Os brâmanes:
Posted by Gabriel Silva em 8 Maio, 2008
«“Sou muito amigo do dr. Almeida Rodrigues, já trabalhei com ele várias vezes, mas também sou procurador-geral-adjunto com dez anos de cargo e por uma questão de estatuto não podia ficar” na dependência hierárquica de um elemento policial – se bem que coordenador superior. “Se eu ficasse, seria mal visto pelos meus colegas do Ministério Público”, apontou o magistrado.».
Baltasar Pinto, director nacional adjunto da Polícia Judiciária, ao JN
Anónimo disse
Já se começa a compreender porque a PJ funciona mal. Que vergonha de magistrados. Uma pessoanem se acredita como é possível.
Anónimo disse
A melhor maneira de um imbecil passar despercebido é estar calado.
jó disse
isto só revela a mentalidadezinha parola e provinciana de um povo que vive para os títulos académicos, para a designação honorífica dos cargos, para o status e para a aparência…inteligência pragmática que é bom, viste-la!
je disse
Só lido! Contado ninguém acredita.
AMI disse
Uma república de aristocratas, é o que nós somos.
J disse
Pois é. O Portugal do Eça, do Quental e do…..Salazarismo, continua bem vivo.
Não se recomenda. Mas, é isto!
Pobres (de espírito), mas sãozinhos!
Anónimo disse
Fui comentar ao “IN VERBIS” e claro a administração do blogue não publicou o “comentário” por o mesmo ser obviamente do “contra”.
De facto a justiça precisa dum abanão e dos seus agentes serem recolocados numa posição muito mais humilde… estes gajos e os médicos custam-nos os olhos da cara e o que temos?
SÓ MERDA…
roídodefundo disse
Direi mais. Um imbecil ficando calado, até poderá passar por inteligente.
Mialgia de Esforço disse
A mentalidade tuga no seu melhor!!!
In Justiça disse
Afinal não nos podemos queixar da Justiça que temos.
Com gente desta, sou levado a pensar que poderíamos estar muito pior.
José disse
A meu ver, o Baltazar Pinto, tem uma concepção errada da magistratura e ainda da polícia e do papel dessas instituições. Atavismos, sem dúvida.
E muito bem observado, no paralelismo com o bramanismo.
nuno castelo-branco disse
Andam a ver o que o Afonso Costa fez. Lembram-se da GNR militarizada que possuía canhões para bombardear Lisboa e esmagar as insurreições antirepublicanas? É que esta nova intenção de mudar de tutela, deve inserir-se nas comemorações dos 100 anos da Badalhoca.
José disse
Mas pensemos:
Quem é que forma os magistrados? A faculdade de Direito, o CEJ e a vida prática.
Destas três instituições, qual a que confere ao magistrado, a noção do papel que ocupa na sociedade em geral e na instituição que ocupa em particular.
Sendo tentador, referir que a lei é que confere o estatuto, podemos verificar que assim não será.
A lei nunca conferiu o estatuto seja a quem for, de se julgar em patamar hierárquico que lhe permita tratar os cidadãos, em nome de quem se administra a Justiça, como se fossem inferiores na hierarquia social. E no entanto, do que vamos vendo em certos tribunais, é isso mesmo que sucede.
Então, porquê? A meu ver, formação cultural. Só. A faculdade de Direito ensina códigos e teorias. Mesmo em Direito Constitucional, não se aprende o essencial do funcionamento das instituições. Aprende-se apenas o esquema, o organigrama. o CEJ, aprimora o estudo do organigrama, apenas.
Onde é que um magistrado vai adquirir a sabedoria de que carece?
Ora. Vai-se aprendendo, desde sempre. Desde os bancos da escola primária e desde o seio familiar. E assim, a conclusão é: ou tem ou não tem.
Elcaseiimunitates disse
Torna-se engraçado falar em salazarismos na mentalidade destes juizes quando as declarações mais “profundas” vem de um homem de esquerda e da esquerda profunda também ela.
O que muita gente ainda não percebeu é que os brâmanes da tugulãndia são exactamente esses que se consideram os mais “esclarecidos”, os mais “independentes”, os que se importam com hierarquias/estatutos/direitos e que há bem pouco tempo chamavam privilégios.
Atente-se no percurso e pensamento do sr presidente do sindicato dos juízes, alem do seu discurso, e veja-se como de trinta familias despoticas se passou a esta casta ( ou a estas castas de váriso tipos de brâmanes).
Nem na “tropa” mais fandanga se faria tais afirmações sabendo-se que a função sempre supera o posto. S
Só mesmo na quase “coreia do sul da europa”.(em contarposisão com a do norte da ásia).
piscoiso disse
Pois é.
As castas.
Mialgia de Esforço disse
Anónimo Diz:
8 Maio, 2008 às 10:06 am
Anónimo disse
teste 1
José disse
terte 2
In Justiça disse
teste 3
Mialgia de Esforço disse
Teste 4
AMI disse
teste 5
jó disse
teste 6
Mr. Hyde disse
teste 7
anti-comuna disse
teste 8
s joseph disse
teste 9
balde-de-cal disse
teste 10
jofer disse
teste 11
Agora com o meu nick
Elcaseiimunitates disse
Podias ter chegado á duzia…sempre saía mais barato.
Assim quem beneficia sou eu:
Teste 12
João disse
Onde se já viu um polícia chefiar polícias?
Penso que os Juízes deveriam propor ladrões com grande experiência para esse cargo, pois são bastante conhecedores do negócio.
Anónimo disse
João Diz:
8 Maio, 2008 às 12:10 pm
Onde se já viu um polícia chefiar polícias?
Penso que os Juízes deveriam propor ladrões com grande experiência para esse cargo, pois são bastante conhecedores do negócio.
na mouche!
Minhoto disse
Estava eu a ouvir a noticia e realmente pensei em castas! Cada macaco no seu galho! Os juizes devem estar a julgar os magistrados do MP a fazer o que lhes compete e não em actividades intermédias! O presidente da associação dos juizes é… e mais não digo pois desde que o vi no prós e contras fiquei a saber o que a casa gasta! Temos que ter um operacional que conhece o terreno, as dificuldades e o que de melhor têm a PJ ( que bateu no fundo, com o superstar Alipio Ribeiro ) não um externo que nada percebe da organica da instituição, NOMEADO POLITICAMENTE que é capaz como muitos dos seus pares passar sentenças á mão sem ter o minimo de conhecimentos informaticos. Os olhinhos senhores!
jofer disse
Com a verdade me enganas.
a. verneuil disse
A tugolândia desmonorona-se
Duriense disse
deixem-nos trabalhar.
Mega disse
Magistrados, médicos e politicos… tudo para as berlengas
Raul disse
Eis o espírito Coimbrinha em todo o seu esplendor.
Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi disse
Uma vergonha autêntica. Portugal não vai lá assim!!!
Anónimo disse
José Diz:
Mas pensemos:
Quem é que forma os magistrados? A
faculdade de Direito, o CEJ e a
vida prática.
Destas três instituições, qual a que confere ao magistrado, a noção do papel que ocupa na sociedade em geral e na instituição que ocupa em particular.
Onde é que um magistrado vai adquirir a sabedoria de que carece?
Ora. Vai-se aprendendo, desde sempre. Desde os bancos da escola primária e desde o seio familiar. E assim, a conclusão é: ou tem ou não tem.
Bem parecia que a culpa era dos professores e não da escola profissional CEJ. Ou da Faculdade de Direito.
Já agora podiam culpar as creches, sempre se ia mais longe.
Justiça de Fafe disse
Frutos das revoltas estudantis dos anos 60!!!
E queria o MFA/quejandos impôr uma sociedade sem classes!
Estatuto…Estatuto.
E leiam com toda a atenção o ilustre Cluny garantir que vale a pena ser comunista mesmo com todos os crimes que se cometeram…”SOL”!
Tribunus disse
Porque um juiz confessa, que não toma uma posição, por causa da critica dos seus pares? quando não passa de uma pessoa não qualificada e que não tem espirito de independencis! è com juizes assim que temos a justiça que temos…….
Pedro Braz Teixeira disse
A falta de vergonha é tanta que ele tem a lata de dizer isto!
Isto só lido… « A Ovelha Perdida disse
[...] Isto só lido… Castas sociais? Aqui. [...]
Jota disse
É necessário um conhecimento maior, para estes comentários, por que temos que julgar outros, se não conseguimos observar nossos erros…
bia disse
voceis nao tao botamdo coisa serta o que a gnte quer pesquisa nao aparese,seus bunda mole!!