Meter água (4)
7 Julho, 2008
«Existindo contratos de concessão que estão a ter uma taxa de incumprimento que ronda e até ultrapassa os 70%.»
in Auditoria do Tribunal de Contas ás Águas de Portugal, SGPS, S.A.
7 comentários
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«Existindo contratos de concessão que estão a ter uma taxa de incumprimento que ronda e até ultrapassa os 70%.»
Ó gabriel, por acaso saber dizer-me como é que se mede essa taxa de incumprimento. Não escreva sobre coisas que não percebe!
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isso é um grande disparate que foi escrito e o gabriel engole-o, e assim se nota que não percebe nada do que transcreve
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já agora, quem é que está a incumprir? sabe responder?
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1. O incumprimento é por parte do estado, que não monitoriza a aplicação dos contratos de concessão, nomeadamente as respectivas obrigações.
2. O Estado é o sócio único da Adp.
(ou seja, é o Estado quem exige as obrigações, é ele quem tem o dever de cumprimento e também quem monitoriza/não-monitoriza. É chamado «circuito fechado»…..)
«Esta ausência de monitorização por parte do Estado
concedente assume, no Grupo AdP, especial
relevância já que, como adiante melhor se exporá,
as concessionárias pertencentes à Unidade de
Negócio Água-Produção e Depuração (UNA-PD)
têm vindo a registar significativos desvios
económicos, face aos estudos de viabilidade
económico-financeira que suportam essas mesmas
concessões. Sendo que a AdP, SGPS, nas suas
contas consolidadas, tem vindo a contabilizar esses
desvios como direitos a receber, colocando, assim,
o Estado concedente numa posição de devedor
dessas diferenças de resultados. Porém, parte desses
desvios também pode advir de ineficiências de
gestão, mas sem um eficaz acompanhamento da
execução dos contratos, o concedente não possui,
no momento, informação que o habilite a
reconhecer qual a percentagem desses desvios que
deve ser, por força contratual, por si assumida.»
3. como se «mede essa taxa», pergunta.
Através dos serviços audotoria e riscos da AdP
(…)
Importa, de seguida, fazer alusão ao trabalho que a
AdP, SGPS tem vindo a realizar nesta matéria,
através do seu Departamento de Auditoria e Risco,
por via da implementação de um modelo eficiente
de monitorização «com o objectivo de verificar o
cumprimento das suas obrigações para com o
Estado, não se substituindo às funções de
monitorização do concedente»
Ao longo de 2007, aquele departamento realizou
auditorias internas junto de todas as empresas
pertencentes à UNA-PD. Nesses Relatórios foi
apurada a percentagem de incumprimento da
execução dos contratos de concessão.
E como se pode verificar no gráfico seguinte, em
todos os contratos de concessão auditados pela
AdP, SGPS foram detectados incumprimentos
clausulais importantes com uma média de
incumprimento superior a 53%.
É sobretudo preocupante verificar que existem
contratos de concessão que estão a ter uma taxa de
incumprimento que ronda e até ultrapassa os 70%.»
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O gabriel emprenha pelas orelhas, como se costuma dizer, a sua resposta é esclarecedora quanto à infinita ignorância que sofre acerca deste assunto específico
quanto ao resto, costumo gostar de o ler
talvez por serem assuntos que tb ignoro…
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oiça uma coisa: o Estado não é devedor de nada disso, é um grande disparate que está aí escrito (um dos vários)
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o relatório que leu é de tal modo miserável que, em vez de apontar as falhas graves de gestão, em vez de apontar no sentido de uma privatização da empresa, por exemplo, é tão fértil em disparates que qualquer discussão a partir dele se torna impossível
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