armar em intelectual da treta, como agora é moda, ler la fora determinadas coisas e replicar cá dentro sem as perceber. Que é nitidamente o seu caso.
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Meu deus, ao que chegou a parolice lusitana…
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Para os pessimistas do costume. leiam e meditem nisto:
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“Para o FMI, de 2012 a 2016, Lisboa terá o terceiro melhor desempenho da Zona Euro. Comissão Europeia tem dúvidas.
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O défice estrutural médio das contas públicas portuguesas – isto é, o saldo público normal descontado dos altos e baixos da economia e das medidas de austeridade extraordinárias – vai ser o terceiro melhor da Zona Euro entre 2012 e 2016: será um défice médio de 0,3% do PIB potencial, diz o Fundo Monetário Internacional (FMI). Melhor só a Alemanha e a Finlândia. De acordo com o FMI, serão esses os únicos três Estados do euro a passar de forma clara no crivo das futuras regras de controlo orçamental da União Europeia, que pretendem inscrever nas constituições dos países um tecto de 0,5% para o défice estrutural, como ficou assente na última cimeira europeia.”
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in http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2180919
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Aposto que os calimeros do costume vão já dizer que isto que o FMI prevê é mentira. Aliás, a própria CE parece que já tem dúvidas. Mas os nossos calimeros que leiam bem a coisa, que o FMI tem razão. Felizmente temos um ministro das finanças que alia a teoria à prática. (E mete esse Connoly no bolso, já agora.)
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Muito interessante.
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“saldo público normal descontado dos altos e baixos da economia e das medidas de austeridade extraordinárias”
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Hilariante. Especialmente Cómico o “descontando os altos e baixos da economia”.
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estamos no bom caminho: relvas abençoa a indemnização de mais de meio milhão ao catedrático reformado prof. Gabriel Alves
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quando chegar ao mestre suprasumo,vendedor de livros-mor Rodrigues dos Santos a indemnização vai fazer corar de inveja os teixeiras pintos…
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Gabriel Alves catedrático?
Ainda recordo uma frase dele:
“Jardel…. um jogador com um tempo de salto de 70 centímetros…”
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o gabriel sabia o peso e altura de todos os jogadores,era impressionante. de football nada entendia,dizia os lugares comuns mesmo sem saber a língua portuguesa
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esse Connoly deve ser do PCP ou do BE!
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o fop das baterias da nissan,também é culpa.obviamente do Sócrates
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Oh diabo! Quem anda a comprar dívida espanhola, se o BCE está de férias?
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“Buena subasta del Tesoro, la primera tras la cumbre europea celebrada la pasada semana. España ha logrado colocar 4.940 millones de euros en letras a 12 y 18 meses, por encima del objetivo que se había marcado el Tesoro -entre 3.250 y 4.250 millones-.
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Además, el coste ha sido sensiblemente inferior a la última subasta de este tipo, con descensos de un punto porcentual.
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El Tesoro ha vendido letras a 12 meses por 3.440 millones, con una demanda que ha superado en 3,1 la oferta, a una rentabilidad del 4,05% frente al 5,022% de hace un mes.”
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in http://www.elmundo.es/elmundo/2011/12/12/economia/1323707481.html?a=a4cb5be5cdb20a9b2f10e6b8c7a1d217&t=1323777857&numero=
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Anda para aí tudo a rosnar que o rollover da dívida é gigantesco, mas os gajos lá vão colocando no mercado e a preços jeitosos. Vá-se lá entender estas coisas. Uns dizem que é o fim do aéreo, outros que ninguém vai financiar a dívida europeia, mas no entanto…
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«flop»
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A culpa é do euro, da merkel, do sarkozy, é de todos menos da taxa de câmbio com que alegremente saltamos para o euro ( 1/200,482 que jeito que deu a quem tinha muitos $$$$) e do dinheiro barato, que em vez de o aplicarmos em actividades que gerassem riqueza para pagarmos esse dinheiro barato, não, aplicamos no consumo, criamos verdadeiras catedrais de consumo (“tio-belmiro” não se queixe), onde gastámos esse dinheiro emprestado (mas muito barato, logo “valia” a pena). Os agiotas da banca transformaram-se nos senhorios do país, os empreiteiros “patos-bravos” ( afinal eram industriais) juntamente com os presidentes das câmaras enriqueceram (mas agora estão falidos, vá-se lá saber porquê), ou seja, venderam-nos a riqueza e bem estar “nórdicos”, emprestaram-nos o dinheiro, e o que fizemos? Agora, meus amigos toca a cair na real (nem no real é), empobrecer, que é o que sempre fomos, pagar o que devemos e expulsar os “cabrões” dos politicos que estão no poder ou na oposição, para o raio que os parta, e se possível para a cadeia, porque quem destrói assim um País merece muito mais que isso, umas chibatadas não lhes ficava mal, digo eu.
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Como sair da crise. Produzir filmes de animação para exportar.
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“Animação «Até ao tecto do mundo» distinguida nos EUA
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O filme de animação «Até ao tecto do mundo», realizado por Vítor Lopes, Carlos Silva e António Costa Valente, foi premiado no Festival Internacional de Cinema de Los Angeles, Califórnia, informou hoje o Cineclube de Avanca.
Produzida pelo Cineclube de Avanca, num estúdio de animação em Estarreja, Aveiro, a longa-metragem recebeu uma Menção Especial na edição de inverno do «Los Angeles New Wave International Film Festival 2011».
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Este prémio junta-se a cinco outros conquistados também em solo norte-americano, em festivais no Canadá, e Estados Unidos, nomeadamente na Carolina do Norte, Califórnia, Alabama e Havai, tendo o filme sido ainda exibido em festivais de Nova Iorque, Nova Jersey e Florida.”
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in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=14&id_news=547493
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Pois é. Quem se preocupa em aprender alguma coisa com a História, tem, por vezes, a sensação de estar numa sessão de astrologia: os erros repetem-se de uma forma inacreditável. Claro que o modo como se usou o crédito só podia provocar um endividamento massivo. Claro que isso não é diferente do que já se passou noutras crises. Claro que as opções escolhidas são, até ao limite, as que nada põem em causa. Claro que, como dizia o outro, a História repete-se… como uma farsa.
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…os elos mais fracos,pois!
Em entrevista hoje concedida ao site de Der Spiegel, Oskar Lafontaine considera provável o fim do euro e responsabiliza os governos francês e alemão pelo agravamento da crise. Entre os motivos desse agravamento, sublinha Lafontaine, está o facto de se promover gastos astronómicos na aquisição de armamento, precisamente em elos fracos da cadeia europeia, como a Grécia e Portugal – clientes importantes da indústria militar alemã.
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“Anda para aí tudo a rosnar que o rollover da dívida é gigantesco, mas os gajos lá vão colocando no mercado e a preços jeitosos. Vá-se lá entender estas coisas. Uns dizem que é o fim do aéreo, outros que ninguém vai financiar a dívida europeia, mas no entanto…”
Hum, hum, hum,
Aquí o olfato inversor do AC também é que comença a falhar…A explicaçao tecnica e bem argumentada existe e incluie aos ditos “mercados”.
Claro que neste caso vao ser os chamados mercados “minoristas”. Como aquí bem explicam:
http://www.expansion.com/2011/12/13/mercados/1323770857.html
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afédoshomens
Posted 13 Dezembro, 2011 at 12:09 | Permalink
o fop das baterias da nissan,também é culpa.obviamente do Sócrates
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Deixe por agora o Sócrates que está a estudar Filosofia
para quando regressar a Portugal acionar (AO) uma série de Conferências
para demonstrar que génio da economia______SÓ ELE.
(Aquela da dívida Pública eterna . . . (dando uma *confiança* aos mercados
que só nos emprestam a juros escandalosos), fica-lhe A MATAR (salvo seja, claro).
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“Aquí o olfato inversor do AC também é que comença a falhar…A explicaçao tecnica e bem argumentada existe e incluie aos ditos “mercados”.”
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Claro que aquilo não explica muito bem, senão vincar que alguns “pequenos” investidores começaram a comprar dívida espanhola. Precisamente a demonstrar que os pessimistas estão um bocado errados nas suas sinistras previsões.
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Mas note a forte queda na rentabilidade exigida. O que é um bom sinal para contrariar a ideia que há muitos milhões para emitir e não deverá haver compradores para fazer o rollover e até comprar mais dívida adicional. 😉
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