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alegre sobre sócrates

5 Junho, 2011
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«Ele era primeiro-ministro e secretário-geral do PS».

Grande vitória seria…

5 Junho, 2011
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PSD + CDS obterem 154 deputados para se mudar radicalmente a Constituição. Ainda não vai ser desta.

Vá lá, PS….

5 Junho, 2011
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…façam, agora, o que devem! Re-organizem-se e vejam-se livres, o mais depressa possível, de José Sócrates e do seu “núcleo duro”!

Talvez assim ainda seja mesmo possível  um governo “alargado”, PSD-CDS-e o que resta do PS.

É oficial

5 Junho, 2011

CAA eleito por Viana.

Para comparar

5 Junho, 2011

Resultados (território nacional) de 2009.

À toa

5 Junho, 2011

Depois dos pepinos e da tasca das batatas fritas, o novo suspeito da Escherichia coli mortal são os rebentos de soja do Niedersächsen.

Resultados

5 Junho, 2011

Os oficiais começarão a ser divulgados aqui às 20h00.

a história destas eleições

5 Junho, 2011
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Um governo que levou o país à falência e um primeiro-ministro convencido de que ninguém era mais esperto do que ele.

Um debate na televisão que apanhou de surpresa o país, o primeiro-ministro, que o perdeu, e o líder da oposição, que o ganhou.

Um primeiro-ministro que não mais se recompôs do susto e um líder da oposição que passou a acreditar em si mesmo.

A recomposição da extrema-esquerda, onde só há espaço para um partido com poder. Daqui por poucas horas, o sisudo Ramalho Eanes reencarnará politicamente no “incorruptível” Louçã.

À direita, arriscou-se na última semana o esforço de anos. Mesmo assim, deve dar para fazer do CDS o partido-charneira da governação dos próximos quatro anos.

As eleições mais importantes desde 1975

5 Junho, 2011
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No dia 25 de Abril de 1975 os portugueses recusaram a “revolução popular” e escolheram a democracia ocidental. Fizeram-no dando a vitória nas primeiras eleições livres ao PS e a Mário Soares. No próximo dia 5 de Junho a escolha é igualmente importante, pois tratar-se-á de saber se nos auto-condenamos à decadência ou se reabrimos uma porta de esperança. Nunca, nas muitas eleições que tivemos desde a nossa estreia “democrática”, esteve tanto em jogo, mesmo não esquecendo como muitas delas foram importantes para ir solidificando o regime e ancorando-o na Europa e no mundo desenvolvido.

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O tiranete

5 Junho, 2011

Trichet, o presidente do BCE avançou ontem com uma proposta ás claras: a tirania financeira:

«In the new concept, it would be not only possible, but in some cases compulsory, in a second stage for the European authorities – namely the Council on the basis of a proposal by the Commission, in liaison with the ECB – to take themselves decisions applicable in the economy concerned.

One way this could be imagined is for European authorities to have the right to veto some national economic policy decisions. The remit could include in particular major fiscal spending items and elements essential for the country’s competitiveness.»

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Não sabemos sequer se algum partido reagiu a esta proposta tipicamente fascisante e socializante, pois a nossa imprensa aceita plácidamente a censura legal de não publicar/noticiar o que se passou no dia de ontem, como se o mesmo não tivesse existido.

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Mas adiante. O significado desta proposta, seria não apenas o de ultrapassar toda e qualquer legitimidade, ou controle por parte dos cidadãos, como o de inverter o principio básico das sociedades livres nas quais são os contribuintes-eleitores que tomam as decisões e não um qualquer funcionário todo-poderoso e iluminado. Que um funcionário tenha proferido tal proposta tão atentória das liberdades e não surja um pedido imediato para a sua demissão, mostra quão por baixo e desrespeitadas andam as mesmas na UE.

Dia de reflexão.

4 Junho, 2011
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Tem estado muito calor…

os sentidos do voto

4 Junho, 2011
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Nestas eleições do próximo domingo há três objectivos a cumprir: i) retirar o PS do poder (não apenas do governo, mas também dos princípais centros de decisão); ii) eleger uma maioria parlamentar de direita; iii) impedir uma maioria absoluta do PSD. Os primeiros dois objectivos são as duas faces da mesma moeda e não carecem de fundamentação. O terceiro é simples: o espírito liberal exige humildade no exercício do poder e ela será tanto maior quanto maior for o controlo exercido sobre o partido que lidere o governo. Se repararem, os governos de maioria absoluta de um único partido foram sempre, em Portugal e com excepção do primeiro governo maioritário de Cavaco, de triste e má memória. Passos Coelho é uma pessoa de bem e será um primeiro-ministro honrado? Muito provavelmente. Mas nem Cavaco conseguiu, com toda a autoridade e seriedade pessoal que tinha, pôr o PSD em sentido no seu segundo governo maioritário e o país padeceu de tal modo com isso que. logo a seguir, elegeu, sem questionar, António Guterres e Jorge Sampaio. Consequentemente, no domingo é pena que não se possa votar em Passos e Portas, mas apenas num deles. Que vão os dois para o governo em posições equilibradas e reciprocamente respeitosas, de forma a que isto não vá definitivamente ao fundo, é o que se deseja.

 

P.S.: Se esta manchete do Expresso tiver algum fundo de verdade é muito mau sinal: significa que a arrogância do poder já começou. É que, se assim for,  há a explicar que quem dará mais ou menos ministérios a Paulo Portas vão ser, pelo menos até às 19,00 horas de domingo, os eleitores, e não o putativo vencedor já anunciado.

Vamos fazer-lhe a vontade

4 Junho, 2011

(recebido via email)

O governo de ditadura

3 Junho, 2011

Na monarquia constitucional, quando as coisas se complicavam ou era preciso tomar medidas impopulares, dissolvia-se o parlamento, e dessa forma, em ditadura, lá se conseguiam os objectivos enquanto se preparavam as eleições.

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Veio a República e a prática continuou. Um dos mais célebres governos de ditadura  foi o de Domingos Pereira, em 1919. Dissolvido o parlamento, e quase de uma assentada, cria a polícia política, reintroduz os delitos sociais de João Franco, publica o mais grosso Diário da República da história, com 30 suplementos e milhares de páginas pelas quais se engrossaram os quadros do funcionalismo em dezenas de milhares de novos empregados, prendem-se grevistas, expulsam-se professores, etc, etc. Quando finalmente se realizam as eleições, apenas 7% dos poucos eleitores autorizados se digna ir votar….

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O governo de José Sócrates, tendo levado o país à bancarrota demite-se, e após a dissolução do parlamento, à revelia da lei orçamental aprova um pedido de empréstimo de dezenas de milhar de milhões de euros, compromete o estado com uma séria de medidas governativas e de alterações legislativas, das quais se desconhecem os detalhes negociados e compromissos aceites, à margem de qualquer decisão aceite pelos eleitores ou pelos seus representantes.  Os demais partidos e o Presidente da República nem sequer reagem, recusando-se a convocar o parlamento. É o primeiro governo de ditadura sob a actual CRP.

Faltam 3 dias…para o “the day after”

3 Junho, 2011
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Via GRANDE PORTO:

Se pararmos um pouco para pensar (e se tentarmos abstrairmo-nos dos exageros e conveniências tácticas de campanha), algo de anormal sucederia se fosse possível, após a situação a que chegamos, não mudar de actores políticos. Ainda que os actuais protagonistas não tivessem, directa ou indirectamente, a mínima culpa no cartório (hipótese meramente académica), não parece razoável que quem liderou o Estado enquanto este se precipitou vertiginosamente no abismo, tenha força política, anímica e, sobretudo, credibilidade, para voltar a escalar a montanha, agora em sentido inverso!

(GP, 3.6.11 – Texto completo: aqui)

Um molusco, sem ofensa para os moluscos

3 Junho, 2011
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O cabeça de lista do PS por Leiria, Basílio Horta, diz ser “muito provável” a existência de convulsões sociais.

a revelação de rosas

3 Junho, 2011
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O Prof. Cardoso Rosas acaba de acrescentar ao seu invejável curriculum socrático uma nova qualidade: a de adivinho. Escreve ele, hoje, no Diário Económico, que “Os indecisos têm as ideias mais claras do que os “decisos”. Eles sabem que Sócrates governou mal e que Passos Coelho governará pior”. O que habilita Rosas a revelar-nos o futuro, se a Astrologia, se a leitura das cartas ou das vísceras de animais, as linhas das mãos de Passos Coelho, ou a mesa pé-de-galo, não nos disse. Só disse que sabe que sabe e que sabe que os outros sabem. Um iluminado, em suma.

São rosas, Senhor

3 Junho, 2011

Ryanair envia rosas aos tripulantes da TAP para agradecer convocação da greve

O responsável acrescentou que “a greve irá causar muito incómodo aos passageiros da TAP e às suas famílias”, considerando, por isso, que o sindicato está “tristemente equivocado e iludido”.

Um discurso brilhante

3 Junho, 2011

Lembrete

3 Junho, 2011

É sempre oportuno recordar que o partido que governou sozinho nos últimos 6 anos levou o país à bancarrota.

O PS não vai perder as eleições*

3 Junho, 2011

O PS não vai perder as eleições este sábado porque o PS não vai a eleições. A última vez que o PS foi a eleições foi em Fevereiro de 2005. Algum tempo depois dessas eleições o PS saiu de cena ficando em seu lugar e em seu nome algo que progressivamente fomos designando como máquina.
A máquina explicava tudo. A máquina justificava tudo. A máquina ultrapassava tudo. Aquilo que até podia deixar embaraçado um governo, como foram os casos da demissão do ministro das Finanças, Campos e Cunha, escassos cinco meses após o executivo ter tomado posse; a demissão da equipa do Plano Tecnológico antes sequer de este último ter sido apresentado ou o afastamento do então director da PJ, Santos Cabral, não causavam agora mossa alguma. A máquina de tudo dava conta. Foi assim no início do primeiro governo de Sócrates. E pouco a pouco o PS foi-se rendendo à máquina e à malta da máquina. Eles eram tão novos e tão eficazes!  
A cada contratempo a máquina não só se reforçava como parecia ganhar tentáculos. Ler mais…

Um grande reforço.

3 Junho, 2011
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Recordar o passado recente

2 Junho, 2011

No início de 2007, o PM afirmava: “É verdade que não basta pôr dinheiro em cima dos problemas para que tudo se resolva. Mas sem nunca pôr dinheiro, também não se resolvem os problemas”. Vai daí, anunciava “pôr em cima do problema” da falta de qualificação dos portugueses nada menos que 5.100.000.000 (cinco mil e cem milhões) de euros nos 3 anos seguintes, durante o  lançamento de uma campanha com o lema “Rigor, crescimento e qualificação“.

Não se tratou de anúncio “eleitoralista”, já que faltavam mais de dois anos e meio para as eleições de 2009. Recordo-o aqui hoje por ser o retrato fiel do modo de pensar e de governar de quem, no mesmo dia, considerava que “os desafios das contas públicas e do crescimento económico são de carácter conjuntural“.

asneira

2 Junho, 2011
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Passos Coelho começou mal a campanha e está a terminá-la bem. Paulo Portas começou-a muito bem e está a terminá-la mal. Na verdade, depois do disparate táctico de piscar o olho aos eleitores descontentes do PS e do BE com o posicionamento “esquerdista” do CDS em questões sociais, sucedeu-se, hoje, esta coisa incompreensível de dizer que o seu partido admite preferir “um acordo de incidência parlamentar” a ir para o governo com o PSD. Isto é incompreensível, porque só lhe poderá roubar votos: os novos eleitores do CDS querem protagonismo do partido em que vão votar e do seu líder, e esse protagonismo só é compreensível no governo do país. A hipótese hoje colocada por Portas parecerá, assim, uma birra e uma pressão ilegítima sobre os eleitores feita a três dias das eleições, e não uma jogada política séria. E o pior é que, a um dia do fim da campanha, Portas já não poderá dar o dito por não dito. Vai perder votos com isto.

não vão ser fáceis, os tempos que aí vêm

2 Junho, 2011
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Esta anunciada disponibilidade, por parte de destacadas figuras do PS, para «dialogar» com o PSD, no pós 5 de Junho, e da alegada necessidade dos dois partidos (quiçá com o CDS) se juntarem num bloco central, não significa uma predisposição do PS para colaborar com um eventual governo de maioria absoluta PSD-CDS na execução do acordo que negociou e subscreveu com a troika, mas o seu exacto contrário. Ou seja: é um pré-anúncio de que, sejam quais forem os resultados do próximo dia 5, o PS não está disposto a sair da área da governação e que o futuro governo, com ou sem maioria absoluta, precisará dele e da sua influência para que o acordo seja cumprido, seja no parlamento seja nas ruas do país. Os tempos que aí vêm não serão fáceis.

em tempos de crise

2 Junho, 2011
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«maçonaria e revolução», um post subversivo, na Revolução do costume.

Aleluia

1 Junho, 2011

“Libertar a sociedade do estado.
Libertar o estado dos aparelhos partidários.”
Pedro Passos Coelho, 1 de Junho

inglês técnico

1 Junho, 2011

Gostava de acreditar que as notórias dificuldades do secretário-geral do PS com o inglês são a única explicação para isto.

É verdade que a carta está assinada pelo Ministro das Finanças e não pelo PM, mas não consigo imaginar um PM capaz de permitir que um seu ministro assuma, em nome do país e do governo, compromissos daquele tipo sem saber do que se trata. O leitor consegue?

Faltam 4 dias III

1 Junho, 2011

Revogar o mais depressa possível: Novos estágios não remunerados passam a ser proibidos a partir da próxima semana

Já que andam dezenas de jornalistas pelo país

1 Junho, 2011

Alguém viu as 150 mil cabras que devidamente geridas por 187 entidades portuguesas e espanholas iam combater os incêndios na raia? Sempre são 49 milhões de euros.

 

O grande desafio de Passos Coelho…

1 Junho, 2011
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… Admitindo que será o próximo 1º ministro: nomear um vice e ministro das finanças com capacidade e poderes para dizer não. Vejo 3 pessoas com tal perfil, Miguel Cadilhe, Medina Carreira e Campos e Cunha. Têm pelo menos 2 características em comum: saberem fazer contas e prezarem a verdade, um dos valores mais espezinhado por décadas de socialismo.

Faltam 4 dias II

1 Junho, 2011

O próximo governo tem 100 dias para mudar Portugal. Se não o fizer nos primeiros 100 dias, não conseguirá.

Faltam 4 dias

1 Junho, 2011

Pode Portugal voltar aos mercados e evitar o incumprimento e respectivas consequências? Se os governantes e as elites continuarem a raciocinar como socialistas, é óbvio que não.

Serviço público

31 Maio, 2011
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Sócrates acusa de hoje

31 Maio, 2011

31 de Maio: Sócrates acusou hoje o PSD dos gestos “mais irreflectidos, irresponsáveis e levianos que um partido algum dia tomou” no país.

As acusações dos dias anteriores estão aqui:

Todos os dias uma acusação

Ps. A este ritmo acabaremos no Sócrates acusa PSD por causa da crise  dos pepinos

 

Viana do Castelo, 30.V.2011

31 Maio, 2011
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Isto não vai acabar bem

31 Maio, 2011

El Instituto Andaluz de la Mujer quiere una medicina “con perspectiva de género”

Todos os dias uma acusação

31 Maio, 2011
30 de Maio: “Sócrates acusa o PSD de protagonizar uma campanha de ressentimento”
29 de Maio: “Sócrates afirma que o PSD não quer ganhar, apenas quer vingar-se”
28 de Maio: “Sócrates acusa o PSD de fazer política de casos”
27 de Maio: “Sócrates acusa liderança do PSD de zigue-zague”
26 de Maio: “Sócrates acusa Passos Coelho de mudar de opinião sobre o aborto”
25 de Maio: “Sócrates diz que Passos Coelho não tem obra para mostrar”
24 de Maio: “Sócrates acusa Passos Coelho de ‘pôr em causa o interesse do país'”
23 de Maio: “Sócrates acusa Passos Coelho de colocar em causa a doutrina social da Igreja”
22 de Maio: “Sócrates acusa o PSD de quer um sistema de ensino semelhante ao da ditadura”
21 de Maio: “Sócrates diz que Passos Coelho escondeu a agenda no debate”
20 de Maio: “Sócrates afirma que o PSD está desencontrado do país”
 

Faltam 5 dias II

31 Maio, 2011

New Zealand’s remarkable reforms

Faltam 5 dias

31 Maio, 2011

As medidas da troika não chegam para resolver os problemas de Portugal. O próximo governo terá que ir bastante mais longe.