Deviam era obrigá-los a ficar!
4 Abril, 2014
a) Os 150 sindicalistas (150!!!!) recebem ordenado no fim do mês
b) Progridem na carreira como trabalhadores mas muitos trabalham exclusivamente nos sindicatos
c) São pagos pelos contribuintes para serem sindicalistas
d) Uma vez na vida foram ao ministério a que muitos deles estão vinculados
… Logo nem que seja sentadinhos deviam ficar para terem esse contacto iniciático com o mundo laboral.
Obs. Já que ali estão podiam solidarizar-se com estes colegas: Ordenados em atraso e despedimentos na União de Sindicatos
36 comentários
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Ta malllll….se eram 150 as pessoas que estavam lá eram 148 sindicalistas…..a repórter da sic encontrou dois maridos “em solidariedade”.
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Existirá nexo de causalidade entre este barulho armado e estarem a perder nos tribunais as impugnações sucessivas com que combatem a eficácia política de decisões do ministérios?
Gostei da sua repescagem da situação da USB e, nomeadamente, poder ler:
“Por outro lado, o facto de estarmos há cerca de dois anos sem realizar qualquer curso de formação profissional, colocou-nos numa situação muito complicada”, explicou Joaquim Daniel Rodrigues.” ”
Portanto o negócio dos sindicatos é a formação profissional…
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Sim, o negócio dos sindicatos é a formação profissional.
Mas há muito, muito tempo.
Eles ,amigos e famelga – mamam como bezerros de ouro.
Por isso há tantas listas e tão aguerridas competições eleitorais…
E nelas “É o vale tudo!”.
Pudera…
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É muito interessante. Se recebem ao fim do mês sem trabalharem, como podem estar sem receber? …..
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Se estes taliban sindicalistas não estão contentes mudam de trabalho. Irem-se queixar da redução de 21 para 18 funcionários é simplesmente indecente quando muitas empresas privadas tiveram que despedir mais de 40% dos seus efectivos e outras que fechar por terem que lhes pagar as contas. Na Coca-cola em Espanha havia alguns que trabalhavam 13 dias e recebiam 110 000 euros.
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Os penduras dourados!…
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O que é “pessoal não decente”?
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Que mania de dizer mal dos sindicalistas. Porquê, se não passam de trabalhadores que deram certo. Há os que não deram certo: os desempregados; e os que trabalham: os trabalhadores. Uma empresa sem sindicalistas é uma empresa que segue em frente com o mínimo de chatices; mas num Organismo do Estado, é como um jardim sem flores.
Um ministro vai almoçar à nossa conta. Bem bebido e comido, no máximo terá problemas que dois ou três arrotos não resolvam. Será que o vamos deixar ter uma confortável digestão? Não! Pespegamos uma valente azia. Como? Pois com a utilização de um sindicalista. É para isso que servem.
De resto têm a serventia de nos dar razão. Somos despedidos e logo aparecem de valentaços punhos erguidos. Continuamos no desemprego de facto e empregados moralmente. Fecha uma fábrica e, tal como abutres atentos à carniça, lá estão eles. À saída. A dar-nos razão.
A pior coisa para um sindicalista é um trabalhador satisfeito. Quando isso acontece aparecem à entrada do trabalho só para estragar a boa disposição.
Mas fazem falta. Sem eles não saberíamos como a vida é uma boa merda.
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Os sindicatos verticais eram a base da organização laboral no Corporativismo do Estado Novo, tanto no Brasil de Getúlio Vargas, como no Portugal de Salazar.
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Baseados no modelo italiano de Benito Mussolini, os sindicatos verticais tinham na sua concepção juntar numa única instituição todos patamares de uma determinada área económica, ou seja, era o mesmo sindicado para os administradores, quadros médios, chefias e operários. Paralelamente estes eram os únicos autorizados, e todos os outros sindicatos, tradicionalmente horizontais, agrupando a mesma classe laboral em várias áreas eram ilegalizados e proibidos.
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Mas, espere lá.
Dá-me a impressão que é isso mesmo que a CGTP/IN quer, claro que a um nível muito mais elevado.
Ao nível de uma Nação.
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Eles nem admitem quem não seja do PCP e estes pascácios chamam-lhes “democráticos”.
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Chanfalho nos gajos.
Taco de baseball no avoilal traseiro.
O alentejo ainda há-de ser nosso, camaradas! 🙂
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esqueceu a União Soviética e Cuba?( Já que mencionou a América Latina e Europa.) Também era e ainda são bastante “verticais” e se alguém não quiser ser vertical estes estados punham-no “na horizontal”.
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E pegando no exemplo da Autoeuropa, esclarece lá qual é o melhor sistema.
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Que tal lembrar-mos o Sindicato Solidariedade proibido na Polónio Comunista…
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Parasitas no seu “habitat” natural…
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Uma vez mais a polícia não exerceu a autoridade, pondo essa malta na rua. Cento e cinquenta “dirigentes sindicais” não são uma delegação que vai entregar um panfleto. Como isso é o mais que ali podem fazer, como estão fartos de saber, a tentativa de desacato, óbvia que realizaram, não poderia ficar impune. Assim não se evitam problemas, adiam-se.
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Isto da Politica Pró e Contra de trazer por casa é gira. E os 20.000 que a Ministra de Socrates e o Ministro de Passos despediram ?
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O maior Despedimento Coletivo alguma vez feito em Portugal para usar o diktat da nomenklatura marxista da ‘defesa dos trabalhadores’ conata (não é palavrap, significa gemea) na ‘direita não comunista’ pela mão do Senhor Ministro Nuno Crato ?
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E como é que este Senhor justifica que esses Professores, a arraia miuda gentia dos contratados, que deram notas, chumbaram ou fizeram exames, com valor oficial de Estado, hoje não são ofcial e para todos os efeitos Professores a maioria por força de espertezas chico espertas da rapaziada em ministriados ?
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Direto, que garotices de Estado são estas ? Ninguém tuge nem muje ? É mais outro prego no caixão desta III Republica ? Querem o quê ?
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Francamente é mais outra INJUSTIÇA ELEMENTAR do arco da Governaçao apoiada pelos de fora (PC e BE ou movimentos sindicais), trafulhices com SOBREVIVENCIAS de pessoas que trabalharam bem mais que alguma gente dos sagrados quadros paga a peso de ouro.
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Pois é, esperam o quê alem do divorcio cada vez mais profundo entre eleitores e eleitos ? O tal até cair de podre como a Ditadura derrubada, mimetismo surpreendente.
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JCA
Pelo sentimento do seu post depreendo que foi atingido – ou é íntimo de quem o foi – por tais injustiças. Lastimo.
Mas tal como os carteiristas – mesmo os que trabalham bem – reclamam de lhes tirarem o pão da boca devido ao aumento de policiamento; os professores sofrem devido à redução de alunos.
A culpa não é do Crato, mas da cambada de libertinos das quecas responsáveis. Anos e anos de óvulos desperdiçados e espermatozoides aprisionados, foi no que deu: não há ranhosos para encher as salas de aula
PS. Sim, já sabemos pelo Soares que por menos ( despedir professores) mataram um tal Carlos que era rei
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JCA
Não há crianças, por isso não há clientes para os professores todos.
É um problema, mas manter todos a receber menos em vez de adaptar a estrutura às necessidades é enterrar a cabeça na areia.
Sobre os exames, se há 1000 vagas e 5000 candidatos é preciso encontrar uma forma de seleccionar.
A antiguidade é um critério possível, mas há outros, como por exemplo um professor com 2 anos de antiguidade ter um desempenho melhor que outro de 5. E prefiro o critério que escolhe os melhores, independentemente de serem antigos ou não.
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.Tacio e Churchill, no meu ponto de vista, sem quaisquer familiares atingidos, estão a fazer uma abordagem pela rama.
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Teoricamente, se keynesianos, poder-se-ia dizer sob o vosso ponto de vista que é o mesmo que fazer uma grande obra publica que acabada morreu. Não cria mais riqueza. Mesmo com argumentação pois não cria diretamente mas criaria inidretamente. Pois se houvesse depois outra Economia criada por fora do ‘estatismo’ de Governo que dividisse rentabilidade, uma parte para o keynesianismo pos mortem e outra parte para os que aparecidos dos ‘alens’ (do mecanismo caotico que é de facto como funcionam as sociedades que não há matematica, padrão ou codigo que lhe vallha matematicamente). Como tal a questão em causa seria outra versão keynesiana para resolver a crise. É uma optifca que julgo no cerne das afirmações dos meus ‘adversários’. Que se poderia estender as outras componentes como sejam socialismo ou fascismo as duas faces da mesma moeda estatista, ações nacionais populares etc que regozijaria as hostes romanticas e teoricas que se adoram a discutir o sexo dos anjos para tudo ficar na mesma, embalagens mais coloridas com mais ou menos design para embalar o mesmo produto ou até mais estragado.
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Se não keynesianos, então a coisa é diferente. Como é possivel que gente que deu notas, oficialmente reprovou ou aprovou estudantes, que lhes deu aulas de acordo com o sistema, cumpriu em muitos casos mais que os ‘lateiros’ do sistem (há muitos casos que até foram eles que tiveram de construir livros porque os Ministérios os atiraram levianamente para a boca do lobo sem sequer haver manuais …) etc etc,
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e que hoje legalmente lhes proibiram a profissão de ‘Professor’. Não são.
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Os sindicatos, os partidos, as governanças, as elites podem se faz favor explicar esta justiça ??? Não explicam, metem a cabeça de baixo da areia como avestruzes cantantes.
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E ainda há uma 3ª via, uma 4ª, as habituais camadas de qualquer situação, em que a 1ª camada é para iludidos e embasbacados, por vezes acreditadas pela maioria da ‘classe’ ou ‘elite’ em poder na Governança, aferidores da sua qualidade. Dizem que 2035 a coisa aí está resolvida. Nas Matematicas das Economias das Economias e das Finanças é o numero. Mas de nada serve porque a Vida e o Mundo não é previsivel com numeros matematicos, mesmo no horizonte de 24H depois onde o numero já lá tem 4escondido o imprvisivel sem padrão nem codigo. Por isso, a Politica é outra coisa completamente diferente ….
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Se há alunos para haver tantos professores é outra questão. E mesmo aqui há muito a discutir longe de tretas teoricas. Por exemplo as notas dos alunos tão badaladas. A culpa para os ‘lateiros’ é dos miudos, da familia etc e tal. Esconde a seguinte verdade fundamental: as notas dos alunos são o resultado da produção do Professor. Preto no branco. As excepções dos miudos são peanuts no caso, é fazer da excepção a regra, Como na Privada há aqui muito chico esperto a desculpar-se.
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naturalmente que a ideia não é fazer dos Professores do quadro escravos. Se são precissas mais aulas atenta a uniformização de mesmo ensino para turmas que são um mini.universo de cada um diferente, remetido para o universo total que se caham Ensino, então há que ter mais gente a ensinar montando um sistema que supra todas as desigualdades relacionadas com pontos de partida familiares, situações de familias desarticuladas, pais que se levantam à 6 da manhão e só conseguem chegar a casa depois das 9 da noite etc.
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Quanto a mi, nem se trata duma questão politica economicista, trata-se dalguma ‘cobardia’ ou ‘comodismo’ para morder o Tempo e os problemas. Porque quando o macro que preside a tudo se ‘JUSTIÇA e BOM SENSO’ as questões economicistas são secundarias e perfeitamente absurdas mesmo que alguns gritem por ‘injustiças’ pessoais.
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Sabemos que por ora, a questão presente ainda está a ser abordada com fantasia e muita mesmo muita injustiça que nada tem a ver com comunismos democraticos ou fascismos democraticos, as mesmas faces da mesma moeda sobre questões que ambos criticam que está mal.
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Para mi nem me aquece nem me arrefece. Apenas lamento que é ouyra componente do empobrecimento e miséria que a todos atinge agravado com estas contribuições para a garantia do plano inclinado em que esta coisa toda acelera e continua a cair. Como não sou ‘deus’ nem ‘aprendiz de feiticeira, desenrasquem. Mas tenho presente que são o ERRO interno.
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Mas gostei dos comentários que ora comento. Muito obrigado
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Uma pérola do texto:
“Não temos salários em atraso. Só não pagamos o salário de dezembro e o subsídio de Natal”
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Nada disso fado,,,a verticalidade da CGTP refere-se apenas a um partido hahahahhaha
Em relação a todos os outros e a tudo quanto mexe é perfeitamente horizontal hahahhaha
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Nada disto é surpresa, não temos governo. Felizmente há democracia e em breve teremos um governo com um líder, espero que tal como em França ,seja já a seguir às europeias.Decerto que o sr que reside em Belém saberá tirar as devidas consequências.
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Os hiper-super-mega-bué “revolucionários”, como foi a dona Helena… acabam quase sempre assim:
A execrar e a tentar enlamear os sindicatos e os sindicalistas… e a fazer textos “a bem da nação” como este. Como qualquer redactor do velho “Diário da Manhã”. Como qualquer fascista encartado (mesmo não o sendo).
O vosso mundo seria tão melhor e a vossa vidinha miserável e vendida tão mais fácil, se cada trabalhador estivesse absolutamente sozinho perante a força dos patrões, não é dona Helena?
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Samuel,
Acho que a Helena se enganou no post….este sim devia ter o tema: ” Já que ali estão podiam solidarizar-se com estes colegas: Ordenados em atraso e despedimentos na União de Sindicatos ” e o ela que coloca como tema, devia ser o sub-tema, mas…
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Samuel Quedas, Patrões? Está a referir-se a mim? É que nessa coisa do Ministério da Educação, pus lá o Crato a mandar, mas patrão, sou um deles. Bom, do ME e do Estado em geral, sou também um dos patrões da coisa.
Aos outros patrões – daqueles que até pagam ordenados aos sindicalistas – os sindicatos nem aparecem. Os Bancos baixam salários e despedem e ninguém invade as instalações.
E pelo que percebi, sempre que se trata da minha empresa, o Estado, os sindicatos queixam-se do mau serviço que se presta. Mas essas queixas não cabem aos clientes?
A coisa funciona assim: Há trabalhadores e consumidores. Os primeiros reclamam das condições de trabalho e os segundos da qualidade do serviço.
Mas os sindicatos queixam-se de tudo. Sempre que se trata do Estado.
Ora porra, como patrão não estou para os aturar: rua! Estão despedidos
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Muito bem! Genial!!!
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A RTP no jornal das 13 de sábado não fala em sindicalistas, mas em “centenas de trabalhadores”. Abençoada taxa que eu pago.
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Abençoada taxa que é obrigado a pagar. A RTP é uma empresa que depende da violência para ter clientes.
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Ainda estao em “veia festiva….”
http://portadaloja.blogspot.com.br/2014/04/a-verdade-historica-sobre-o-25-de-abril.html
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Tanto os patrões como os empregados têm órgãos que os representam.
Só que os órgãos do patrões não andam pelas ruas…
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Chanfalho nos gajos.
Taco de baseball no avoilal traseiro.
O alentejo ainda há-de ser nosso, camarada! 🙂
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Chanfalho nos gajos.
Taco de baseball no avoilal traseiro.
O alentejo ainda há-de ser nosso, camaradas! 🙂
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A pérola do post é: “Progridem na carreira como trabalhadores“…
E assim se ‘varreu‘ o congelamento de carreiras que vigora desde 2005!
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A dona Helena nunca permitiu que a realidade (ou a vergonha na cara) lhe estragasse uma boa mentira!!! 🙂
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