Meter água (1)
«O Grupo Águas de Portugal, encabeçado pela AdP, SGPS, apesar de fortemente apoiado por fundos comunitários, encontrava-se, em termos agregados, circunstancialmente numa situação económico-financeira débil, havendo empresas em risco de iminente inviabilidade económica. Para além de eventuais ineficiências de gestão, aquela situação justifica-se, mormente, pela aposta na internacionalização do Grupo AdP que se traduziu num falhanço empresarial e pela excessiva fragmentação do sector, decorrente da criação de demasiadas unidades empresariais, face à dimensão do mercado em que actuam, sendo que algumas delas não estão a conseguir ser auto-sustentáveis, dados os elevadíssimos investimentos realizados versus as tarifas pela venda de água que podem cobrar».
in Auditoria do Tribunal de Contas ás Águas de Portugal, SGPS, S.A.
C.A: Pedro Eduardo Passos da Cunha Serra, Justino Manuel Matias Carlos, António Manuel da Silva Branco, João Manuel Lopes Fidalgo, José Maria Martins Soares, Francisco Manuel Marques Bandeira e João Manuel de Castro Plácido Pires

c a devida vénia:
“Ou que negue como estão hoje instaladas de alto abaixo da sociedade portuguesa, e muito em particular na Administração Pública, as leis da rolha e do medo, com a sucessiva instituição de mecanismos (designadamente os ditos de “avaliação” que permitam silenciar, amedrontar, desqualificar profissionalmente ou até mesmo despedir o funcionário público que tenha ideias e ouse exprimi-las e defendê-las publicamente.
Ou ainda que desminta que hoje, e ao pior estilo da velha “União Nacional”, quem aparece a desempenhar esse execrável papel de delatores, de bufos, de perseguidores e de censores são precisamente os mais básicos e mais sectários dos elementos e militantes do Partido do Poder, sempre sedentos de poderem agradar aos chefes e ao Chefe e executar tarefas que estes gostam que sejam levados a cabo mas não o podem declarar nem reconhecer publicamente…” Garcia Pereira
http://www.semanario.pt/noticia.php?ID=4207
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Gabriel, acho injustíssimo teres colocado aí esses nomes e teres esquecido o do grande arquitecto das actuais AdP, o homem que inventou as dezenas de empresinhas com dezenas de conselhinhos de administração, o homem que pugnou pelos milhões desbaratados na internacionalização. Esquecer o marceneiro é uma grande injustiça para os que são agora obrigados a carregar o andor.
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jcd,
diz lá quem é, que de facto de momento não sei.
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Bom, já fui procurar e foi Teresa Patricío Gouveia que criou a AdP e as primeiras 5 «empresasinhas» com os seus conselhinhos de administração, logo em 1993. A internacionalziação já é da responsabilidade do Mário Lino, saindo em 2002.
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O Mário, obviamente.
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Se foi a Tereza a coisa muda de figura.Ela é tão queque,tão querida!
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Porque é que o CA é composto unica e exclusivamente por Sulistas ( de nascimento ou adoção)?
Estará aqui uma possivel causa dos pessimos resultados e da gestão ruinosa/criminosa?
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