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não conta para nada

3 Março, 2013
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Embora sem grande entusiasmo, Rui Rio admite debater o tema da regionalização no âmbito de uma possível reforma política do regime. Fá-lo quando está para abandonar a cadeira da presidência da Câmara do Porto, que ocupou nos últimos doze anos, durante os quais fazia todo o sentido que tivesse utilizado a sua posição politicamente privilegiada para pôr o tema na ordem do dia. Agora, de malas aviadas, a sua opinião sobre este tema já não conta para nada.

24 comentários leave one →
  1. lucklucky's avatar
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    3 Março, 2013 22:59

    O que é que isso interessa? ninguém quer a regionalização em Portugal.

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  2. tric's avatar
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    3 Março, 2013 23:04

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  3. Vivendi's avatar
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    3 Março, 2013 23:10

    A região norte e a região centro são regiões auto-sustentáveis e por quanto mais tempo se esconder a verdade mais difícil será mudar Portugal estruturalmente .

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  4. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    3 Março, 2013 23:44

    As posições de Rui Rio contam mais do que pode supor.
    Rui Rio é dos poucos políticos decentes no rectângulo e a partir de certo momento isso vai ser decisivo.
    Isto não pode continuar a ser pão (pouco) e circo. Palhaços já temos demais.
    Como diz vivendi, a região norte e a região centro são regiões auto-sustentáveis e não vão eternamente ser sugadas por Lisboa. Isto vai muito para além da “regionalização”, forma de reproduzir as paróquias e manter tudo na mesma ou pior.
    Lisboa deixou de ser a capital, é uma urbe desigual, imunda e parasita onde se acoitam os maiores vilões.
    Lisboa não é regenerável. No dia em que as pessoas descobrirem a evidência actuarão em unísono.
    Pode haver quem queira ir para lá ou continuar lá. Tudo bem, com os nossos impostos é que não.

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  5. Vivendi's avatar
    vivendipt permalink
    3 Março, 2013 23:51

    Javitudo,
    Concordo inteiramente com as suas palavras.

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  6. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 00:15

    “Embora sem grande entusiasmo”(sic), Rui Rio prova a Rui A. e não só, que a regionalização é inviável SÓ PARA o Porto, deixando outras regiões do Continente tal como estão. Logo, porque havia de tomar posição pró, ao longo de doze anos ?, se não houve vontade de reformar politicamente o regime ?
    No entanto, RRio conta, e muito, para debater o assunto : conhece a Região Norte, tem experiência governativa (durante doze anos), por certo colheu determinantes opiniões de políticos, empresários, professores universitários, autarcas, etc.
    Não sou contra esse debate, desde que não seja mais uma pírrica, fátua ocupação de tempos de antena da comunicação social e de certo tipo e promoção de políticos que colocaram o país na miséria e dependência externa.

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  7. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 00:27

    …Que se note, só o Porto (não confundir com toda a região Norte) tem alguns pontas de lança na comunicação social e nos corredores do poder…
    Alguém, desde aquela estória nos anos 1990, ouviu ou leu pessoas doutras zonas do continente reivindicando a regionalização ?
    Será que todas as populações e políticos do Norte querem a regionalização protagonizada por certo tipo de políticos e, nas próximas duas décadas ?
    —————————————
    Javitudo,
    vilões, encontramos, bastantes, em Lisboa e noutras cidades do país, incluindo o Porto. Exemplo “portuense” (que não macula a população da cidade) : Jardim, o tal do BCP. Serve ?

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  8. JCA's avatar
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    4 Março, 2013 00:44

    .
    Quando o Norte (alguma coisa cheira por tradição e cultura …), e Portugal,perceber o que é a LATINA Italia em vez daquelas das ingenuidades politicamente corretas do ‘caos’, da ‘ingovernabilidade’, tlvez se comece a safar melhor.
    .
    Só dois cheirnhos,
    .
    antes do Berlusconi aqui referido como História, foram anos e anos de governos dia sim dia não. Os boches, os beefs, os francos, os nordicos etc etc estiveram sempre longe de ‘perceber’ ou admitir essa ‘blafesmia’ que podia contaminar a etrra deles. E a Italia cresceu, e de grande.
    .
    e esta hein, uma aposta,
    a Italia, os Italianos, são o unico Povo Europeu ‘organizado, municiado e armado para resistir de caras, e com as mesmas ‘armas’, aos BRIICS, em especial à China. O resto na Europa ‘ajoelhou tem de rezar’. Dos Tugas nem se fala, a inteligentsia amocha e o ‘appartnik dos tempos imemoriais do salazarismo’ alapam ‘todos pimpões na de maria vai com outras’ no sidecar da mota europeia modelo sec XX, passado.
    .
    Simplesmente ironia. Ninguém se sinta picado para não estalarem o verniz. É a vida
    .

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  9. salino's avatar
    salino permalink
    4 Março, 2013 06:21

    O rio é um saco de encher, sempre cheio de basófia e porém vazio .

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  10. Paulo's avatar
    Paulo permalink
    4 Março, 2013 08:55

    Mas não tivemos um referendo sobre isto?

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  11. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    4 Março, 2013 09:52

    Rio começa a ver escorrer-lhe debaixo dos pés o protagonismo e a protecção que vai deixar de ter ao sair da Câmara.
    Os portistas vão-lhe dar um pontapé no cu lá para baixo.

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  12. murphy's avatar
    murphy permalink
    4 Março, 2013 11:00

    Objectivamente, o modelo económico e social instituído em Portugal não serviu a globalidade da população, antes a minoria que passou a controlar a estrutura do Estado. Não Regionalizar, foi com 99% de certeza, um erro…

    Sendo INEVITÁVEL uma alteração do modelo económico português, o qual terá de passar, OBRIGATORIAMENTE, por uma forte aposta nos sectores mais tradicionais (nomeadamente, na Agricultura e Indústria), ATÉ QUANDO, a imposição deste modelo de sociedade preconizado por uma pseudo-elite bem instalada em “Lesboa”, constituirá um OBSTÁCULO ao desenvolvimento social e económico de Portugal?
    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/02/portugal-lisboa-e-o-resto-do-pais-1.html

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  13. Duarte's avatar
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    4 Março, 2013 11:14

    Rio é um contabilista, manga de alpaca, que nao tem uma ideia estratégica sobre o Porto ( nao confundir com o Norte)
    A sua gestão é a gestão típica de um amanuense que conta os clips da camara antes de fazer a próxima encomenda.
    É um sujeito apagado, cinzento e sem ideias. Seria um bom contabilista numa empresa, nunca seria um director geral.

    Claro que o Norte e o Sul nao sao autosustentaveis . Basta ver o PIB por região para chegar a essa conclusão.

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  14. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 12:37

    Duarte,
    discordo. Rui Rio não foi, na cãmara do Porto um “contabilista, manga de alpaca”. A sua gestão foi óptima !
    (Pecou pela insensibilidade para com a vida cultural da cidade, por exemplo).
    Nada cinzentão, é, isso sim, pragmático. Com um modo especial de estar na política…e no PSD.
    Se um dia “descer” a Lisboa para liderar o PSD, constataremos se é — e é –muito mais do que um “sujeito apagado, cinzento e sem ideias”.
    Não é para todos, hostilizar as vitórias europeias do FCPorto (como autarca procedeu mal) e concretizar três mandatos…

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  15. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    4 Março, 2013 13:33

    MJRB

    Deixo-lhe aqui alguns aspectos da gestão do Rui rio para sua reflexão

    Foram 10 anos de retrocesso para a cidade do Porto: desde 2002, os principais problemas sentidos pelos portuenses não foram resolvidos como ainda se viram agravados. Em 2012, o Porto é uma cidade que perdeu vitalidade, que se depara com um êxodo de habitantes sem precedentes (a perda de 7 habitantes por dia, de acordo com os Censos) e o progressivo envelhecimento da sua população, nomeadamente no seu Centro Histórico, em paralelo com o crescimento do encerramento de empresas e do desemprego, sobretudo ao nível do comércio tradicional e a par do agravamento das suas carências ao nível habitacional. Os portuenses anos tem vindo a ser progressivamente expropriados da sua cidade. A cidade está hoje mais pobre, mais desigual, com piores serviços públicos e menos democrática;
    − Neste período evidenciam-se as seguintes linhas de actuação política:
    o A alienação dos principais equipamentos e serviços municipais a privados, ao serviço dos interesses do grande capital com interesses na cidade e com a escolha de parceiros cuja fiabilidade veio a comprovar-se duvidosa: quando Rui Rio deixar a Câmara do Porto “os anéis” terão sido quase todos alienados, ficando para o futuro os compromissos e os encargos. Depois de ter atingido a maioria absoluta no mandato iniciado em 2005, a coligação PSD/CDS tem-se comportado como uma espécie Comissão Liquidatária do Município, procedendo à privatização ou à tentativa de privatização dos principais activos, nomeadamente a Empresa Municipal “Águas do Porto”, a recolha do lixo e da limpeza do espaço público, o estacionamento na via pública,o Mercado do Bolhão, o Mercado do Bom Sucesso, o Teatro Rivoli, a Pousada do Freixo, o Pavilhão Rosa Mota, o Mercado Ferreira Borges, entre outros, em paralelo com a delapidação do património imobiliário do município, com a entrega do mesmo a fundos imobiliários – negócio que tem sido ruinoso para a cidade. A actual gestão da Câmara do Porto tem- se sustentado em receitas extraordinárias decorrentes de privatizações e da venda do património do município, reduzindo a capacidade de gerar receitas próprias, encarecendo o custo de vida no Porto e reduzindo a qualidade dos serviços prestados;
    o Uma gestão anti-social: os processos de aumentos ilegais, abruptos e brutais das rendas dos bairros municipais, a política de redução da oferta de habitação social municipal, com a demolição de alguns bairros sem a perspectiva da construção de nova habitação social, a desresponsabilização do município em actuar perante situações da sua competência, como alguns casos de obras interiores das habitações e de requalificação dos espaços exteriores dos bairros municipais (ao nível do estacionamento e das zonas ajardinadas), são elucidativos nesta matéria. O recente exemplo do processo de venda a especuladores de reputação muito duvidosa do bairro do Aleixo, no quadro de uma campanha de estigmatização dos seus habitantes, é uma demonstração evidente da marca anti-social da actual gestão municipal do Porto. A coligação PSD/CDS preparara-se para fazer o mesmos noutros bairros, como o bairro Rainha D. Leonor, ou como agora é proposto, o denominado bairro dos CTT. Por outro lado, a aposta exclusivamente no investimento privado, por via da SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana, na requalificação do Centro Histórico, tal como a CDU denunciou, tem-se demonstrado incapaz de travar o êxodo de habitantes, de contribuir para repovoar o Porto e para requalificar efectivamente o edificado. O continuado ataque aos trabalhadores municipais, sob a forma da privatização de serviços e equipamentos, mas também através da retirada de direitos, como é exemplo a tentativa de acabar com a atribuição do subsidio nocturno aos cantoneiros, e da cultura de um ambiente de medo e repressão, são também parte integrante da actual gestão da coligação municipal PSD/CDS;
    o Uma gestão anti-democrática: a imposição de um regulamento inconstitucional sobre propaganda política que proíbe a colocação de informação nas principais zonas e artérias da cidade por parte das forças políticas e sociais, a imposição de cláusulas censórias nos apoios municipais a produções de tipo artístico e cultural, a par com desrespeito pelos direitos dos eleitos e partidos da oposição, das estruturas representativas dos trabalhadores e das forças vivas, demonstram que o autoritarismo tem sido também um traço característico da coligação PSD/CDS;

    Uma gestão baseada no mito do «equilíbrio das contas do município» e de um falso rigor orçamental, que resultou na aplicação de um verdadeiro plano de austeridade à cidade, com o corte no investimento municipal e nos direitos e remunerações dos trabalhadores municipais, a par com o crescimento das despesas com a concessão de serviços a privados, nomeadamente com a privatização de 50% da limpeza urbana, que custou mais 4,3 milhões de euros do que o previsto aos cofres municipais. O orçamento municipal de 2012 tem inscrito o valor do investimento mais baixo da última década, tendo vindo progressivamente a reduzir-se o peso das despesas de capital face às do funcionamento, o que revela uma gestão orçamental ineficiente e uma ausência de resposta aos problemas da cidade, ao mesmo tempo que os portuenses contribuem cada vez mais para o orçamento municipal. Em paralelo, o orçamento tem vindo a ser financiado também por receitas extraordinárias, resultantes sobretudo da venda de património e dos negócios das privatizações. Há gastos desproporcionais de verbas com o Gabinete de Informação e Comunicação e com as consultorias jurídicas externas. Perderam-se substanciais verbas comunitárias como os 7 milhões de euros para a requalificação do troço poente da Estrada da Circunvalação;
    o Uma gestão que estimulou a conflitualidade com as forças vivas da cidade, nomeadamente na área da cultura, e deixou ao abandono o movimento associativo popular, sem uma estratégia de dinamização e sem apoios. A opção tomada em relação ao Teatro Rivoli, que hoje se encontra transformado em sala de aluguer, e os prejuízos acumulados da Empresa Municipal Porto Lazer, que apenas serviram para promover grandes eventos de natureza publicitária como o Circuito da Boavista, são demonstrativos de uma opção política que confunde cultura com lazer e as dinâmicas do movimento associativo com a realização de eventos. Estas opções têm contribuído para o definhamento do movimento associativo, com o encerramento de colectividades centenárias e à conduziu à expulsão dos principais agentes culturais. Simultaneamente, esta coligação contribuiu para a liquidação de projectos da maior relevância, de que o abandono do Museu da Indústria é um exemplo;
    o Uma gestão concordante com as piores decisões com impacto no Porto dos sucessivos governos: no actual contexto de políticas nacionais de ataque às funções sociais do Estado e ao Poder Local Democrático, Rui Rio tem sido um Presidente de Câmara cúmplice das piores políticas com impacto na cidade da responsabilidade dos sucessivos governos, sejam do PS ou da coligação PSD/CDS. Os exemplos das sucessivas reestruturações da STCP, a colocação de portagens nas SCUT, a suspensão da expansão da rede metro, os cortes no serviço nacional de saúde, o fecho de esquadras e postos da PSP e do fecho de estações dos CTT demonstram isso mesmo. A posição deRui Rio de defesa da extinção da maioria das freguesias da cidade e da transformação dos executivos municipais num “Conselho de Administração” com super-poderes para o presidente enquadra-se no ataque em curso às autarquias e à democracia local. Ao mesmo tempo, não se viu nenhuma acção reivindicativa junto a administração central para garantir mais investimentos ao nível dos orçamentos do estado e do QCA/QREN, de que é derradeiro exemplo o Mercado do Bolhão.
    O facto de, em pleno século XXI, milhares de portuenses continuarem a viver em condições indignas, muitos dos quais em «ilhas», permanece uma marca da cidade. Este é o retrato de uma gestão que não se encontra nas páginas da Revista «Porto Sempre» e da TV Porto.

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  16. JCA's avatar
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    4 Março, 2013 13:55

    .
    Deixem o Rio em paz.
    .
    Paulo 08.55H “Mas não tivemos um referendo sobre isto?”, E sobre Impostos que é o que interessa nesta candonga toda ?
    .
    Era uma ‘boa’ para o Rio se chegar à frente, um referendo sobre os Impostos, supondo como se supõe que não seria um adepto do appartnik e da nomeklatura paga pelos outros. Acredito que temos homem pelo que por aí cima se diz, afirma e afiança a ‘peso de ouro’.
    .
    Sugere que talvez acredita que sim.
    .

    .

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  17. javitudo's avatar
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    4 Março, 2013 14:47

    duarte não percebe que a menorização do Porto tem que ver com a tirania de Lisboa, com o centralismo de estado aberrante, com os os oligopólios de Lisboa, não com a acção de Rui Rio que os tem denunciado.

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  18. lucklucky's avatar
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    4 Março, 2013 15:22

    Regionalização quer dizer Governar-se a si próprios.
    Ora isso é o que os portugueses menos querem fazer. De Norte a Sul.
    .
    Por cá todos os regionalistas são na verdade é subsidiaristas a la Alberto João em relação a Portugal ou Portugal em relação à União Europeia.

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  19. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 15:59

    Duarte, 12:37,
    Pontualmente, só muito pontualmente, Vc. tem razão.
    O que Rui Rio fez durante 12 anos em relação ao saneamento e recuperação financeira da câmara, é obra, carago !
    O “êxodo de habitantes” e a não requalificação urbana sobretudo na zona histórica, não é só culpa de RRio.
    Mas, porque provavelmente Vc. vive no Porto e eu não, concedo que em muitos casos por si colocados eu estarei não, ou deficientemente informado

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  20. Duarte's avatar
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    4 Março, 2013 19:46

    Javitudo

    Você esta redondamente enganado. Rio para além de ser apenas um mero burocrata e contabilista tem medo do poder que neste momento tambem é do seu partido.

    Basta olhar para Barcelona e para a região da Catalunha para ver como uma região se impõe e impôs a um poder central ainda mais concentracionario – o de Madrid

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  21. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 21:32

    Duarte,
    O caso Barcelona/Catalunha, é a soma, consolidada, de muita História em, e face a Espanha e a Madrid.
    O caso Porto/Norte não tem essa História reivindicativa e nacionalista em, e face a Portugal e a Madrid.
    (Primeiro, o Porto, melhor, os defensores do regionalismo, têm de resolver isto : que Norte (pessoas, culturas, cidades, distritos, empresários, etc, etc.) quer esse regionalismo).

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  22. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    4 Março, 2013 21:45

    O norte tem uma excelente vizinhança – a Galiza

    Ja devia ha muito tempo ter estabelecido aliados nesse lado e esta a perder tempo. Prevejo com os escandalos e com a crise económica que A Espanha nunca mais ira ser a mesma e as regiões irão naturalmente criar alianças com os paises vizinhos. Entendo que uma regiao como a Galiza poderá ter um papel importante no desenvolvimento do orate de Portugal. Assim haja gente capaz que entenda isto.

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  23. MJRB's avatar
    4 Março, 2013 22:13

    Duarte,
    então….por o que depreendo, cai por terra a “bandeira” de alguns regionalistas : a Área Metropolitana do Porto não é assim tão forte e decidida para convencer os distritos (acima de Aveiro, por exemplo) a reivindicarem uma Região…
    Se precisa da Galiza…

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  24. PMF's avatar
    7 Março, 2013 04:05

    Caro MJRB,

    embora já tardiamente, deixe-me entrar bessa discussão, para lhe perguntar se vive no Porto. Se não vive, venha viver para cá e depois reveja a sua opinião sobre RR.

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