A censura da guerra no Público

É conhecida a relutância do jornal Público em publicar noticias desagradáveis para as forças da Nato/Eua no Afeganistão. Para o constatar, basta fazer uma pesquisa simples nas edições impressas desde Janeiro deste ano, o mais mortífero desde o início da invasão, e verificar que são residuais, sendo a omissão a regra.

Nesta sexta-feira a comunicação social em geral dava conta de notícia da Lusa: «Afeganistão: Seis soldados das forças internacionais mortos no Sul». O publico.pt e a edição em papel ignoraram a coisa, preferindo destacar (+ papel): «Extremistas paquistaneses incendiaram camiões com combustível para tropas da NATO»….

.

Entretanto….

4 Comentários

  1. Posted 3 Outubro, 2010 at 13:10 | Permalink

    O alinhamento do Público com a política dos EUA não é novidade.
    O mais ridículo ainda é a defesa das armas de destruição maciça no Iraque, pelo Fernandes.

  2. Luis Dias
    Posted 3 Outubro, 2010 at 13:24 | Permalink

    o blasfémias contra a propaganda dos EUA? Pasmo-me…

  3. Licas
    Posted 3 Outubro, 2010 at 14:31 | Permalink

    Tens é pena que não se elogie o Vladimiro . . .

  4. lucklucky
    Posted 3 Outubro, 2010 at 22:47 | Permalink

    “É conhecida a relutância do jornal Público em publicar noticias desagradáveis para as forças da Nato/Eua no Afeganistão”

    É também conhecida a relutância em noticiar as coisas benéficas.
    O Publico jornal de cultura narcisista não quer simplesmente noticiar a Guerra especialmente quando feita por um dos seus.

    “O mais ridículo ainda é a defesa das armas de destruição maciça no Iraque, pelo Fernandes.”

    Só um pateta como o Piscoiso diz uma coisa dessas.
    http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/1189182.stm


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