Prazeres partilhados

A compendium of beautiful libraries

18 Comentários

  1. Posted 8 Agosto, 2009 at 11:02 | Permalink

    São 97.

  2. dutilleul
    Posted 8 Agosto, 2009 at 11:06 | Permalink

    Sábado, 11.03 e o Sr. Amorim ainda não disse nada sobre as listas do PSD.
    Alguém se importa de verificar se aconteceu alguma coisa ao Sr. Amorim?

  3. Ferreira Leite
    Posted 8 Agosto, 2009 at 11:13 | Permalink

    Antes de ser conhecida a decisão sobre o levantamento da imunidade parlamentar, que teria de ser decidida em plenário, António Preto avançou já com a suspensão do mandato à semelhança do que já havia feito no passado.

    Este pedido do Tribunal Judicial indicia que a data do julgamento do social-democrata deverá já estar marcada. António Preto está acusado dos crimes de fraude fiscal e falsificação, acusação que foi deduzida em 2005 mas que tem estado enredada desde então nos tribunais superiores.

    O deputado é arguido juntamente com outros dois empresários da construção civil, num processo que ficou conhecido como ‘o caso da mala’. Em causa estão 150 mil euros que Preto recebeu ao longo de 2002, parte dos quais durante a sua campanha para líder da distrital do PSD de Lisboa.

  4. Anónimo
    Posted 8 Agosto, 2009 at 11:35 | Permalink

    se o preto abre a boca a velha fica estornicada.

  5. Posted 8 Agosto, 2009 at 12:16 | Permalink

    São sempre múltiplos e intensos prazeres estar nessas bibliotecas. Por vezes baralham os sentidos e extasiam.

    Portugal também tem três ou quatro de grande nível mundial.
    …E se não tivesse ocorrido o terramoto em 1755…

  6. Posted 8 Agosto, 2009 at 12:22 | Permalink

    Alguém se importa de verificar se aconteceu alguma coisa ao Sr. Amorim?

    Está esgotado.
    O repouso do guerreiro

  7. Paulo Nunes
    Posted 8 Agosto, 2009 at 12:26 | Permalink

    “Alguém se importa de verificar se aconteceu alguma coisa ao Sr. Amorim?”

    Acabaram-se os lenços de papel. Foi comprar mais.

  8. Anónimo
    Posted 8 Agosto, 2009 at 12:27 | Permalink

    Não sei porque escolheste uma austriaca.
    Tens lá duas ou três portuguesas.

  9. Anónimo
    Posted 8 Agosto, 2009 at 12:34 | Permalink

    “São sempre múltiplos e intensos prazeres estar nessas bibliotecas.”
    deves tar a falar de orgasmos culturais.
    “Por vezes baralham os sentidos e extasiam.”
    então quando se lê com os olhos postos no tecto, não te digo nada.

  10. per caso
    Posted 8 Agosto, 2009 at 13:32 | Permalink

    Mas foi azar grande, conceda, CAA, ó Gabriel, em tão grande livraria, dar-lhe aquela dor de dentes ao John de Evangelista.

  11. Tolstoi
    Posted 8 Agosto, 2009 at 15:37 | Permalink

    Algumas são simplesmente belas, mas outras convidam à leitura, reflexão e trabalho. Pena é, que neste nosso velho Portugal, algumas bibliotecas onde se pode trabalhar, tenham horários incompatíveis com pesquisa para investigação e os seus funcionários não denotem a mínima simpatia.

  12. Anónimo
    Posted 8 Agosto, 2009 at 16:08 | Permalink

    “…algumas bibliotecas onde se pode trabalhar, tenham horários incompatíveis com pesquisa para investigação e os seus funcionários não denotem a mínima simpatia.”

    horário ideal de pesquisa para informação, sábados e feriados das 02h00 às 05h00 da matina, com funcionárias extravazando simpatia dos biquinis, saí uma asti para a mesa de leitura do sr. tolstoi.

  13. Posted 8 Agosto, 2009 at 22:51 | Permalink

    Sempre fui um grande consumidor de bibliotecas.
    Porque os meus pais não tinham dinheiro para comprar os livros que eu queria ler.
    Depois gostava dos edifícios antigos onde estavam as bibliotecas e tinha orgulho nos cartões que me permitiam levantar os livros delas.
    Na Figueira da Foz era na Praça Velha, em Coimbra era por uma entrada lateral do Mosteiro de Santa Cruz e no Porto em São Lázaro. Era nesta última que melhor curtia. Ao entrar, à esquerda, era jornais e revistas, onde passava horas com a banda desenhada.
    Depois em frente, era mais a sério. Nunca pensei que fosse possível ler coisas sobre os escritores, como as que li em Albino Forjaz de Sampaio. Almeida Garret gostava da cor verde malva.
    Uma das coisas que mais me atraía na biblioteca de S. Lázaro, era o cheiro. É difícil descrever um aroma. Mistura do patine daquelas pedras antigas, com o odor das velhas páginas desfolhadas, embebido na aragem que vinha do jardim de S. Lázaro, compunham uma sinfonia de letras que entrava pelo nariz.

  14. Anti-liberal
    Posted 9 Agosto, 2009 at 00:45 | Permalink

    #4
    Anónimo disse
    8 Agosto, 2009 às 11:35 am

    «… se o preto abre a boca a velha…»

    A velha é a puta da tua mãe?

    Nuno

  15. Anti-liberal
    Posted 9 Agosto, 2009 at 00:51 | Permalink

    #3
    Ferreira Leite disse
    8 Agosto, 2009 às 11:13 am

    Tu és filho de um Ferreira (se não és filho de pai incógnito) e de uma Leite e, or isso, não tens qualquer ligação com Manuela Ferreira Leite.
    Conclusão: a presidente do PSD é inteligente e tu és setúpido que nem um calhau.

    Nuno

  16. Anónimo
    Posted 9 Agosto, 2009 at 09:54 | Permalink

    a leiteira dá mama a buá de people, mas nenhum é filho dela. áh ganda solnado.

  17. O puto novo no bairro
    Posted 9 Agosto, 2009 at 21:36 | Permalink

    18

    Não se pode na verdade falar com alguém que não goste de bibliotecas.

    Obrigado ao Gabriel Silva por ter referido este site.


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