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Nas vésperas do 25 de Novembro de 2013

23 Novembro, 2013

a) os militares foram substituídos pelas forças de segurança como foco de instabilidade. Porquê? Por causa do medo da cidade aberta

b) todas as tentativas de mobilização dos trabalhadores, indignados…  falharam

c) é facílimo às forças de segurança criarem situações insustentáveis para o governo e forçá-lo à demissão

 

Logo estamos à beira de assistir

  A curto prazo:

a) reforço da importância simbólica das Forças Armadas como contraponto das forças de segurança tanto mais que aos militares só resta a via do golpe – coisa que não ousam tentar dada a falta de dinheiro e a complexidade de relações internacionais necessárias para o obter  –   e os polícias têm ao seu dispor mil e uma situações em que quotidianamente podem humilhar o governo ou criar-lhe embaraços terríveis;

b) os próximos governos não ousarão tocar no estatuto profissional das forças de segurança

c) o PCP vai usar a sua importância nas estruturas sindicais das polícias para pressionar  o actual governo mas também “as esquerdas” ou seja o PS+BE e o futuro governo seja ele qual for

 

A médio prazo:

a) o poder político tem de ganhar às forças de segurança. Como? Dividindo-as, retirando-lhes áreas de competência, tirando-lhes o tapete em situações delicadas, fazendo campanhas em que se denuncia a presença de elementos radicais (de direita, claro, que os de esquerda não contam)… Não vai ser bonito de ver nem no balanço final positivo para o povo mas vai acontecer.

 

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36 comentários leave one →
  1. A. R permalink
    23 Novembro, 2013 12:29

    Cara Helena

    O Socialismo é perfeito e o destino final que todo o homem percorre (quer queira quer não). Tudo o que falhou na esquerda até agora foram apenas devido a desvios de direita e burgueses infiltrados e manipulados pelo capital. Olavo explica melhor.

    “Sendo impossível o socialismo perfeito, suas sucessivas encarnações imperfeitas serão sempre e necessariamente consideradas “direitistas” em comparação com suas versões ideais futuras, de modo que a culpa de seus crimes e misérias terá de ser imputada automaticamente à direita, ao capitalismo, aos malditos liberais e conservadores. Do fundo do Gulag, do cemitério ou do exílio, estes serão sempre os autores do mal que os comunistas fizeram.”

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    • Manolo Heredia permalink
      23 Novembro, 2013 18:36

      O “socialismo em liberdade” tem os dias contados, caído que foi o muro de Berlim. Essa forma de socialismo, responsável pela implementação de estados sociais na Europa de Oeste só foi tolerado (e financiado) pelo Grande Capital (americano e não só) como forma de atenuar as diferenças que existiram no pós-guerra entre os estados liberais e os vizinhos da URSS.

      É triste assistir ao estrebuchar do velho urso socialista em liberdade.

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      • RCAS permalink
        23 Novembro, 2013 23:59

        “socialismo em liberdade” é a social democracia dos países escandinavos.
        Tem por lá andado um pouco por baixo, mas ao que parece, alguns desses governos conservadores e ultra liberais andam a meter água… é que as pessoas não estão a gostar do ataque ao seu estado social!

        portanto:
        “É triste assistir ao estrebuchar do velho urso socialista em liberdade.”
        Olhe que não, OLHE QUE NÃO!

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      • 24 Novembro, 2013 00:06

        olha este agora revela ser um submarino comunista como o nacional-xuxalista carlos do carmo que disse que soares foi um péssimo 1º ministro e lá no colégio alemão nã eram como estes

        viva cunhal ….

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  2. YHWH permalink
    23 Novembro, 2013 12:36

    Helena a um passo de abraçar o sistema angolano…

    «Disparos da polícia durante manifestação da UNITA em Luanda (SIC)

    Elementos de Polícia de Intervenção Rápida de Angola efetuaram disparos para o ar para impedir o porta-voz da UNITA de prestar declarações à imprensa estrangeira durante a manifestação convocada para hoje por este partido em Luanda, constatou a Lusa no local.»

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  3. antonio permalink
    23 Novembro, 2013 13:02

    Tenho grande simpatia pelas forças de segurança mas fico de pé atrás qdo se tentam identificar como funcionários públicos de primeira sendo os restantes de segundo. O seu ordenado não vem do orçamento de estado, tal como o dos restantes funcionários públicos ? e já agora, senhores jornalistas que ontem entrevistaram tantos agentes das forças de segurança, que tal perguntar se já apanharam os foragidos da cadeia de Castelo Branco ?

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  4. Churchill permalink
    23 Novembro, 2013 13:06

    Helena
    Para já parece-me que a ideia de fundir a GNR com a PSP vai cair, porque miseravelmente necessitamos de ter uns a controlar os outros.
    E fazia algum sentido a racionalização de meios.

    Que o PCP vai agir na sombra para criar a maior desordem possível é algo que se tem de esperar, e a destruir empresas ou entidades eles têm uma grande competência.

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    • Monti permalink
      23 Novembro, 2013 18:33

      Nem mais.
      A imprensa não deve achar de interesse público isto:
      “O MAI preso pelos eternos estudiosos da especialidade, e com sindicatos não incluídos na procura de soluções, revela-se incapaz de criar uma Direcção ou Comando Nacional comum ás forças de segurança. A economizar reduzindo drasticamente na formação de novos agentes, para pagar a multiplicação de generais e coronéis da última reforma da GNR (António Costa), a somar à incapacidade de eliminar as degradadas esquadras da PSP.
      Um ministério a pagar dez milhões de euros por arrendamentos de quartéis, e edifícios para órgãos recentemente reinstalados com contratos ruinosos – no Tagus Park (SEF e ANSR), com três milhões que em caso de denúncia obriga a suportar dez anos de renda! Tem solução fácil: ocupar algumas das instalações do Exército disponíveis ou a disponibilizar, caso não esteja dominado por interesses idênticos aos que levaram aos arrendamentos de 2008!”
      Extracto enviado Expresso.

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  5. 23 Novembro, 2013 13:37

    Entretanto Cavaco já tem uma lista das confeitarias com melhor bolo-rei.

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    • licas permalink
      27 Novembro, 2013 21:29

      . . . E Sócrates, depois de os submeter a cargas forçadas de alimento,
      já vislumbra como a alcateia que preside se vai apropriar do governo da nação . . .

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  6. 23 Novembro, 2013 14:47

    Eu acredito em milagres, por esta ordem de possibilidade:
    1º O Benfica ser campeão europeu.
    2º Mário Soares tomar juízo.
    3º Passos Coelho demitir-se.

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    • 23 Novembro, 2013 15:01

      Sobre o Benfica ser campeão europeu, é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha.
      Soares é o que é e não sei o que toma.
      Passos não se demite. Está agarrado ao poder e tem legitimidade democrática, para mal dos nossos pecados.

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      • 23 Novembro, 2013 18:15

        Bem visto Piscoiso, bem visto.

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      • 23 Novembro, 2013 22:01

        Leu apressadamente, é erro.
        Era isso mesmo que eu queria dizer (talvez não me tenha feito entender).
        A ordem dos milagres era crescente.
        E repare, estamos a falar de milagres.
        Compreendeu agora?

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  7. @!@ permalink
    23 Novembro, 2013 15:25

    Se as forças de segurança são controladas pelo PCP só tenho de tirar o chapéu ao partido por tão bem as controlar. Subir as escadarias e parar às portas do parlamento é obra. E assim a Helena demonstra o quanto o PCP é importante.

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    • Churchill permalink
      23 Novembro, 2013 15:34

      É Importante e competente, disso não há dúvida.
      Como sucede com muitas outras coisas pequenas, que conseguem causar males maiores.
      Infelizmente são uma espécie de tumor que só consegue destruir. Não sai de lá nada positivo.

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    • 23 Novembro, 2013 22:02

      Lérias.
      Sabiam perfeitamente onde estava o limite.
      Foi tudo uma bela peça de teatro (talvez até de ópera) bem encenada e melhor realizada.

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  8. Juromenha permalink
    23 Novembro, 2013 16:02

    Desde o texto aos comentários, tudo seria pertinente – e de uma gravidade extrema – se estivessemos a analisar um país independente.
    Muito simplesmente, não estamos.
    Teremos de nos preocupar, e muito, se “aqui ao lado” a coisa der para o torto.
    Aí não há Windor , ou mesmo NATO, que nos safe….

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  9. RCAS permalink
    23 Novembro, 2013 16:52

    a)- “o poder político tem de ganhar às forças de segurança. Como? Dividindo-as, retirando-lhes áreas de competência, tirando-lhes o tapete em situações delicadas, fazendo campanhas em que se denuncia a presença de elementos radicais (de direita, claro, que os de esquerda não contam)… Não vai ser bonito de ver nem no balanço final positivo para o povo mas vai acontecer.”

    – Se não estou enganado chama-se a isto? DIVIDIR PARA REINAR!

    c)- “o PCP vai usar a sua importância nas estruturas sindicais das polícias para pressionar o actual governo mas também “as esquerdas” ou seja o PS+BE e o futuro governo seja ele qual for”

    – És inteligente Lena… “quase” em cheio! mas não será com o BE!

    PARTIDO LIVRE * Liberdade, Esquerda, Europa, Ecologia* – é um partido progressista, cujo património ideológico se faz da confluência e renovação de quatro correntes principais: o libertarismo de esquerda, o ecologismo político, o socialismo democrático e o projeto democrático europeu.
    Rezo… aos Deuses para que resulte! vamos ver!
    Ontem no Expresso da meia-noite, um deputado do PC João Oliveira, mostrou-me até que ponto um jovem, está já fortemente bovinizado na cassete do costume. Não houve ali nada, absolutamente nada de novo no discurso, nem um niquinho que fosse, sempre a mesma lenga lenga do costume, mudando a musica para pacto de agressão!
    Ouvindo este jovem, confirmei que o PC não sente o “mínimo remorso”, pela aliança com a direita para derrubar Sócrates e o PS, permitindo assim que estes iluminados tivessem acesso ao pote, para desgraça deste povo!
    Aprisionado na sua caverna ideológica, sente-se confortável na sua função de partido do protesto, influência sindical, e na Educação atraves da Fenprof! não quer mais!
    A bovinização é tal que teve que levar nas orelhas do Pedro da Silva Pereira, como menino ignorante e manipulador!
    Rui Tavares deputado Europeu, e putativo lider do PLivre, demonstrou a inteligência e a clarividência, de como se deve formar uma alternativa de esquerda: menos bla bla bla, mais trabalho, mais pragmatismo!
    Mas o PC auto exclui-se, mas no dia em que apareça um verdadeiro governo de esquerda, verse-a transformado numa especie de partido do taxi!…

    PS – Um dia eu ganho a lotaria…

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  10. JDGF permalink
    23 Novembro, 2013 18:18

    Na passada 5ª feira em frente à AR decorreu – com os precalços amplamente divulgados – uma manifestação de todas as polícias. Sendo assim a haver demissões (e responsabilidade política) deveria ser exonerado o ‘director nacional de todas as polícias’. Sim, o MAI, i.e., o mesmo que aparece de dedo esticado a repreender os seus homens.
    Claro que este raciocínio diz respeito a um país com uma sólida vivência democrática. Por cá, como já foi em relação a Relvas, em relação a Machete, tubo permanecerá imutável. Até ao próximo ‘incidente’…

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  11. javitudo permalink
    23 Novembro, 2013 19:01

    Os inocentes activistas procurarão empurrar os incautos. Há um partido que tem enorme experiência nessa manobra. Há outro partido espúrio que às vezes estraga tudo e por isso é detestado pelo primeiro. Há um partido expectante a ver para que lado vai cair.
    Garras afiadas, aventais impolutos, a par com falácias desmedidas aprendidas em universidades encerradas.
    Os restantes partidos, neste aspecto não contam, pensam que estão no poder enquanto os empregados dos credores não fazem a visita periódica. Não fossem as costas quentes!
    Andam distraídos e aguentam-se conforme podem.
    Não aprenderam a desmontar armadilhas.
    O povinho olha para a embrulhada; há o jogo da bola, a telenovela, os miúdos agarrados à playstation comprada a crédito, tal com o plasma, as mobílias, o frigorífico e o automóvel.
    “É pá esqueci-me de pagar a taxa e de fazer a revisão!”. “Olha-me para aquele golaço!”
    Nos intervalos, arrota o gás da cerveja, olha de lado para a Maria e boceja:
    “Estes gajos ainda querem é entalar-nos mais!”.
    “Se quiserem ir para a porrada que vão eles!”
    “Ainda hoje vi o filho do meu patrão no BM, com o punho no ar!”
    ” Quem é que eles querem enganar? Eles que se f..!”
    O povo é sereno (Pinheiro Azevedo, ex-almirante verdadeiro).
    Bolas, digo eu, já não há fervor revolucionário!

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  12. Fincapé permalink
    23 Novembro, 2013 23:24

    “As greves… há muito que em Portugal estão restringidas ao sector público e assemelham-se mais a um protesto ritualizado, quase a uma espécie de procissão laica de adeus a um mundo que acabou… Pois sendo os grevistas funcionários públicos, ou de empresas públicas, têm pela frente um obstáculo mais intransponível que qualquer Governo: o bolso vazio dos contribuintes.”
    ———–
    Começo por dizer que fui ler (ou reler) o post de 2011 do link que a Helena colocou e de onde retirei a parte que colei acima.
    Quanto ao post em si, concordo com muito do seu conteúdo porque detesto gangues, bandos e qualquer tipo de criminosos por conta própria. Acho que um dos grandes pecados da esquerda foi tolerá-los, quando não mimá-los, coisa que agora já se estendeu à direita. Da direita ultraliberal nem se fala. Essa, se pudesse, deixaria os bandidos todos à solta para não gastarem o “nosso rico dinheirinho”, através dos impostos. como eles dizem, ou quase dizem.
    Agora sobre as greves ritualizadas… dos funcionários… do bolso dos contribuintes… a que possa juntar a alegria contida de A.R e de Manolo Herédia, nos comentários acima, sobre o fim do socialismo.
    Interessa-me pouco se uma sociedade que se preocupa com os cidadãos se chama socialista ou outra coisa qualquer. Não tenho preconceitos desses. Mas lembro que as greves, revoluções e outras formas de luta que permitiram aos cidadãos terem uma vida digna a partir dos rendimentos do trabalho começaram quando os funcionários públicos eram residuais e, a maioria das vezes, quase escravos públicos, tendo em atenção as condições em que trabalhavam e o que ganhavam, E se a história, afinal, ainda não terminou, também não terminará quando 5 ou 10% da população mundial detiver os 100% da riqueza, quando o trabalho voltar a ser escravo, quando os políticos representarem apenas o capitalismo improdutivo, saqueador, predador e depredador que tem vindo a crescer, destruindo o capitalismo produtivo, consciente e humano que, voluntariamente ou por força das circunstâncias contribuiu positivamente para a construção de sociedades mais justas. Lembro mesmo que, mesmo em Portugal, ainda existem capitalistas e capitalismo desse. A própria destruição do planeta, na maior parte por desleixo e desprezo do tal capitalismo predador, vai certamente
    Não se divirtam, pois, com o levantamento da bandeira em favor do pior que politicamente o planeta pariu. A história não acabará aí, certamente.
    Duvido mesmo que, mesmo a Helena, estudiosa e especialista da história, seja capaz de contrariar esta ideia.
    ———-
    No que diz respeito às forças de segurança e aos riscos anunciados, concordo com uma boa parte e até com algumas soluções.
    No entanto, é um daqueles setores em que a classe política, principalmente governos, pode intervir sensatamente evitando o pior. Há coisas que são de uma injustiça quase brutal, seja na perseguição a criminosos, no pagamento de fardas ou acidentes com os carros. Bastava um pouco, ou um pouquinho, de bom senso. E este é talvez o maior problema na nossa classe política: encontrá-lo!

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    • und permalink
      23 Novembro, 2013 23:41

      na nossa….assumes-te ó bandalho….ó filho da mãe ó qual era a outra do socrates….

      aprende a ler o que escreves pá….

      tu não falas maluco….tu escreves…

      und hiperligação permanente
      23 Novembro, 2013 23:39

      um judeusito hiperligação permanente
      23 Novembro, 2013 23:24

      Este gajo não sabe ler…o que escreve….
      Eu nem falei dos Irish..

      um judeusito hiperligação permanente
      23 Novembro, 2013 19:24

      Ahhhh… os posts sobre Música de Intervenção eram muito melhores.

      Davam para a gente cantar, trautear, aprender músicas novas “ give back Ireland to the Irish, give back Ireland to the I-I-Irish”

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      • Fincapé permalink
        24 Novembro, 2013 00:34

        Não vejo qualquer sentido neste teu comentário, nem sequer percebo a colocação de cópias dos textos do “judeusito” (que deveria levar “z”).
        Quanto a certas palermices que escreves, bem podes escrever, como figura de retórica, que as “dizes”. Tal como os cegos (e os não cegos) costumam dizer “estou a ver”, como significando “estou a compreender”.

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      • 24 Novembro, 2013 00:49

        Não vês, pois é que o sentido das coisas não se vê, tal como não vês as cores, tudo depende da capacidade de descodificação do teu cérebro….

        que obviamente está atulhado de i-dei-as i-deo-loggias e outras merdas

        os cegos veêm e têm sonhos de visões várias….não o fazem é do mesmo modo que tu…

        e os teus alter egos dizem que dizem e falam que falam

        como já disseste antes….bolas lê o que escreves ó puto de merda

        cá a minha memória está fine
        obacco Road is set in rural Georgia, several miles outside Augusta, Georgia during the worst years of the Great Depression. It depicts a family of poor white tenant farmers, the Lesters, as one of the many small Southern cotton farmers estranged by the industrialization of production and the migration into cities. The main character of the novel is Jeeter Lester, an ignorant and sinful man who is redeemed by his love of the land and his faith in the fertility and promise of the soil.

        Plot summary[edit]

        Lov Bensey, a friend of the Lesters, walks to his home at the train yard coal chute. He has walked seven and a half miles to get a sack of winter turnips for fifty cents; which is half of his daily wage. On his way home he stops by the Lesters to talk to Jeeter about Jeeter’s twelve-year-old daughter Pearl, to whom Lov is married. While Lov is talking to Jeeter, the book introduces the reader to sixteen year-old Dude, the youngest of the Lester boys; Ada, Jeeter’s wife; Grandma Lester; and Ellie May, an eighteen-year-old girl with a grotesque gama gama alfa beta tau tau

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      • 24 Novembro, 2013 00:52

        Fincapé HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
        23 Novembro, 2013 23:24
        “As greves…do pensamento são muitas….e os gamas inda mais
        ———–
        Começo por dizer que fui ler (ou reler) o post de 2011 do link

        começas por dizer a quem?

        foste? como?

        lês postes? e andas atrás deles ó cão como tu….

        referência Baptista-Bastiana

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      • um judeusito permalink
        24 Novembro, 2013 21:53

        ò Fincapé. Ele anda a fazer publicidade dessa Música de intervenção. Deu-lhe para aí, e agora olha… Pode ser que acalme, e a .venha a cantar bem.

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      • Fincapé permalink
        24 Novembro, 2013 23:08

        Imagino como ficou a esquina onde ele bateu com a cabeça, pela constatação do estado em que ficou a cabeça. 🙂

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    • 27 Novembro, 2013 21:38

      pelo menos o gajo não acredita ser várias pessoas como tu ó gama…..

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  13. 24 Novembro, 2013 00:58

    enquanto estiveres aqui em lugar nenhum

    a falar de cousas quando escreves

    e a ires a postes de gatas ou de pé sem mexeres o cu

    eu fico a pegar-te caridosamente na virtual mão

    nunca abandono um paciente ainda vivo….

    olha a granada…

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  14. Fincapé permalink
    24 Novembro, 2013 01:08

    A tua fase depressiva é tramada. Deves ter muitos problemas mal resolvidos. Addio, ragazzo.

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    • 24 Novembro, 2013 01:18

      adios diz-se a dios…..ragazzo implica ter a idade do Borges e esse está mais morto que o motorista de 60 anos que quinou a semana passada na reta de Pegões

      non num tenho fases….não sou maníaco como tu….

      nem estou deprimido já vivi muito peor que iste logo 20 ou 40 anos assim nem é mau….

      sou um optimista como o doutor

      doutor who? candide claro….já puze o livre na lista bou bere

      AboutThe End of Oil
      Book
      The End of Oil: On the Edge of a Perilous New World is a non-fiction book by American journalist and author Paul Roberts. Published in 2004, it is Roberts’ book-length debut. It provides an analysis of the various problems associated with humanity’s reliance on oil and other fossil fuels such as coal and natural gas.

      Synopsis[edit]

      Though The End of Oil is not a chronological history of humanity’s use of fossil fuels, Roberts begins by recounting how Thomas Newcomen, in 1712, presented the first large steam engine, and thus helped spark the Industrial Revolution. He then goes on to explain the problems that have since developed, or may develop in the future, from humanity’s reliance on oil and its “geological siblings”, coal, and natural gas. While there is a chapter on hydrogen as a possible alternative to oil (not as an energy source, but as an energy carrier), the book is not focused on any one solution to the problems it lays out.

      According to Roberts, oil faces three major dilemmas. Most importantly, all fossil fuels are by their very nature limited in supply; as far as oil is concerned, the resulting dilemma is best known as the question of peak oil. Further, much of the oil consumed by affluent countries such as the United States is extracted in countries that are rather unstable politically, such as some of the members of the OPEC. The oil trade is therefore prone to become intertwined with international relations, although the nature of this interplay is highly controversial, with some citing oil as a reason for conflicts such as the Iraq War and others denying such claims. Finally, since the burning of fossil fuels releases carbon dioxide that was previously locked in the ground, humanity’s reliance on oil may contribute to global warming.

      As to the aims of the book, Roberts states at the end of the prologue:

      I am under no illusions that this book addresses all the important aspects of the evolving energy economy, or even most of them. Energy is a vast topic, with millions of components interwoven in a complex and everchanging pattern that defies quick answers or simple truths. ….

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  15. Castrol permalink
    25 Novembro, 2013 16:23

    Tenham Medo!!! Tenham muito Medo!!!

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