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Contribuição para narrativas – parte II

8 Novembro, 2013

net-migration-rate vs unemployment-rate

Não, também não é por aqui. É mesmo mais por aqui.

Fonte: OCDE e daqui.

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14 comentários leave one →
  1. murphy permalink
    8 Novembro, 2013 11:34

    Muito se tem falado, nomeadamente, a extrema-esquerda através do PCP e do BE, dos milhares de portugueses que emigram. Seria interessante – atendendo ao tipo de sociedade e sistema económico que defendem – ver alguém perguntar-lhes porque será que Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, não estão entre os destinos de eleição de quem emigra…

    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/09/licoes-do-comunismo-sobre-liberdade.html

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  2. 8 Novembro, 2013 11:42

    Não é a taxa que está em causa. é a solução encontrada para a economia. Estamos a dizer que Portugal é um bom sítio para viver se os portugueses emigrarem.

    A taxa de desemprego varia com a diminuição da população ativa. Essa diminuição é tanto maior quanto maior for a taxa de desemprego.
    Considerando que o numero de desempregados é igual a Pd e a população ativa é igual a Pa, então a variação da taxa de desemprego quando alguém imigra e o seu posto de trabalho desaparece é (Pd-1) / (Pa-1), valor que tende para 0 quando o número de desempregados é nulo e que tende para 1 quando a taxa é 100%.
    No nosso caso com uma taxa de 15%, uma população ativa de 5 500 000 uma emigração de 1% com fecho do posto de trabalho terá um efeito de 0,9% na taxa de desemprego.
    Os efeitos são menores se a taxa de desemprego for baixa (caso de Portugal nos anos 70) ou a população for muito alta (caso dos Estados Unidos).

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    • vitorcunha permalink*
      8 Novembro, 2013 11:46

      Sair de Évora e ir para Clermont-Ferrand não é emigração/imigração. É uma simples migração no espaço europeu.

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      • Trinta e três permalink
        8 Novembro, 2013 12:08

        Sem querer, o vitorcunha disse uma grande verdade, mas que em nada reforça o que pretende provar e que temos que procurar no post do João Miranda. De facto, muitas empresas nacionais devem mais a centros de investigação austríacos (mero exemplo), do que aos nacionais. Mais interessante, ainda: vários dos investigadores que trabalham nesses centros… são portugueses.

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      • JDGF permalink
        8 Novembro, 2013 12:17

        Só que, por enquanto, em Clermont-Ferrand e com maior certeza e alguma durabilidade em Berlim, os cidadãos europeus não estão sujeitos as mesmas austeras medidas e não auferem – exactamente – os mesmos salários. As ‘transferências populacionais’ podem ser ‘migrações forçadas’ e até existem internamente. Não são piedosas peregrinações.
        Ou vamos enfileirar em malabarismos semânticos onde se pretende confundir migrações com ‘trasnacionalismos’…

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      • Pedro permalink
        8 Novembro, 2013 15:37

        Portanto, o Vitor Cunha considera-se cidadão europeu? Isso é lindo. E se nos considerarmos cidadãos do mundo, ninguém emigra ,). Encontrou a solução. taxa zero de emigração.

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      • vitorcunha permalink*
        8 Novembro, 2013 16:20

        Se eu não sou europeu e somente português, perco o argumento “ó boches, mandem dinheiro”.

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      • Trinta e três permalink
        8 Novembro, 2013 17:17

        Se é assim tão europeu, será que pode optar por pagar impostos na Alemanha, ou abrir contas na Suécia como abre em Portugal? Ora, tente lá.

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      • Pedro permalink
        8 Novembro, 2013 17:21

        Se não pedir, eles ligam-lhe para casa a oferecer-lhe o serviço. Ou julga que o dinheiro é dado? Não são seus pais.

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  3. 8 Novembro, 2013 12:49

    Há aldeias do interior onde o desemprego é zero porque só lá vivem velhos reformados. Na perspetiva deste blog é a descrição de uma economia saudável.

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  4. joao Fernandes permalink
    8 Novembro, 2013 12:52

    O desemprego a diminuir? então até parece que descobriram a polvora. Vejamos a tese de alguém sem qualquer tipo de formação académica, sem graficos, muito menos recorrer a estudos, sondagens, ou boa vontade de quem está no governo. 1º o desemprego chegará a um ponto onde descer mais é impossivel. basta fazer contas de sumir. não somar. 2º Ora se os emigrantes, brasileiros, ucranianos, CHINESES, este continuarão a entrar cada vez mais NÃO DUVIDEM, pois este País tem outro plano a não ser ganhar dinheiro para viverem melhor no País de origem, mas sim para dominar a médio prazo os Países mais pobres, contribuinod e muito para isso. Diria mais, para mim um dos maiores responsavéis para estar.mos como estamos, não duvidem disso. Destroiem as pequenas empresas, impossivel destas sobreviver ou fazer frente, com a conivencia, ajuda e apoio daqueles portugueses, ou por serem pobres, por ganharem pouco, recorrem a eles, pois ai produtos de péssima qualidade, produzidos com mão de obra infantil, escravatura, repressão, chantagen as familias e com a pena de morte, se algum chinês for acusado de traição a CHINA, onde esta area se quiserem os ditadores, podem transformar um caso de negação, ou de defender os interesses do partido em traição a Pátria. Sim isto é a coisa mais banal de fazerem se entenderem. Mas dizia a quantidade de emigrantes, que vieram para Portugal, não para trabalhar, porque a nossa justiça e o País em si é a maior maquina de lavar dinheiro sujo de outros Países, em que a prostituição, assaltos, crimes, roubos, burlas, assassinios, etc etc, fez com que milhares senão milhões de euros saiessem de Portugal. Mais a quantidade de familias destruidas por esta seita de gente sem qualquer classificação profissional, muitas delas inventadas, ou fraudulentas, com documentos falsos, como dentistas etc etc. Mas há mais, os imigrantes foi e será sempre uma fonte de saida do capital empobrecendo um País. Pois não temos assim tanta exportação, que compense a saida de dinheiro. Mais os contratos, e acordos visam em Portugal benificiar unicamente meia duzia, como PT, grandes superficies, mas do outro lado benificia em muito tambem o País onde saiem pessoas pobres sujeitas a tudo, enganadas muitas vezes, dando prespetivas de vida que não correspondem a verdade real, ao mesmo tempo que enviam dinheiro, o crime é reduzido, pois muitos criminosos, vem com a intenção firme de fazerem dinheiro. Bem tudo isto, onde empobrece o País, existem muita gente que trabalham tambem a custos muito baixos, ao ponto dos portugueses nada poderem fazer, pois o nivel de vida, impostos, e compromissos, como rendas, agua, luz etc etc. são quantias que um emigrante, juntos num apartamento, conseguem viver e enviar dinheiro, cujo a quantidade é muito boa para o nivel de vida no País de origem. Os construtores, governos, são os grandes responsaveis, para assim ganharem mais contratavam a baixo preço, mesmo prejudicando a quanlidade, sem pensar nos portugueses. Esses deveriam ser responsabilizados, pelo povo português. Pois agora estão a braços com o buraco que eles proprios cavaram. Mais a emigração tem a haver com o futebol tambem, algo que não compreendo, é a crise, a crise mas os estádios estão sempre cheios. Essa é uma verdade. Jogadores a valerem milhões, dinheiro esse que vem dos nossos bolsos. Mas os portugueses não entendem que é esta a verdade!!!! todo o dinheiro pago, em tudo por uma pessoa ou grupo, ou clube, no final quem paga os estragos somos todos nós. Seja em impostos, seja com contas bancárias, sim a publicidade dos bancos, ou de qualquer marca, julgam que o dinheiro vem de onde? Bem para os leitores deste site, é evidente que sabem, mas a maioria dos portugeses, mais humildes, desde que não vão mexer na sua carteira literalmente, não estão a rouba-lo.Mas o facto é todos nos pagamos o que vemos. Ora publicidade para quê? para que quem assista a um desporto, vá consumir aquele produto, Nos bancos é com cada pessoas abrir conta nesse banco, etc etc, enriquecendo o banco, em que o gasto é largamente compensado com o retorno do investimento. 3º Estamos a ver um trimestre onde o Verão emprega muita gente, na area do turismo e em tudo que gira a volta de férias, industria, comercio etc etc. Ora quando falo em acabar com grandes superficies, é neste sentido. O mercado extinto a conta de meia duzia ganhar milhões é reflexo do dito progresso, com o qual discordo completamente, pois muita gente, empresas faliram, pois em torno de uma mercearia, criava-se uma quantidade de produtores e tudo o que daí advem, desde o consumo num café, uma ida ao mecanico, bem tudo que gira em torno do dinheiro, será mais produtivo quanto maior for o leque de escolhas e de venda. Ora vender para um unico local, grande, implica unicamente em vez de centenos de veiculos, de motoristas, de refeições, de mecanica, de materiais, é necessário um camião, para descarregar nesse local. Ora um grupo muito pequeno ganha e muito, inclusivé são procurados por quem quer vender, pois tem essa vantagem em que muitos interessados, podendo escolher, inclusivé importar mercadoria e produtos de outros Paises. Bem isso foi uma grande machadada na nossa economia, acreditem. Mas nesta area muitos postos de trabalho foram extintos, muito maiores do que uma grande superficie emprega. Não duvidem.4º Ora com a saida de gente estrangeira, dão lugar aos portugueses. Isso é o que venho a dizer desde o incio, acabar com a emigração enquanto portugueses desempregados. Seria uma medida embora possa parecer xenofoba era sim Patriota. O desemprego tem de baixar obviamente, mas a conta do quê? qual o estrago?Bem eu não acredito que o desemprego tivesse baixado ao ponto de ser positivo em termos de estabilidade e crescimento. Este baixamento é sim derivado a factores colaterais em que pessoas que saem de Portugal, por todas as razões menos boas. Este sim é uma motivo, mais um para não ser uma noticia assim tão boa, mas algo de mascarada com a realidade ainda muito dubia e insegura em termso futuros, como povo, e País.

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    • Aladdin Sane permalink
      8 Novembro, 2013 19:22

      Já li esta transcrição do seu artigo do jornal da paróquia algures.

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  5. Fincapé permalink
    8 Novembro, 2013 14:03

    Pois. O “É mesmo mais por aqui” considera que cada um dos desempregados que emigra consome de forma igual a um dos novos super-ricos, mas se calhar isso não é bem assim. 😉

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  6. tamal permalink
    8 Novembro, 2013 16:49

    Não obstante, eu vou mais por ali, san vítor, se não ofende.
    E se o sofista é capaz de provar o preto e o branco, à vez e conjuntamente, não há aí melhor que o John Miranda. Acontece que um homem lê o post e notando a manha, o sofisma, por dentro não fica logo ali vesgo num repente.
    A prová-lo, diz gente dos sindicatos, tenho ideia, que a verdade é que hoje Portugal conta menos 100 mil e tal empregos que há um ano.
    De qualquer maneira, toma nota, John, eu escrevi, acrescentado ora, toma nota, Vítor Cunha, outro sofista, diz-me daqui a dois, três meses se a baixa no desemprego se mantém viva ao quarto semestre deste ano .

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