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Regionalização

25 Setembro, 2008

Mais logo, pelas 21H15, João Cravinho e Vital Moreira vão debater as Atribuições e Competências das regiões no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett (nos jardins do Palácio de Cristal). Rui Rio, como é hábito neste ciclo de conferências, será o moderador.

16 comentários leave one →
  1. Luís Lavoura permalink
    25 Setembro, 2008 15:55

    Rui Rio como moderador?!

    Nunca vi um político a servir como simples moderador num debate. Geralmente os políticos são os intervenientes, as estrelas do debate, e não apenas humildes moderadores.

    O Carlos Loureiro tem a certeza de que Rui Rio será mesmo apenas o moderador?

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  2. António permalink
    25 Setembro, 2008 16:42

    o que vai ser da escrita neste país com tantos magalhães a serem distribuídos………………….;-p

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  3. 25 Setembro, 2008 16:42

    que trio… não obrigado, passo… quando tiverem oradores e moderadores decentes vou assistir/participar.

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  4. António permalink
    25 Setembro, 2008 16:43

    querem ver que vamos afinal dar razão ao velho do restelo quando dizia que para lá do horizonte a terra acabava………

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  5. 25 Setembro, 2008 17:14

    Desculpem o fora de contexto já viram isto? Já cá faltava o controlismo.

    PE incentiva um debate aberto sobre o estatuto dos bloguesa
    «Informação – 25-09-2008 – 14:35
    O Parlamento Europeu incentivou hoje a que se realize um “debate aberto sobre todas as matérias relacionadas com o estatuto dos blogues”. A resolução sobre a concentração e o pluralismo nos meios de comunicação social na UE, aprovada por 307 votos a favor e 262 contra, propõe também a criação de um estatuto editorial tendo em vista prevenir a ingerência no conteúdo da informação por parte dos proprietários, accionistas ou órgãos externos, como os governos.»

    E o projecto de relatório em PDF

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  6. 25 Setembro, 2008 17:22

    No PDF:
    «O relatório defende a adopção, pelas empresas multinacionais, das melhores práticas de
    liberdade editorial e jornalística dos países em que operam, ao mesmo tempo que expressa
    preocupação em relação ao facto de estarem a ser aplicadas nos Estados-Membros que
    aderiram à UE em 2004 e 2007 normas menos exigentes. O desenvolvimento e a aceitação de
    novas tecnologias deram origem a novos canais mediáticos e a novos tipos de conteúdos. A
    emergência de novos meios de comunicação social conferiu mais dinamismo e diversidade à
    paisagem mediática; o relatório encoraja a utilização responsável de novos canais.
    Neste contexto, o relatório sublinha que o estatuto não definido e não indicado dos autores e
    editores de blogues causa incerteza em relação à imparcialidade, fiabilidade, protecção das
    fontes, aplicabilidade dos códigos deontológicos e atribuição de responsabilidades em caso de
    acção judicial

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  7. 25 Setembro, 2008 17:22

    Ainda bem que avisa. Lá estarei!
    :))

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  8. 25 Setembro, 2008 17:23

    e ainda
    «Recomenda a clarificação do estatuto jurídico das diferentes categorias de autores e editores
    de blogues, bem como a divulgação de interesses e a classificação voluntária dos blogues.»

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  9. Anónima permalink
    25 Setembro, 2008 17:34

    Olha que três…
    Tomo o post à conta de aviso para que se evite a zona do Palácio de Cristal à hora indicada.
    É assim uma espécie de “beware of the pickpockets”, não?

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  10. 25 Setembro, 2008 18:16

    Yep… é que não vislumbro nenhuma qualidade em qualquer dos intervenientes…

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  11. 25 Setembro, 2008 18:29

    Almeida Garrett, se vosse vivo e estivesse nesse debate, muitas vergastadas verbais proferiria !

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  12. Rex Noster Liber Est permalink
    25 Setembro, 2008 18:38

    No meio da balbúrdia em que está o mundo e este país, só nos faltava mesmo uma coisa: a regionalização…

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  13. 25 Setembro, 2008 20:01

    Dentro do tema do post. Não parece mas está. As autarquias sempre foram responsáveis pelo 1º ciclo do Ensino Básico com excepção da tutela dos professores e de alguns funcionários auxiliares.

    “A Escola do Sr. Magalhães

    O Sr. Magalhães foi em tempos um personagem muito interessante da minha terra natal. Funcionário público, não era rico mas interessava-se pela leitura, facto que o levava a emprestar os jornais que recebia e os livros da sua pequena biblioteca àqueles que se queriam informar e cultivar. Tinha também um jardim, que chegou a acolher plantas de muitas partes do mundo.

    Mas, este escrito vem a propósito de outro Magalhães, o já famoso portátil Magalhães, que não sei se foi beber o nome ao deputado desse nome, a algum cinzento burocrata, ou mesmo ao famoso circo-navegador Fernão de Magalhães.

    Uma professora das minhas relações enviou-me um e-mail, onde se mostrou indignada, por ter recebido na sua sala de aula os benévolos distribuidores desta aberração politiqueira.

    Indignada, porque os contemplados não foram os seus melhores alunos, os mais capazes e empenhados, mas sim os piores, os que nada pagam ao sistema, os do escalão dito “A”, os tais pretensos carenciados, os mesmo que só se deslocam à escola porque esta tem almoço e lanche e os pais recebam os generosos subsídios do Estado, que juntos aos negócios que possuem lhes permitem comprar os belos carros em que se passeiam e outros luxos que ostentam. Houve famílias destas que receberam vários computadores. É claro que há excepções, como em tudo.

    Na sala daquela professora os seus bons alunos, geralmente filhos daqueles que preenchem a declaração de impostos e dela não podem fugir, choraram, sentiram-se confusos e alvo de uma injustiça. Provavelmente não serão mais os mesmos e o país com as suas politiquices demagógicas é que irá pagar a factura.

    Na sua pressa em exibir o chorudo brinde, o governo e o ministério esqueceram-se de que os alunos alvo desta medida são os mesmo que ainda não receberam os manuais de que tanto necessitam para trabalhar.

    Este país que premeia a burrice e a bandalhice é o mesmo que solta os criminosos.

    Que eu saiba, só em Portugal é que os melhores alunos das escolas públicas não são acarinhados nem premiados com bolsas de mérito e outros prémios de incentivo.

    Estes alunos podem não ser capazes de aprender a ler e a escrever, nem se interessar por fazê-lo, mas têm um portátil no qual nunca saberão mexer.

    Não sei se o portátil ainda estará inteiro daqui por uns dias ou se não foi vendido na feira da ladra aos tais infelizes que não tiveram direito a recebê-lo, pois muitos dos que declaram os parcos rendimentos ao fisco, contam os tostões.

    Não sei que resultados, para além dos estatísticos, é que um computador produzirá em crianças de 6 anos ou 7 anos, que mal sabem ler e contar. Pela minha parte continuo a acreditar na tabuada e na ardósia e, claro, na escola do senhor Magalhães, que infelizmente já não se encontra entre nós.

    José Rosa Sampaio

    http://www.educar.wordpress.com/

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  14. 25 Setembro, 2008 20:05

    Alguns exemplos:
    -Energias alternativas; o governo lança a concurso uns pacotes nacionais que, dependendo de quem o ganha, pode deixar deserta uma região que as deseja.
    -Coordenação; não existe uma autoridade supra municipal que evite uma repetição de obras e de meios públicos desnecessários.
    – Os cidadãos que se sintam prejudicados por decisões camarárias, não têm possibilidade de recurso administrativo. O recurso aos tribunais é caro e não funciona em tempo útil, criando situações insustentáveis.
    -Solução mais económica e racional; os governos civis, de nomeação político-partidária, são corpos estranhos numa democracia. As estruturas regionais, eleitas, em princípio, seriam apenas cinco e remediariam aquelas objecções: dinamizavam criando um espírito mais competitivo, coordenavam economizando recursos e, com poderes políticos e administrativos regionais podiam e deviam arbitrar conflitos entre as câmaras e os cidadãos preenchendo uma lacuna que não tem fim à vista e é extremamente penalizadora para os últimos.
    -Fim de uma aberração: os municípios já dispõem de poderes que deviam estar entregues a entidades regionais. A descentralização directamente para estes é uma salada russa sem qualquer racionalidade.

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  15. Semcoiso permalink
    25 Setembro, 2008 23:21

    Só uma pergunta: os incompetentes pode debater Competências e Atribuições?

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  16. 26 Setembro, 2008 10:24

    CAA,

    conseguiu apanhar em que documentos é que estava consagrada a estratégia Lisboa-Badajoz-Madrid?

    (esteve muito bem na sua pergunta)
    Abraço,
    PMS

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