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Eu diria mesmo que tudo começou em 1974

14 Abril, 2014

JN Mulheres descobrem prazer do sexo nos 40 anos do pós-25 de Abril

 

29 comentários leave one →
  1. JorgeGabinete permalink
    14 Abril, 2014 18:46

    Deve ser tantrismo, já tinha desconfiado de longos e intensos orgasmos que se prolongam por 40 anos, mulheres sem tempo de perceber que estão em maioria e precisam de quotas e paridade, mulheres de lábios friorentos (por perda de buço), mulheres enfim capazes de afirmar que rápido é bom e longo uma seca, como por aqui li…
    Entre o sexo e o frete dista a cabeça de cada uma, parece que antes de 25A era sem cabeça.

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  2. Abre-latas permalink
    14 Abril, 2014 18:48

    Espero que esteja para breve substituir o Antes de Cristo/Depois de Cristo por A.R./D.R (antes da revolução/depois da revolução)!

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  3. Jean Marie Le Pen permalink
    14 Abril, 2014 19:16

    Para ser verdadeiramente politicamente correcto o Jornal de Noticias devia ter antes escrito que “As mulheres REDESCOBREM o prazer do sexo com o 25 de Abril”. Deixava mais espaço para a tese progressista segundo a qual o prazer do sexo, inexistente na monarquia, terá chegado a Portugal com a I Republica, tendo depois desaparecido novamente com o Estado Novo, e regressado com o 25 de Abril.

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  4. Jean Marie Le Pen permalink
    14 Abril, 2014 19:19

    Uma pergunta: Os militantes do PCP já tinham descoberto o prazer do sexo antes do 25 de Abril, ou também foram “vitimas do fascismo” em termos sexuais, só tendo verdadeiramente descoberto que o sexo pode dar prazer durante o PREC?

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    • Alexandre Carvalho da Silveira permalink
      14 Abril, 2014 19:58

      Podiam perguntar ao Cunhal que ele sabia bem do que falava: gostava delas novinhas e virgens, se possivel, e não lhe escapava nada: ia tudo a eito.

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      • Jean Marie Le Pen permalink
        14 Abril, 2014 20:12

        Pelo menos durante os anos que passou na União Soviética, o Cunhal teve que se conter, nessa matéria. Parece que a sexualidade demasiado colorida, na URSS, não era coisa muito bem vista.

        http://english.pravda.ru/history/05-11-2009/110310-sex_ussr-0/

        Os comunistas portugueses, durante o Estado Novo, seguiram a moral sexual salazarista, a moral sexual soviética…como é que se fazia sexo no PCP, durante o “Fascismo”? Agora sim, o jojoratazana podia ser util e esclarecer o povo sobre esse assunto.

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  5. 14 Abril, 2014 19:43

    AHAHAHAHAHAHAHAHHA

    Foi o ponto G abrilista

    “:O))))))))))))

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  6. Carlos Dias permalink
    14 Abril, 2014 19:44

    “Com o 25 de Abril de 1974 e com o fim dos tabus, as mulheres conquistam o “direito ao prazer, a viver a sua sexualidade pelas experiências, mas com sentido de compromisso”, disse à Lusa Verónica Policarpo”
    Acho bem que tenham sentido de compromisso, essa gaita de foder por foder sem compromisso não tem nada a ver com a liberdade que a Associação Militar 25 de Abril” lhes ofereceu de mão beijada.

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  7. 14 Abril, 2014 19:44

    Mesmo assim a coisa demorou a democratizar-se.
    A uma foram-lhes ao ponto G mas a outros foi preciso o PS para lhes irem ao cu

    “:OP

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  8. 14 Abril, 2014 19:45

    Ora bem, foi para isto que se fez o 25A.

    e já lá dizia o Poeta:
    “Liberdade é também
    quando uma gaja se vem”

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  9. 14 Abril, 2014 19:50

    Ah, mas a retardada mental acrescentou que o prazer do PREC clitorinano foi incompleto.

    Ainda precisaram de esperar mais 30 anos para atingirem o nirvana com o aborto.

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    • 14 Abril, 2014 19:51

      Estas gajas dão mau nome ao género, mas enfim- são tolinhas e dos tolinhos também é o reino dos céus.

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  10. Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    14 Abril, 2014 19:54

    Só depois do 25 de Abril é que os bébés portugueses começaram a nascer por efeito da cópula dos pais. Até aí como sabemos, os bébés portugueses vinham de Paris dentro de um lençol pendurado no bico de uma cegonha. E quando chegavam era uma festa: é parecido com o pai, diziam uns, tem a cara da mãe diziam outros, não tem nada, vê-se logo que é a cara do avô, diziam outros ainda. Por acaso acontecia algumas vezes, e sabe-se lá por que milagre, os recém-nascidos serem parecidos com o leiteiro ou com o padeiro que abasteciam o bairro.
    A notícia do JN, é bem a imagem que os socialistas têm dos portugueses em geral, e dos seus leitores em particular: para quem é bacalhau basta, e estes tansos engolem tudo o que lhes pusermos à frente.
    Dizer que as portuguesas descobriram a sexualidade e o prazer sexual com o 25 de Abril é uma estúpidez e uma aldrabice de todo o tamanho.
    Estou quase nos 63, e pela experiência que tenho, e sem alardes de marialvismo, posso atestar que as portuguesas gostaram sempre muito de sexo: antes e depois do 25 de Abril! Evidentemente que tudo depende do parceiro(a).
    Mas é bem verdade Helena Matos, e com todo o respeito, que muitos portugueses, “não fornicam nem saem de cima”. Deve ter sido com esses que a tal socióloga fez as suas pesquisas para chegar a conclusões tão imbecis.
    PS: No artiguinho do JN nem falta a alusão à Igreja Católica, nem nada. Comme il faut!

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  11. Fernando S permalink
    14 Abril, 2014 20:02

    “Nos discursos dos mais jovens continua a persistir a desvalorização de uma rapariga que tenha tido muitos parceiros sexuais”, afirmou Verónica Policarpo.

    Abril esgotado ?!…

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  12. 14 Abril, 2014 20:02

    Não existiam orgasmos antes do 25A, porque havia um pide atrás de cada portuguesa.
    Mais, andava armado com o lápis azul da censura…e claro, as mulheres não se sentiam à vontade.

    Pide, lápis, censura, repressão. “Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia… Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que…” (www.vidaslusofonas.pt)

    E que remédio, coitadas: gozavam para dentro.
    Complicado…

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  13. Vivendi permalink
    14 Abril, 2014 20:06

    Soneto XIII

    É pau, e rei dos paus, não marmelleiro,

    Bem que duas gamboas lhe lombrigo;

    Dá leite, sem ser arvore de figo,

    Da glande o fructo tem, sem ser sobreiro:

    Verga, e não quebra, como o zambujeiro;

    Occo, qual sabugueiro tem o umbigo;

    Brando às vezes, qual vime, está comsigo;

    Outras vezes mais rijo que um pinheiro:

    Á roda da raiz produz carqueja:

    Todo o resto do tronco é calvo e nú;

    Nem cedro, nem pau-sancto mais negreja!

    Para carvalho ser falta-lhe um u;

    Adivinhem agora que pau seja,

    E quem adivinhar metta-o no cu.

    Soneto XIII da 1ª edição das Poesias Eroticas, Burlescas e Satyricas de M. M. de Barbosa du Bocage, respeitando integralmente a sua ortografia.

    Trata-se de uma edição clandestina de 1854, feita em Lisboa, e datada de Bruxellas — MDCCCLXL, a qual é dos mais estimados exemplares da minha biblioteca.

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  14. 14 Abril, 2014 21:14

    Vocês levam tudo para a brincadeira, mas este é um sério assunto.
    Falemos em percentagens, e como sabem quando uma percentagem é deveras esmagadora pode ser tomado como um todo (cf. Nicolau Santos).
    Ora bem as portuguesas dantes não podiam ter prazer, as relações sexuais em 95% dos casos eram feitas com faxistas.
    Porquê?
    Porque os democratas ou estavam em Paris, ou em Praga, ou Genebra ou Moscovo.
    E porque é que depois passaram a ter prazer no acto?
    Ora muito bem, porque daqueles 95%, 94,9% deixaram de ser faxistas e passaram a verdadeiros democratas (*).
    Portanto a Policarpo tem razão e espero que tenha queimado o soutien.
    Gosto muito de ver um nipple espetado.

    (*) Comparar fotos do Estádio Nacional a aplaudir o ditador Catena e fotos do 1º Maio com todos (bem quase todos) a fazer o mesmo ao Cunhal com diferença de dias.

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  15. Juromenha permalink
    14 Abril, 2014 21:43

    Isto deve ter a ver com o “ambiente contentor” mencionado na mesmíssima folha-de-couve , aqui há uns dias
    E , calhando, a escriba é a mesma…

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  16. jonas river permalink
    15 Abril, 2014 01:49

    Grande Natália Correia dirigindo-se ao deputado Morgado,ficando o distinto capado.

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  17. Rui C permalink
    15 Abril, 2014 02:52

    Antes de comentar a tese de Doutoramento da Drª. Verónica, devo dizer que ignoro qual seja o interesse desta sociologia de alcova. Admiro o grau de conhecimento público que revela sobre assuntos de natureza privada. Talvez o recurso ao buraco da fechadura, a tenha ajudado na pesquisa, a não ser que se refira à modalidade do vão de escada.
    É bem verdade que a Igreja mandava nos fassistas, que por sua vez perseguiam os faunos, estes a fugirem das virgens descontentes. Fornicação fora do casamento, nunca. A Constituição de 33 é muito clara nesse particular. Creio segundo consta, que mulher desobediente a este preceito fundamental seria punida com a entrada num Convento. Imagine-se o constrangimento que seria ter de assegurar o futuro da raça no lar, e a dois, cerceando a liberdade de o poder fazer na praça pública e sem limite de parceiros.

    Mesmo assim os Portugueses são incorrigíveis e as mulheres concerteza armadas de foice e ou martelo, conseguiram furar a lei e Portugal chegou a ser o País Europeu com mais nascimentos, fruto de relações extra conjugais. Tudo isto se passava na mais púdica ausência de prazer. Dá que pensar. A UC está de parabéns.

    Quanto ao Doutoramento, se fosse na pública teríamos já matéria para cortar na despesa e por certo uma colega a menos no âmbito do ensino da inesquecível Dótora Raquel.
    Esta comuna ignorante imagina que o Estado Novo existiu na Idade Média. Tende a confundir a Constituição de 1933 com a inquisição ! Tem a lata de se pretender Doutorar, e o que é pior, se calhar aprovam-na!!!.

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  18. @!@ permalink
    15 Abril, 2014 13:14

    Os homens quando o encontram estão sempre prontos para novas descobertas, as mulheres querem ser descobertas.

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  19. BEIRAODOS SETECOSTADOS permalink
    15 Abril, 2014 14:16

    Deus nos acuda! Onde chegamos e para onde caminhamos.
    Isto e a mediocridade em todo o seu esplendor. Se isto vem da geracao mais bem preparada, valham-nos todos os santos. E como serao os descententes?

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  20. lucklucky permalink
    15 Abril, 2014 16:09

    Hehehe. Quando entramos na Religião não há nada a fazer.
    Só faltou escrever que tocar num cravo no Dia Santo do 25 de Abril assegura a prosperidade e sorte no amor…

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  21. lucklucky permalink
    15 Abril, 2014 16:13

    Enquanto para os jornalistas o Aquecimento Global é o culpado de tudo mau – logo não do 25 de Abril – este é a razão para tudo bom.
    Só nunca estiveram interessandos em descobrir quantos empresas e empregos desapareceram com o 25 de Abril.

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  22. Incauto permalink
    15 Abril, 2014 19:03

    Quem diria que o sexo afinal, bom mesmo, é após a ditadura…

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  23. 15 Abril, 2014 21:51

    Eu acho que antes de Abril nem havia sexo. Quem nasceu antes dessa data foi criado por extraterrestres.

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  24. Luís permalink
    15 Abril, 2014 21:56

    Mentira! Isto é mentira! As empregadas da minha família, quando eu era adolescente, tinha mais já mais de 50 anos, e pelas conversas que havia entre elas… isto é ridículo, em Portugal nunca houve puritanismo.

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