O tempo passa

 

Há 36 anos quando desfilavam em defesa de Vasco Gonçalves e de uma frente unitária de esquerda que fizesse frente à via parlamentar burguesa pareciam mais convictos.

15 Comentários

  1. esmeralda
    Posted 13 Novembro, 2011 at 15:23 | Permalink

    Pois é! Eis o que mais me impressiona: a falta de convicção! O deixarem-se manipular! O terem jeito para se colocarem a jeito! Gente que não pensa! Gente que não tem olhos na cara! Gente que não quer ver! Uma pena!

  2. Monti
    Posted 13 Novembro, 2011 at 15:44 | Permalink

    Porque não fui:
    Sou adepto de manifestações dirigidas à Acrópole de S. Bento.
    Começar por uma ocupação em apoio do governo, à sua decisão.
    Ocupar, até satisfação do pretendido, a Fundação de Sexa a Vaidade Soares.
    Pretensão: cessar financiamentos do estado em 31Dez11.

  3. Nuno
    Posted 13 Novembro, 2011 at 15:55 | Permalink

    Aquela gentinha da ‘manif’ parece tristonha. Será que já antevêem que ninguêm lhes vai ligar pêvas e que vão fazer figura de urso?

  4. Posted 13 Novembro, 2011 at 16:25 | Permalink

    A quantidade de posts em estilo agit-prop que o Blasfémias tem publicado, contra as manifestações de descontentamento dos portugueses, são já o reflexo de um medo sincero ou apenas, ainda, algum receio pela o caminho que a coisa está a tomar?

  5. J.J.Pereira
    Posted 13 Novembro, 2011 at 16:30 | Permalink

    Esqueceram nada, aprenderam nada – e, bem pior , continuam sem perceber o que lhe ( nos ) está a acontecer
    e por que é que está a acontecer…

  6. Portela Menos 1
    Posted 13 Novembro, 2011 at 16:41 | Permalink

    há 37 anos que a nossa querida direita anda à procura de uma solução para o país…

  7. Posted 13 Novembro, 2011 at 17:27 | Permalink


    Que idade tinha helenafmatos há 37 anos?

  8. Tiradentes
    Posted 13 Novembro, 2011 at 19:04 | Permalink

    É verdade Portela,
    Mas teriam outra solução se seguissem as palavras do Presidente do Tesouro da República Popular da China que julgo eu, não ser nem de direita mas que é um querido…..
    “os europeus estão gordos e preguiçosos e só falam em direitos….para isso não contem com a nossa ajuda…..”
    Já tudo estaria reformulado com aquele capitalismo selvagem e os portelas deste mundo teriam 10 dias de férias e 15 euros de ordenado.

  9. Fredo
    Posted 13 Novembro, 2011 at 19:08 | Permalink

    A avaliar pela aparência dos que estão no plano mais próximo, há 36 anos alguns desfilaram dentro da barriga das mães, outros tiveram muita dificuldade em desfilar, por causa das fraldas.

  10. Portela Menos 1
    Posted 13 Novembro, 2011 at 19:25 | Permalink

    Tiradentes Posted 13 Novembro, 2011 at 19:04
    China? qual delas? A do “socialismo-capitalista” ou a do “capitalismo-socialista”? qualquer uma delas

  11. Portela Menos 1
    Posted 13 Novembro, 2011 at 19:26 | Permalink

    … qualquer uma delas aproxima-se da escravatura moderna.

  12. Posted 13 Novembro, 2011 at 20:39 | Permalink

    E você, cara Helena… a abissal diferença que faz de há 37 anos!!! :-)))

  13. Arlindo da Costa
    Posted 13 Novembro, 2011 at 21:24 | Permalink

    É um ultrage quem vem para aqui insultar os militares portugueses.
    Defenderam o nome de Portugal em África, deram o corpo ao manifesto nas savanas africanas; libertaram o país dum regime totalitário; devolveram o poder ao Povo e às suas instituições democráticas, e agora vem uns engraçadinhos insultar os briosos militares, e ainda por cima por corja que nunca pôs um pé numa parada militar e muito menos lutou em África em nome de Portugal.
    Shame you!

  14. A. R
    Posted 14 Novembro, 2011 at 01:02 | Permalink

    Estes militares deixaram milhares de portugueses em terra de ninguém quando não colaboraram com os Turras para tratarem mal os cidadãos. Muitos não merecem a reforma.

    Mas … enfim são como um filme do Parque Jurássico. Se fosse em Angola, Moçambique, Cuba, etc estavam todos presos e incomunicáveis. Pensam-se uns eleitos depois de anos a coçar a farda nas esquinas.

  15. João Braga
    Posted 16 Novembro, 2011 at 14:42 | Permalink

    “Relembro, com tristeza irónica, uma manifestação de operários, feita não sei com que sinceridade (pois me pesa sempre admitir sinceridade nas coisas colectivas, visto que é o indivíduo, a sós consigo, o único ser que sente). Era um grupo compacto e solto de estúpidos animados, que passou gritando coisas diversas diante do meu indiferentismo de alheio. Tive subitamente náusea. Nem sequer estavam suficientemente sujos. Os que verdadeiramente sofrem não fazem plebe, não formam conjunto. O que sofre, sofre só.”

    Fernando Pessoa “Livro do Desassossego”


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