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Tudo normal

30 Junho, 2015

A coligação de governo na Grécia, (que teve 41% dos votos), recebeu um mandato para resistir a medidas de austeridade. Nada mais natural que o governo da esquerda radical e da direita social entendam que para aceitar um acordo que contraria esse mandato tenham de perguntar ao eleitorado se o aceita. Nem podia ser de outra maneira.
As reacções histéricas ao referendo por parte dos dirigentes da UE são igualmente naturais dada a sua cultura anti-democrática em especial a via referendária. Mas agora terão que se habituar.

Obviamente e pelas mesmas razões, os gregos e a UE terão também terão de aceitar a ideia que um eventual 3º resgate à Grécia, ou um novo perdão de dívida (em 2012 foram-lhe perdoados 100 mil milhões….) terá de ser submetido à apreciação democrática dos parlamentos ou por via referendária nos restantes 27 países, pois que os seus contribuintes não são obrigados a emprestar ou a perdoar dívidas.

Todos os jornais precisam de um editor de política

30 Junho, 2015

O texto final foi manuscrito por José Sócrates, datilografado fora da cadeia e regressou às suas mãos para sucessivas revisões. A versão definitiva acabou por chegar ontem, ao fim da manhã.

Tragédia Grega

29 Junho, 2015

Cavalo da Comporta, sul de Tróia.

Cavalo da Comporta, sul de Tróia.

A tragédia grega é uma forma de arte oriunda de antigos rituais de veneração do deus Dioniso. Tal como nessa altura, hoje também anda tudo bêbado: basta o título “tragédia grega” para fazer tremer qualquer vítima involuntária de regimes como o idealizado pelo Syriza. A urbe que clama por solidariedade começa, finalmente, a perceber a dor do Dr. Ricardo Salgado: é muito aborrecido perdermos aquilo que achávamos que viríamos a ter se continuássemos a gastar o que não temos para vir a conquistar a posse do que nunca poderíamos alcançar.

A verdadeira tragédia da Grécia em 2015 é que temos que gramar com mais um colapso do socialismo pelo fim do dinheiro dos outros e, na perspectiva portuguesa, com mais um rude golpe na Sagrada Constituição e a sua forma de garantir que a receita deverá ser tal que permita uma qualquer despesa arbitrária.

Podia dizer que tenho pena dos gregos mas, sentir pena não é um sofrimento muito nobre. Pena, pena, tenho pelos pobrezinhos da Comporta, que perderam mais um Batman para idolatrar, ainda que hoje não o consigam admitir, preferindo – para já – culpar a mini-saia e ilibar o violador.

Falsos dilemas

29 Junho, 2015

“Se tiver de escolher entre credores e idosos, escolho os idosos” — Joana Amaral Dias

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Nas fotos, pensionistas à porta de bancos gregos.

O referendo grego é válido?

29 Junho, 2015

Os mecanismos na Grécia para convocar um referendo devem ser especialíssimos. Numa semana faz-se campanha, aprova-se pergunta e alguém confirmou aos gregos que aquela proposta se mantém na mesa?

Uma das coisas tocantes na extrema-esquerda é que a culpa é sempre dos outros

29 Junho, 2015

Rui Tavares não perdoa “irresponsabilidade histórica” do Governo.

Uma pessoa pensa que a culpa pelo que acontece na Grécia será do governo grego. Nada disso: é do governo português, O poderosíssimo governo português que como se sabe comanda a UE.  De qualquer modo o Livre que anda naqueles interrogatórios aos seus simpatizantes ( e que a brincar a brincar está quase a impor o seu candidadato presidencial ao PS) pode aproveitar para lhes fazer esta pergunta sugerida pelo Eduardo Cintra Torres:
“Está de acordo que Portugal perdoe à Grécia os 1.100 milhões de euros que lhe emprestou, e que os credores internacionais perdoem à Grécia toda ou parte da sua dívida, implicando essa solidariedade um novo aumento de impostos aos contribuintes portugueses?”

Pessoas que percebem disto

28 Junho, 2015

Daniel Oliveira sobre a grande vitória do Syriza em Fevereiro de 2015:

O “conto de crianças” que Tsipras e Varoufakis conseguiram ver aprovado em troca de mais financiamento foi um programa de combate à evasão fiscal, à corrupção e ao desperdício. De extensão de apoios sociais, com garantias de fiscalização. De aumento do salário mínimo. De combate ao endividamento das famílias e de mais justiça fiscal. Do fim do processo de privatizações. Da morte definitiva da troika, com a valorização da OCDE e da OIT. E de aplicação de parte de um programa de emergência social. Podem tentar transformar isto numa derrota. Se um governo nosso conseguisse, sem que Portugal esteja no aperto que a Grécia está, metade disto eu festejaria. É só um começo de uma guerra que será dura. Mas é um bom começo. Como fica evidente com o torcer de narizes do BCE e do FMI.

Manter a calma

28 Junho, 2015

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Temos de corrigir este desequilíbrio

28 Junho, 2015

Menos del 2% de los matrimonios son entre personas del mismo sexo

Há que estabelecer quotas visando a correcção desta desigualdade. Fazer campanhas. Programas de incentivos. Não é admissível que persista esta discriminação.

Por onde andará o dr. Sampaio e a Aliança de Civilizações?

28 Junho, 2015

“Nous sommes dans une guerre de civilisation” – declarou Manuel Valls após a decapitação de um cidadão francês em França. Imagine-se o que não teria dito e feito caso ao comando de 4 aviões tivessem assassinado quase três mil pessoas.

Tsipras o homem que não podia negociar.

28 Junho, 2015

Porque não sabia e porque não podia. Tema do meu artigo de hoje no Observador

Coisas que os populistas sabem aproveitar

28 Junho, 2015

Referendos, democracia directa, prazos curtos entre marcação de eleições e referendos e a sua realização, eleições antecipadas e frequentes (enquanto eles não estão no poder).

Para que serve o referendo grego?

28 Junho, 2015

Para que é que serve o referendo grego?

Bem, a pergunta será qualquer coisa como: “Concorda com a última proposta das instituições?”

Não se percebe ao certo quais seriam as consequências do sim ou do não.

Em caso de vitoria do “sim”, o governo grego já eu a entender que aplicará a proposta da troika, mas isso não é plausível e se calha nem sequer é possível. A última proposta da troika foi retirada. Há alguma possibilidade de o processo negocial recomeçar, mas já não será a mesma proposta nem sob as mesmas condições e possivelmente já não será com este governo grego.

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Em caso de vitória do “não” o governo grego diz que quer continuar a negociar, mas é improvável que a União Europeia o queira fazer nos mesmos moldes e com o mesmo governo grego que interrompeu uma negociação no último dia para convocar um referendo.

Portanto, o referendo é apenas uma forma de o Syriza fugir às suas responsabilidades e de continuar a fazer o jogo inconsequente da luta contra a austeridade sem nunca ter de concretizar uma política alternativa. Se as coisas corressem bem ao Syriza para a semana estariam com o mesmo discurso a negociar com a UE, a culpar à vez a Alemanha, o FMI ou o BCE, e assim ficariam enquanto pudessem.

Um exercício de pura má fé

28 Junho, 2015

Comunicado do Collectif contre l’islamophobie en France a propósito dos últimos atentados terroristas naquele país;

Le CCIF est profondément choqué par ce nouvel acte de violence inqualifiable. Nous adressons toutes nos condoléances aux familles et aux proches des victimes.

Dans un contexte déjà difficile, où la société française est gangrenée par une montée du racisme et de l’intolérance ainsi qu’une recrudescence des actes islamophobes, nous mettons en garde contre toute tentative d’amalgame et demandons à ce que la sécurité des lieux de culte soit renforcée, surtout durant cette période de Ramadan où les mosquées sont très fréquentées.

Nous demandons aux responsables des lieux de cultes d’être vigilants, et de signaler tout acte hostile aux autorités en mettant le CCIF en copie (contact@islamophobie.net)

Le danger ne réside pas dans les vaines tentatives de groupes armés de déstabiliser la République. Ses principes sont assez ancrés dans l’esprit des Français et l’Histoire de notre pays l’a maintes fois montré.
Le vrai danger réside du côté de ceux qui utilisent ces événements pour déverser leur haine contre une partie de la population qui est, de fait, celle qui paye le plus lourd tribut face au terrorisme.

O que é isto?

27 Junho, 2015

Está calor, a Grécia, o ISIS e mais não sei quê…

27 Junho, 2015

faça como eles: deite-se em qualquer lado e durma

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A minha proposta para o Muro de Atenas

27 Junho, 2015

  

Os cortes nas pensões já foram decididos

27 Junho, 2015
O Estudo ( Avaliação Actuarial do Sistema Previdêncial da Segurança Social) mostra que o sistema previdêncial de segurança social não é financeiramente sustentável no longo prazo. A dívida implícita calculada avalia a dimensão da ruptura do sistema, evidencia que as receitas projectadas não são suficientes para financiar as despesas com as prestações sociais projectadas, incluindo as pensões, tendo em conta as condições de atribuição e as regras de cálculo em vigor. 
A existência de défices ao longo do período do Estudo – 2013 a 2060 – corresponde a dívida explícita futura, cuja resolução passará sempre pelos rendimentos das gerações futuras, seja pelo aumento de contribuições e impostos e/ou redução de benefícios, seja pelo aumento de dívida pública para financiar aqueles défices. Este desequilíbrio financeiro coloca obviamente problemas de equidade intergeracional, porque serão, justamente, as gerações futuras que pagarão a factura. 
O Estudo mostra qual teria que ser o aumento da taxa contributiva geral (TSU) para assegurar o equilíbrio financeiro de longo prazo, ou seja, para eliminar os défices projectados. 
a) As estimativas da dívida implícita oscilam entre 293.295 milhões €, que correspondem a 172,7% do PIB, e 130.767 milhões €, que correspondem a 77,0% (dependendo das taxas de desconto utilizadas, no primeiro caso 3% e no segundo caso 5%). 
b) As estimativas apontam para uma taxa contributiva geral de equilíbrio de 42,41%, ou seja, mais 8,43% que a actual taxa contributiva (TSU, excluindo a parcela da administração que vale 0,77%). 
c) O Estudo apresenta outros resultados muito importantes para um debate que leve a mudanças em particular no sistema de pensões. A evolução da taxa de substituição global irá sofrer uma significativa redução: evoluirá de cerca de 60% em 2014 para cerca de 45% em 2060, de acordo com a aplicação das condições e regras de cálculo das pensões em vigor. 

A United também é Azul

27 Junho, 2015
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United Airlines and Azul Brazilian Airlines Form Long-Term Strategic Partnership

Neeleman está pacientemente a construir o “Triângulo Atlântico” que aqui “desenhei”. Depois disto, seguir-se-á:

  • Adesão da Azul à Star Alliance;
  • Obtenção por Neeleman da nacionalidade portuguesa;
  • Entrada da United no capital da Gateway.

Está visto, saiu o Euromilhões à TAP. E dizia-se para aí que iríamos ficar sem transporte aéreo.

O que significa o referendo grego?

26 Junho, 2015

Significa que:
1. O governo foi eleito com premissas que não pode cumprir (acabar com a austeridade);
2. O governo está disposto a continuar a ser governo com premissas que não pode cumprir (manter a Grécia subsidiada para pertencer ao euro).

É bonito de ver

26 Junho, 2015

A sintonia entre Ana Lourenço e Francisco Louçã. É como se tudo aquilo que Louçã vai dizer Ana Lourenço antecipasse.

Manifesto pela dignidade em campanha eleitoral

26 Junho, 2015

Os períodos de campanha eleitoral são uma distracção da vida quotidiana, um carnaval prolongado de onirismo composto por ridículo narcisismo entre homens de meia-idade. Pela dignidade em campanha eleitoral, os seguintes preceitos devem ser respeitados:

  1. Não se refuta o adversário com números, factos ou outras entidades oriundas da realidade e sim com referências aos hábitos e indumentária – se anda de mota, se tem cachecol, se usa gravata, se tem sapatos fixes ou, ao invés, se é gordo, sua muito no bigode ou radiodifunde pêlos pelas orelhas.
  2. Não se apresentam previsões – a que se chamam projecções -, menciona-se apenas que é preciso apostar no crescimento, no cluster, no centro de decisão, no observatório, no regulador e em coisas ainda mais difusas como a biodiversidade, o género, o direito, a justiça, a igualdade, a equidade, a identidade, a dignidade, a crise humanitária, a solidariedade e, em geral, qualquer outra coisa terminada em -ade, como “abade”.
  3. Há sempre uma alternativa mas toda a gente sabe que é parva sob risco de a própria pessoa que nela acredita ser parva – logo, um potencial eleitor a cultivar, regar e adubar. Deve mencionar-se várias vezes “políticas alternativas” sem especificar em demasia, ficando por generalidades como “pessoas primeiro”, “amiga do crescimento”, “verde”, “sem custos”, modernidade e, claro, tudo o que já foi apontado no ponto anterior. Tal deve ser dito sem suar ou sem radiodifundir pêlos das orelhas e do nariz.
  4. As franjas devem usar a ideia de que “são todos iguais” e devem explicar que a culpa foi dos que sempre governaram, não dos que nunca governaram. Devem também explicar que fariam diferente e melhor, apesar de claramente não conseguirem expressar essa evidente bonomia em votos. Quando isso não for suficiente e a lógica começar a imperar devem insultar o mais possível o interlocutor, o Presidente, o povo, a Europa, a mãe do adversário e o hobby de um tipo qualquer que se suspeite ter em tempos votado nesse partido.
  5. Citar Pacheco Pereira e Mário Soares sempre que possível, nem que o seu partido seja composto por gays fascistas vesgos. Pontos extra se mencionar o holocausto antes do pequeno-almoço, como Viriato Soromenho-Marques, um exemplo de erudição apesar do uso de gravata.
  6. O debate, na fase chata de intervalo entre insultos, deve centrar-se em salvar qualquer coisa, que não interessa particularmente o que é, desde que o princípio seja salvar. Pode ser a TAP, o Oceanário, a Grécia, os TLP, o SNS, a escola pública, o telégrafo, o TGV, a democracia, a equidade, todos os -ades, a União Europeia, o euro, a batata do míldio, as cidades dos turistas, a locomotiva a vapor, etc. Importante é, nessa fase enfadonha entre insultos, dar um ar de Rambo, para não perder a audiência.
  7. Agir e discutir como se todos tenham as mesmas probabilidades de vencer eleições, incluíndo o PAN, o ninja de Gaia, o Sampaio da Nóvoa ou o Rui Tavares Unipessoal.
  8. Quando tudo parecer perdido, discutir fugas ao segredo de justiça e tentar determinar o culpado.

Falta de transparência das primárias do Livre

26 Junho, 2015

Antes de ler este post do RAF, onde se sugere que os resultados das primárias do Livre/Tempo de Avançar foram manipulados, já tinha algumas dúvidas sobre o processo eleitoral dessas primárias. Já andava a compilar mentalmente algumas características destas primárias que são no mínimo intrigantes:

1. Os responsáveis anunciaram um número de eleitores potenciais inesperadamente alto, mas no fim só votaram 25% dos eleitores. Parece que no universo eleitoral foram incluídos eleitores adormecidos. Estranho para um partido novo. Quem são estes e qual foi o critério para a sua inclusão?

2. Tento descobrir quantos votos teve o Rui Tavares, ou qualquer outro candidato, e nenhum jornal refere um número que seja. No site também não aparece o número de votos de cada candidato, só a ordem pela qual vão aparecer nas listas. Não há nenhum dado que permita escrutinar a votação. Os próprios candidatos não parecem ter nenhum meio de verificação do seu próprio resultado nem têm como saber se ficaram perto ou longe do candidato à sua frente. Note-se que, por causa do sistema de quotas, um candidato mais votado pode ter menos votos que um à sua frente nas listas, mas não é possível saber se isso aconteceu.

3. Segundo o regulamento, os votos são contados por uma comissão eleitoral de 9 pessoas, a qual pode delegar  a tarefa em comissões eleitorais distritais idênticas. Esta comissão tem o monopólio de todo o processo de contagem e não parece haver possibilidade de os candidatos assistirem à contagem de votos ou de poderem verificar as contas.

4. Foi possível votar electronicamente (Se for como a votação a decorrer para o candidato presidencial, é por formulário na web em que a identidade do votante é verificada com base no email. Em algumas notícias sugere-se que terá sido por email). Não é claro como é que este voto electrónico assegura o anonimato de quem vota. O voto por correspondência tem que ter um procedimento para desassociar as credenciais do votante do seu voto, antes de se proceder à abertura deste último e respectiva contagem. Não é explicado como é que isso é feito para o voto electrónico. Também não é claro como é que é assegurada a integridade da votação. Basta uma linha de código no software de processamento para alterar a intenção de voto do eleitor.

O Livre/TA gaba-se de ser o primeiro partido em que a direcção partidária não escolhe os candidatos a deputados. Até podem ter razão. Não dá para saber. Uma coisa sabemos, num processo eleitoral mais importante do que quem vota é quem conta os votos.

Quarenta anos depois o MPLA assinala a batalha de Luanda

25 Junho, 2015

A Procuradoria-Geral da República de Angola informou em Luanda que o grupo de 15 jovens ativistas, detidos sábado em Luanda, estava a preparar um atentado contra o Presidente da República e outros membros dos órgãos de soberania.

Depois da grandiosa manifestação de apoio ao governo grego

25 Junho, 2015

que teve lugar em Viseu

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como estão as coisas no Porto?

Alguém pode ir logo às 18h 30 m à Praça Carlos Alberto avisá-los que o Tsipras quer uma austeridade igual à portuguesa?

25 Junho, 2015

CONTRA A AUSTERIDADE E A CHANTAGEM
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Vários sectores sociais e políticos promovem uma concentração no Porto para recusar a austeridade e a chantagem contra um Governo eleito na Europa.

A concentração está marcada para as 18:30 desta quinta-feira, 25 de Junho, na Praça Carlos Alberto.

O manifesto do protesto no Porto é assinado por vários dirigentes políticos e sociais, incluindo Tiago Barbosa Ribeiro, Presidente do PS Porto, e Manuel Correia Fernandes, Vereador do PS na Câmara Municipal do Porto.11406433_10153359438749303_7747380036741414173_o

E pronto, a TAP ficou mesmo Azul

25 Junho, 2015
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O futuro o confirmará, mas estou convicto que a venda ao Grupo Gateway de Pedrosa e Neeleman foi a melhor decisão. Iria até mais longe, acredito que, a confirmar-se a operação (falta ainda o acordo dos “eurocratas”), ela pode representar uma autêntica “taluda” para a TAP e assegurar-lhe um crescimento da actividade que poucos antecipariam. Acredito ainda que tiradas aparentemente imbecis como esta, não constituem restrições de maior, pois resultam da precupação permanente de todos os líderes do PS em terem a sua “ala Syrizica” apaziguada e mobilizada.

A minha tese é que a entrada de Neeleman na TAP pode ser a 1ª pedra na construção de um interessante grupo transnacional. Consolidará a posição da TAP como uma companhia de referência nas rotas do Atlântico Sul e potenciará a internacionalização da Azul e da JetBlue, 2 agressivas low-cost nos respectivos mercados domésticos e que poderão ser as primeiras a competirem com as legacy carriers nos voos intercontinentais. Ler mais…

A solução grega é o aborto português

25 Junho, 2015

Quando um resultado não satisfaz, repete-se o referendo. O Syriza foi eleito para acabar com a austeridade, não para negociar se corta mais assim ou mais assim. Isso é abortar as políticas propostas pelo Syriza numa escadaria, gozando com a vida de milhões de pessoas ao longo de vários meses. Se querem sair do euro/cortar pensões/aumentar impostos, caem no que os socialistas portugueses chamam “a mentira de Passos Coelho para vencer as eleições, com a conivência do Cavaco, que não deita o governo abaixo, como um Sampaio qualquer faria”. A solução é simples: demitem-se e apresentam-se a eleições como o governo que os tirará do euro ou lhes providenciará a austeridade para se manterem.

Todos os socialistas portugueses concordam com isto. E se não concordam é porque pimenta nos gregos é refresco para socialistas portugueses.

Em nome da laicidade e da ameaça terrorista

25 Junho, 2015

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Missa ao ar livre não será mais celebrada em Lavandou (fica em França não na Síria). Tout va tràs bien, Madame la Marquise

Estou surpreendido!

24 Junho, 2015

Rui Tavares é cabeça de lista em Lisboa pelo Livre. Ainda não é necessário formar o Lebre. 

Os carteiristas ainda acabam acusados de racismo

24 Junho, 2015

Carteiristas de elite atacam chineses e angolanos ricos

Syrizicos da pátria podeis explicar isto

24 Junho, 2015

Ao fim de cinco meses de negociações essa esperança da esquerda que dá pelo nome de Tsipras acusa os credores de quererem a Grécia fora do euro porque não lhe dão um programa de austeridade igual ao português. É isto ou percebi mal?

Todavia hay clases

24 Junho, 2015

Etarras falsificaron títulos universitarios para acelerar su excarcelación Gracias a sus trampas, el autor de la matanza de Hipercor y otros terroristas podrían ejercer como docentes y el mismísimo «Txikierdi» como periodista

Ó senhor Pedrosa pf

24 Junho, 2015

se já assinou aquele papel que o torna no dono da TAP importa-se de substituir isto? Não questiono a qualidade mas dado o tempo que demoramos a ser atendidos a cançãozinha devia ser substituída por cursos. De línguas, mecânica, cultura geral… Somadas as horas que tenho levado à espera de atendimento por um operador no call center da TAP já tinha feito três licenciaturas na Lusófona.

Call for Liberty II

24 Junho, 2015

Para quem estiver por Lisboa no dia 27 e com vontade de ouvir pessoas mais interessantes do que a baunilha estatista com sabor a bafio das televisões do costume.

Não está no cartaz mas inicia-se às 14h00 e terminará por volta das 20h00.

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“Cuidado, atenção! É proibido fazer lume, risco de explosão”

23 Junho, 2015

Passos Coelho e Paulo Portas impoêm o seu modelo à Grécia:

23 Junho, 2015

«Impostos e contribuições representam 93% das medidas propostas pela Grécia»

É o novo PAG: Prá Frente Grécia….

Oficializado o desacordo ortográfico

23 Junho, 2015

O Acordo Ortográfico de 1990, que visava a unificação da grafia da língua portuguesa entre os vários países que a falam e escrevem, produziu, ao fim de 25 anos, o seu primeiro resultado comum a todos os países signatários:

pela primeira vez em 800 anos, um documento diplomático redigido em português  foi escrito oficialmente com duas grafias diferentes, algo que sem o Acordo não seria posssível…

 

Morreu a austeridade! Viva a austeridade!

22 Junho, 2015

 

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A propósito da “Laudato Si”

22 Junho, 2015

As afirmações do Papa de que “There are forms of pollution which affect people every day. The exposure to air pollutants produces a large spectrum of health effects, in particular on the most poor, and causes millions of premature deaths.” podem colher boa imprensa mas a realidade não se compadece com a visão que o Papa tem do mundo: “Pope Francis fails to acknowledge the tremendous gains humanity has made. For example, human life expectancy in the Paleolithic period (call this “Eden”) was 33 years. Life expectancy in the neolithic period was 20 years. Globally, life expectancy is now more than 68 years, and in the West, it is passing 79 years. Yes, there is pollution, and, yes, the poor are affected by it. But the reason why the poor are affected most by air pollution is because they’re poor — and because they don’t have access to fossil fuel energy. Pope Francis never bothers to draw the connection between wealth and health because he thinks of both production and consumption as sinful.” escrevem Max Border e Daniel Bier num texto intitulado The New Paganism? que dedicam à Encíclica sobre ambiente do Papa Francisco.