Será que sabe quanto custa?
1 Novembro, 2014
O PS prometeu ontem o fim dos cortes nos salários da Função Pública. Isto implica um aumento de salários entre 3% e 8% num único ano para grande parte dos funcionários. Devem ser mais de 500 milhões de euros. António Costa, na Quadratura do Círculo não foi tão taxativo. Falou em fim dos cortes em 2016 ou tão cedo quanto possível (ou seja, logo se vê) e na dificuldade em não o fazer atendendo às decisões do TC (ou seja, não me comprometo com nenhuma política, isto é decisão do TC). Vamos ver quantos jornalistas perguntam a António Costa quanto custa esta promessa e de onde vem o dinheiro. Ora, 80% de … são … bem, é fazer as contas.
38 comentários
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500 milhões significa simplesmente que possam sair 2,5% de funcionários públicos da folha salarial do Estado. Tendo em conta que já sairam cinco vezes mais funcionários nos ultimos 5 anos, não me parece nada dificil fazer sair mais 2,5% ou cerca de 13 mil FP’s.
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Ao contrario da politica de redução salarial (que estava visto que não tinha pernas para andar) – só mesmo na cabeça de aguns), a politica de não contratação de novos funcionários e dispensa de alguns é bastante mais eficaz e economicamente mais favorável para o futuro. Ninguém no futuro pode aumentar salários a quem já foi despedido, não é? nem mesmo o TC.
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Rb
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Pois
Infelizmente os Mirandas continuam a não entender e gostam mesmo é de argumento só conhecem “os funcionários públicos são despesa inutil e temos de acabar com eles”
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os socialistas e sociais-fascistas não criam riqueza,
distribuem o dinheiro dos contribuintes,
por obras públicas e banqueiros
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Por acaso os liberais de pacotilha fartam-se de criar riqueiza. Ve-se conseguiram destruir uma pais.
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Pois… os liberais, como pode viver um liberal num reino Sociopata? Perdão, Socialista. O Sr imagina s dificuldades que um liberal tem neste país para criar riqueza? Já agora, sabe o que é isso?
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Ricciardi,
Os funcionários que saem passam a ser pagos pela segurança social. A poupança é muito menor que a que estimou. E, claro, se aumenta os salários aumenta a despesa. Não tem poupança nenhuma.
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Claro que tem. Se incentivarem as reformas antecipadas, o trabalhador (agora reformado) passa a receber menos do que anteriormente. Se, para o lugar que ele deixou, tiver que ser contratado outro, então… é porque não há funcionários públicos a mais.
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Uma das formas de incentivar as pessoas a sair é cortar-lhes o ordenado. Se, entre as lamurias, preferirem continuar a trabalhar no estado é porque este oferece outras regalias a que dão valor.
Há muito professor, médio, enfermeiro, administrativo que pode ir para o privado (ou para o estrangeiro) se não gostar do ordenado actual.
Parte das lamúrias relativamente à “melhor geração de sempre” que abandona o país todos os dias, são FP (médicos, enfermeiros) a contrato ou recém formados, que saiem porque ser FP já não é o que era.
Não é com bons ordenados e generosas reformas antecipadas que poupamos dinheiro ao estado. É oferecendo aos FPs o ordenado que estamos dispostos a pagar-lhes com os nossos impostos, e deixando-os escolher entre entrar, ficar ou sair.
Quem tiver disposto a pagar mais pela saúde e educação, através do IRS e do IVA, e sem poder escolher onde e por quem é atendido, que atire a primeira nota.
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O modo como os ordenados dos fp foram cortados, levanta uma questão para qualquer empresário: no privado, uma medida daquelas acabava em tribunal.
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Claro.
Mas como, pela lógica da comparação, esse tribunal estaria encarregue de fazer a gestão controlada da falência da empresa, a opção era entre o corte de salários, o layoff, o despedimento colectivo ou o fecho da empresa.
O estado faliu. Faliu porque há 40 anos que não gera receitas que cubram as despesas, e muito menos que paguem o “investimento” a que corresponde a dívida.
Numa empresa que chega ao estado de finanças a que o estado chegou, muito é permitido, nomeadamente meia dúzia de ordenados em atraso, coisa que no estado, curiosamente, nunca aconteceu.
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A teoria dos vasos comunicantes é muito difícil para esta gente. Depois pegam nas penalizações das reformas antecipadas (que aproximam ainda que timidamente das do regime geral que recebem 56% do total dos seus descontos)e vêem logo uma poupança. Sim na “folha de pagamentos” imediata……mas com mais anos de pagamento. Ou seja arruma-se as contas de hoje e amanhã outro tomará conta delas.
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O seu comentário é um pouco confuso, mas, se tem dúvidas de que as reformas antecipadas permitem poupar… é só fazer as contas.
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Os funcionários que saem passam a ser pagos pela SS?
A sério?
E descobriu isso onde?, escrito na porta de alguma casa de banho
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Segundo as contas do PS, sobre o global da massa salarial das administrações públicas, essa promessa cumpre-se com o aumento da despesa de 0,3%. Nada que não seja acomodável…
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Aposto que a promessa de baixar o IVA da restauração também é acomodavel. E a promessa de repor as 35 horas. E a reversão da fusão de freguesias. E a reabertura dos tribunais encerrados. E a reversão dos cortes na educação. E na saúde.
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JoãoMiranda,
Nem o PS nem ninguem vai conseguir fazer nada nos anos mais proximo e sabe porquê??? Porque vocês deixarão op sistema todo armadilhado e emperrado que vai levar decadas a contiuar a funcionar. A justiça??? Nunca mais vai ser o que era, o ensino, o ano lectivo vai começar a ter inicio em Dezembro, a saude nem vale a pena falar.
Mas tenho a esperança que as coisas não vão ficar assim e o povão no entanto acorda.
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Se 35 horas bastam, significa que com 40 horas sobram 12,5% de funcionários, ora bem, alguém quer fazer as contas? Hoje estou meio Socialista ou comunista e estou com o cérebro paralizado. Dica para o calculo: 3X9=27
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Sabemos como o PS costuma fazer as contas, nunca bate a bota com a perdigota. Se o próximo governo, seja de moto próprio como querem os socialistas, seja por decisão do TC, como teria de fazer esta maioria, “devolver” os vencimentos na integra aos funcionários publicos, tal medida representará cerca de 0,4% de aumento no defice.
Também não nos podemos esquecer do que aconteceu com o aumento de 2,9% em 2009 também para ganhar eleições: em 2010 o governo do Sócrates cortou 10% nos vencimentos dos FP, que de resto é o que agora está aqui em causa.
Em 2017 o PS vai ser obrigado ou pela troika ou pela força das circuntâncias, a cortar outra vez nas reformas e nos vencimentos dos que recebem do OGE.
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este governo aumentou a divida publica.com cortes de salários e reformas.facto.faça lá censura ao comentario
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Acho que não é preciso fazer censura nenhuma à burrice.
Basta só fazer as contas do que foi retirado aos referidos na rubrica das despesas e poderá calcular quanto mais teria aumentado.
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O joao lopes está a dizer que este governo devia ter cortado ainda mais nos salários e reformas?
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Talvez esteja a querer dizer que outras- digamos-“rubricas” aumentaram…
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Por exemplo…?
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O custo é entrar no caminho para o retorno da troika. Nem é pelo custo, é pelo sinal que se dá a quem empresta dinheiro, ou seja, a quem nos sustenta e mantém no estado de falência económica e financeira, afastados da bancarrota. Portugal tem dois cenários que ocupam 95% das probabilidades para o seu futuro próximo: ingovernável com uma minoria ou governado por um breve período de tempo pelo PS, e depois pela troika, com o PS a afocinhar, executando o seu próprio “acordo”, se o PSD tiver a inteligência suficiente.
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Ora, isso não é nada, ante libélulas deste governo de mentira e roubalheira, no dizer de grande senhor, o Pacheco Pereira: “passei uma semana a ouvir tudo o que era gente séria a contar como está a ser cheio o Estado, as fundações ligadas ao Governo, as empresas, tudo quanto é lugar seguro e bem pago e com poder, de “amigos do ajustamento”, da turma da “justiça geracional”, sem parangonas, sem publicidade, agora cada vez mais depressa, porque se aproximam tempos difíceis e o PS vai querer o seu quinhão; passei a semana a ler histórias muito silenciadas sobre milhares de euros que foram para empresas de comunicação, quase sempre as mesmas, as que trabalham para o Governo, para as empresas do PSI-20, para as autarquias cujos presidentes eram ou são os principais controladores dos aparelhos partidários, do PSD em particular” . Que isso é que é porrada de massa, no dizer de cromo do livro vermelho da china, mao burroso, servil da cia .
http://www.publico.pt/n1674801
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Alegre diz que” as pessoas quase exigem milagres” a Costa … (DN)
Um “deus” que não consegue “milagrar” o problema das inundações de Lisboa…
Como pode “milagrar” a reforma do Estado?
Até hoje, como Fátima durante muito tempo ainda não revelou o único segredo.!
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A tralha socrática, agora representada pelo Marajá Costa, distribui o dinheiro dos outros.
Começa, sempre por eles próprios, dão umas migalhas aos outros e encaminham o reino para a bancarrota
Vivó socialismo lusitanex et simplex
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Só há uma forma de reduzir estruturalmente a despesa do estado: encerrando serviços. O atual Governo ficou-se pela metade: só reduziu serviços na educação e na justiça. É melhor do que nada mas é pouco.
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Jorge,
Fecha serviços e o que faz aos funcionários?
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Manda-os para a rua, ajudando a engrossar as manifestações da CGTP e os protestos de toda a oposição, que pede reformas “a sério”, também conhecidas por “outras reformas” 🙂
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Também “engrossam” o subsídio de desemprego.
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A mameira eficaz de pôr os esquerdelhas em sentido e em silencio e vender o que resta TAP N Banco aos chineses… aí o PCP e CesGesTezPes metem o rabinho entre as pernas…
Quédê, greves na EDP /REN e Tranquilidade /Saúde?
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Essa é que é essa!
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Sem dinheiro, o ps pouco poderá fazer – salvo ladrar à lua e à “direita”.
Depois a UE, a troika e a recessaão mundial -, também servirão de desculpa.
Vira o disco e toca o mesmo,
Como habitualmente
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É curioso como esbulhar com cada vez mais impostos a geração mais bem preparada de sempre já seja aceitável.
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Não ligue. Não passam de desabafos 🙂
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Está escolhido o ministro das finanças de António Costa: António Guterres!
Com ele as contas batem sempre certo! Basta pedir mais emprestado ou aumentar impostos…
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O João Miranda esqueceu o pormaior que 500 milhões de euros é 14 vezes menos que o país paga de juros por ano. Temos muita ineficiência na administração pública e regalias em excesso comparando com o sector privado, criando uma disfunção laboral e mesmo iniquidade entre as duas classes? Claro que sim! Mas pelo menos esse dinheiro serve para pagar a portugueses, gente, pessoas humanas. Os juros vão na sua grande maioria para os bolsos dos agiotas e onzeneiros, gente que se senta num sofá num bar de luxo e fatura milhões por cada segundo, sem mexer uma palha ou queimar um neurónio. Os juros foram a maior orquestração maquiavélica de que há memória na história da Humanidade. Rendas fixas sobre ativos intangíveis, diria mesmo genial.
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