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Não sei porquê mas isto parece-me pouco eficiente

10 Novembro, 2008

Este site, por sinal lento e meio infantilóide, destina-se a funcionar como a «primeira WEB-TV portuguesa exclusivamente dedicada à promoção da eficiência no consumo de energia»  Segundo a LUSA o canal vai ter três programas.

O “Inova Energia” é um magazine de informação que inclui rubricas como “estilo de vida eficiente”, em que figuras públicas partilham práticas sustentáveis.

No “Cinema ao Ar Livre”, a canal disponibiliza documentários e curtas-metragens sobre energia e alterações climáticas.

Já no “Eventos Energia” está garantida a cobertura de conferências e eventos sobre sustentabilidade energética.

O projecto é financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), através do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC). 

Ao abrigo do PPEC 2008,a TV Energia recebeu um financiamento 313 mil euros. A TV Energia estará “no ar” até 31 de Dezembro de 2009, mas a ideia da equipa é “continuar o projecto” e para tal já estão a “estudar alternativas de financiamento”.

Será que não tinham nada mais eficaz para fazer com o dinheiro?

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37 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 20:49

    313 mil euros ? Ui, alguém se safou bem. Não comento mais nada, que os tempos são perigosos.

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  2. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 21:03

    http://tvenergia.wordpress.com/

    Se calhar atalhando pelo blog fica mais facil
    Se não fosse pelos custos das coisa a ideia é interessante

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  3. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 21:05

    É assim mesmo quem tem ideias concorre com eles aos projectos e os outros ficam invejosos… lol

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  4. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 21:17

    “Será que não tinham nada mais eficaz para fazer com o dinheiro?”

    Li no site da erse que investem 10 milhoes por ano em projectos de poupança de energia. É perguntar se alguém apresentou melhores projectos. Se calhar não aparecem muitos “idiotas” a apresentar projectos mais bestiais.

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  5. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 21:18

    Em vez do bota abaixo é apresentar melhores projectos.

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  6. helenafmatos permalink
    10 Novembro, 2008 21:30

    O dinheiro não se gasta porque sim. A minha questão é se um site com estas características promove a eficiência energética.

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  7. 10 Novembro, 2008 21:32

    “Eles” não tinham era outra maneira de ajudar uns amigos a estar ocupados e melhorar os rendimentos.
    Uma espécie de programa do ‘obras públicas’. Para familiares e amigos, tudo compadres.

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  8. Anónimo permalink
    10 Novembro, 2008 21:59

    Acho que não. Deviam fazer talvez algo mais do genero do celebre naked cowboy da times square
    http://nakedcowboy.tv/

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  9. 10 Novembro, 2008 23:12

    Não consigo imaginar que consigam produzir um benefício superior aos 300 e tal mil euros de investimento… E, principalmente, consigo imaginar usos bem mais produtivos para esse montante.

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  10. Oliveira permalink
    10 Novembro, 2008 23:16

    É com a finalidade de melhorar o meio-ambiente? Mata. Coisa mais de esquerda…

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  11. Sokal permalink
    10 Novembro, 2008 23:52

    Estas invenções fantasistas à volta da conservação da energia e das energias renováveis já vêm de longe.
    Em 1984 os socialistas criaram o CCE, Centro para a Conservação de Energia. Nunca serviu para nada, senão dar emprego à rapaziada.
    Em 2000, o governo de Guterres transformou o CCE na AGEN, Agência para a Energia (Dec. Lei 223/2000) depois ADENE.
    A ERSE, igualmente dominada por socialistas, mas agora que o actual Governo lhe retirou toda a independência, também tem que se entreter com umas fantasias de eficiência energética para justificar os mais de oito milhões de euros que recebe da REN e que nos vão parar à tarifa de electricidade.
    Nada de novo. São os socialistas no seu melhor.

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  12. Anónimo permalink
    11 Novembro, 2008 00:51

    Anónimo Diz:
    10 Novembro, 2008 às 9:18 pm
    Em vez do bota abaixo é apresentar melhores projectos.

    E quem define o que é um bom projecto ? Uma webTV ? Qual é a audiência que se espera ? Eficácia ? Custo Benefício ? Custo de oportunidade ? Isso tudo vem tudo num powerpoint bonitinho ? Ao menos podemos ver o powerpoint ?

    Custou 300 mil até agora, e depois quem sustenta a continuidade do mesmo ? Ou depois como tantos outros “melhores projectos”, ficam às moscas (dezenas, centenas em Portugal?) desiste-se, e entretanto uma serie de gente já facturou umas notas porreiras ?

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  13. 11 Novembro, 2008 02:09

    Sugiro que a eficiência energética seja promovida em casa de cada um, por quem paga a factura da dita no final do mês. Não vos parece uma excelente ideia.
    Vou procurar o meu NIB para a transferência dos 313 mil euros.

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  14. 11 Novembro, 2008 02:16

    Cara Helena Matos.
    Aumentar a sustentabilidade e eficiência do consumo no utilizador final por qualquer meio, seja ele tv, imprensa, programa de troca de lampadas ou electrodomésticos mais do que se paga em meses..
    sei que lhe pode parecer estranho mas o custo de produzir electricidade não é todo o mesmo em todas as horas. se pudermos gastar menos em determinadas horas sai bem mais barato tanto a nós como à edp como ao ambiente.se não sabe do que fala e não compreende sequer os conceitos que levam a isto e a este tipo de medidas, antes de vir mandar postas de pescada informe-se. ou cale-se.
    cumprimentos,
    lj

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  15. Sokal permalink
    11 Novembro, 2008 09:49

    Ó Lord Jeremias, você não precisa de ser desagradável com a Helena Matos para explicar o seu ponto de vista. Mas, já que parece perceber do assunto, diga lá quais são as horas a que devemos ligar ou desligar os nossos aparelhos eléctricos. Isso não é coisa mais do que conhecida? São precisas quantas instituições para nos dar conselhos? Ou será que o que eles querem é também sentar-nos nos joelhos …?

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  16. Anónimo permalink
    11 Novembro, 2008 12:15

    http://www.centroinformacao.ren.pt/sections/exploracao/dcrnt/chart.asp?DATE=10-11-2008&Refresh=11%2F11%2F2008+12%3A04%3A29+PM

    “diga lá quais são as horas a que devemos ligar ou desligar os nossos aparelhos eléctricos. Isso não é coisa mais do que conhecida? ”
    não não é…

    sem falar de todos os outros inumeráveis erros que o comum português comete. A linda da marquise de aluminio sem cortinas ou portas interiores com o inevitável aparelho de ar condicionado instalado logo ali ao lado é dos meus favoritos. Primeiro constrói-se um estufa dentro de casa. depois tenta arrefecer-se. ó que estranho.
    sabe o que são acumuladores térmicos? sabe como funcionam ? quanto podem poupar a si e a nós todos por arrasto? acha que todos os portugueses sabem como funcionam e o que são? como disse eu “pareço” saber da área e mesmo assim sei muito pouco acerca desses aparelhos. será que é a melhor opção para aquecimento? e o ar condicionado? e os aquecedores a óleo? e se usarmos antes um a gás? sabe quais opções e consequências?
    existem milhares de erros, milhares de opções possíveis para o mesmo efeito, e alguns hábitos culturais completamente absurdos que se podem tentar mudar se as pessoas tiverem consciência disso. estes trezentos mil euros são “peanuts” comparados com a brutalidade de dinheiro, energia e infraestruturas desperdiçadas pelos absurdos do comum cidadão todos os dia que obviamente não sabendo nao se pode corrigir. é assim na energia como é assim em muitas áreas. a diferença é que a energia é a base de toda a sociedade e está-se a acabar a mama…
    portanto, embora não tenha especial vontade de ser desagradável para a HM, acho que há que olhar um pouco antes de vir públicamente disparar para o ar.. quando não se sabe, pergunta-se.

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  17. 11 Novembro, 2008 12:18

    esqueci-me de assinar o comentário anterior.
    lj

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  18. Sokal permalink
    11 Novembro, 2008 13:19

    Pois é, caro Lord Jeremias, pelas suas palavras posso concluir que os seus conhecimentos acerca desta matéria são superficiais. É apenas um entusiasta de boa vontade. O que não é mau, mas não é suficiente para entrar de peito feito num debate sobre energia. Repare, por exemplo, na sua ingenuidade quando diz que “sai mais barato à EDP”. Está convencido de que a EDP reparte connosco aquilo que o nosso bom comportamento lhe permita poupar na produção?

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  19. Vou ali e já venho... permalink
    11 Novembro, 2008 13:22

    Caro LJ

    Gabo-lhe a paciência ao vir aqui distribuir “pérolas a …”

    Quanto ao facto da HM mandar postas (e tantas) sobre aquilo de que nem faz ideia, nem quer saber, habitue-se pois é um facto da vida.

    É a forma que esta gente encontrou para ganhar a vida à custa do povinho(e tantos desses se encontram aqui neste blog).

    Foi a sociedade que deixamos que construissem…

    É uma oena, mas não há remédio 😦

    (não se pode fazer desratização)

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  20. 11 Novembro, 2008 13:30

    caro sokal. se a edp reparte ou não reparte é um assunto que não tem solução fácil. mas posso dizer-lhe pelo menos que a tarifa bi horária é já uma “repartição” dos beneficios que se obtêm uniformizando a carga pelo dia. por isso, como lhe disse anteriormente, este tipo de inciativas que permitam ao consumidor ajudar na reudção de picos de consumo e uniformização da carga tem custos que vão muito além do combustivel que é usado para produzir essa energia.
    se tem de ter unidades de produção para 9gw de pico quando a média é 7gw e as horas de vazio andam pelos 5~6gw, mais as linhas de transmissão para aguentar com toda essa congestão em horas de pico quando no resto do dia andam a suportar cegonhas, o custo marginal desta infraestrutura despropocionada é absurdo.
    para alémd e pensar um pouco se a edp reparte ou nao reparte pense também que uma pequena ajuda da nossa parte reduz a factura que pagamos ao mesmo tempo que permite outro tipo de sustentabilidade. prefere nao ter uma redução de 15% na sua factura só porque a EDP tem uma redução de 40% na deles?achaque a corrente estrutura centralizada é a soluç\ao para os próximos 50 anos? quer fazer algo? então por quem sois, oiça lá um conselho aqui do entusiasta de boa vontade e meta-se à obra! grão a grão…

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  21. Sokal permalink
    11 Novembro, 2008 22:28

    Caro Lord Jeremias

    O problema da sua intervenção é que não está a conseguir distinguir as duas vertentes que estão presentes nesta questão.

    A primeira diz respeito às entidades de promoção da poupança e eficiência energética, as quais são criadas e geridas por uns quantos figurões que estão mais interessados no seu estatuto e nas vantagens económicas que daí lhes podem advir, do que na eficiência energética. Arriscava dizer que o comentário da Helena Matos tem a ver com isso. Tal como eu, ela deve topá-los de ginjeira.

    A segunda é que diz respeito à poupança e eficiência energética propriamente dita. E nisso reconheço que a sua boa vontade é louvável. Mas, infelizmente, não é suficiente para saber distinguir o essencial do que é apenas politicamente correcto. Esta matéria é muito vasta e revela facetas desconcertantes.

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  22. 12 Novembro, 2008 12:32

    Eh lá! Aqui há disparos em todas as direcções! Aqui nesta sequência de comentários, qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe que é Lord Jeremias quem mais acerta. Sokal “não manda uma para a caixa”. É daqueles eternos críticos que não propõe alternativas, tipo “bota-a-baixo, mas não sou alternativa”.

    Muitos destes projectos têm resultados intangíveis. Não é como as campanhas de troca de lâmpadas, que sabemos exactamente o quanto será poupado no consumo de energia. Mas as medidas intangíveis, como penso ser o caso da TV Energia, são na mesma importantes.

    O povo português não está, na sua generalidade, consciente, alertado ou habituado a poupar energia. Há falta de informação e os hábitos demoram a mudar. Alguma coisa tem de ser feita para informar as pessoas e tentar mudar aos poucos as atitudes. Para mim, é mais fácil e útil conseguir isso visando os “futuros utilizadores” que são as crianças e os jovens.

    Aceito que é questionável se a TV Energia irá produzir grandes resultados nesta matéria. Mas eu não concorri com nenhum projecto alternativo para gastar melhor os 300 mil euros nem, tanto quanto eu saiba, alguém aqui neste blog. Ou foi isso, Sokal? Perdeu o concurso foi?

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  23. 12 Novembro, 2008 12:58

    não ligues edgar. o sokal não passa de um comuna. está sempre tudo mal, tudo é sempre jobs for the boys, os ricos estão sempre a ganhar, os tipos da energia estão a fazer dinheiro e o proletariado é que sofre… blá blá blá… não tenham dúvidas: a koreia do norte é a campeã da eficiência energética. as pessoas lá em vez de desligarem a TV no botão, para não ficar a luz do standby acesa, preferem nem ter TV! e muitos dão-se ao trabalho de lavar a roupa e pratos à mão, para não gastar mais electricidade. são todos super instruídos (tipo sokal), e topam que os governantes são uns ladrões de primeira, mas são tão altruístas que mesmo assim “votam” neles.

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  24. Pedro permalink
    12 Novembro, 2008 23:03

    Brigadas do carbono – e esta não vos faz lembrar nada?
    “Uma das medidas aprovadas foi a criação das “brigadas do carbono”. Sete “equipas dinâmicas” de jovens licenciados que terão de passar por 35 horas de formação em regime de internato para promover a eficiência energética em escolas, lares e espaços laborais. O lançamento acontece em Abril e será destinado a uma centena de profissionais da comunicação social.”

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  25. Sokal permalink
    13 Novembro, 2008 01:57

    A propósito da troca das lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas, a TV Energia diz o seguinte :

    «Por exemplo, uma casa equipada com lâmpadas incandescentes consome 216 kWh por ano e emite 108 kg de CO2, enquanto uma habitação eficiente consome 43,2 kWh por ano, emitindo, apenas, 21,6 kg de gases com efeito de estufa.»

    A casa emite CO2? Estão a brincar? Nem a casa, nem as lâmpadas, sejam elas incandescentes ou fluorescentes. Para promover a substituição das lâmpadas, um conselho que é meritório pela redução do consumo que representa, não são necessários argumentos de conteúdo popularucho e erróneo.

    E quem garante que o CO2 faz mal a alguém? Alterações climáticas? Só para rir. O Presidente do IST devia ter vergonha de andar metido nisto.

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  26. 13 Novembro, 2008 03:12

    Sokal, 25

    LOL! Exacto.

    Outra coisa que me incomoda é quando chamam poluente ao inócuo dióxido de carbono! Libertamos CO2 sempre que expiramos. Um cano de escape dum carro liberta muitas partículas poluentes, mas parece que o único critério de poluição para eleitos de impostos e outras questões legais é a quantidade de CO2 emitido por quilómetro! Preocupam-se com um gás natural e inofensivo e desprezam as emissões verdadeiramente poluentes e prejudiciais à saúde! Anda tudo louco!

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  27. 13 Novembro, 2008 03:14

    Errata

    “para efeitos de impostos”, não “eleitos”…

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  28. 13 Novembro, 2008 12:52

    “As lâmpadas ou a casa emitem CO2” é OBVIAMENTE uma maneira de dizer as coisas. Comer carne de vaca também não emite CO2, mas facilmente calculam-se as emissões de CO2 que o belo bife representa que vem de toda a sua produção. A TV Energia não me parece que foi criada com o propósito de ensinar burros como funciona a cadeia energética em Portugal. Mais uma vez, que eles tentam passar é a mensagem que se deve consumir energia de uma forma racional. Isto, sabendo que Portugal está fortemente dependente de recursos limitados e exógenos ao nosso país.

    Quanto à questão do CO2: tudo depende de qual a definição de um poluente. Se poluente é: “alguma substância que está num certo ambiente em quantidade ou concentração superior à normalidade e que causa algum tipo de impacte negativo sobre esse ambiente, então pode-se considerar que o CO2 é um poluente à escala global. E mesmo para os que não acreditam em alterações climáticas e aquecimento global, penso que mesmo assim há razões válidas para não se continuar a emitir mais CO2 e a consumir muito mais petróleo:

    1 – Já estamos adaptados a este ambiente global com esta concentração atmosférica de CO2. Qualquer alteração significativa causará a necessidade de adaptações. (Porque mesmo os cépticos, penso que acreditam que se o CO2 chegasse a níveis de de concentração na atmosfera como havia há uns milhões de anos atrás, quando ainda não havia vida na Terra, não quereriam tentar viver nesse ambiente…)
    2 – Qual é o mal de passarmos a uma economia de baixo carbono? A economia do petróleo é melhor? ou a do carvão? ou a da lenha?
    3 – Esgotar um recurso limitado como o Petróleo e não usar o seu proveito para nos prepararmos para viver em igual nível de desenvolvimento quando ele acabar é simplesmente uma estratégia burra e até imoral. Os países do Golfo Pérsico que o digam, basta ler as notícias recentes dessa zona do mundo para ver a encruzilhada em que os respectivos governos estão.

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  29. 13 Novembro, 2008 14:17

    Daaa… As lâmpadas emitem CO2!!! vejamos… elas funcionam a electricidade. E donde vem a electricidade de casa? dos fios que vêm do quadro. E donde vem a electricidade do quadro? dos cabos eléctricos do exterior. E esses donde vêm? dos cabos de alta tensão… … … … … … e finalmente vem tudo da central de produção de energia. Ora, em Portugal, a electricidade é ainda na sua maioria produzida em centrais a fuelóleo, a gás ou outros derivados de petróleo. (Centrais que estranhamente queimam esses combustíveis e sim, numa combustão liberta-se CO2).

    Realmente que estupidez, dizer que as lâmpadas emitem CO2. Não podia ser mais estúpido. É claramente um tiro ao lado.

    O CO2 é inofensivo. Aliás, não só é inofensivo como é mesmo essencial. Devido às suas propriedades, contribui para o efeito de estufa natural da Terra, sem o qual a temperatura média andaria a rondar uns -30ºC ou coisa assim… Muito obrigado CO2. Mas espera, se calhar é melhor não pôr todo o carbono do planeta na atmosfera sob a forma de CO2. É capaz de acontecer qualquer coisa…

    PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO: Já ouviram falar? Na via das dúvidas, o melhor é prevenir!

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  30. Sokal permalink
    13 Novembro, 2008 14:18

    L Pedro Machado – 26

    É claro que qualquer substância pode ser um poluente, ou até mesmo um veneno, em função das quantidades em jogo. Mas o dióxido de carbono, nas concentrações atmosféricas que se observam, está longe, mesmo muito longe, de poder ser considerado uma gás poluente ou de constituir sequer um motivo de preocupação relativamente a eventuais alterações climáticas que possa causar em virtude de possuir as características de gás com efeito de estufa.

    É por isso que esta TV Energia e outros organismos semelhantes não passam de fraudes institucionalizadas que, sob a capa da promoção da eficiência energética, mais não fazem do que propalar as teses dos alarmistas, que querem manter as populações num estado de terror perante a perspectiva de um holocausto climático provocado pelo próprio Homem. Mentiras convenientes.

    O impostor Al Gore diz, no seu livro, que em nenhuma ocasião, durante os 650 mil anos anteriores à era pré-industrial, a concentração de CO2 ultrapassou 300 partes por milhão e que hoje em dia, que nos defrontamos com um teor de cerca de 380 ppm, estamos à beira do desastre. Falso. Mesmo que a concentração de CO2 subisse para cerca de 600 ppm, ainda assim não haveria motivos de preocupação.

    Al Gore e os seus seguidores ignoram deliberadamente que no decurso de várias centenas de milhares de anos as variações dos teores de CO2 foram principalmente o efeito e não a causa das alterações da temperatura global. De facto, a Terra foi mais quente do que é actualmente durante os anteriores períodos interglaciais, quando os teores de CO2 eram mais baixos do que hoje.

    E há provas de que no período que decorreu entre aproximadamente os anos 800 e 1300 da nossa era, conhecido como Período Quente Medieval, as temperaturas eram tanto ou mais elevadas do que são hoje. Sabendo-se que nesses tempos ainda não havia centrais térmicas a queimar combustíveis fósseis, percebe-se que todo o alarmismo que é feito à volta disto não passa de uma fraude.

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  31. 13 Novembro, 2008 14:27

    com um caral… sokal! mas você afinal é burro ou simplesmente ignorante? tanta gabarolice de peito aberto com o “entusiasta de boa vontade” e agora manda uma calinada destas? nitidamente pela boca morre o peixe. só me chateia ter perdido tempo a discutir consigo, se pelos vistos deveria é ter feito papel de professor em vez de par.

    a ver se percebe. a energia não vem do ar. tem de ser produzida de alguma forma. a electricidade também! e em portugal para cima de 60% dessa energia é composta por energia fóssil. (a percentagem do mix depende do ano devido Às hidricas)
    quando se diz que uma lampada económica gasta emite menos c02 do que a incandescente refere-se simplesmente à conta óbvia do:
    gasta combustivel para produzir electricidaide, produz co2. gasta menos energia, emite menos c02. gasta mais combustivel gasta mais c02!
    ou você também é daqueles patos que acha que o carro eléctrico é a solução para todos os males pq nem tem tubo de escape?

    quanto à questão do C02 não ser um poluente pq todos os emitimos… o Edgar disse obviamente a resposta certa. praticamente tudo existe de uma forma ou de outra na natureza. a definição de poluente não vem daí mas sim do PEQUENITO PORMENOR de que toda a terra e a ecosfera é um sistema dinâmico complexo. quando voçê insere um impulso em quantidades acima da capacidade de absorçao do sistema vai obviamente levâ-lo a um novo equilibrio de sistema com outra dinâmica. a pequenita questão é q o novo sistema de equilibrio não é necessáriamente saudável e suportável para nós ou para qq outro tipo de vida!

    dito de uma forma mais terrena e simples a ver se lá chega. todos os seres vivos defecam! os dejectos fazem parte do ciclo material da vida. se eu for ao seu quintal aliviar-me, você provavelmente nem se apercebe pq a natureza rapidamente decompoe o dejecto e a dimensão do meu dejecto comparado com a dimensão do seu quintal não poê em perigo a qualidade de vida aí. se de repente uma vila com 3000 habitantes achar que o seu quintal é a ETAR local, rapidamente você vai perceber o conceito de poluente e poque é que não podemos/devemos continuar a achar que a terra é o quintal do vizinho sem reacção..

    não interessa se as alterações climáticas são ou não culpa do homem. nem interessa sequer se elas existem. o que interessa é que não se deve estar a inserir inputs no sistema em escalas absurdas quando não se faz a mínima ideia do feedback que sofreremos!e

    para o caso de não se ter apercebido. somosmais de 6 mil milhões de ser humanos neste momento. sem dar sinal de parar.

    e os meus parabéns ao Edgar cujo último ponto é simplesmente cristalino. concordo 100% com todas as palavras. continuarmos a viver alegremente e a beber do pacote finito sem nos preocuparmos com o que vem a seguir é simplesmente absurdo e imoral e de uma burreza suicidada atroz
    l

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  32. 13 Novembro, 2008 14:41

    Oliveira, comentário N.º 10 diz:

    “É com a finalidade de melhorar o meio-ambiente? Mata. Coisa mais de esquerda…”

    Sim senhor. Eu, que já muitas vezes fui apelidado de fascista então sou agora chamado de comunista! Deixem defender-me pá!

    Ó Oliveirinha, se queres viver num esterco dum país atrasado e 3ºmundista como muitos que para aí há estás à vontade e emigra. É que não sei se reparaste, mas dar valor ao ambiente é uma coisa de países ricos e não dos pobres (por exemplo, ao passo que as florestas da amazónia e da indonésia são destruídas, as da Noruega são exploradas de forma sustentável e criam valor para a economia. Não vês para aí os Norueguesas a passar fome pois não?). E tenho a certeza que não existe nem alguma vez existirá um país rico com governo comunista.

    Vai tu passar férias para Autarquias comunas como na Caparica, que têm ordenamento do território e cuidados ambientais como tu gostas = zero. Eu cá prefiro outros sítios, denominados “elitistas”. Sim, pago mais para ter ambiente de qualidade! Porque é que não vais dar um passeio a Mem Martins, que eu vou para a Tapada de Mafra?

    Tu é que és de esquerda pá! Vai para a China, os gajos estão-se a borrifar para os cuidados com o ambiente! E são todos vermelhinhos como tu gostas.

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  33. Sokal permalink
    13 Novembro, 2008 16:14

    Ó Lord Jeremias, veja lá se percebe agora, usando a sua própria linguagem : se você fosse ao meu quintal aliviar-se, nem sequer tinha tempo de sair sem levar com o alívio na cara.

    Mas voltando ao tema : o seu problema é que tem uns conhecimentos vagos de algumas matérias e revela um grande desconforto quando percebe que não tem suficiente capacidade de argumentação.

    Por isso se torna malcriado, quer como foi com a Helena Matos, quer com outros leitores que o contrariem. De momento, elegeu-me para desabafar os seus complexos de inferioridade. E ficou ufano quando encontrou aqui um certo eco, noutros leitores que são tanto ou mais ignorantes.

    Embora eu fique agradecido pela sua boa intenção, garanto-lhe que não vale a pena tentar explicar-me de onde vem a energia. Fico por aqui, porque tenho aqui ao lado um colega a desfazer-se a rir.

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  34. 13 Novembro, 2008 16:50

    meu caro sokal. se não se importar então de me explicar onde está os erros ou falhas na minha argumentação?…

    e quanto ao resto, nao revelei grande desconforto em coisa nenhuma. chateia-me é mandar-se criticas sem base sólida nenhuma nem argumentação.

    quanto à helena matos, como disse nao tenho nenhuma intenção ou prazer em ser mal educado. agora quem tem uma crónica diária na rádio sobre ambiente e defesa do consumidor mandar aquela crítica enfim… acho que deve ser rebatida não? ou a cortesia manda que se aceite tudo o que os outros dizem sem qq tipo de contra-argumentação? mesmo que sarcástica ou menos polida pq a ignorancia de onde não devia provir chateia..

    portanto você eo seu emérito colega importam-se de me elucidar onde estão os meus vagos conhecimentos errados??

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  35. 17 Novembro, 2008 15:29

    Aquele “Anónimo” – C32 é um bocado exagerado e até rude no seu comentário, mas não deixa de ter razão numa coisa: defender o ambiente é um desígnio de todos, independentemente da cor política. Mas admito que em Portugal possa parecer uma coisa de esquerda: tudo porque são muito críticos e muitas vezes irrealistas. Trata-se de demagogia, na maior parte do tempo. É muito fácil dizer que o estado geral do ambiente é mau, mas governar o país, tentando melhorá-lo é muito mais difícil. Ainda por cima, na CDU, está lá aquele partido fantoche Partido Ecologista “Os Verdes” que é tudo menos ecologista e verde. As propostas credíveis sobre o ambiente que vêm dessa bancada parlamentar contam-se pelos dedos das mãos, em não sei quantos anos de “intervenção”. Até talvez o Sokal deva ser capaz de ter ideias melhores e mais realistas… estamos à espera de as ouvir… Se não é como o Anónimo diz: vá viver para a China, têm 8 das 10 cidades mais poluídas do Planeta.

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  36. 17 Novembro, 2008 16:05

    Eu é que tenho vontade de rir! Nem com desenhos de pré-primária parece que percebiam de onde vem a energia! Para vossa informação: o Factor de emissão associado ao consumo de electricidade em Portugal é de 0,47kg CO2e/kWh (vejam se quiserem, por exemplo, a Portaria N.º63/2008 de 21 de Janeiro). Já percebi que não têm medo do CO2 porque viram aqueles vídeos do Youtube. Mas talvez se preocupem com o facto do CO2 estar a vir do petróleo e eventualmente com a subida dos preços dos combustíveis, que por sua vez inflacionam toda a economia.

    Peço desculpa por usar estas siglas “maradas”, que sei que para vossa compreensão é puxado…

    Continuo a rir, porque se eu quisesse aliviava-me também no seu quintal, e ainda por cima partia-lhe os dentes quando me aparecesse com os seus amiguinhos a pedir explicações. Estou-me nas tintas para lhe responder com boa educação, uma vez que a sua falta de argumentação me indica que não passa dum palerma iletrado e como tal, não vale a pena usar da razão nem explicar-lhe seja o que for. Para si basta isto: fale do que sabe e esteja calado quando não sabe. Volto a recomendar-lhe que vá investigar o que é o Princípio da Precaução, que pelos vistos é coisa que ignora, ao dedicar-se neste blog a contrariar opiniões só por contrariar e a mandar calinadas convencido que está a contra-argumentar.

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  37. 19 Novembro, 2008 11:10

    a tv energia não me convence lá muito… acho que só procura informação sobre esse tema na internet quem está especificamente a procurá-la. A internet não é bem como a tv, em que o pessoal é bombardeado com mensagens, quer queira quer não, desde que esteja a olhar para o ecrã. por exemplo, as campanhas de reciclagem da sociedade ponto verde, e aquela mais recente também da spv acerca do cancro da mama. é impossível não escapar à mensagem. agora, só vai à tv energia na internet quem tem já alguma informação e procura mais ainda. as pessoas alheias não vão sem querer passar de repente pela http://www.tvenergia.tv. simplesmente nao acontece.

    resumindo, acho que uma coisa destas devia passar na tv, num formato tipo anuncios. provavelmente sairia mais caro, mas talvez compensasse mesmo.

    quanto às calúnias que pr’áqui vão, acho um absurdo. e tudo porque deixou de se debater a tv energia para debater se lutar pela preservação ambiental é ou não bom. que ridículos voces todos! para citar uns quantos que já comentaram:

    VÃO VIVER PARA A CHINA!

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