Assino por baixo

«O programa Godot», por Pedro Marques Lopes

E relacionado: «Silêncio, por favor», por Rui Albuqurque

13 Comentários

  1. Posted 19 Julho, 2009 at 14:41 | Permalink

    Amen…

  2. alambanzado
    Posted 19 Julho, 2009 at 14:58 | Permalink

    Tá bem OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    Bul – Imunda

  3. JB
    Posted 19 Julho, 2009 at 15:13 | Permalink

    «quem vai ser o ou a primeiro-ministro porque as políticas, na sua essência fundamental, serão as mesmas»
    Como não pode deixar de ser, ou alguém arrisca e o quê de diferente?
    Claro que ainda haverá umas gorduras para eliminar nas corporações. Fundamental, é que os devoristas do regime continuem.
    Na política & economia, SA.

  4. Anonino
    Posted 19 Julho, 2009 at 15:40 | Permalink

    .
    Vá lá, só uma pontinha do véu (uma infima parte do filme) do tal “SETEMBRO, porta da invernia”,
    .
    Fiscal ruin of the Western world beckons
    For a glimpse of what awaits Britain, Europe, and America as budget deficits spiral to war-time levels, look at what is happening to the Irish welfare state

    http://www.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/5857074/Fiscal-ruin-of-the-Western-world-beckons.html
    .
    Esbracejem “são precisos mais Impostos, o Estado está falido”, corram “é o Caines”, corram “é mais do mesmo”, vociferem para safarem a barca com mais tretas de reformas “alqaedistas”. Depois queixem-se dos comunas quando vocês é que são uns grandes nabos nem se sabe bem bem a dirigir o quê …. Tal o absurdo. Mudem de capitães e de comandantes do navio para o funeral não chegar à cova do enterro.
    .
    Apenas

  5. Posted 19 Julho, 2009 at 15:50 | Permalink

    é pois, acabei de fazer o comentário que se segue num post do CAA dum tema semelhante:

    e-ko disse
    19 Julho, 2009 às 2:55 pm
    “a mentira tem perna curta… a verdade, neste país, não tem pernas para andar… as meias verdades, ou meias mentiras, são como as meias tintas que servem os meios para atingir fins… depois, as crenças fazem o resto!

    uns vão votar na “seriedade” e alva alma, isenta de pecado, da Ferreira sem deleite, porque não querem ver os xuxas no poleiro, e é sobretudo o ódio que os anima, qual programa, qual carapuça… outros preferem votar PS – mas este eleitorado é mais móvel e pode votar numa qualquer utilidade momentânea – de preferência com um programa mínimo para não se sentir muito incoerente quando critica a falta de seriedade e de esclarecimentos em matéria de orientações políticas e económicas do PSD, e, se possível, tentar impedir que o poleiro vire laranja… depois tudo é uma questão de percentagens e do factor lotaria de vasos comunicantes…

    o CAA podia abrir um jogo de apostas aqui no blasfêmias, para num primeiro tempo medirmos o grau das crenças em cada facção, mas apostas a dinheiro seriam mais genuínas e honestas, pois cada um procuraria adivinhar quem vai ganhar nas legislativas, para se assegurar o jackpot final, pois aqui, em matéria de jogos a dinheiro, as crenças não são muito úteis…

    vai uma aposta?”

  6. Anónimo
    Posted 19 Julho, 2009 at 15:51 | Permalink

    Assina por baixo do Pedro Matos Lopes?
    Safa…
    Pensava-o mais inteligente.

  7. lucklucky
    Posted 19 Julho, 2009 at 17:22 | Permalink

    Pois é Anonino, mas o Ocidente ainda não percebeu quanto insustentável é, está nas mãos de uma classe e cultura política que pensa que não tem limites. Enquanto não houver uma reforma política no Ocidente em que fique estabelecido limites aos recursos que o Estado pode tirar ás pessoas o caminho será este.

  8. Carlos Fonseca
    Posted 19 Julho, 2009 at 17:23 | Permalink

    PS ou PSD, no essencial, para a vida triste do povinho, qual a diferença? Enriquecer o Jorge Coelho ou Dias Loureiro? Aumentar ou aumentar o IVA? Produzir Fátimas Felgueiras ou Valentins Loureiros como grandes autarcas? Ter o desemprego em 9,5% ou em 9,5% em 2009, e em 10,5% ou 10,5% em 2010?…Enfim, haveria uma infinidade questões semelhantes para todas as áreas económicas, sociais e políticas. Os PLM’s, devido a limitações intelectuais inultrapassáveis, ainda não perceberam ou não quiseram perceber, que a merda é a mesma; mudam as moscas – assim o disse Brito Camacho na 1.ª República. Nos tempos actuais, são outras moscas para a mesma merda, acrescento eu. E quem se f… somos nós, os que trabalham, os desempregados e largas camadas de jovens sem perspectivas de vida segura, no futuro. Tudo isto sobreleva o interesse das polítiquices do Zé e da Manela, e respectivos acólitos.

  9. Pizarro
    Posted 19 Julho, 2009 at 21:01 | Permalink

    Anónimo 4

    O Engº manda dizer que o nome de Portugal não está aí nesse artigo, e que, tal como a crise não chegaria cá, esse problema também nos passará ao lado.

  10. Posted 19 Julho, 2009 at 23:50 | Permalink

    ninguém tenha dúvidas de que, ganhando a Dra. Ferreira Leite as eleições, teremos as mesmas políticas, os proclamados megainvestimentos irão para a frente e o peso do Estado continuará igual.

    Era tão bom que o senhor Pedro Marques Lopes me dissesse os números do euromilhões da próxima semana.

  11. Kolchak
    Posted 19 Julho, 2009 at 23:54 | Permalink

    Quem é que disse ao Dr. Marques Lopes, que o PSD era um Partdo Liberal?

  12. lucklucky
    Posted 20 Julho, 2009 at 00:17 | Permalink

    Talvez me possa explicar onde está definido na Doutrina Social Democrata, a posse de um Banco como a CGD, a posse de 50% das TV’s em sinal aberto, do monopólio da ANA e muitos outros, Escolas e Hospitais…

    O PCP, Bloco, PS, PSD e o CDS servem para cretinices destas, isto é tornar a vida mais difícil para as pessoas:
    http://diario.iol.pt/ambiente/sacos-sacos-plasticos-residuos-poluicao-ambiente/968372-4070.html

  13. Posted 20 Julho, 2009 at 01:48 | Permalink

    #8

    Caríssimo Carlos Fonseca

    O meu comentário são as suas sábias palavras, com uma pequena ressalva, temo que as percentagens que apresentou, não permaneçam nos mesmos números com um novo governo, irão sim, aumentar…
    Pseudo soluções como o endividamento crónico e as obras megalómanas não contam como factores de desenvolvimento…
    Boicotar as eleições era um começo…


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