É isto?
12 Dezembro, 2014
Até às eleições: Costa afasta alianças à direita e quer partidos à esquerda na “solução”
Depois de ganhar as eleições como nova esperança da esquerda: Costa defende “projecto comum” pós-eleitoral com PSD
Como estratégia não está mal visto. Só que parte do princípio que todos os outros à sua esquerda e à sua direita são parvos.
40 comentários
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Estou a ver: tem uns na algibeira da esquerda e outros no bolso da direita. É só papel. Vai tirando um ou outro consoante as circunstâncias de cada momento,
Muito bem.
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Todos, não… Só os que votarem nele ou se abstiverem abdicando de o pôr na ordem. O peiésse é o costume… Muito povo e esquerda na “oposeção”, muito capital e negócios no poder. Já vem do tempo do velhadas dos 90…
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Gostei.
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Este tipo é muito espertinho.
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Na forja uma segunda edição do 44…
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Os partidos de esquerda não são partidos de solução, pelo contrário, são partidos de contestação. E o Costa vai ganhar as legislativas no ano do são nunca à tarde.
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Esperteza de grilo!!! Mas os portugueses já o toparam há muito!
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Será que toparam? Ou será que Costa, com a sua estratégia de nada dizer até ser PM, sabe que tem as eleições ganhas?
Pessoalmente, não tenho grande fé no eleitorado. Basta pensar no que aconteceu nas legislativas de 2009…
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/03/sobre-as-peticoes-manifestacoes-e.html
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O António Costa é um vigarista. Foi número 2 de Sócrates e nunca viu indícios de corrupção nem sequer de má conduta. Na oposição, tenta esvaziar o BE com uma linguagem esquerdista mas prepara-separa governar com o CDS e até talvez com o PSD social democrata da velhota aposentada. Logo que chegue ao Governo, o Costa faz como o Hollande. Fala alto contra a comissão europeia e mete a viola no saco. Vai ter de fazer aquilo que lhe mandam fazer. O tratado orçamental é para cumprir. É claro que a comissão europeia vai deixá-lo berrar alto desde que ele cumpra com o que lhe mandam fazer.
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desta vez discordo num ponto: o tratado não vai ser cumprido no reduzir da dívida para 60% do Pib, podemos ter défices dentro do determinado e mesmo assim, a divida não reduz. O tratado é um documento faz de conta. Estamos com deflação e com crescimento entre 0,5 a 1%, nestas condições, vamos sobrevivendo.
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A Alemanha acabou só há poucos anos de pagar as dívias da Grande Guerra.
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Sondagem de ontem indica crescimento do P”S” e mais popularidade de ACosta.
Autoria: Eurosondagem, do Oliveira e Costa. Empresa e OC…do P”S”.
(É fácil comer tolinhos. Aproveitem, Costas !).
ACosta não sabe o que quer. Um flop !
Parafraseando AJSeguro, AC chega à varanda da câmara, incha o peito de vaidade e de tolinha ambição, e já tá — PM DDT.
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É do mais elementar.
De resto, esperando “pelas eleições”, já se sabe que se perder – oremos, irmãos! – a Oposição será pura e dura embora ele talvez não chegue a amadurecer; se ganhar então pedirá apoio à direita.
Do mais básico.
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Lógico que se ACosta vencer, será sem maioria absoluta. Precisa duma muleta. À direita do P”S”, porque o LIVRE+DOliveira+Drago+Joana são peanuts que agora coloca na lapela e nada acrescentariam. Essa direita será o PP.
RRio (que me tem desiludido cada vez mais como proto-candidato seja ao que for) quer ser PR, é para isso que anda braço-dado com AC.
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HelenaFMatos,
“Só que parte do princípio que todos os outros à sua esquerda e à sua direita são parvos.”
Na minha opinião é mais “Parte do princípio que os eleitores ao centro são parvos e os partidos à sua direita são socialistas.”.
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Também PPortas pensa que todos os tugas são parvos. Exemplo: hoje, veio condenar a greve na TAP, assinalando avultados prejuízos económicos.
PP devia em certas situações estar caladinho. Não se lembrará do prejuízo económico que provocou ao Estado (uns bons milhões de Euros) com aquela estratégia “irrevogável” ??
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Gostei, O problema da direita em Portugal é ser de esquerda
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Em Portugal, muito daquilo a que normalmente se chama “direita” (a maior parte do PSD e do CDS) é realmente de esquerda. Veja-se o exemplo do Governo actual, que só obrigado pelas circunstâncias toma medidas de liberalização da economia e “des-socialização” do Estado.
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“Esquerda” e “direita” são posicionamentos relativos e que evoluem no tempo.
Seguindo o Joaquim Amado Lopes não existe praticamente “direita” em Portugal. Mas então, pelos mesmos critérios, também não existe “direita” na generalidade dos outros paises “desenvolvidos”.
Esta visão reducionista e sectária é simétrica da que tem a esquerda extrema : tirando eles, uma pequena minoria, o principal partido de “esquerda” também é “realmente de direita”.
O JAL acaba por admitir que o governo actual até “toma medidas de liberalização da economia e “des-socialização” do Estado.”
Bom, ainda bem, antes assim. É o que os opositores, incluindo os “de esquerda mas realmente de direita”, chamam precisamente “uma politica de direita neo-liberal”…
Diz o JAL que é “só obrigado pelas circunstâncias”.
Não percebo a que “circunstancias” se refere. Mas, sejam elas quais forem, bem venham então “as circunstancias”. O importante é que as medidas sejam efectivamente tomadas.
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Fernando S,
PSD e CDS são favoráveis a um Estado grande, a meter-se em praticamente todos os aspectos da vida das pessoas e das empresas e a cobrar impostos altos para satisfazer clientelas e distorcer o mercado.
Por acaso o Fernando S considera-os “de direita”?
E as medidas de liberalização da economia e “des-socialização” do Estado que o Governo tomou foram apenas algumas das que o acordo com a troika impunha, troika essa chamada devido à situação de falência total a que o Estado chegou.
São essas as circunstâncias a que me referia e não vejo como o Fernando S conseguiu a proeza de não o perceber.
Mesmo assim, apesar da situação a que chegámos e do acordo firmado pelo PS e assumido pelo PSD e pelo CDS, o Governo continua a manter (p.e.) a TAP, o Grupo RTP e a CP como empresas públicas, multiplicou a já aberrante burocracia sobre as empresas e, assim que a troika saiu (mais ou menos), começou logo a falar do fim da “austeridade” (recorda-se da campanha para o Parlamento Europeu?).
Foi até ao extremo de expandir o âmbito da inacreditável Lei da Cópia Privada.
Se quer que “venham as circunstâncias” (que obriguem o Governo a fazer mais algumas coisas positivas) então vai ver o seu desejo satisfeito. É que o Governo continua a fazer muitíssimo menos do que é necessário fazer e, com a aproximação das legislativas, as “circunstâncias” só tenderão a piorar.
Mesmo com o bom comportamento das exportações, a dívida continua a subir e os inevitáveis aumentos de impostos e multiplicação de taxas e regulamentações fazem com que a criação de emprego não possa atingir os níveis necessários para dar a volta às “circunstâncias”.
É importante é que as medidas sejam efectivamente tomadas. Mas o que é realmente importante é que as medidas tomadas resultem numa evolução positiva da situação.
Tomar (a contragosto) algumas medidas que atenuem o piorar da situação ao mesmo tempo que se tomam outras que a pioram não é propriamente louvável. É melhor do que só tomar medidas que piorem a situação mas não merece grande elogio.
Admito que algumas medidas positivas que o Governo tentou foram bloqueadas pelo Tribunal Revolucionário mas essas medidas não eram indicativas de uma orientação estratégica (porque muitas outras, com maior ou menor impacto ou simbolismo nunca foram sequer insinuadas), antes foram forçadas pelas “circunstâncias”.
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Ó c’um carago: o MP parece que está a investigar umas massarocas valentes que CSantos Silva (arguido, preso, o amigo de Sócrates) investiu numa empresa de Rui Pedro Soares (“socialista”, PT, lembram-se ?, e actual presidente do CFBelenenses) para direitos de transmissão televisiva de futebol. RPS confirmou hoje.
O MP desconfia que esse dinheiro seria de JSócrates.
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Nada disso D. Helena , o braço direito do marquês de Freeport ou está convencido que os partidos á direita estão nas suas mãos e os á esquerda a seus pés ..
ou esta convencido é que o eleitor é parvo , principalmente o eleitor de esquerda democrática (bloco central) que normalmente vota em quem dê garantias que mantenha tudo na mesma..
ou ainda as duas anteriores que é a minha preferida , no fundo o gajo não passa de um parvo convencido que os parvos são os outros …
penso que é por isso que tem esta estratégia “genial” para as próximas eleições … se perder é a verdadeira esquerda … e se ganhar faz o acordo com os partidos á direita e governa á bloco central , social democrata ,neoliberal .. mas dá-lhe outro nome , em vez de lhe chamar “rigor” ou “realidade” (hollande, dilma) será o “plano a 10 anos” ou algo do género .
o único senão é mesmo a quantidade de gente que ele esta a chamar parva .. toda gente sabe que eles parvos não são ! votam sempre em quem defende os seus interesses por isso podem ser muita coisa mas parvos é que não .. e esta estratégia para ganhar ou perder as eleições sem nenhuma solução que agrade , conquiste o bloco central , que defenda os interesses destes eleitores, que são quem decide quem ganha ou perde as eleições .. não sei não … mas parece-me um bocado ” parva”. .. alias um bocado muito grande porque os parvos do PSD e ate os muito parvos do CDS já estão a “namorar ” o bloco central desde que estão no governo , nada mais fizeram que agradar ao bloco central , conseguiram meter as contas na ordem e repor quase tudo como antes.. em apenas 3 anos.. o contrario do marquês de Freeport que pregou um susto ao bloco central…
Por isso o que vamos a ficar a saber nas próximas eleições é apenas quem é mais parvo , se o bloco central se o braço direito do marquês de Freeport .
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Se, porventura, o PS ganhar as próximas Eleições,
vai ver-se o Sócrates 44, sair em liberdade com
“ficha” limpa da Polícia. (Mafia obliges).
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Isso já eu aqui escrevi há 1 semana.
Não duvido que acontecerá passado algum tempo.
Note: primeiro, têm de substituir não só a PGRepública, mas também o presidente do SupremoTJustiça, e face à “via limpa”, depois os magistrados e os polícias que estão a investigar JS. JS & não só…
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“Só que parte do princípio que todos os outros à sua esquerda e à sua direita são parvos.”
E, infelizmente, não terá razão?
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E só um tótó acredita em mais uma sondagem que dá o Dr. Costa como lider mais popular. Pois deve ser mais popular porque não diz a ponta de nada que se aproveite. A não ser gastar mais.
Não acredito nestas sondagens, Acho mesmo que é uma tentaiva , mais uma vez, de influenciar um avanço a uma nova liderança do PSD.
Não nos esqueçamos das sondagens durante as europeias: até 38% deram com o Seguro à frente do PS. Depois o que se veio a verificar foram uns miseros 31,5%.
Deixá-los pousar. Acham que o povo é tótó.
Ainda estaremos para saber se o outro está na cadeia inidiciado por crimes praticados enquanto era mandatado pelo PS como PM.
É por estas e outras que há para aí uns espertinhos que dizem que o tema não deve entrar na campanha eleitoral. A começar pelo excelso professor dos Domingos.
Deixá-los. O governo que faa o trabalho que tem a fazer, e que rapidamente defina se vai ou não em aliança.
Depois é esperar pela grande sondagem: a ida às urnas.
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A Eurosondagem está, sempre esteve com o P”S”, ao serviço do P”S”. Não é confiável, não só por isso.
Lembro-me por exemplo de “dar” como garantida uma vitória de MSoares nas presidenciais em 2006, outra de Sarah Palin&Co, etc.
Sistematicamente nunca aumenta a votação no PC e se o faz é nos mínimos, e valoriza o BE.
Hoje, “dá” 2% a Marinho Pinto, 1,?% ao LIVRE, PPortas em alta, etc.
Aldrabilhas !
Acredita em sondagens quem quer ou quem é ignorante.
Mas é assim que se formata a opinião pública…
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No fundo Costa apenas pretende juntar o melhor de 2 mundos. Se o vai conseguir ou não é outra história. Que mal há nisso?
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Última sondagem da Euroexpansão dá vitória muito folgada ao PS e coloca o PSD e o CDS juntos a valer menos de 35%. Não admira. O Governo PSD/CDS alienou o eleitorado de direita e do centro ao expor os portugueses ao mais elevado saque fiscal de sempre ao mesmo tempo que mostrava total incapacidade para reformar o Estado e reduzir o tamanho e a despesa do setor público.Sendo o Povo português socialista por natureza, avesso ao risco, amante de um estado protetor, estes resultados não espantam. Falta saber qual a dimensão da derrota do PSD e do CDS que se arriscam a ter a pior derrota de sempre e a recolocar uma esquerda jacobina e extremista no poder até à próxima bancarrota. O PSD e o CDS só se podem queixar deles próprios. A privatização das empresas de transportes, as fusões das universidades e politécnicos, a redução do número de tribunais e de repartições públicas de finanças devia ter acontecido ao longo do primeiro ano da legislatura. Ao optarem por não reduzir o tamanho do Estado acabaram por fazer o mais fácil – o saque fiscal – e isso provocou a alienação do eleitorado da direita.
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Do eleitorado da direita e também da esquerda que é uma componente importante da classe média portuguesa.
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Jorge,
Só posso falar por mim mas o PSD perdeu o meu voto (e militância) pelas barbaridades socialistas que fez, não pela “austeridade”.
A maior parte dos que se queixam do “mais elevado saque fiscal de sempre” insistem em que a despesa pública deve subir e não descer, ao mesmo tempo que se queixam de a dívida continuar a aumentar.
E o Tribunal Constitucional já disse que o Governo não pode baixar a despesa e tem é que aumentar impostos, o que até dá razão ao Jorge: o Governo é incapaz de fazer aquilo que o Tribunal Constitucional não o deixa fazer.
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Pessoalmente, jamais darei o meu voto aos socialistas e é até provável que volte a entregar o meu voto ao “mal menor”, isto é ao PSD, mas fá-lo-ei sem qualquer entusiasmo ou esperança. Estou a preparar-me há vários anos para um longo governo de esquerda jacobina e extremista que nos vai levar a nova bancarrota. Os meus filhos fizeram carreira na Austria e não tencionam voltar. Eu tenho 63 anos, trabalho há 43 anos, não acredito que o valor das pensões se mantenha por muitos mais anos e optei por investir as poupanças de uma vida em três apartamentos no centro histórico de Lisboa, mais algum em ouro e outro tanto em contas bancárias dos meus filhos em bancos do Lichenstein. Nesta altura da vida, posso dizer: este Povo não tem emenda, deixai-o iludir-se mais uma vez com a esquerda. Tem o que merece.
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Não votar contra a loucura alucinada do Costa e da quadrilha que o rodeia é um crime de lesa-pátria. Em tempo de Guerra não se limpam armas. A obrigação de quem ama Portugal é votar no mal menor. Mesmo quando se acha que o governo do PPC foi uma desilusão ao não ser capaz de acabar com o terror comuno-sindicalista na educação, na saúde, nas autarquias e nas empresas publicas e manter vergonhas como a da TAP e da RTP.
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A Patti Smith vai cantar no Vaticano. Para padres, cardeais e eventualmente para o Papa. Óptimo ! Parabéns às duas “partes”.
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Jorge: É dramática a nossa situação e concordo com a sua visão do nosso futuro. É impressionante a pouca vergonha dos governantes e do PR que não dizem a verdade ao país. Seguem o mesmo procedimento que tiveram relativamente ao BES, todos sabiam que estava falido e continuavam com a conversa que o BES não era o GES, levando tantos incautos a perderem fortunas e outros, pequenas poupanças. Hoje, os juros da Grécia rondam os 10%, a injeção de massa monetária pelo BCE não funciona, estamos em deflação, crescimentos de 0, qualquer coisa e não é com” podemos” e “syrizas” que saímos disto.
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As notícias do funeral da aliança democrática serão porventura exageradas.
Quer isto dizer que temos sido bem governados?
Nem por sombras, Só que as alternativas são muito piores.
Agora há pistas curiosas para quem não entende onde se tomam as decisões major.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3951250#AreaComentarios
http://ultimas-curiosidades.blogspot.pt/2014/05/grupo-bilderberg-2014-lista-oficial-de.html
Os tempos andam difíceis mesmo para quem manda.
Uma coisa é dada como certa: o plano do bloco central terá que avançar.
Diversos personagens vão sendo convidados um a um.
O tio balsas vela pelos enlaces, há muitos anos.
Atualmente o naipe tem paulo macedo, o costa, o rui rio, a inês pouco formosa, mas muito viajada.
Podem no entanto surgir problemas. O mundo está de algum modo imprevisível.
Passos é um deles, se for difícil de quebrar, poderá mesmo que se juntar ao grupo.
Se adquirir apoio público inesperado e convencer-se que pode mesmo mudar alguma coisa, existe sempre um Frank Sturgis pronto para resolver o assunto, como já houve no passado.
Nem todos podem ter israelitas especialmente preparados a cobrir o costado.
Outros fatores bem oleados que passam ao lado, difíceis de provar, admito:
A sabotagem permanente nos ministérios da Justiça e da Educação é por demais evidente ao longo de muitos anos.
Conheci de perto ministros, tanto do psd como do ps, que me confidenciaram ser de fato impossível levar a cabo qualquer tipo de reformas nesses covis.
Há também uma rede de toupeiras que pela sombra influencia a pseudo política.
Como o processo está em investigação, o que jamais tinha acontecido segundo o ralha.
Será melhor aguardar pelas conclusões, se houver conclusões.
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Jorge : “este Povo não tem emenda, deixai-o iludir-se mais uma vez com a esquerda. Tem o que merece.”
Nenhum Povo tem “emenda”. Cada Povo é como é. Esta é a matéria-prima da politica. Assim como é, para cada pessoa, o contexto social envolvente da sua vida . Qualquer projecto politico, como qualquer projecto pessoal, tem de partir da realidade. Adaptando-se e procurando operar as mudanças possiveis que vão no melhor sentido. Sempre com esperança mas também sem entusiasmos excessivos. Sobretudo no que se refere à politica. Os “amanhãs que cantam” não existem, à esquerda como à direita. As mudanças possiveis são sempre pequenas. Votar no “mal menor” é já por si uma contribuição maior. Nenhum Povo, mesmo quando se ilude, “merece” o pior. Quaisquer que sejam as desilusões e frustações actuais, importa votar contra qualquer alternativa à esquerda. Eu vou votar pelo PSD de Passos Coelho. Sem reservas nem hesitações.
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As sondagens mostram que, independentemente dos discursos de momento, estamos condenados ao “gangue” do bloco central.
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Tanta conversa para quê ? Ganha as eleições com maioria absoluta quem prometer
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baixar 25% em todos os impostos, aumentar os vencimentos de todos os Funcionários Publicos e criar meio melhao de postos de trabalho.
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Se depois cumpre ou não …… será o habitual. Depois se verá. E ver-se-ão sempre umas contas que estavam escondidas e daqui e dacolá etc e tal.
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Á esquerda, ao centro, à direita. de cima, do meio ou debaixo, transversal, obliquo ou vertical, mais neo-comunista, socialista-aveludado, social democrata-entrapado ou direita-conservada, gostam todos é de promessas de ‘Sois na Terra’ e o isso o habitual basta bem.
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A menos que haja algum Terramoto ou Maremoto. Mas isso seriam segredos da Natureza ….
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Pior do que isso. Ganha as eleições ou o PS ou o PSD, porque muitos encaram a opção partidária como um prolongamento dos clubes de futebol.
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