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liberalismo

6 Junho, 2013
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Mais um verbete no já “famoso” Dicionário Elementar de Esquerda e Direita. Um sucesso editorial absoluto!

6 comentários leave one →
  1. tric's avatar
    tric permalink
    6 Junho, 2013 01:36

    …uma destruição de 110 mil postos de trabalho…
    .

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  2. tric's avatar
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    6 Junho, 2013 01:44

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  3. tric's avatar
    tric permalink
    6 Junho, 2013 01:47

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  4. António Parente's avatar
    António Parente permalink
    6 Junho, 2013 13:52

    Caro Rui A.

    Parece-me que o seu artigo mostra que não há “o” liberalismo mas vários liberalismos. O “parece-me” deriva do facto de ter apenas “passado os olhos” pelo post. No fim, chamou-me a atenção os chamados “direitos naturais”, o que me parece uma versão filosoficamente mais evoluida do que os chamados “direitos adquiridos”.

    Coloco então uma questão filosófica: estando todos os “direitos adquiridos” em causa, por que razão devemos salvaguardar alguns direitos naturais como o direito de propriedade? Note-se que não estou a dfender a abolição do direito de propriedade. A questão é: por que é que alguns direitos adquiridos podem ser considerados reversiveis e outros não? Se as novas gerações, por exemplo, não conseguem emprego por causa dos postos de trabalho ocupados também têm dificuldade em adquirir o direito de propriedade dado que a maior parte dos bens naturais já foram apropriados pelas velhas gerações. Até que ponto o direito de propriedade é natural ou é cultural tal como o é a ideologia do “género”?

    Com estas questões quero apenas “testar” os fundamntos filosóficos/ideológicos do seu liberalismo (também me considero um liberal em termos económicos e políticos, embora conservador em termos sociais, mas com um forte condimento de democracia cristã à mistura). A pergunta pode ser considerada “provocatória” mas é provocatória no bom sentido, não pretendo ser hostil.

    Cumprimentos cordiais

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  5. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    6 Junho, 2013 15:45

    Caro António Parente,

    O seu comentário merece, pelo menos, dois novos artigos, um sobre o direito natural e outro sobre o direito de propriedade. Espero escrevê-los por um destes dias, com tempo para que não saiam disparates.
    De todo o modo, adiantando já alguma coisa, o que até é útil para me pôr a pensar nesses assuntos, o direito natural resulta da própria condição humana, sem o que esta última não pode manifestar-se plenamente. Ou seja, vc. não pode ser um ser humano completo se não lhe assistirem um conjunto de condições existenciais que lhe permitam a manifestação e a afirmação da sua individualidade, sem o que vc. não terá identidade própria, mas apenas uma identidade condicionada por aquilo que terceiros disponham de si. Por outras palavras, o homem manifesta-se no livre-arbítrio e este pressupõe um conjunto de condições existenciais para poder existir. O mesmo é dizer que a condição humana exige a liberdade e esta, para nos estar acessível, não prescinde do reconhecimento da individualidade do ser humano.
    A primeira condição para a expressão da individualidade é o direito de propriedade. Este começa, já dizia Locke, pela propriedade de si mesmo, isto é, pelo domínio da nossa existência e das decisões que a afectam. Isto é muito mais do que afirmam alguns autores ancaps, segundo os quais o direito de propriedade começa pelo direito ao corpo, como se a individualidade se esgotasse na materialidadade da nossa existência. É evidente que se não pudermos dispor da nossa dimensão física como bem entendermos (por exemplo, sendo impedidos de sair de um local), teremos, à partida, a nossa liberdade muito limitada. Mas o direito à propriedade de nós mesmos não se esgota no direito de propriedade ao corpo físico.
    Depois, é pelo direito de propriedade que um indivíduo se exprime e realiza grande parte da sua existência. Quase tudo sobre o que ele possa dispor é susceptível de direitos de propriedade.
    Isto não significa que qualquer um destes direitos sejam direitos adquiridos. Um direito só é adquirido se a ordem jurídica o reconhecer e respeitar, o que, como sabe, nem sempre isso sucede. Por essa razão, um dos pontos do liberalismo é o combate pelo reconhecimento e respeito desses direitos pelo estado e pelos poderes públicos. Um combate cada vez mais difícil, como certamente concordará.

    Cumprimentos cordiais,

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  6. politologo's avatar
    politologo permalink
    6 Junho, 2013 16:29

    SINAIS de VIDA …
    de Cão , pior , de Coelho com diagnóstico de Mixomatoxe
    Recentemente vi na TV portuguesa (a nova Biblia tuga…)
    uma mui ilustre figura publica (temporariamente importada à custa do pagode…) afirmar que o Governo devia despedir Professores !… Caso contrário , estaria a gerir a Escola em vez de gerir o Estado !… Para esta “comunitária” figura publica o Estado é afinal apenas um ente abstracto !… As pessoas não existem .
    E assim os Destinos desta Comunidade Europeia estão entregues a estas BESTAS que nem geométricas são …
    São as mesmas BESTAS que por um lado condenam os “off-shores” e por outro falam em “expropriar” os depósitos superiores a cem mil euros !…
    P.S,
    Quem foi o f.p. que ensinou os coelhos a mentirem ? Neste Mundo ultra Liberal …

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