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Grão a grão, ficam as famílias sem pão

2 Outubro, 2020

No Observador recordo no artigo de hoje que cada euro inscrito nas verbas do Orçamento do Estado é um euro a menos no bolso das famílias portuguesas.

O texto completo está aqui.

14 comentários leave one →
  1. Luís Lavoura permalink
    2 Outubro, 2020 18:17

    “no bolso das famílias portuguesas”

    No bolso daquelas famílias que ainda têm euros no bolso, quer Você dizer.

    Porque há também aquelas famílias cujo posto de trabalho foi extinto e que agora não têm nenhum euro no bolso.

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    • chipamanine permalink
      2 Outubro, 2020 20:29

      e assim conseguiremos que todos não tenham nenhum euro no bolso… e seremos todos felizes pela igualdade..ou seja ao socialismo pleno

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      • 3 Outubro, 2020 21:43

        Errado! cada euro de impostos é um euro retirado do bolso dos pobres.
        O IVA, o IRS, o IMI cobrados anualmente pelo estado é pago pelos pobres (que não podem deixar de comer, de se transportar, de pagar a prestação da casa, e o IMI).

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    • carlos rosa permalink
      4 Outubro, 2020 00:11

      Tal como se previa, a fome vai aparecer em força em Portugal. Já se nota, mas 2021 vai ser a rodos.
      Será interessante ver o teatro que a Esquerda vai representar.
      Enquanto o Costa se ri na sua sacanice, da miséria que ele ajuda a alastrar, os comunistas fazem como o cigano que roubou o porco. Apanhado pela GNR com o porco às costas logo o sacudiu dizendo, raio do porco, onde havia de vir pousar!
      E o Bloco de Esquerda, grandes revolucionários, tá-se bem.
      A Catarina Martins reclama, reclama para aparecer na TV, em desespero com a perda de votos, mas o que ela quer é continuar a viver encostada ao Costa para segurar os privilégios adquiridos. Conseguindo infiltrar dezenas de militantes no Estado como a Graça Freitas da DGS, tem a missão cumprida. Ocupados os tachos, está feita a Revolução.

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  2. voza0db permalink
    2 Outubro, 2020 21:34

    Nunca fui ao sítio do “observador”… e não vai ser hoje que vou começar!

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  3. 2 Outubro, 2020 21:51

    Para se ter acesso ao observador temos de permitir publicidade e posteriormente assinar…Há muito tempo que deixei de frequentar este sítio uma vez que percebi que as esquerdas também ali já pousaram! Lamento, pois deixei de poder ler certos artigos.

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  4. Weltenbummler permalink
    2 Outubro, 2020 22:53

    « eles comem tudo

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  5. 3 Outubro, 2020 01:33

    “seria prudente inscrever na Constituição um limite máximo para o endividamento do Estado”
    Excelente ideia!
    Entretanto, o último que feche a porta!

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    • voza0db permalink
      3 Outubro, 2020 17:08

      Os DONOS do Sistema Monetário não nos dão permissão para escrever esse tipo de baboseira na “constituição” e mesmo que dessem, seria só para ter mais umas quantas palavras no desperdício de texto!

      Aliás… Basta olhar para a escumalha amerdicana que têm um “debt ceiling” mas que passa a vida a ser alterado ou completamente ignorado…

      A nossa DÍVIDA é a RIQUEZA DOS DONOS DO SISTEMA MONETÁRIO, assim sendo porque raio iriam Eles autorizar limites à sua RIQUEZA?!

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    • Zé Manel Tonto permalink
      3 Outubro, 2020 17:33

      Não concordo.
      Não resolve nada. Quando há uma emergência, a sério ou imaginada, a constituição não vale o papel em que está escrita.

      Se queremos limitar o endividamento há algumas palavras que têm que ser eliminadas da constituição. Começando por “tendencialmente gratuito”, seguindo para “direito a”, “segurança social”, e por aí fora.

      O grosso dos gastos e, consequentemente, do endividamento, estão aí.

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      • 3 Outubro, 2020 23:40

        Voza0db e Zé Manel Tonto, reconheço o valor da vossa argumentação!
        Ainda assim, pôr um tecto na dívida permitida (e com uma oposição competente) era capaz de mudar alguns comportamentos antes de esse ser atingido!

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      • 4 Outubro, 2020 10:33

        O Zé, essa do “tendencialmente gratuito” é uma piada que vai ao bolso da indústria farmacêutica, das empresas de importação de equipamentos médicos, etc. Olhe que isso é gente poderosa, a quem interessa muito mais a política de saúde vigente do que aos próprios utentes. E vai ao bolso dos Mello & etc. que têm PPPs da saúde. Que são gente menos poderosa mas ainda assim com poder para evitar alterações à legislação que colidam com seus interesses.

        E essa piada do “direito a” também vai ao bolso de gente graúda; donos de jornais, por exemplo, que se estão nas tintas para o “direito ao bom nome” ou para o “segredo de justiça / presunção de inocência”. São fornecedores de peso dos políticos, ninguém tem coragem para “mexer” nisso…

        Falhas da democracia…

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  6. Nuno permalink
    3 Outubro, 2020 17:40

    O verdadeiro orçamento só há de chegar em 2021. Este ainda não é a sério.

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