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Um jornal que na sua edição de 19º aniversário é capaz de colocar na capa os seguintes títulos, merece, se não fosse por mais nada, muitos parabéns:

«UPS! FIZEMOS ASNEIRA»
Inventário das gralhas e disparates de 19 anos

«É pena que os jornais, como a literatura, sejam uma estrebaria de porta aberta»

«E nós também vamos acabar? Não foi esse o destino de tantos jornais em papel?»

32 Comentários

  1. O puto novo no bairro
    Posted 5 Março, 2009 at 17:00 | Permalink

    Chega-se assim à velhice com um retrovisor perfumado, nothing but the past, com aqueles jornais pindéricos, o Deabate, o Reader’s, as Crónicas da Volta à França, e um desdém pelos contemporâneos que entram pela estrebaria adentro, e desordenam o estrume, que tão bem arrumado e etiquetado estava.
    E fica-se com nostalgias de estrume de linho branco, e bengalinha com o castão de prata. Para a tipologia do gagá mais uma pérola.
    Ainda dizem que o Júlio Dantas não tinha vitalidade? Pois ele reencarna sem parar onde menos se espera.

    Except old cars, mannors, castles and paintings all that is old stinks.

  2. Posted 5 Março, 2009 at 17:06 | Permalink

    A autocritica é salutar mas não corrige a falta de bom gosto.

  3. Posted 5 Março, 2009 at 18:00 | Permalink

    Já o MEC, ao lado do Bartoon na penúltima página do aniversariante Público, debruça-se sobre a banca da cozinha, com esta frase lapidar sobre os bons cozinheiros:
    O temperamento torna-se num tempero.”

  4. Posted 5 Março, 2009 at 18:13 | Permalink

    O Diário de Coimbra, também conhecido por Calino, já tinha feito algo do género aqui há uns anos.

  5. Posted 5 Março, 2009 at 18:19 | Permalink

    Vivemos tempos incertos, nem a revolução trouxe tanta incerteza.

    Nao pensa assim Sua Ex. PR e foi para Alemanha como fez a parada Militar no Porto.

    Vive noutro País, mas ele enquanto 1º Ministro, tem a sua quota de responsabilidade, é ver os ministros implicados na zinga joga.

    Um Viagem, mesmo turistica, com almoços, hotel um copo três, é coisa para custar mais de 5 milhões de Euros.

    É Obra e escusada

  6. -pirata-vermelho-
    Posted 5 Março, 2009 at 18:19 | Permalink

    Tal como refere o Sr Gouveia…
    UPS! é gralha ou tralha?

  7. Posted 5 Março, 2009 at 18:20 | Permalink


  8. Anónimo
    Posted 5 Março, 2009 at 18:21 | Permalink

    Este blog, quando o João Miranda não posta, é um verdadeiro pasquim!
    O pasquim que critica os pasquins quando o assundo é bola, ou melhor, o assunto é limpar a imagem do corruptor Pinto da Costa.

  9. Anónimo
    Posted 5 Março, 2009 at 18:44 | Permalink

    UPS = united parcel service, primo da DHL

  10. Anónimo
    Posted 5 Março, 2009 at 19:00 | Permalink

    #1 “mannors”!!!!…..????

  11. sérgio_alj
    Posted 5 Março, 2009 at 19:41 | Permalink

    Boas!

    Tudo sobre o Mundial de Rugby Sevens, a NBA e os Hornets no seguinte link:
    http://geoalj.blogspot.com/

  12. Xico
    Posted 5 Março, 2009 at 19:46 | Permalink

    Puto Novo,
    Tem de cuidar do inglês. O tal de técnico não serve.
    Mas olhe que é capaz de ter razão no que escreve…gostei do estrume de linho branco…!

  13. Posted 5 Março, 2009 at 20:19 | Permalink

    É por essas e por outras que o “Público” é o único jornal que compro diariamente.
    O resto é m…., desculpem lá.

  14. Posted 5 Março, 2009 at 20:27 | Permalink

    Eu também gostava de gostar do Público. Mesmo assim encontrei uma prenda no baú:
    O Público dedica meia página à questão central da política francesa: quem é o pai da bebé de Rachida Dati?

  15. Posted 5 Março, 2009 at 20:37 | Permalink

    1.

    «Except old cars, mannors, castles and paintings all that is old stinks»

    E já se perguntou porquê?

  16. Posted 5 Março, 2009 at 20:48 | Permalink

    Muito bem visto.

    É o único que compro.

  17. Posted 5 Março, 2009 at 20:56 | Permalink

    10. Anónimo

    “manor” é um domínio territorial privado pertencente a uma só pessoa (real) que goza de determinados direitos sobre a propriedade, normalmente consignados por herança. É uma espécie de principado…

  18. Anónimo
    Posted 5 Março, 2009 at 21:07 | Permalink

    #17 obrigadinho pelo esforço. é óbvio, mas o evidente é “mannors”. já agora se não for abusar muito, ficaria grato pelo significado desta palavra (nome?).

  19. Posted 5 Março, 2009 at 21:09 | Permalink

    Anteriormente podíamos ter acesso virtual ao Diário Económico impresso, na íntegra como se tivessemos a ler o jornal na net, pagava-se cerca de 1 euro. Agora acho que já não é possível, o que é uma pena, porque o formato impresso visualizado na net tinha pelo menos a vantagem de não sujar as mãos, podendo as notícias serem lidas no tamanho de letra pretendido.

    Resumindo e concluindo, penso que não se deveria abdicar da ilustração, paginação, composição, etc., que oferece o jornal impresso, mas com a possibilidade de poder ser lido virtualmente.

  20. Posted 5 Março, 2009 at 21:12 | Permalink

    18. Anónimo

    Ó homem você está a brincar comigo?!

    A palavra escreve-se só com um “n” e está no plural…

  21. Posted 5 Março, 2009 at 21:13 | Permalink

    è a unica merda que leio, é oferecido

  22. Posted 5 Março, 2009 at 21:15 | Permalink

    18. Anónimo

    Você nunca se enganou? Deve ser um grande craque da lingua inglesa! Porquê que os portugueses são normalmente despeitados???

  23. Anónimo
    Posted 5 Março, 2009 at 21:19 | Permalink

    #20 então explique isso ao#1, e vão dois.

  24. olhão
    Posted 5 Março, 2009 at 21:49 | Permalink

    então, estão a falar das “ups” ( aquelas coisas que evitam picos de energia nos computadores )ou do “fizemos asneiras”. isto de asneiras tem a ver convosco?

  25. O puto novo no bairro
    Posted 5 Março, 2009 at 22:30 | Permalink

    Fernanda Valente dixit
    “manor” é um domínio territorial privado pertencente a uma só pessoa (real) que goza de determinados direitos sobre a propriedade, normalmente consignados por herança. É uma espécie de principado…

    Desculpe Fernanda. Mannor é mesmo com dois “enes”. Corresponde ao normando “manoir” e a tradução mais justa em português é solar.

    É mais próprio da pequena e média nobreza. A realeza, no campo, em Inglaterra, terá “Castles”.

  26. jorge oliveira
    Posted 5 Março, 2009 at 22:31 | Permalink

    Durante muitos anos comprei o DN. Nos ultimos anos confesso que compro seis dias por semana (excepto ao Sabado) o Público

  27. anti-liberal
    Posted 6 Março, 2009 at 03:04 | Permalink

    Pois.
    Por acaso – só por acaso -, usa-se manor e mannor com significados semelhantes.
    Para não correr o risco de errar e tropeçar num blunder escolham escrever com um só Nmanor.

    ;)
    Nuno

  28. Zézito
    Posted 6 Março, 2009 at 09:02 | Permalink

    O Zézito namora neste momento com um dos filhos do Júdice! A Cancio serve para lhe lavar as cuecas depois dos comboios!

  29. Posted 6 Março, 2009 at 09:57 | Permalink

    25.

    Desconhecia a palavra “mannor” e peço desculpa.

    De qualquer maneira existe “manor” que tem o significado que anunciei, só que deve ter caído em desuso, em virtude de, na nossa actualidade, serem práticas que já não se verificam.

  30. Anónimo
    Posted 6 Março, 2009 at 10:19 | Permalink

    #29 óh tia! você é um ponto. entende tudo ao contrário. agora, antes e depois. é como se fosse um “sollar”.

  31. O puto novo no bairro
    Posted 6 Março, 2009 at 12:29 | Permalink

    #27 Anti-liberal

    Tem alguma pertinência o seu comentário, que agradeço.

    Mas Manor é mannor liberalizado. Usa-se mais nos EUA, embora também se empregue no UK.

    Mas penso que nunca será um blunder dizer mannor.

  32. Anónimo
    Posted 6 Março, 2009 at 15:20 | Permalink

    Usa-se mais nos EUA, embora também se empregue no UK.

    e também no algarve “villa mariani”, dobrar a consoante dá pedigree. wiki colada com cuspo.


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