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Carreira política *

23 Maio, 2008
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Há anos, um jornalista que também era deputado escreveu um violento libelo contra o Parlamento. Indignados, alguns deputados fizeram um abaixo-assinado na AR contra o texto. Mas todos ficaram pasmados quando o autor do artigo quis assinar o protesto: “enquanto jornalista confirmo tudo o que escrevi mas como deputado sinto-me atingido por este ataque”, esclareceu.

João Proença é líder da UGT e dirigente socialista. Como sindicalista está contra a revisão do Código do Trabalho – mas na Comissão Política do PS preferiu calar-se quando Sócrates foi lá discutir o assunto. Cá fora, disse que a sua posição “era conhecida”. Qual delas?
Também eu, como comentador, diviso diferença nos papéis – mas como cidadão não consigo expressar a náusea que isto me causa.

* Correio da Manhã, 22.V.2008

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12 comentários leave one →
  1. 23 Maio, 2008 11:38

    Um dirigente nacional de um sindicato deveria ser proibido de pertencer também há cúpula partidásria. Nisso Carvalho da Silva dá um bom exemplo, é do PCP, simples militante de base. Proença e Arménio Santos são 2 exemplos vergonhosos.

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  2. piscoiso permalink
    23 Maio, 2008 11:40

    Descendo ao futebol, há situação idêntica no FCP.
    Jesualdo é portista enquanto treinador do FCP, e benfiquista como cidadão.

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  3. Joseph permalink
    23 Maio, 2008 11:42

    Ainda estou à espera do comentário do Mr. Balde-De-Cal sobre esta posta.
    Resumindo e parafraseando o dito Mr.,
    PQP

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  4. 23 Maio, 2008 11:47

    Proença é um “colocado” pelo PS na UGT.

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  5. Joseph permalink
    23 Maio, 2008 11:52

    estava ali a meio de uma coisa mas…
    …compreendo, maradona, que nessas coisas do gostar o coração tem razões que a razão desconhece. Eu próprio sou dado a outro género de impulsos que tenho igual dificuldade em justificar. Crente nas virtudes e métodos das terapias de grupo deixo-te razões em barda para a tua reflexão:

    A razão ortográfica: O Carlos Abreu Amorim escreve sem erros gramaticais

    A razão geográfica: O Carlos Abreu Amorim é do Porto

    A razão gastronómica: O Carlos Abreu Amorim gosta de francesinhas

    A razão marialva: O Carlos Abreu Amorim acredita que as toiradas são um acto cruel

    A razão de estilo: O Carlos Abreu Amorim diz “alfinete de peito”

    A razão dos outros: O Carlos Abreu Amorim gosta do Pacheco Pereira

    A razão demarcada: O Carlos Abreu Amorim acha que o vinho serve para acompanhar refeições

    A razão do senso: O Carlos Abreu Amorim gosta do FC do Porto porque não gosta do Benfica

    A razão da obra: O Carlos Abreu Amorim não gosta de fado porque não gosta de fadistas

    A razão de regime: O Carlos Abreu Amorim é republicano porque não gosta de monárquicos

    A razão ideológica: O Carlos Abreu Amorim é liberal porque não é inteiramente marxista

    A razão minha: O Carlos Abreu Amorim não acredita em Deus porque não gosta de Deus

    A razão de facto – Com tanta razão é por isso natural que o argumento liberal do Carlos Abreu Amorim seja a “hipocrisia social” (o neto mais novo da luta de classes). As mulheres ricas abortam em badajoz e as pobres em sacavém. Chega atrasado. Ele e a restante esquerda. Estamos em 2007, acabou a revolução industrial, a humanidade está noutra e os brioches da Maria Antonieta têm o sabor bulorento dos preconceitos antigos.

    Postas as razões posto ainda que nestas coisas do gosta e do gosto é sempre complicado fazer juízo. Gostarás dos escritos do Carlos Abreu Amorim. Eu, por exemplo, gosto mais de massagens.

    um abraço amigo deste teu,
    publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:48
    in http://31daarmada.blogs.sapo.pt/182791.html

    Só não ponho aqui a foto do CAA.

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  6. Joseph permalink
    23 Maio, 2008 11:54

    Caro MJRB,

    Olha a novidade! Só contaram isso a você? Não deve ter visto o filme todo. Faltam os restantes “tachos”!

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  7. Diacono Remédios permalink
    23 Maio, 2008 12:16

    Faz lembrar o governo do bloco central (PS/PSD). No governo, o PSD ia governando?? No partido, o PSD fazia oposição ao governo.

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  8. 23 Maio, 2008 12:33

    Há já muitos anos, que a sem vergonhice do Bloco Central é mais do que evidente.

    O Mexia, nóvel Gestor Público, ex-Gestor do Espirito Santo, ex-Ministro do Flopes e actual empregado do pinócrates, é o exemplo-mor da III República quase completamente podre.

    Não fossem os Holandes e Alemães a segurarem a finança Europeia, e o sangue já escorria pelas valetas.

    Obrigado, Sra. Merkel. Obrigado, Senhor Trichet. Não sei se nos estão a fazer bem a longo prazo, mas para já contribuem para que não haja falta de sangue nos hospitais….

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  9. lica permalink
    23 Maio, 2008 12:47

    Venha a nós o vosso reino assim na terra como no céu.

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  10. lica permalink
    23 Maio, 2008 12:48

    o outro mundo é de quem o ganha e este é de quem mais apanha

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  11. 23 Maio, 2008 13:43

    Mr. e caro Joseph,

    Não dei nenhuma novidade. Só não destrinça as causas e efeitos da presença de Proença, quem não é capaz, ou não quer.

    Sim, muitos “tachos fumegam” também na UGT. E não só.

    Penso que sei ver “filmes”.

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  12. Joseph permalink
    23 Maio, 2008 13:49

    Caríssimo MJRB,

    “Penso que sei ver “filmes”.”

    Ok, peço desculpa. Mas contou meia-história. E não escrevi “tachos” só na UGT, as outras sindicais também tresandam!

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