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Perspectivas

25 Março, 2014

Gráfico socialista

grafico-socialista

 

Gráfico realista

grafico-realista

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38 comentários
  1. Abre-latas permalink
    25 Março, 2014 21:22

    Gosto mais do primeiro.
    É mais giro!

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  2. 25 Março, 2014 21:32

    Os dois gráficos apresentam os mesmos valores.
    É sabido que os gráficos são uma forma de manipulação visual dos valores numéricos.
    No primeiro amplia-se visualmente a diferença de valores.
    No segundo minimiza-se essa diferença.
    Qual é o problema?

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    • Bento 2014 permalink
      25 Março, 2014 22:39

      O problema é que uma corrida de 10000 metros começa no primeiro milímetro e acaba no ultimo. Começar ao quinto quilómetro, apanhar o carro vassoura e saltar de novo para a estrada é batota.

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      • piscoiso permalink
        25 Março, 2014 23:01

        Ó Bento os gráficos apresentados são a duas dimensões e as escalas dessas duas dimensões são variáveis.
        O exemplo que apresenta tem uma dimensão.
        Capito?

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      • vitorcunha permalink*
        25 Março, 2014 23:08

        Repare que E=mc^2. A massa em queda livre, na realidade, não percorre espaço e sim tempo. Quer dizer…

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      • piscoiso permalink
        25 Março, 2014 23:47

        Faltam-lhe eixos.

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      • vitorcunha permalink*
        25 Março, 2014 23:49

        Discordo. O ambiente está muito mais respirável e o número de insultos que os leitores não chegam a ler subiram 100%. Eixos é comigo.

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      • Bento 2014 permalink
        26 Março, 2014 09:54

        Também gosto desta: Um navio metido á força numa banheira distorce a dimensão de qualquer destes elementos.

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  3. Ana Maria Gomes permalink
    25 Março, 2014 21:36

    Quero acreditar que com estes excelentes gráficos os mais incautos ponham a cabeça a funcionar!
    Parabéns Vítor Cunha!

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  4. JDGF permalink
    25 Março, 2014 21:39

    As duas imagens mostram como se pode revelar ou esconder o risco de pobreza e de exclusão social. Isto é, qualquer dado estatístico pode ser ‘torturado’ até servir um propósito. Todavia, o gráfico ‘realista’ é uma gargalhada (de ilusionismo)… que parece rir-se da pobreza.

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  5. 25 Março, 2014 21:39

    Com a técnica que empregou, não arranja emprego em nenhum jornal e, claro está, muito menos na televisão onde os gráficos têm que ser de um tamanho que até os cegos possam ver.

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  6. Ana Maria Gomes permalink
    25 Março, 2014 21:51

    Os arautos da desgraça gargalham á fartazana quando são confrontados com a realidade. A realidade para os mesmos é ilusionismo.
    Nem a pobreza de espírito me faz rir!!!

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    • piscoiso permalink
      25 Março, 2014 23:30

      Ó Dona, ambos os gráficos são a realidade.
      O que difere neles é a escala dos valores no eixo das ordenadas.
      Ambos são uma forma de mostrar a realidade dos números.
      Que idade tem a senhora?
      85?
      Se escrever 85 no Word com o texto em 6 PT aparece um 85 pequeno mas não é por isso que fica mais nova.
      E inversamente.

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  7. Obelix permalink
    25 Março, 2014 21:54

    Se a população residente for de 10.000.000, qualquer variação de 1% são 100.000 almas, uma cidade portuguesa média inteira a entrar em risco. E por muito larga que seja a escala do gráfico, 100.000 é muita gente!

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    • Bento 2014 permalink
      25 Março, 2014 22:43

      A questão não é quando o burro cai, mas quando lhe deram cordas nos cascos no sentido do precipício.

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      • vitorcunha permalink*
        25 Março, 2014 22:45

        Os progressistas humanistas calculam a posição de um corpo em queda livre para poderem dizer que agora está pior do que há instantes.

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  8. Trinta e três permalink
    25 Março, 2014 21:54

    A realidade, bem expresa em ambos os “desenhos”, é que os níveis de pobreza em Portugal, são extremamente altos.

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    • vitorcunha permalink*
      25 Março, 2014 21:57

      America Has Less Poverty Than Sweden

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      • Obelix permalink
        25 Março, 2014 22:09

        Curiosa definição de pobreza.

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      • Trinta e três permalink
        26 Março, 2014 08:21

        Está por aí uma mensagem difícil de ser digerida…

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      • vitorcunha permalink*
        26 Março, 2014 08:30

        Aguarde uns minutos que já sai posta a enfiar pela goela essa dificuldade cognitiva.

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      • Trinta e três permalink
        26 Março, 2014 08:26

        Penso ter por aqui lido bastas citações das medidas que se estavam a tomar na Suécia, limitativas do estado social. Mas, independentemente disso, seria necessário saber se há semelhança nos valores que servem como referência e quais as medidas de apoio que a sociedade tem organizadas. Moral da história: os níveis de pobreza em Portugal são extremamente altos.

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  9. basto_eu permalink
    25 Março, 2014 22:04

    Enquanto houver uma única pessoa que seja em risco de pobreza ou exclusão social não poderemos dar descanso às nossas consciências. Mas também tenho de reconhecer que há muito exagero em algumas situações relatadas, a começar pela TVI, porque as instituições de solidariedade, tanto do Estado como do privado estão a funcionar em pleno. O que é que queriam? Isto é uma consequência e não uma causa das políticas levadas a cabo pelos labregos do passado. Já se sabia que este flagelo ia acontecer e, vai levar tempo, até que seja controlado totalmente. Só agora estamos a dar os primeiros passos.

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  10. Nuno permalink
    25 Março, 2014 22:16

    Boas

    Se o gráfico fosse um pouco mais esticado, poderíamos dizer que não existe flutuação alguma. Ao que parece voltamos a 2004 neste indicador.

    Votos de sucesso

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    • vitorcunha permalink*
      25 Março, 2014 22:22

      E quando voltar a 1993 vai chamar-lhe um figo.

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  11. basto_eu permalink
    25 Março, 2014 22:20

    Uma coisa eu estou a reparar…ultimamente o ar por aqui anda mais respirável. Não sei de quem é o mérito: se dos opinenses ou do moderador que cortou as asas e o pio a alguns pardais…

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  12. basto_eu permalink
    25 Março, 2014 22:28

    Uma trabalheira danada essa a de tirar os sapatos e as meias…para limpar os pés ao tapete…é isso?…Deve ser.

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  13. blitzkrieg permalink
    25 Março, 2014 23:26

    Vá, nem tanto ao mar nem tanto à terra. O gráfico socialista é um abuso. O realista corre o risco de o ser. Vejamos com a inflação. Se a temos a 1%, saltos para os 5% são graves. Se a temos habitualmente a 50%, uma descida aos 45% e posterior regresso aos 50% é quase imperceptível. É preciso olhar para a variável em análise e perceber a sua natureza. Dito isto, por vezes é preciso combater fogo com fogo, e os socialistas foram durante anos uns artistas do pior com os números… perdão, são SEMPRE uns artistas do pior com os números! Ou não seriam socialistas…

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  14. Zegna permalink
    26 Março, 2014 01:00

    Só gostava de saber como distinguem um pobre que recebe um RSI de 550 eur /mês de um trabalhador que ganha 550 eur /mês . Como é? são os dois pobres ou só um?

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  15. lucklucky permalink
    26 Março, 2014 01:19

    Cuidado com os gráficos sem o zero.

    É sempre boa prática quando um gráfico aparece verificar se tem zero.

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    • 26 Março, 2014 10:22

      “Crop” da imagem, é reenquadrá-la cortando-a para mostrar apenas o essencial.
      Foi o que foi feito no primeiro gráfico, em que a manipulação é mostrar apenas a zona preenchida. O zero existe, mas não é mostrado por desnecessário e óbvio.
      No segundo gráfico, a manipulação é mostrar o vazio, para dar a sensação de variação mínima.
      Cada qual engole a figurinha do gráfico que quiser, mas a realidade está nos números e esses são iguais nos dois gráficos.
      É para distrair o pessoal.

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  16. Fernando S permalink
    26 Março, 2014 01:44

    Portanto, o que se pode constatar é que, apesar da crise e da austeridade destes ultimos anos, o grau de pobreza em Portugal mantém-se relativamente estavel (ao nivel do que era em 2004, ano de “vacas gordas”).

    Ou seja, estas estatisticas confirmam que, ao contrario do que muitos percepcionam e dizem, a austeridade afectou mais as categorias sociais com menor risco de empobrecimento, incluindo a chamada “classe média”, e poupou em boa medida as categorias de rendimentos mais baixos.

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  17. Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    26 Março, 2014 02:35

    25%, 26% ou 27,5%, pouca diferença faz. A pobreza seja em que percentagem for, é sempre demasiada, e devia-nos envergonhar a todos.
    Em vez de se arranjarem consensos que vão desde o BE até ao CDS, o PCP ficou de fora porque não alinha em reinações que não controla, para discutir o sexo dos anjos, como é o assunto da putativa negociação da reestruturação da divida publica, deviam os que se empenharam em encontrar esses consensos gastar o seu tempo a promover uma discussão muito mais útil: o que é que falhou nestes quarenta anos de Democracia, porque é que já fomos neste periodo três vezes à falência, e o que é devemos fazer para desenvolver este país de uma vez por todas.

    Se calhar esta solução discutida no segredo dos deuses e que esteve na calha mas não saíu da gaveta, teria sido o caminho para a nossa felicidade colectiva:

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  18. Atento permalink
    26 Março, 2014 07:24

    Ou a desonestidade intelectual posta em acto…. Isto explica bem o que é aquela galambada, quero dizer, cambada.

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  19. Fernando S permalink
    26 Março, 2014 10:14

    Claro que seria preferivel ter menores niveis de pobreza em Portugal.
    Dito isto, convém não perder de vista que, a nivel mundial e em termos absolutos, Portugal faz parte do grupo de paises onde as pessoas vivem melhor. No fim de contas, e apesar de tudo, é preferivel ser pobre num destes paises do que ter um nivel de vida médio no resto do mundo. Por isso mesmo é que há tanta gente do Terceiro Mundo, que não é sequer a mais desfavorecida nestes paises, que emigra ou aspira emigrar para paises onde se inclui Portugal.
    Mesmo a nivel da Europa, a posição de Portugal não é das piores. Não está muito longe da média da UE a 27. É, por exemplo, melhor do que na quase totalidade dos paises de leste e da antiga URSS. E na Europa do Sul não é dos piores (Grécia, Espanha, Italia, …).
    Também é importante ter em conta que, historicamente, no longo prazo, a posição de Portugal melhorou em absoluto. Sobretudo na 2a metade do século XX. Ou seja, comparando o que é qualitativamente equivalente, a percentagem de pobres diminuiu e a condição dos mais pobres, pelo menos em termos materiais, melhorou. Esta evolução tem sobretudo a ver com a modernização estrutural do pais, de uma economia essencialmente rural e artesanal para uma economia mais urbana e industrial.
    Objectivamente, o nivel e o tipo de pobreza a que Portugal chegou nos tempos presentes correspondem ao que é mais ou menos caracteristico das sociedades mais desenvolvidas. Portugal tem ainda um atraso que se deve sobretudo ao facto da transição da ruralidade para a urbanidade ser ainda relativamente recente e se ter feito em menos tempo do que em muitos outros paises equivalentes. É provavel que, nas proximas décadas, com a substituição de gerações, uma parte deste atraso estrutural tenda a atenuar-se naturalmente.
    Dito tudo isto, é também verdade que, sobretudo nas ultimas décadas, os niveis de pobreza em Portugal não baixaram a um ritmo equivalente ao da melhoria dos niveis gerais de vida do conjunto da população.
    Ou seja, apesar do “Estado Social” ter crescido enormemente, de se terem gasto milhões em medidas e politicas “sociais”, do pais ter adoptado uma legislação laboral dita “protectora” dos trabalhadores, da existencia de um salario minimo e de prestações sociais de todo o tipo, apesar de tudo isto, o nivel de pobreza e exclusão não diminuiu tanto quanto se poderia ter esperado.
    Uma das razões é que, apesar do nome e das intenções anunciadas, o dito “Estado Social” é bem menos eficiente e solidario do que se pensa na redistribuição da riqueza e na assistencia aos mais desfavorecidos.
    Outra razão é que o despesismo e o intervencionismo do Estado teem um custo elevado em termos da eficiencia da economia e da capacidade desta para criar emprego e riqueza e para distribuir rendimentos que cheguem também aos mais desfavorecidos. No fim de contas, o aumento do desemprego estrutural ao longo da década que antecedeu a crise actual é um dos factores que mais atrasou a esperada descida dos niveis de pobreza em Portugal. Muito mais do que a austeridade e o aumento conjuntural do desemprego dela decorrente, que são ainda muito recentes e temporarios e que, como se tem visto, descontando toda a demagogia miserabilista actualmente em voga, até nem tiveram um impacto assim tão grande.

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  20. 26 Março, 2014 10:17

    «O Vítor Cunha confundiu-se mais uma vez: vem-nos falar da “taxa de intensidade de pobreza” e não de “taxa de risco de pobreza”. Esta última, de acordo com esta notícia, está agora em 18,7%, tendo num ano subido oito pontos percentuais. “Gráfico realista” nenhum faria o segmento de reta equivalente parecer quase horizontal.»

    Notícia:
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=725604&tm=6&layout=121&visual=49

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    • vitorcunha permalink*
      26 Março, 2014 10:22

      Você tem que se decidir: ou papagueia link chanfrado ou faz copy-paste de texto chanfrado.

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