Imaginar é preciso
12 Dezembro, 2012
Para lá deste remake semanal da salazarista entrevista ao jornal L’Aurore em 1969 as declarações de Soares mostram o último sonho de Mário Soares: “um Governo de iniciativa presidencial com imaginação». Como é óbvio o “Governo de iniciativa presidencial com imaginação» sofreria a contestação de que o actual padece só que não teria qualquer legitimidade. A rua seria o seu destino e na queda, arrastaria Cavaco. E depois? Depois os homens bons indicariam o caminho.

Governo de iniciativa presidencial “com imaginação” ?! Com o actual presidente é o mesmo que ir para a paragem do eléctrico esperar que passe o combóio!
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Dra Helena: Penso que Soares tem razão neste ponto:o governo ou muda de política ou deve ser mandado descansar . Na actual maioria ,sem eleições, deve ser formado um governo abrangente , em que o primeiro ministro pode ser PP, PSD ou independente. Caso surga instabilidade ,devemos ir a eleições e o primeiro ministro é nomeado pelo P.R. ,portanto nada garante que seja o sr Seguro. Este governo é melhor que o de sócrates mas como está a governar nós vamos a caminho de fechar portas e passaremos a província de qualquer estado.Acabou o tempo do políticamente correcto ,não podemos fazer como os sócratinos que quando o país caminhava para a bancarrota ele era aclamado com quase 100% no congresso de Espinho.
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«Na actual maioria ,sem eleições, deve ser formado um governo abrangente , » O que é um governo abrangente? Cai ao fim de uma semana
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Dra Helena: Se cair vamos a eleições mas olhe que o P.S. sabe o estado do país . A continuar assim, estamos no caminho de novo resgaste e as funções do estado desapareçem todas e seremos um não estado.
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Privatize-se Soares. Quando é que um senhor jornalista confronta este traste com o que disse e fez no passado, tanto como opositor de luxo como de abastado governante, e ainda como reformado que nos custa os olhos da cara? O homenzinho é de um descaramento atroz ao tentar disfarçar as malfeitorias que nos impingiu e sacudir o pesado fardo que nos legou. Mostrem-lhe recortes de jornais e gravações para ver se refrescam a memória deste personagem sinistro para o fazer avermelhar de vergonha. Talvez se fique pelo rosa pálido desmaiado a atirar para o amarelo sumido.
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Roma nao paga a traidores.
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A Argentina e o liberalismo fascista
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Faço um apelo.
Soares é entrevistado todos os dias ou por uma televisão, ou por um jornal ou por um semanários ou pela Clara Ferreira Alves.
É dever das outras pessoas deixarem de comentar essas patéticas e patetas intervenções.
Se deixar de ter eco nos blogues nas redes socias, nos cafés e nas tabernas talvez ele se cale.
Sei que é pedir muito mas tentemos.
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O avental do marocas diz-lhe que é tempo de ir ladrar quando a caravana passa.
O marócas perdeu o juízo, mas não está só.
Os saudosos da bandalheira aguardam notícias por detrás dos postigos ferrugentos.
Lá longe nos boulevard o génio acabou agora de tomar o pequeno almoço.
Ouçamo-lo.
“Pas encore, le brouillard n’est pas arrivé encore!”
“J’ai justement pris mon petit déjeuner : j’ ai osé la variété!
Quoi de plus logique que de recharger les batteries de notre corps après une nuit de jeûne ? Prendre un petit déjeuner est bien nécessaire. La bas ça va mal, tant pis! Que se lixem, pardon!
Une panne d’oreiller, un répit pour rester quelques minutes de plus au lit et voilà le petit déjeuner escamoté.
Il n’y a pas mieux pour bien commencer la journée. Après le jeûne de la nuit, notre organisme doit refaire le plein d’énergie. Prendre un vrai petit déjeuner, et ceci tout au long de l’année, est l’une des premières règles en matière d’équilibre alimentaire.
Les incontournables
Dans l’idéal, le petit déjeuner se compose de trois éléments incontournables :
Un produit laitier : lait, laitage, fromage…qui apportent les protéines nécessaires à la construction et l’entretien de nos tissus et du calcium indispensable à notre squelette ;
Un produit céréalier : pain , biscottes ou céréales de petit déjeuner, pour les glucides qui donnent de l’énergie ;
Une boisson pour réhydrater l’organisme : café, thé, eau…
Selon les habitudes et les goûts, on y adjoint, de la confiture, du miel, un fruit ou un jus de fruit.
Aujourd’hui ça fait trop foid au Bois de Boulogne, je reste à la maison.
Mes amis m’ attendent, un jour je reviendrai avec mon robe noir”.
” C’est vrai, je me suis trompé avant, mais je ne le reconnais pas, bien sûr!”
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Que vergonha… deve estar a doer-lhe tanto…
petição online:«Pedimos ao Dr Mário Soares que abdique dos Subsidios à sua Fundação »http://www.peticaopublica.com/?pi=zamoto
O que este Sr. dizia à uns anos do FMI
http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/-spam—b–Politica—b—-spam-/Crise–Quando-Mario-Soares-defendia-o-plano-do-FMI.aspx
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Como é óbvio o “Governo de iniciativa presidencial com imaginação» sofreria a contestação de que sofreu o de Santana Lopes, com razões ainda mais profundas, que foram aquelas que o PS à data alegou.
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E memória de fundações e livros como os “Contos Proibidos”, tem?
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Te,os de respeitar os idosos sobretudo quando deixam de saber o que dizem.
Mas o homenzinho não tem ninguém amigo que lhe diga “porque nõn te callas Mário”?.
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QUE MAIS LHE POSSO DIZER HELENA?! OBRIGADA. ESCREVE O QUE EU GOSTARIA DE ESCREVER!
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Ultrapassando Soares, que já chateia, acho uma imensa graça à “falta de legitimidade”.
Tem grassa porque parece que cá pelo burgo se elegem pessoas, nas legislativas. Se se elegessem pessoas, os “suplentes” não teriam nunca assento, por exemplo.
Por cá, votam-se partidos e os partidos não perdem legitimidade porque muda o governo.
.
Dever-se-ia pensar em alterar a forma de eleger? Sim.
Esta palhaçada da legitimidade faz sentido? Não…a menos que todo o partido a perca caso analisemos o programa eleitoral e não o Passos Coelho.
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