Quanto mais olho para estas imagens mais sou levada a crer que a policromia aumenta nas fardas da TAP na proporção do aumento da esquizofrenia da empresa
As poucas vezes que andei na TAP levei com atrasos e falta de informação. E muito vedetismo do pessoal de bordo.
Devido à inconstância do serviço, ainda este ano uma filha minha foi e veio a Timor pela Swissair via Zurich.
ATap só me serve para agravar os impostos que pago.
Lá em casa não se gasta um tostão com serviços da TAP. Até porque com as outras companhias os clientes têm direitos, com a TAP aquilo é o da joana.
Para o lucro que tenho com a TAP será um favor que me fazem os chineses ou os árabes se passarem eles a sustentar a besta.
Quanto aos industriais da Hotelaria que andam por aí a choramingar para que eu continue a sustentar a Companhia aérea que lhes dá lucro, sempre poderão contratar com outras companhias aéreas os charters que lhe mantenham o negócio. Ou então comprem a TAP. Com dinheiro próprio.
Oh alexandrino, não te armes aos cágados que hoje é sexta-feira.
Obviamente que para Timor se vai no Funchal. Toda a gente sabe.
E não é “queria ir”. Foi e voltou. Queres as datas e o número dos voos?
O voo principal – aquele que custa mais dinheiro – é Europa-Singapura. Mas nem a saída da Portela para a escala europeia seguinte se considerou que pudesse ser TAP
A única vez que apanhei um susto do carago a bordo dum avião da TAP foi há muitos anos. Estava a dormir, acordaram-me para “almoçar” e deparo-me com uma hospedeira feia e voz grossa. Ela mesmo: a futura mulher de JSampaio !
As farpelas foram encomendadas pelos sindicatos ou pela administração?
Quanto ao serviço da TAP, que conheço muito bem: são simpáticos, são prestáveis. Pela negativa têm os atrasos. A comida na económica é o que é – há pior, como há melhor mas a um preço mais alto. Os atrasos começam logo de manhã e seguem em frente com o devido à chegada tardia do avião. São mais flexíveis que outras companhias com a bagagem de mão, o que é errado. Aqui deviam ser intransigentes pois esta é outra causa de atrasos. Muito dos problemas julgo quê derivam também da falta de mangas no aeroporto de Lisboa e do check-in infernal. Um outro ponto, este sim grave: o overbooking.
Não tenho grandes opiniões sobre a privatização em si. Espero no entanto que, se vier a ser concretizada, a empresa adquirente seja uma empresa séria do ramo. Quando ouço falar na Azul, na Globalia – que julgo serem low-costs – e em Pais do Amaral, não tenho dúvidas em dizer que só a avianca – se estiver interessada – parece ter interesse. Resta saber se a escolha não está já feita.
Quanto à falência da empresa; vão engodar outro. O aeroporto de Bruxelas só este ano recuperou o mesmo número de passageiros de 2000, ano em que a Sabena faliu. Por mais doido que este país esteja,a tanto não chegou.
A Azul segundo notícias de sites especializados prepara-se para ser a maior companhia brasileira e procura um parceiro (este vem mesmo a calhar) para dar o salto intercontinental.
Os funcionários da TAP, mesmo os que em princípio deveriam ser mais esclarecidos como os pilotos ou os engenheiros, p. ex., ambicionam o que qualquer português que se preze ambiciona: ser funcionário publico.
E os empresários que defendem que a TAP deve ser uma empresa do estado, defendem o que qualquer empresário português que se preze ambiciona: fazer negócios com os funcionários publicos que representam o estado.
E não saímos disto como este “manifesto”, mais um, assinado pelos do costume confirma:
Campanha antiga e de grande prestígio. Criada em 2008 hesitaram em chamar-lhe azul ou samba. Especializou-se nos destinos aonde ninguém vai. Finalmente Castro verde, ribeira de pena, vagos, manteigas ou Oliveira do hospital vão ter ligação aérea.
Podem-me achar ingénuo, mas creio que a melhor solução ainda seria entregar a propriedade da TAP aos seus funcionários mediante um desconto único simbólico (na ordem dos 2 dígitos, em euros), mas obrigatório, nas suas remunerações para pagamento dum preço ainda mais simbólico pela companhia. Eles depois que fizessem o que quisessem. Quem sabe se a TAP até não iria melhorar com o pessoal a trabalhar para aquilo que era seu. A longo prazo o Estado português também acabaria por poupar imensa despesa.
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No meio está a virtude. É preciso resolver mas BEM e com juizo.
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O interesse do Português, lingua, está acima da Europa.
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Siga-se a pegada da SAS-Scandinavian Airways System:
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os Governos da CLP que se entendam e dividam entre eles a Companhia transformando-a numa PAS – Portuguese Airways System com um ambito negocial que aceite até a fusão com outras de lingua portuguesa que já estejam a voar.
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A TAP, do Estado ou dos Chineses ou dos Arabes ou seja lá quem for, está condenada a dissolver-se ou fundir-se numa qualquer europeia, asiatica ou arabe;
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quer a TAP quer a TACV ou a TAAG ou a moçambicana não têm dimensão para sobreviver à globalização e os brasileiros ganhariam também uma dimensão africana, oriental e europeia que não têm.
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É preciso que o espaço mundial da Lingua Portuguesa ultrapasse a infância, as jactancias das patacoadas de inteletuais vaidosos e dos teóricos da treta e avance para um ‘mercado comum’ nos espaços mundiais da Lingua Portuguesa. E isto passa também por Portugal que tem de abandonar subliminares colonialistas ou de superioridade porque no Tempo hoje todos os que falam Português são iguais.
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Alem do mais dispomos do soberbo Aeroporto de Beja que até poderia contribuir para instalar Oficinas de Aeronautica de suporte deste grande projeto de aviação com dimensão mundial.
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Se querem fantasias e futuros proximos sem futuro então ponham a TAP “por conta” dos impostos dos Portugueses ou privatizem para arrumar com aquilo duma vez por todas.
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Admira-me o PS ainda não ter alcançado uma grande visão para Portugal. Talvez qualquer um dos outros desça das ‘torres de marfim dos sonhos e fantasias” e acorde primeiro e então o PS pode arrumar a trouxa para uma longuissima travessia do deserto a ‘pão e àgua’.
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Já aqui falei nisto já lá vão meses.
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Ah, já sei, foi no caso dos Estaleiros de Viana.
Aquilo foi uma guerra entre os que queriam o “status quo” e o Governo reformador do Passos Coelho.
E que guerra, com os comunistas na linha da frente de braço dado com o Presidente socialista da Câmara de Viana do Castelo, que faz o que for preciso para se manter com o tacho da Câmara.
Agora, o Arménio Carlos e a Catarina Martins já nem falam no assunto. Perderam a guerra, Portugal ganhou.
Com a TAP espero que suceda o mesmo. Que se venda e que os fanáticos demagogos da Esquerda falida, se calem de uma vez por todas.
em 1960 fecharam as casas de putas, mas não acabou a prostituição
abaixo a inpecção que o HIV é do povo
os aparat chiques da tap desejam que esta seja entregue a Chineses, Árabes …
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As poucas vezes que andei na TAP levei com atrasos e falta de informação. E muito vedetismo do pessoal de bordo.
Devido à inconstância do serviço, ainda este ano uma filha minha foi e veio a Timor pela Swissair via Zurich.
ATap só me serve para agravar os impostos que pago.
Lá em casa não se gasta um tostão com serviços da TAP. Até porque com as outras companhias os clientes têm direitos, com a TAP aquilo é o da joana.
Para o lucro que tenho com a TAP será um favor que me fazem os chineses ou os árabes se passarem eles a sustentar a besta.
Quanto aos industriais da Hotelaria que andam por aí a choramingar para que eu continue a sustentar a Companhia aérea que lhes dá lucro, sempre poderão contratar com outras companhias aéreas os charters que lhe mantenham o negócio. Ou então comprem a TAP. Com dinheiro próprio.
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Mas queria ir a Timor pela TAP?
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Oh alexandrino, não te armes aos cágados que hoje é sexta-feira.
Obviamente que para Timor se vai no Funchal. Toda a gente sabe.
E não é “queria ir”. Foi e voltou. Queres as datas e o número dos voos?
O voo principal – aquele que custa mais dinheiro – é Europa-Singapura. Mas nem a saída da Portela para a escala europeia seguinte se considerou que pudesse ser TAP
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A única vez que apanhei um susto do carago a bordo dum avião da TAP foi há muitos anos. Estava a dormir, acordaram-me para “almoçar” e deparo-me com uma hospedeira feia e voz grossa. Ela mesmo: a futura mulher de JSampaio !
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Quando a TAP mudar de dono(s), certamente surgirá nova farda.
HMatos,
ciclicamente quase todas as companhias de aviação mudam de traje.
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As farpelas foram encomendadas pelos sindicatos ou pela administração?
Quanto ao serviço da TAP, que conheço muito bem: são simpáticos, são prestáveis. Pela negativa têm os atrasos. A comida na económica é o que é – há pior, como há melhor mas a um preço mais alto. Os atrasos começam logo de manhã e seguem em frente com o devido à chegada tardia do avião. São mais flexíveis que outras companhias com a bagagem de mão, o que é errado. Aqui deviam ser intransigentes pois esta é outra causa de atrasos. Muito dos problemas julgo quê derivam também da falta de mangas no aeroporto de Lisboa e do check-in infernal. Um outro ponto, este sim grave: o overbooking.
Não tenho grandes opiniões sobre a privatização em si. Espero no entanto que, se vier a ser concretizada, a empresa adquirente seja uma empresa séria do ramo. Quando ouço falar na Azul, na Globalia – que julgo serem low-costs – e em Pais do Amaral, não tenho dúvidas em dizer que só a avianca – se estiver interessada – parece ter interesse. Resta saber se a escolha não está já feita.
Quanto à falência da empresa; vão engodar outro. O aeroporto de Bruxelas só este ano recuperou o mesmo número de passageiros de 2000, ano em que a Sabena faliu. Por mais doido que este país esteja,a tanto não chegou.
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Obviamente as novas fardas são sempre da responsabilidade das administrações.
De acordo: não deviam ser tão flexíveis com as bagagens de mão.
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A Azul segundo notícias de sites especializados prepara-se para ser a maior companhia brasileira e procura um parceiro (este vem mesmo a calhar) para dar o salto intercontinental.
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“Sei não”, como dizem os brasileiros.
É um excelente negócio comprar uma companhia de aviação de bandeira já com ligações intercontinentais.
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Os funcionários da TAP, mesmo os que em princípio deveriam ser mais esclarecidos como os pilotos ou os engenheiros, p. ex., ambicionam o que qualquer português que se preze ambiciona: ser funcionário publico.
E os empresários que defendem que a TAP deve ser uma empresa do estado, defendem o que qualquer empresário português que se preze ambiciona: fazer negócios com os funcionários publicos que representam o estado.
E não saímos disto como este “manifesto”, mais um, assinado pelos do costume confirma:
http://www.esquerda.net/artigo/economistas-contra-privatiza%C3%A7%C3%B5es-da-ana-e-da-tap/25996
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Campanha antiga e de grande prestígio. Criada em 2008 hesitaram em chamar-lhe azul ou samba. Especializou-se nos destinos aonde ninguém vai. Finalmente Castro verde, ribeira de pena, vagos, manteigas ou Oliveira do hospital vão ter ligação aérea.
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Podem-me achar ingénuo, mas creio que a melhor solução ainda seria entregar a propriedade da TAP aos seus funcionários mediante um desconto único simbólico (na ordem dos 2 dígitos, em euros), mas obrigatório, nas suas remunerações para pagamento dum preço ainda mais simbólico pela companhia. Eles depois que fizessem o que quisessem. Quem sabe se a TAP até não iria melhorar com o pessoal a trabalhar para aquilo que era seu. A longo prazo o Estado português também acabaria por poupar imensa despesa.
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a TAP (sem o negócio ruinoso da manutenção do Brasil) dá lucros nos últimos (5?) anos.
é só um pormaior.
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No meio está a virtude. É preciso resolver mas BEM e com juizo.
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O interesse do Português, lingua, está acima da Europa.
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Siga-se a pegada da SAS-Scandinavian Airways System:
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os Governos da CLP que se entendam e dividam entre eles a Companhia transformando-a numa PAS – Portuguese Airways System com um ambito negocial que aceite até a fusão com outras de lingua portuguesa que já estejam a voar.
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A TAP, do Estado ou dos Chineses ou dos Arabes ou seja lá quem for, está condenada a dissolver-se ou fundir-se numa qualquer europeia, asiatica ou arabe;
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quer a TAP quer a TACV ou a TAAG ou a moçambicana não têm dimensão para sobreviver à globalização e os brasileiros ganhariam também uma dimensão africana, oriental e europeia que não têm.
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É preciso que o espaço mundial da Lingua Portuguesa ultrapasse a infância, as jactancias das patacoadas de inteletuais vaidosos e dos teóricos da treta e avance para um ‘mercado comum’ nos espaços mundiais da Lingua Portuguesa. E isto passa também por Portugal que tem de abandonar subliminares colonialistas ou de superioridade porque no Tempo hoje todos os que falam Português são iguais.
.
Alem do mais dispomos do soberbo Aeroporto de Beja que até poderia contribuir para instalar Oficinas de Aeronautica de suporte deste grande projeto de aviação com dimensão mundial.
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Se querem fantasias e futuros proximos sem futuro então ponham a TAP “por conta” dos impostos dos Portugueses ou privatizem para arrumar com aquilo duma vez por todas.
.
Admira-me o PS ainda não ter alcançado uma grande visão para Portugal. Talvez qualquer um dos outros desça das ‘torres de marfim dos sonhos e fantasias” e acorde primeiro e então o PS pode arrumar a trouxa para uma longuissima travessia do deserto a ‘pão e àgua’.
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Já aqui falei nisto já lá vão meses.
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Onde é que eu já vi isto?
Ah, já sei, foi no caso dos Estaleiros de Viana.
Aquilo foi uma guerra entre os que queriam o “status quo” e o Governo reformador do Passos Coelho.
E que guerra, com os comunistas na linha da frente de braço dado com o Presidente socialista da Câmara de Viana do Castelo, que faz o que for preciso para se manter com o tacho da Câmara.
Agora, o Arménio Carlos e a Catarina Martins já nem falam no assunto. Perderam a guerra, Portugal ganhou.
Com a TAP espero que suceda o mesmo. Que se venda e que os fanáticos demagogos da Esquerda falida, se calem de uma vez por todas.
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Que falta faz uma Thatcher
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