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O dinheiro dos outros

25 Junho, 2013

Aquilo a que se chama ideologia não tem passado frequentemente de contar com o dinheiros dos outros. Tema do meu artigo de hoje no DE: : viver do dinheiro dos outros sai sempre caro ao povo que é quem paga a factura. Mas tem garantido boa parte daquilo a que em Portugal (e não só) se chama fazer política.

 

16 comentários leave one →
  1. 25 Junho, 2013 16:54

    “Viver do dinheiro dos outros sai sempre caro ao povo que é quem paga a fatura”.
    Precisamente. O que nos querem impor é precisamente isso. Alguns querem impor o modo como o todo deve viver para que possam viver acima do todo, e a isso chama-se aristocracia, disfarçada de liberalismo.

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  2. von permalink
    25 Junho, 2013 17:08

    Os partidos, os deputados, a casa do seu respeitoso presidente da república, as autarquias, os organismos públicos, todos vivem do dinheiro dos outros…

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    • politologo permalink
      25 Junho, 2013 22:22

      Já Thatcher dizia o mesmo !!!
      Quanto à casa de Cavaco em Lisboa (sim ,porque ele tem muitas …) deve dizer-se que tem uma marquise feita por uma empresa longínqua de Boliqueime , sem IVA , mas deu bronca …Mas quando conversarmos a respeito da pessoa Cavaco Silva , se nos permitem , aproveitemos melhor o tempo cultural , perguntando se conhecem a história dum cavalo inglês campeão denominado “Filho da Puta” ?!…

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  3. gastão permalink
    25 Junho, 2013 17:36

    o dinheiro dos outros (II)

    No total, o Tesouro injectou 1.100 milhões de euros este ano no Banif, mas 400 milhões foram através de instrumentos de capital contingente (“CoCos”), que não entrarão para os cálculos do défice. Jornal de negócios

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  4. neotonto permalink
    25 Junho, 2013 18:00

    No total, o Tesouro injectou 1.100 milhões de euros este ano no Banif, mas 400 milhões …
    .
    Viver do dinheiro dos outros. Pela primeira vez os neo-posblasfemos a criticar aos neobanqueiros.Vamos bem.:)

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  5. 25 Junho, 2013 18:26

    Cara Helena Matos,

    Não perco uma crónica sua no DE. Esta lembrou-me-me logo do o que, alegadamente, disse uma grande senhora, que entretanto já nos deixou: “The problem with socialism is that you eventually run out of other people’s money”.

    Sobre Thatcher, deu-me prazer escrever “A Benção da Última Alternativa” http://antologiadeideias.wordpress.com/2013/03/12/a-bencao-da-unica-alternativa/

    Bem haja Helena!
    O Autor
    Antologia de Ideias

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  6. Trinta e três permalink
    25 Junho, 2013 19:26

    Propostas para a Helena Matos:
    Pesquise toda a polémica que, na Assembleia Nacional, antecedeu o primeiro Plano do Fomento e o motivo que levou os então designados por “engenheiros” a deixarem cair a questão da reestruturação da propriedade rural.
    .
    Investigue as “voltas” do desaparecimento da Sorefame.
    .
    Talvez aí encontre algumas respostas para se compreender o que somos.

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    • 25 Junho, 2013 22:31

      a sorefame só ?

      a fisipe?

      a tabopan?

      a nova penteadora?

      a cerâmica de sacavém?

      até a famosa FNAC do barão vermelho do ar con diccionário

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      • Trinta e três permalink
        26 Junho, 2013 08:50

        Não convém sobrecarregar a Helena 🙂

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  7. Xico, para os amigos permalink
    25 Junho, 2013 21:05

    Estou indignado por isto: http://www.vasp.pt/Portals/5/Circular_Novo_Regime_Bens_Circula%C3%A7%C3%A3o.pdf

    Tenho que comprar computador, gastar dinheiro em linha telefónica? Já não basta o que gastei na nova “máquina de facturas”?

    Querem mesmo que feche o “estaminé”? Pois, não sou empresário de uma multinacional…

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  8. Fincapé permalink
    25 Junho, 2013 22:30

    “O dinheiro dos outros” é uma frase que não aprecio especialmente. Explicando. Recebi montes de ofertas de “dinheiro dos outros” para os meus gastos pessoais. Instituições que eu nem sabia que existiam ofereciam-me crédito barato para casa, carro e férias com fartura. Porque eu era rico? Nada que se pareça. Recusei sempre, excetuando crédito para habitação, sem recorrer ao excedente que geralmente era oferecido para carro, mobílias, etc. Mas reconheço que muitos outros portugueses caíram na canção do bandido cantada pelos incriticáveis ofertadores (incriticáveis para o liberalismo que considera que as pessoas não são influenciáveis, sendo, portanto, perfeitas).
    Mas a Helena aborda outro “dinheiro dos outros”. Então, recordo a distribuição de algum desse dinheiro. A última parte do artigo do DE coincide com o esbanjamento cavaquista. Nem sou muito crítico desse período em que Cavaco recebia diariamente um fortuna que eu nem sabia bem pronunciar. Parte foi para pagar o excedente das obras, os chamados “trabalhos a mais”. Ganharam-se incriticáveis fortunas das quais agora se diz que é “dinheiro deles” (incriticáveis para o liberalismo que considera que esse dinheiro é intocável e que o Estado é o único culpado – fiquem pois com a grana).
    Do valor recebido, imenso dinheiro foi para apoiar a instalação de empresas. Cada concelho criou a sua “zona industrial” e surgiam naves industriais como cogumelos, sem qualquer estudo que verificasse da necessidade das empresas. No fundo, um grande ensaio liberal apoiado pelo Estado. Carros de topo novos nas mãos de “novos empresários” e jipes a passearem em Lisboa em nome da nova política agrícola eram como cogumelos nas primeiras chuvas. Fechou a maioria e alguma nem sei se chegaram a abrir.
    O que ganharam os cidadãos. Nada, excetuando o pagamento da sua força do trabalho. E aqueles que beneficiaram das “obras a mais”, do benefício a empresas, da organização de cursos de formação para aeródromos e outras aventuras? Esses são os incriticáveis: estão ilibados! Até porque a culpa é do Estado. Se alguém assaltar a minha casa, a culpa é minha que não tranquei as portas (a direita está mesmo em crise!)
    E quem cá pôs o dinheiro? Bom, esses ganharam a todos os carrinhos. O dinheiro que não veio a fundo perdido (ou seja que não veio como contrapartida de passarmos mais tarde a sermos contribuintes líquidos) há-de ser pago com língua de palmo. Ou seja, aceitaram a nossa oferta a baixo preço? Agora paguem-na a alto preço. Dizem-nos. E a gente aceita como o cordeirinho que vai balindo, ou não, para o sacrifício. Se refilarmos, lá virão os incriticáveis ralhar connosco.
    (Coisas dispersas sobre a justiça liberal e “o dinheiro dos outros”)
    http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3899821-os-paises-mais-ricos-lucraram-com-crise
    http://rsurgente.opsblog.org/2009/06/24/em-apenas-um-ano-bancos-ganharam-mais-dinheiro-publico-que-pobres-em-50-anos/
    http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=634673

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    • 25 Junho, 2013 22:33

      é isso o dinheiro dos outros nã é nosso já sabíamos

      basta ver as di fere sas
      JOSÉ LUIS CRAVEIRO PACHECO ASSISTENTE OPERACIONAL ESC SECUNDÁRIA FREI HEITOR PINTO € 576,51
      JOSÉ MANUEL GODINHO MATOS ROMÃOZINHO PROFESSOR ASSOCIADO UNIVERSIDADE COIMBRA € 3 550,18

      basta ter um nome a mais pra ganhar mais 3000 de arreforma

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      • Portela Menos 1 permalink
        25 Junho, 2013 23:49

        consegues ser mais idiota do que quando comentas como “und” ou “ora” !
        qual é o interesse em colocares aqui nomes de pessoas? Básico.

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    • politologo permalink
      25 Junho, 2013 22:37

      Grande Fincapé .

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