Porquê?
Porque foram seis-mortes-seis sem nehuma ligação entre elas a não ser o barulho que os jornais sempre fazem.
Repare que no Porto as situações foram completamente diferentes.
Consta que do Diap do Porto vem um procurador especial para tomar conta dos inquéritos. O Procurador de Loures é que se sente ultrapassado e, consta, vai pedir a demissão. Por seu lado, a MitzéTung, não se importa muito por não ter sido convidada, pois acha que ‘aquilo’, por envolver africanos da Quinta do Mocho, Prior Velho e Camarate não servirá para fornecer informação privilegiada que o marido possa utilizar como comentador televisivo pago.
Mas, cá para mim, é o apito dourado e a claque dos super dragões que está por detrás disto… só pode ser. Como seria se não tivéssemos esta óbvia explicação ? O orelhas é que sabe…
Ninguém desenvolve este assunto, mas seria interessante saber por quanto ficam estas super-equipas ao erário público. É que dão direito a super-viatura topo de gama (Mercedes,BMW, Audi e outros do género), super-depósito de combustível (é só gastar; sem limites), super-ajudas de custo (idem. idem)e toda uma panóplia de regalias que os mais próximos do centro de decisão, como sempre assim foi, não querem ver desviadas para outros lados. É tudo super, só os resultados é que continuam a ser infras!
Tenho a certeza que a justiça lisboeta independente como é vai nomear um procurador especial para travar esta vaga de violencia que transformou loures numa verdadeira capital do far-west (na nossa west coast) .
Competentes como são em lisboa devem estar apenas a ponderar o nome do escolhido para procurador especial.
Desde já parabens a loures capital do far-weste da west coast e também parabens ao novo procurados a designar).
Segundo alguns pataratas (os mesmos da analogia Porto-Palermo), a área metropolitana de Lisboa, até pela sua composição étnica, só pode ser comparada com a Cidade do Cabo.
P.S. – Lembre-se que ao que parece a guerra de gangs do Porto só tinha um lado: o lado da Ribeira. Estranhamente – ou se calhar nem por isso – raros foram os pasquins que diziam que o outro lado era constituído por cabo-verdianos recentemente chegados ao Porto. Vindos de Lisboa, obviamente.
O lisbonário não é lisboeta. Não se confundam os dois géneros. O lisboeta, o verdadeiro alfacinha, nasceu lá e é filho de várias gerações também lá nascidas. Vive em Alfama, no Castelo, em Campo de Ourique ou em Campolide. Os de extracção mais recente nos Olivais ou em Chelas. O lisbonário não. O lisbonário nasceu lá para as beiras, Trás-os-Montes… alguns até no Porto.
O alfacinha, tirando obviamente as chamadas classes “altas”, que, mau grado, existem em todo o lado, é povo – mesmo povão. O lisbonário não. O lisbonário é filho da pequena nobreza e pequena burguesia rurais. É filho do médico das pequenas cidades de província, do mestre-escola, ilegítimo de padre com mais amor a rabo de saia do que ao evangelho, do farmacêutico, do lavrador mais ao menos abastado, do pequeno funcionário público, do chefe da estação (no tempo em que os havia), do comerciante relativamente bem sucedido, e por aí abaixo…
O lisbonário estudou. Foi à universidade. Tirou curso. Em direito ou finanças principalmente. Senhores engenheiros também. O seu primeiro objectivo é trabalhar para o estado. Arranjar emprego público. Seguro. Sem chatices. Para começar não é mau. Os de direito sonham em chegar a juízes, procuradores, agentes da PJ. É bom andar de comboio, sem pagar, em 1ª classe, e poder passear a nossa arrogância sobre os passageiros e funcionários. O trabalho também não mata. De Coimbra a Lisboa é um tirinho e 4ª feira à tarde já estamos de regresso.
Mais tarde ou mais cedo, o lisbonário muda-se para Lisboa. Arranjou colocação num ministério. Foi promovido. Ou então subiu na hierarquia e já manda. Manda no país. Suprema condição. Eu, o Zé da loja, mando no país todo.
O lisbonário nunca perde afinal a sua condição de provinciano. Mesmo em Lisboa, e a mandar, nunca saiu afinal da sua aldeia mental. O lisbonário acha que só ele é que sabe. O lisbonário não confia em ninguém. O lisbonário julga que todos os que não chegaram a Lisboa – onde ele chegou! – não são competentes. O lisbonário, em Lisboa, tem um terror irracional aos que fora de Lisboa possam ser melhores que ele. O lisbonário quer controlar tudo. O lisbonário gosta de humilhar. O lisbonário quando falha é exímio em sacudir a água do capote atirando as culpas para fora de Lisboa, onde ele está. A culpa é sempre da “província”. Quanto mais para norte mais “província”. O lisbonário só confia nele e nos seus apaniguados igualmente lisbonários. Os lisbonários são maioritariamente adeptos do Benfica, porque sim e porque fica sempre bem. Alguns são procuradores. Gerais e generais. Outros são políticos. Até engenheiros com projectos assinados. Todos eles são nada.
Um dos pataratas da analogia Porto-Palermo, explica:
Em Palermo, a Mafia não existia, até aos anos noventa. Mais precisamente até á morte de alguns notáveis como Salvo Lima ( deputado da DC) e de Giovanni Falcone e Paolo Borselino.
Foi preciso haver arrependidos que testemunhassem terem sido Bernardo Provenzano e Totó Riina, a mandar executar esses notáveis e muitos mais, para se entender que havia uma superestrutura dirigente e que organizava os negócios da malavita.
No Porto, o clima é um pouco diferente. No fim de contas, estamos em Portugal. Mas as semelhanças existem: homicídios encomendados; domínio do território para negócios ilegais ou para-legais; cobrança de um pizzo que consiste na obrigação de aceitar segurança à força; silêncio quanto ao negócio e aos implicados nas negociatas, incluindo as execuções.
Ainda é incipiente, claro, mas com o tempo, o Padrinho aparecereá. Candidatos não faltam.
É evidente que a visão das formigas, costuma ser a habitual: o traseiro da que vai à frente…
uma explicação ao patarata de enfiou o barrete: a morte do dono do “avião” e da senhora em sacavém não foram encomendadas? julga porventura que o pizzo não existe na noite lisboeta? a diferença é que ainda não apareceu outro grupo a desafiar o poder instalado como no caso dos cabo-verdianos que migraram para o negócio do Porto a partir de Lisboa. mas por falar em máfias e padrinhos: eu estaria muito mais preocupado com o género de execuções frias e eficazes que acontecem em Lisboa do que com os mafiosos atabalhoados e pouco inteligentes do chamado “gangue da ribeira”. Os padrinhos em Lisboa já atingiram o nível atingido na Itália do tempo do longo consulado da Democracia Cristã: estão nos mais elevados estratos do estado e dos negócios. Ou julga que os casinos, os sobreiros, os submarinos, as subvenções da somague, os jacintos capelo rego, as empresas municipais da câmara de lisboa e as suas negociatas com os clubes da terrinha são coisas de bandos de “seguranças” de botecos? mas obviamente Lisboa nunca poderá ser comparada a Palermo: é mais Cape Town ou Lagos.
Argumentos de formiga…que mistura alhos com bugalhos, para levar água ao moinho das suposições. A verdade, neste caso, estraga-lhes sempre as belas historietas.
bullshit!! faltam-lhe argumentos para me contradizer. passou á fase em que pretende diminuir a inteligência do adversário (“Argumentos de formiga”). é velha a técnica e só usada pelos que sempre são incapazes de sustentar as suas próprias opniões. o seu último comentário não acrescenta absolutamento nada à discussão. vale ZERO!
É suposto, como reagia Cavaco Silva à vaga de violência destes dias em Loures, termos confiança na capacidade preventiva e actuante das forças policiais. Mas os episódios que envolveram a demissão do director das Polícia Judiciária do Porto e a sua substituição só nos deixam margem para incertezas. Ás vezes, mais vale recapitular o histórico recente para sabermos do que estamos a falar.
Começando pelo Apito Dourado. É nomeada uma equipa especial, conduzida por Maria José Morgado, enquanto, simultaneamente, se lança uma nuvem de suspeição sobre os actores da Justiça que operam no Porto. Já lá vão dois anos e os resultados são pouco mais do que sofríveis, mas isso ninguém questiona.
Durante seis meses, uns gangues desatam aos tiros, perante a alegada passividade dos mesmos agentes da Justiça portuense. Nomeia-se nova equipa especial, novamente vinda de Lisboa, e novamente a nuvem de suspeição paira no ar. Os resultados desta megaoperação também são, por agora, sofríveis, mas isso ninguém questiona. Assim sintetizado, o caso parece irrelevante,. Deixa de o ser quando se percebe que, ao longo de meses, a imagem que os actores da Justiça deram de si próprios foi a de um bando de gatos engalfinhados, sôfregos pelo poder, não para servirem os outros, mas para se servirem. Não é por acaso que cresce o sentimento de impunidade, o mesmo que levou um tipo a disparar sobre outro depois de uma noite passada na discoteca, como se verificou na madrugada de domingo, no Porto. Nem é por acaso que em Loures os homicídios se sucedem. O que é de estranhar é não ter sido nomeada uma equipa especial do Porto para investigar a vaga de violência em Loures. O que, pelo que se vê, também não adiantaria muito. As equipas especiais fazem lembrar as comissões de inquérito da Assembleia da República. São anunciadas com grande alarde, mas terminam de mansinho, para ver se ninguém se lembra.
De Domingos de Andrade, no JN de hoje
P.S. cada vez mais se prova que o incapaz procurador é um lisbonário e, mais grave ainda, com um enorme problema de portofobia e ressabiamento futebolístico.
os argumentos estão todos lá: mistura de alhos ( criminalidade de gang do Porto, organizada e confirmada como tal, ligada à segurança e tráfico de droga a retalho e a criminalidade de Lisboa, talvez de gang, talvez de sniper, talvez de grupelho de arrastão, talvez de bairro periférico em modo de Sábado à noite), com os bugalhos da criminalidade de secretária e despacho a condizer, com assento na Assembleia ou outro órgão de soberania ou autarquia.
A suposição de formiga ( o nick não fui eu que inventei para diminuir seja quem for- é ele próprio um diminutivo irracional) é a de que “isto anda tudo ligado” e ainda ” eu é que sei desta marosca…”.
A esta equação, segue-se o corolário final: estas historietas esbarram sempre com a realidade comezinha.
Isto não são argumentos de formiga. São razões de peso.
Em réplica ao Lisbonário, com quem se concorda alguma coisa ( não muito):
Não foi este Procurador, muito incensado por aqui, como o salvador do barco perdido pelo anterior Souto Moura?
Escrevo novamente, para mais tarde recordar:
o PGR Souto Moura, foi o melhor procurador que tivemos em Portugal, nestes anos de democracia. E não parecia.
Sem alardes, nunca caiu na tentação de equipas especiais. Mesmo no caso Casa Pia, a equipa j+a existia, limitando-se a conseguir um apoio mais estreito da PJ, com o MP.
As equipas especiais funcinam bem se tiverem o assentimento e acordo daqueles com quem vão interferir directamente, no trabalho rotineiro. Caso contrário, acontece o que aconteceu: hostilidade. É pena, porque valia a pena experimentar este modelo de investigação, com outra dinâmica.
Quem não percebeu isto e pensou que era só mandar ( acutilado pelos comentadores do costume)e já estava, enganou-se. E como diz o outro em voz off na Quadratura, “já estamos todos a pagar…”
hum… a “criminalidade de secretária e despacho a condizer “não é actividade mafiosa”. em lisboa não existe tráfico de droga organizado. é tudo malta que só gosta de armar umas confusões ao sábado à noite. as coisas que a gente aprende aqui!! estranho é que os números oficiais digam que a criminalidade grave e violenta de Lisboa seja 3 vezes superior por mil habitantes à do Porto. e isto são “argumentos de peso”.
é verdade, as “historietas” esbarram sempre na “realidade comezinha”. mas cada um faz os exercícios de imaginação que quer.
e já agora, tenho pena mas Ant não tem nada a ver com formigas. presunção e água benta “psicológicas” cada um toma a que quer :->
ahh… no próximo sábado vou divertir-me: matarei a tiro uma das minhas vizinhas. afinal tudo não passa dum simples passatempo de sábado à noite. segundo alguns, em lisboa é assim!
“O clima no Porto sempre foi diferente do de Lisboa”
Consultei os registos metereologicos e confirma-se:
media de pluviosidade quase 50% superior no Porto
temperaturas medias: inferiores no Porto em cerca de 4 graus.
Não vi lá nenhum registo de mortes por “acaso” e/ou “encomendadas” e muito menos antes de serem realmente averiguadas e julgadas.
O que vejo isso sim é fazer-se um escracéu medonho sobre seis mortos em tres meses de uma criminalidade muito preocupante no Porto e atraz dela subliminarmente se fazer ligações a supostas máfias e ao futebol. Foi noticia mais de duas semanas repetida.
No avião “encomenda-se” como no Porto mas logo se diz que é caso isolado e quando em Loures se sucedem seis numa semana não passa de “acasos”.
Já os “jagunços” dos lados das antas são assim tambem tratados…..um perigo horrivel..uma mafia, enquanto os assassinos do Jamor fogem da cadeia e os esfaqueamentos são coisas menores lá pros lados da amadora, ou esperas na segunda circular.
Até na suposta politica de governação as coisas são gritantes.
Veja-se o metro do Porto que gasta 270 milhoes (mais cento e tal do que devia se fosse o plano inicial de 14 km) e constroi 26 km de metro a funcionar. Aqui del rei que que ministro ante-jamé vai por ordem nas contas. No caso do sul do tejo 90 milhoes para 4 km de metro não são nada. E não são mesmo que ninguem anda nele.
Discrepancias pequenas e grandes na forma e no proveito de como se olha para as coisas.
Temos em Portugal, 5.000 individuos, que vivem do roubo, da droga, da prostituição (não estou a considerar a malta que vive
da influencia nos negócios, tambem são flores que não è de cheirar)!
Que faz a segurança em Portugal? tem infiltados? mantem um corpo de segurança activa? Camaras espalhadas por locais de convivio?
obrigatoriedade dos locais de divertimento terem camaras em actividade (grossa multa se não estão activas) controle de sucateiros, stands de automoveis, pessoas conhecidas que se dedicam a financiar ladrões fazendo encomenda, ou pagando uma nèpia pelo roubo?
Prisões mais abundantes que as actuais, juizes que condenem com penas pesadas (basta a plicar o maximo) sem perdões e códigos mais realistas, que não mandem para casa, quem comete o crime e
apresenta-se voluntariamente na esquadra com uma puldeira ou presença semanal na esquadra (tudo fantasia)
Código civil e penal, aplicados acima dos 12 anos! (UK. Germany)
E um ministro da Justiça que não ande na clandestinidade!
Assim, quebra-se o ritmo do crime.
Já agora tentar recuperar os meliantes de 18 a 30 anos prendendo
mas colocando-os na pr~isão a trabalhar e a formar, pois de outra
forma, voltam sempre ao principio!
Em Milão também há criminalidade. Tal como em Palermo. Mas é um bocado diferente. Uma formiga, para o perceber, tem de sair do carreiro.
Acabar com a criminalidade no Porto, deveria ser muito mais fácil do que em Lisboa que- concordo- é criminalidade mais pesada e difusa.
Precisamente porque no Porto, se concentrou em grupo que pode ser definido e que só o laxismo legal e institucional permitiu que alastrasse e conjugasse já elementos de fora.
A Mafia na Sicília, podia ser vencida, precisamente porque dependia de alguns, poucos padrinhos. Foi esse o teorema Buscetta, seguido por Falcone.
Tal como na Sicília dos anos sessenta e setenta ou na Galiza, nos oitenta, em que dos tempos do tráfico de tabaco, se passou depois para o tráfico de heroína e depois cocaina, assim no Porto se passou da pequena criminalidade de bairro e grupo, para a estrutura mafiosa, com padrinhos. E do pequeno controlo de entradas em discotecas e clubes nocturno, em segurança rudimentar, se passou para o controlo de claques de futebol, negócios de carros, segurança profissional.
Em Lisboa, a dispersão de território é maior e os negócios ilegais, diversificam-se mais.
Quem trafica droga em Lisboa? Onde se encontram as figuras do negócio? Qual o papel da imigração das ex-colónias? Cabo Verde, vale o quê, nesta triangulação? E quantas áreas de negócio existem na metrópole portuguesa?
José deixe de ser etnofóbico.
Aposto que 90% do trafico de droga em Porugal (ou mais) é feito por portugueses.
A não ser que vc consiga destinguir e os possa classificar como sendo no norte e aí passaria a nortefóbico.
As perguntas, agora, já valem como afirmação?
Tirando isso, quem é que considerou os países africanos mencionados ( também a Guiné Bissau, claro) como sendo rotas de entrada da cocaína na Europa? Foram os etnofóbicos?
Por cá não há crime organizado. Não me lembro de um tribunal dar como provada a associação criminosa, mesmo quando são evidentes os laços de colaboração entre co-autores de determinados crimes. Motivo? Os juízes portugueses, não gostam de aplicar penas pesadas, só por isso.
Em matéria de criminalidade anti-económica até começo a pensar que há juízes que acham que isso nem existe.
Com que então são coisas ocasionais, hein?
Tá bem, tá. Média de 1 por dia, certinha, é uma linha recta num gráfico, não duas bossas tipo 2-1 ou dia sim-dia não nos tiros no alvo.
E não se importam?
Who cares, anyway?
As equipas especiais e a brigada da Morgada não têm resultados feitos. São como o Sportem e o Benfas. Miseráveis. Mas muita gente acredita neles.
Porreiro, pá. A nossa ‘racaille’ não perturba as elites. Que vivem longe de Loures, claro, e o edil de Sintra está no alto do castelo, inatingível, enquanto as enxurradas levam os munícipes e ele se preocupa em inventar casos ao Leandro Lima.
mas então a morgada da galinha anda assim ocupadíssima a atiçar a outra vingatiba contra o grande Porto pa já não se poder ocupar tamém destes casos grabíssimos?!
E reafirmar suportando tais afirmações é sim ser duplamente etnofóbico.Se chama a isso caixa de ressonancia.
Mais… a leitura correcta do “aposto” implica que não se está a fazer uma afirmaçao porque não se tem dados suficientes para o afirmar mas sim apenas convicção e esta vale o que vale a não ser que se pesquise, se houver dados para tal o que duvido.
Mas o calculo de probabilidades nessa convicção é a favor dela.
o PROCURADOR é fantastico , ele “já” sabe que os crimes de Loures ,lisboa não necessitam de uma equipa especial . Como é que ele sabe é bruxo? Ou ele “só” quer conhecer os crimes em outras zonas do país que não lisboa?
Porquê?
Porque foram seis-mortes-seis sem nehuma ligação entre elas a não ser o barulho que os jornais sempre fazem.
Repare que no Porto as situações foram completamente diferentes.
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Caro Gabriel…deixe-se de “bullshit”. Bom dia
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O Moita Flores já explicou na tv: é a pobreza.
De espírito, seria bom acrescentar…
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Entretanto o PS e PCP baixam impostos e o PSD abstem-se: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=888778
Note-se como a notícia é toda construída como se a descida de impostos fosse algo de mau porque as Cãmaras têm de passar…
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far west (cost) of europe… what else?
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A diferença, é que no Porto os crimes foram todos de noite.
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Este Gabriel Silva não acerta uma.
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Consta que do Diap do Porto vem um procurador especial para tomar conta dos inquéritos. O Procurador de Loures é que se sente ultrapassado e, consta, vai pedir a demissão. Por seu lado, a MitzéTung, não se importa muito por não ter sido convidada, pois acha que ‘aquilo’, por envolver africanos da Quinta do Mocho, Prior Velho e Camarate não servirá para fornecer informação privilegiada que o marido possa utilizar como comentador televisivo pago.
Mas, cá para mim, é o apito dourado e a claque dos super dragões que está por detrás disto… só pode ser. Como seria se não tivéssemos esta óbvia explicação ? O orelhas é que sabe…
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Ninguém desenvolve este assunto, mas seria interessante saber por quanto ficam estas super-equipas ao erário público. É que dão direito a super-viatura topo de gama (Mercedes,BMW, Audi e outros do género), super-depósito de combustível (é só gastar; sem limites), super-ajudas de custo (idem. idem)e toda uma panóplia de regalias que os mais próximos do centro de decisão, como sempre assim foi, não querem ver desviadas para outros lados. É tudo super, só os resultados é que continuam a ser infras!
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Tenho a certeza que a justiça lisboeta independente como é vai nomear um procurador especial para travar esta vaga de violencia que transformou loures numa verdadeira capital do far-west (na nossa west coast) .
Competentes como são em lisboa devem estar apenas a ponderar o nome do escolhido para procurador especial.
Desde já parabens a loures capital do far-weste da west coast e também parabens ao novo procurados a designar).
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Segundo alguns pataratas (os mesmos da analogia Porto-Palermo), a área metropolitana de Lisboa, até pela sua composição étnica, só pode ser comparada com a Cidade do Cabo.
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P.S. – Lembre-se que ao que parece a guerra de gangs do Porto só tinha um lado: o lado da Ribeira. Estranhamente – ou se calhar nem por isso – raros foram os pasquins que diziam que o outro lado era constituído por cabo-verdianos recentemente chegados ao Porto. Vindos de Lisboa, obviamente.
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O lisbonário não é lisboeta. Não se confundam os dois géneros. O lisboeta, o verdadeiro alfacinha, nasceu lá e é filho de várias gerações também lá nascidas. Vive em Alfama, no Castelo, em Campo de Ourique ou em Campolide. Os de extracção mais recente nos Olivais ou em Chelas. O lisbonário não. O lisbonário nasceu lá para as beiras, Trás-os-Montes… alguns até no Porto.
O alfacinha, tirando obviamente as chamadas classes “altas”, que, mau grado, existem em todo o lado, é povo – mesmo povão. O lisbonário não. O lisbonário é filho da pequena nobreza e pequena burguesia rurais. É filho do médico das pequenas cidades de província, do mestre-escola, ilegítimo de padre com mais amor a rabo de saia do que ao evangelho, do farmacêutico, do lavrador mais ao menos abastado, do pequeno funcionário público, do chefe da estação (no tempo em que os havia), do comerciante relativamente bem sucedido, e por aí abaixo…
O lisbonário estudou. Foi à universidade. Tirou curso. Em direito ou finanças principalmente. Senhores engenheiros também. O seu primeiro objectivo é trabalhar para o estado. Arranjar emprego público. Seguro. Sem chatices. Para começar não é mau. Os de direito sonham em chegar a juízes, procuradores, agentes da PJ. É bom andar de comboio, sem pagar, em 1ª classe, e poder passear a nossa arrogância sobre os passageiros e funcionários. O trabalho também não mata. De Coimbra a Lisboa é um tirinho e 4ª feira à tarde já estamos de regresso.
Mais tarde ou mais cedo, o lisbonário muda-se para Lisboa. Arranjou colocação num ministério. Foi promovido. Ou então subiu na hierarquia e já manda. Manda no país. Suprema condição. Eu, o Zé da loja, mando no país todo.
O lisbonário nunca perde afinal a sua condição de provinciano. Mesmo em Lisboa, e a mandar, nunca saiu afinal da sua aldeia mental. O lisbonário acha que só ele é que sabe. O lisbonário não confia em ninguém. O lisbonário julga que todos os que não chegaram a Lisboa – onde ele chegou! – não são competentes. O lisbonário, em Lisboa, tem um terror irracional aos que fora de Lisboa possam ser melhores que ele. O lisbonário quer controlar tudo. O lisbonário gosta de humilhar. O lisbonário quando falha é exímio em sacudir a água do capote atirando as culpas para fora de Lisboa, onde ele está. A culpa é sempre da “província”. Quanto mais para norte mais “província”. O lisbonário só confia nele e nos seus apaniguados igualmente lisbonários. Os lisbonários são maioritariamente adeptos do Benfica, porque sim e porque fica sempre bem. Alguns são procuradores. Gerais e generais. Outros são políticos. Até engenheiros com projectos assinados. Todos eles são nada.
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Um dos pataratas da analogia Porto-Palermo, explica:
Em Palermo, a Mafia não existia, até aos anos noventa. Mais precisamente até á morte de alguns notáveis como Salvo Lima ( deputado da DC) e de Giovanni Falcone e Paolo Borselino.
Foi preciso haver arrependidos que testemunhassem terem sido Bernardo Provenzano e Totó Riina, a mandar executar esses notáveis e muitos mais, para se entender que havia uma superestrutura dirigente e que organizava os negócios da malavita.
No Porto, o clima é um pouco diferente. No fim de contas, estamos em Portugal. Mas as semelhanças existem: homicídios encomendados; domínio do território para negócios ilegais ou para-legais; cobrança de um pizzo que consiste na obrigação de aceitar segurança à força; silêncio quanto ao negócio e aos implicados nas negociatas, incluindo as execuções.
Ainda é incipiente, claro, mas com o tempo, o Padrinho aparecereá. Candidatos não faltam.
É evidente que a visão das formigas, costuma ser a habitual: o traseiro da que vai à frente…
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A equipa especial está a comer caracóis na maior. Afinal, o dérbi não correu mal e o Paraty só podia beneficiar o Benfica. O costume.
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uma explicação ao patarata de enfiou o barrete: a morte do dono do “avião” e da senhora em sacavém não foram encomendadas? julga porventura que o pizzo não existe na noite lisboeta? a diferença é que ainda não apareceu outro grupo a desafiar o poder instalado como no caso dos cabo-verdianos que migraram para o negócio do Porto a partir de Lisboa. mas por falar em máfias e padrinhos: eu estaria muito mais preocupado com o género de execuções frias e eficazes que acontecem em Lisboa do que com os mafiosos atabalhoados e pouco inteligentes do chamado “gangue da ribeira”. Os padrinhos em Lisboa já atingiram o nível atingido na Itália do tempo do longo consulado da Democracia Cristã: estão nos mais elevados estratos do estado e dos negócios. Ou julga que os casinos, os sobreiros, os submarinos, as subvenções da somague, os jacintos capelo rego, as empresas municipais da câmara de lisboa e as suas negociatas com os clubes da terrinha são coisas de bandos de “seguranças” de botecos? mas obviamente Lisboa nunca poderá ser comparada a Palermo: é mais Cape Town ou Lagos.
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Argumentos de formiga…que mistura alhos com bugalhos, para levar água ao moinho das suposições. A verdade, neste caso, estraga-lhes sempre as belas historietas.
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à atenção do patarata:
bullshit!! faltam-lhe argumentos para me contradizer. passou á fase em que pretende diminuir a inteligência do adversário (“Argumentos de formiga”). é velha a técnica e só usada pelos que sempre são incapazes de sustentar as suas próprias opniões. o seu último comentário não acrescenta absolutamento nada à discussão. vale ZERO!
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É suposto, como reagia Cavaco Silva à vaga de violência destes dias em Loures, termos confiança na capacidade preventiva e actuante das forças policiais. Mas os episódios que envolveram a demissão do director das Polícia Judiciária do Porto e a sua substituição só nos deixam margem para incertezas. Ás vezes, mais vale recapitular o histórico recente para sabermos do que estamos a falar.
Começando pelo Apito Dourado. É nomeada uma equipa especial, conduzida por Maria José Morgado, enquanto, simultaneamente, se lança uma nuvem de suspeição sobre os actores da Justiça que operam no Porto. Já lá vão dois anos e os resultados são pouco mais do que sofríveis, mas isso ninguém questiona.
Durante seis meses, uns gangues desatam aos tiros, perante a alegada passividade dos mesmos agentes da Justiça portuense. Nomeia-se nova equipa especial, novamente vinda de Lisboa, e novamente a nuvem de suspeição paira no ar. Os resultados desta megaoperação também são, por agora, sofríveis, mas isso ninguém questiona. Assim sintetizado, o caso parece irrelevante,. Deixa de o ser quando se percebe que, ao longo de meses, a imagem que os actores da Justiça deram de si próprios foi a de um bando de gatos engalfinhados, sôfregos pelo poder, não para servirem os outros, mas para se servirem. Não é por acaso que cresce o sentimento de impunidade, o mesmo que levou um tipo a disparar sobre outro depois de uma noite passada na discoteca, como se verificou na madrugada de domingo, no Porto. Nem é por acaso que em Loures os homicídios se sucedem. O que é de estranhar é não ter sido nomeada uma equipa especial do Porto para investigar a vaga de violência em Loures. O que, pelo que se vê, também não adiantaria muito. As equipas especiais fazem lembrar as comissões de inquérito da Assembleia da República. São anunciadas com grande alarde, mas terminam de mansinho, para ver se ninguém se lembra.
De Domingos de Andrade, no JN de hoje
P.S. cada vez mais se prova que o incapaz procurador é um lisbonário e, mais grave ainda, com um enorme problema de portofobia e ressabiamento futebolístico.
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os argumentos estão todos lá: mistura de alhos ( criminalidade de gang do Porto, organizada e confirmada como tal, ligada à segurança e tráfico de droga a retalho e a criminalidade de Lisboa, talvez de gang, talvez de sniper, talvez de grupelho de arrastão, talvez de bairro periférico em modo de Sábado à noite), com os bugalhos da criminalidade de secretária e despacho a condizer, com assento na Assembleia ou outro órgão de soberania ou autarquia.
A suposição de formiga ( o nick não fui eu que inventei para diminuir seja quem for- é ele próprio um diminutivo irracional) é a de que “isto anda tudo ligado” e ainda ” eu é que sei desta marosca…”.
A esta equação, segue-se o corolário final: estas historietas esbarram sempre com a realidade comezinha.
Isto não são argumentos de formiga. São razões de peso.
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Em réplica ao Lisbonário, com quem se concorda alguma coisa ( não muito):
Não foi este Procurador, muito incensado por aqui, como o salvador do barco perdido pelo anterior Souto Moura?
Escrevo novamente, para mais tarde recordar:
o PGR Souto Moura, foi o melhor procurador que tivemos em Portugal, nestes anos de democracia. E não parecia.
Sem alardes, nunca caiu na tentação de equipas especiais. Mesmo no caso Casa Pia, a equipa j+a existia, limitando-se a conseguir um apoio mais estreito da PJ, com o MP.
As equipas especiais funcinam bem se tiverem o assentimento e acordo daqueles com quem vão interferir directamente, no trabalho rotineiro. Caso contrário, acontece o que aconteceu: hostilidade. É pena, porque valia a pena experimentar este modelo de investigação, com outra dinâmica.
Quem não percebeu isto e pensou que era só mandar ( acutilado pelos comentadores do costume)e já estava, enganou-se. E como diz o outro em voz off na Quadratura, “já estamos todos a pagar…”
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hum… a “criminalidade de secretária e despacho a condizer “não é actividade mafiosa”. em lisboa não existe tráfico de droga organizado. é tudo malta que só gosta de armar umas confusões ao sábado à noite. as coisas que a gente aprende aqui!! estranho é que os números oficiais digam que a criminalidade grave e violenta de Lisboa seja 3 vezes superior por mil habitantes à do Porto. e isto são “argumentos de peso”.
é verdade, as “historietas” esbarram sempre na “realidade comezinha”. mas cada um faz os exercícios de imaginação que quer.
e já agora, tenho pena mas Ant não tem nada a ver com formigas. presunção e água benta “psicológicas” cada um toma a que quer :->
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ahh… no próximo sábado vou divertir-me: matarei a tiro uma das minhas vizinhas. afinal tudo não passa dum simples passatempo de sábado à noite. segundo alguns, em lisboa é assim!
sinceramente, ele há cada um…
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“O clima no Porto sempre foi diferente do de Lisboa”
Consultei os registos metereologicos e confirma-se:
media de pluviosidade quase 50% superior no Porto
temperaturas medias: inferiores no Porto em cerca de 4 graus.
Não vi lá nenhum registo de mortes por “acaso” e/ou “encomendadas” e muito menos antes de serem realmente averiguadas e julgadas.
O que vejo isso sim é fazer-se um escracéu medonho sobre seis mortos em tres meses de uma criminalidade muito preocupante no Porto e atraz dela subliminarmente se fazer ligações a supostas máfias e ao futebol. Foi noticia mais de duas semanas repetida.
No avião “encomenda-se” como no Porto mas logo se diz que é caso isolado e quando em Loures se sucedem seis numa semana não passa de “acasos”.
Já os “jagunços” dos lados das antas são assim tambem tratados…..um perigo horrivel..uma mafia, enquanto os assassinos do Jamor fogem da cadeia e os esfaqueamentos são coisas menores lá pros lados da amadora, ou esperas na segunda circular.
Até na suposta politica de governação as coisas são gritantes.
Veja-se o metro do Porto que gasta 270 milhoes (mais cento e tal do que devia se fosse o plano inicial de 14 km) e constroi 26 km de metro a funcionar. Aqui del rei que que ministro ante-jamé vai por ordem nas contas. No caso do sul do tejo 90 milhoes para 4 km de metro não são nada. E não são mesmo que ninguem anda nele.
Discrepancias pequenas e grandes na forma e no proveito de como se olha para as coisas.
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Só faltava acrescentar para a boa gestão do metro o que se pagou pelo tunel do terreiro do paço.
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Temos em Portugal, 5.000 individuos, que vivem do roubo, da droga, da prostituição (não estou a considerar a malta que vive
da influencia nos negócios, tambem são flores que não è de cheirar)!
Que faz a segurança em Portugal? tem infiltados? mantem um corpo de segurança activa? Camaras espalhadas por locais de convivio?
obrigatoriedade dos locais de divertimento terem camaras em actividade (grossa multa se não estão activas) controle de sucateiros, stands de automoveis, pessoas conhecidas que se dedicam a financiar ladrões fazendo encomenda, ou pagando uma nèpia pelo roubo?
Prisões mais abundantes que as actuais, juizes que condenem com penas pesadas (basta a plicar o maximo) sem perdões e códigos mais realistas, que não mandem para casa, quem comete o crime e
apresenta-se voluntariamente na esquadra com uma puldeira ou presença semanal na esquadra (tudo fantasia)
Código civil e penal, aplicados acima dos 12 anos! (UK. Germany)
E um ministro da Justiça que não ande na clandestinidade!
Assim, quebra-se o ritmo do crime.
Já agora tentar recuperar os meliantes de 18 a 30 anos prendendo
mas colocando-os na pr~isão a trabalhar e a formar, pois de outra
forma, voltam sempre ao principio!
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Em Milão também há criminalidade. Tal como em Palermo. Mas é um bocado diferente. Uma formiga, para o perceber, tem de sair do carreiro.
Acabar com a criminalidade no Porto, deveria ser muito mais fácil do que em Lisboa que- concordo- é criminalidade mais pesada e difusa.
Precisamente porque no Porto, se concentrou em grupo que pode ser definido e que só o laxismo legal e institucional permitiu que alastrasse e conjugasse já elementos de fora.
A Mafia na Sicília, podia ser vencida, precisamente porque dependia de alguns, poucos padrinhos. Foi esse o teorema Buscetta, seguido por Falcone.
Tal como na Sicília dos anos sessenta e setenta ou na Galiza, nos oitenta, em que dos tempos do tráfico de tabaco, se passou depois para o tráfico de heroína e depois cocaina, assim no Porto se passou da pequena criminalidade de bairro e grupo, para a estrutura mafiosa, com padrinhos. E do pequeno controlo de entradas em discotecas e clubes nocturno, em segurança rudimentar, se passou para o controlo de claques de futebol, negócios de carros, segurança profissional.
Em Lisboa, a dispersão de território é maior e os negócios ilegais, diversificam-se mais.
Quem trafica droga em Lisboa? Onde se encontram as figuras do negócio? Qual o papel da imigração das ex-colónias? Cabo Verde, vale o quê, nesta triangulação? E quantas áreas de negócio existem na metrópole portuguesa?
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José deixe de ser etnofóbico.
Aposto que 90% do trafico de droga em Porugal (ou mais) é feito por portugueses.
A não ser que vc consiga destinguir e os possa classificar como sendo no norte e aí passaria a nortefóbico.
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As perguntas, agora, já valem como afirmação?
Tirando isso, quem é que considerou os países africanos mencionados ( também a Guiné Bissau, claro) como sendo rotas de entrada da cocaína na Europa? Foram os etnofóbicos?
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o único crime organizado é o de colarinho branco: inclue as forças vivas, as outras estâo mortas de fome
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Por cá não há crime organizado. Não me lembro de um tribunal dar como provada a associação criminosa, mesmo quando são evidentes os laços de colaboração entre co-autores de determinados crimes. Motivo? Os juízes portugueses, não gostam de aplicar penas pesadas, só por isso.
Em matéria de criminalidade anti-económica até começo a pensar que há juízes que acham que isso nem existe.
Não é verdade, Lololinhazina?
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Com que então são coisas ocasionais, hein?
Tá bem, tá. Média de 1 por dia, certinha, é uma linha recta num gráfico, não duas bossas tipo 2-1 ou dia sim-dia não nos tiros no alvo.
E não se importam?
Who cares, anyway?
As equipas especiais e a brigada da Morgada não têm resultados feitos. São como o Sportem e o Benfas. Miseráveis. Mas muita gente acredita neles.
Porreiro, pá. A nossa ‘racaille’ não perturba as elites. Que vivem longe de Loures, claro, e o edil de Sintra está no alto do castelo, inatingível, enquanto as enxurradas levam os munícipes e ele se preocupa em inventar casos ao Leandro Lima.
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mas então a morgada da galinha anda assim ocupadíssima a atiçar a outra vingatiba contra o grande Porto pa já não se poder ocupar tamém destes casos grabíssimos?!
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Enfim, parece que no Porto há crime organizado,
e em Lisboa há crime desorganizado.
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«Sexta morte violenta em Loures» – Então, desta vez não se nomeia um «procurador especial»?
Para quê? É o laissez faire. A curva da procura violenta cruza a curva da oferta inexistente.
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E reafirmar suportando tais afirmações é sim ser duplamente etnofóbico.Se chama a isso caixa de ressonancia.
Mais… a leitura correcta do “aposto” implica que não se está a fazer uma afirmaçao porque não se tem dados suficientes para o afirmar mas sim apenas convicção e esta vale o que vale a não ser que se pesquise, se houver dados para tal o que duvido.
Mas o calculo de probabilidades nessa convicção é a favor dela.
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o PROCURADOR é fantastico , ele “já” sabe que os crimes de Loures ,lisboa não necessitam de uma equipa especial . Como é que ele sabe é bruxo? Ou ele “só” quer conhecer os crimes em outras zonas do país que não lisboa?
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O caso “Casa Pia” é um bom exemplo da desorganização do crime em Lx. Uma bomba num carro idem. Lá em baixo são, pelo menos, mais espectaculares!
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Em Lx n há gangues de segurança privada. Ou já eliminaram a concorrência ou então vão todos juntos para os copos em Loures.
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Em Lx n há barões da droga, afinal Lx é que é a capital das PME’s.
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6 mortos no Porto é motivo de preocupação e sinal que a cidade está a tornar-se numa capital do crime. 6 mortos em Lx é dia a dia.
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