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Educação sem dimensão *

6 Dezembro, 2008
by

ministraaaA cedência não envergonha nenhum actor político – muito pelo contrário.
Se uma proposta não tem condições mínimas para ser executada, se provocou muitos mais malefícios do que os eventuais proveitos que poderia recolher, a atitude política mais avisada e prudente é procurar algum resto de consenso capaz de evitar a destruição completa das intenções iniciais. Só que para isso é preciso grandeza: principalmente, nos protagonistas políticos.
A ministra da Educação jurou que não cederia um milímetro. Ela e os seus ajudantes atiçaram a mais feroz oposição social desde o PREC. Colocaram-se a si e ao Governo num beco quase sem saída. Se existisse grandeza assumiriam o seu falhanço. Mas querem perder gritando vitória – também não têm grandeza suficiente para isso.

* CM, 5.XII.2008

31 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    6 Dezembro, 2008 11:41

    perder? Então vão deitar o dinheiro todo investido na avaliação fora? A avaliação pode não ser uma maravilha mas pelo menos faz-se e daí já se pode ver se podia mesmo funcionar a sério e até os professores gostarem dela e tudo.

    Quem perde são os do berreiro insuportável.

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  2. 6 Dezembro, 2008 12:03

    Vê-se bem que Maria de Lurdes Rodrigues (ao contrário de Ana Jorge, sua colega de governo) nunca leu La Fontaine – pelo menos com atenção. De contrário, aplicaria ao presente conflito o ensinamento da fábula «O Sol e o Vento», que se pode ler [aqui].

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  3. 6 Dezembro, 2008 12:08

    Fizeram figas?

    “Holding” dos irmãos Martins compra Minas de Aljustrel
    A MTO, ‘holding’ pessoal dos irmãos Carlos e Jorge Martins, donos da Martifer, vai ser a futura proprietária da empresa Pirites Alentejas. O negócio vai ser anunciado oficialmente ao final da tarde de hoje.

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  4. 6 Dezembro, 2008 12:26

    A ver se nos entendemos sobre com quem lidamos: ela não vai ceder. Uns passes de mágica como ontem e tem embrulhado o Nogueira. Ganhou no Parlamento, ganhou na reúnião. Para mal de todos. Também não é difícil. Do outro lado tem uma Corporação que não sabe explicar as suas muitas razões e o Nogueira a comandar as tropas. Tempo…

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  5. 6 Dezembro, 2008 12:35

    Pode ser que me engane,mas creio que está chegado o ponto de não retorno e de viragem para esta questão: Os sindicatos e os professores já esticaram a corda e agora pedem outras coisas. Pedem não, exigem!
    Exigem tudo!, disse o tal Nogueira.
    Para além da Ministra e do E.C.Docente querem também a queda do Governo. E, aí chegados, acho que conseguiram acordar a população para o real perigo que representam os seus mentores. Ninguém no seu juizo perfeito quer aturar o PCP e o BE no Governo e a ninguém passa pela cabeça que essa seria uma escolha para o País e para a crise que se vive.
    Os professores e os sindicatos que os representam foram longe de mais.
    Estão à beira do precipício.
    E foram eles que lá se colocaram. E quebraram todas as pontes atrás de si.
    Sem retorno.
    Apostaram tudo, mas tudo, numa quimera. Foram enganados e vão torcer as orelhas.
    Muito típico de lutas da pequena burguesia habituada a ser apadrinhada por governos fracos e por dirigentes oportunistas.
    Enganaram-se! É a vida!
    Agora vão tirar o timinho de campo. Já desmarcaram as greves e a avaliação vai continuar a avançar!

    Que estamos fartos do adágio que “quem sabe faz e quem não sabe, dá aulas!”
    MFerrer

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  6. 6 Dezembro, 2008 13:34

    spartakus:
    Claro que ela vai ceder (com esta ou outra qualquer embalagem). Tem um prazo de validade muito curto- termina em Julho de 2009.

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  7. 6 Dezembro, 2008 13:37

    MFerrer:
    Esse é um dos problemas que só alguns analistas já entenderam: este movimento não depende dos sindicatos. Se repetirem a brincadeira do ano passado (com a assinatura do “entendimento”), podem perder, de vez, a influência que têm.

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  8. 6 Dezembro, 2008 14:00

    Os sindicatos já perderam esta “guerra”. Só que ainda não o sabem.
    Os professores (considerados no seu conjunto), por seu lado, vão dividir-se à medida que o tempo avança. No fim, terão qualquer coisa muito diferente do que imaginaram.

    Daqui a uns dias virão as férias do Natal. Até lá, tudo vai ser adiado. Depois disso, todos vão fazer aquilo em que somos mesmo bons: uma fuga em frente, mudando algumas coisas, para deixar tudo mais ou menos na mesma.

    Todos cantarão vitória (não me admiraria mesmo nada!) e todos perderão. Especialmente os alunos. E os professores, que têm agora menos vontade e menos condições para trabalhar. Perder-se-ão muitas das vontades daqueles que ainda a tinham para trabalhar a sério.

    A equipa do Ministério, absolutamente desajustada para as importantes tarefas da educação, será recompensada na sua teimosia. Por esta altura já estarão, por certo, a preparar o pós-2009 noutro sítio qualquer. Deixaremos em breve de ouvir falar naquela gente. Felizmente, digo eu.

    E o país, claro, continuará com um sistema educativo de faz-de-conta. Que já tem cerca de 30 anos e vai ajudando, alegremente, a empobrecer o país. Digo eu, outra vez.

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  9. PQP permalink
    6 Dezembro, 2008 14:21

    «tem cá umas trombas!» odete santos
    tirou o curso nas novas oportunidades, por isso foi escolhida pelo do inglês domingueiro.
    parece um ministério da idade da pedra lascada: pedreira, calhau (secretários), penedo sem olhos (ministra)

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  10. 6 Dezembro, 2008 14:51

    A teimosia de Maria de Lurdes e a falta de liderança de Sócrates vão custar ao PS a perda do poder em 2009… mas ainda bem…

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  11. 6 Dezembro, 2008 15:42

    Post 6.

    Se os professores ganham perde a estado de direito

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  12. blogdaping permalink
    6 Dezembro, 2008 16:36

    Calma !!!
    O Kamarada Jerónimo, mais o tio Louçã, vão resolver tudo !!
    Por isso, vou dormir uma “ganda” sesta… !

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  13. 6 Dezembro, 2008 17:24

    Caro CAA,

    ao princípio julgava que você ía dizer que ambos esticaram demasiado a corda, quer o ME quer os professores (os sindicatos andam a reboque, como já há muito percebeu), mas afinal não. Só quem apanha é a ministra e a sua equipa!

    Porque será?

    Será que a cedência só deveria efectuar-se de um lado?

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  14. 6 Dezembro, 2008 17:25

    Post 11.
    Se o o governo ganha ganha o Estado totalitário

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  15. jupiter permalink
    6 Dezembro, 2008 17:42

    Desculpem, ainda é cedo para cantar vitória de qualquer dos lados. Factores extrínsecos influenciarão em brve as futuras decisões de ambos os lados. O terramoto que vem a seguir empurrará para longe este conflito. Nem com este governo, nem com a facção esquerdizante dos sindicatos, haverá educação digna desse nome. A solução, se houver, terá que vir doutras paragens. Mesmo que a anarquista atarracada consiga, durante algum tempo criar a ilusão que a avaliação prevalece, a disposição dos professores de todos os quadrantes será de tal modo negativa que o lodaçal invadirá as escolas. Outras formas mais subtis a desobediência assumirá. Não vai ser bom para ninguém, claro, mas para o pinóquio também não. O assado lento já o está a cozer e o cheiro não se recomenda.

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  16. 6 Dezembro, 2008 17:55

    Aurora:
    “Se os professores ganham perde a estado de direito”

    Porquê? Por não haver “respeito pela lei”? Olhe que todos os grandes avanços cívicos foram conseguidos contra uma lei qualquer. Aliás, quem dera ao mundo que, após a vitória de Hitler em eleições, muitos tivessem estado contra esse…”estado de direito”.

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  17. Calma permalink
    6 Dezembro, 2008 18:00

    Calmex.
    Isto vai ser muito mais simplex do que se pensa. Para começar o teatro da luta está a deslocar-se para o interior das escolas e para a consciência de cada um. Aí os conselhos executivos vão ficar entre os professores e o ministério. Como ao contrário dos políticos esta gente vai voltar à vidinha mais tarde ou mais cedo e, como corre o risco de deixar de ter as costas quentes pela actual conjuntura de maioria absoluta, pensarão duas vezes antes de pressionarem muito a classe. Mas o ME não vai deixar a estratégia desesperada de pressionar os CE’s. Isso vai acabar por criar anti-corpos como já está a acontecer até ao nível das Direcções Regionais de Educação.
    A incapacidade de perceber que os sindicatos já não estão a cumprir o papel químico que lhes tinham atribuído foi também um erro de gestão política grave.
    As sondagens que dão os velhinhos salazarentos a manter o PS nos 42.5% (margem de erro 3%) e as leituras apressadas que estão a fazer dela vão por seu lado contribuir para que as pessoas comecem a pensar duas vezes se querem mesmo nova maioria absoluta. Há muito poucas hipóteses de o PS renovar a maioria absoluta mas tem ainda boas hipóteses de ganhar com maioria simples. A razão é simples: o PS está a jogar todos os trunfos que tem para estancar a crise a uma distância grande das eleições, atacando a base de financiamento do PSD e investindo tudo no controle da informação. Ora crises e escândalos é coisa que não vai faltar e vão doravante afectar cada vez mais equitativamente as personalidades ligadas ao PS e ao PSD. Não vai haver portanto entusiasmo suficiente para garantir uma votação decisiva para o PS chegada a altura.
    A grande incógnita portanto é a abstenção. Mas mesmo essa não deverá fazer melhor pelo PS do que os resultados obtidos por costa na Câmara.
    O PSD ganhar é que seria da ordem do milagre, dado que não tem feito outra coisa do que dar indicações de que não quer governar.

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  18. ourição permalink
    6 Dezembro, 2008 18:58

    16, Calma, os tempos nem vão ser de calma, nem permitem futurologias. Imagine que Brown perde as eleições, por exemplo (link eurojust).

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  19. votoembranco permalink
    6 Dezembro, 2008 19:25

    Depois das manifestações e greve os sindicatos apenas têm de dizer aos professores que estes devem apenas dar as aulas.
    Quanto às tarefas burocráticas da avaliação não devem sequer olhar para elas – reuniões, preenchimento de fichas, etc.
    Com 120.000 a actuarem desta maneira não há modelo que resista, mais a mais quando se sabe que esse modelo será alterado em menos de 1 ano.
    O tempo está a favor dos professores, o que se estranha é que os sindicatos ainda não tenham percebido isso!!!!

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  20. Anónimo permalink
    6 Dezembro, 2008 19:35

    Calma, eles são fornecidos aos pares. Se não ganha um ganha o outro. E continua o baile. Se o PSD ganhasse a política era exactamente a mesma. Se houvesse “risco sistémico” alguém arranjaria maneira de um deles ganhar com maioria absoluta. Tem-se visto muito disso por aí.

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  21. 6 Dezembro, 2008 21:24

    Estamos perante a maior depressão económica desde 1980 (em Portugal). A culpa não é só externa, mas é também de falta de rigor e disciplina num Estado que está entregue a um conjunto de grupelhos.

    Os próximos anos vão ser muito difíceis: grande luta partidária, criação de novos movimentos sociais, grande instabilidade social e económica.

    Mas, CAA, está-se a esquecer do “buzinão” e da uerra das “transportadoras”, ainda este ano. Qualquer um dos acontecimentos foram as maiores ameaças ao poder constituído desde o PREC.

    Um dos arruaceiros do “buzinão” é um dos maiores beneficiários do sistema podre que vivemos.

    Nesta fase, a luta não é “Esquerda”/”Direita”. Os portugueses estão já há algum tempo em guerra civil surda. São os descamisados dos 500 euros por mês, são os abandonados pelas empresas com 40 anos, são as degradadas condições de vida só apaziguadas pelo crédito fácil.

    Tal como o BPN e o BPP só se afundaram por causa da crise financeira, os portugueses vão-se afundar porque o fim do crédito fácil vai pôr um fim definitivo a este modelo de sistema.

    Vão ser duros os próximos tempos. Incrivelmente, Nogueira, Alegre ou Jardim, estão do mesmo lado da barricada, contra o outro lado, que é representado pro Cavaco, Sócrates ou Portas.

    É incrível? É, mas há aliados de circunstância, que seriam impossíveis noutras alturas.

    Lembram-se de o CDS fazer uma coligação com o PS? Nessa altura, também eram aliados contra-natura.

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  22. 6 Dezembro, 2008 23:23

    “Agora vem uma noticia no Sol que esta besta é a sexta figura mais elegante do mundo !!!! do mundo ????”

    Curiosamente, essa notícia vem no El Mundo, jornal conservadora Espanhol.

    Até a Benavente, chama ao Socratismo, Neo-Liberal.

    Que grande confusão que vai na Tugolândia.

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  23. honni soit qui mal y pense permalink
    6 Dezembro, 2008 23:27

    é mais é parecido com o Nazismo … só falta a elegante SS nos congressos do PS e a SA nas Novas Fronteiras

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  24. nuno granja permalink
    7 Dezembro, 2008 13:35

    repito o meu comentário a outro post…

    segundo os professores e admito que possa ser verdade, a patroa é má, o trabalho excessivo, por vezes de risco, muito burocrático e mal pago

    pergunto eu…porque não mudam de emprego?

    sinceramente não percebo tanta queixa contra o empregador e tanta vontade de ficar no emprego, aliás se abandonessem a carreira docente em numeros significativos o empregador faria contas à vida e começaria a pensar em como atrair e motivar colaboradores

    os trabalhadores “normais”, leia-se os que não tem sálarios e ADSE’s pagos pelos nossos impostos normalmente tentam encontrar trabalho onde se sintam bem, quem tem menos capacidades sujeita-se e piores condições e quem tem mais aptidões por vezes atá corre o risco temerário de trabalhar por conta própria

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  25. 7 Dezembro, 2008 15:02

    Nuno Granja:
    A senhora que ocupa actualmente o topo da hierarquia, mais os senhores que a acompanham, não são patrões. Apenas simples manageiros com contrato a termo.

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  26. Sócrates de Atenas permalink
    7 Dezembro, 2008 16:12

    Sem querer entrar na discussão técnica relativamente as razões ou não-razões dos professores, e visto já aqui haver um “roll” de comentários bem diversos, alguns dos quais muito bem explicitados e apresentados na minha modesta opinião, não deixo de salientar que a postura da senhora ministra e respectivo elenco governativo relativamente a esta questão de primordial importância não me parece exequível com a mesma, pois parece ser inquestionável que a educação é um dos pontos fundamentais de uma nação, do seu desenvolvimento, crescimento económico e intelectual; quando este governo quer tratá-la como questão secundária e remetida para anexo, aliás como em muitas outras áreas, as questões fundamentais tratadas em anexo secundário como de se de meras disposições se tratassem; é assim este governo, propagandeia a utopia e pratica a inércia redutora.

    Quanto a Senhora Ministra, sinceramente, que figura tão estúpida e deprimente, nem consegue conversar com as pessoas, teve que chamar o 1º e depois o 1º chamou os profs do tacho para ajudar, que deprimente ter governantes assim.

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  27. 7 Dezembro, 2008 16:44

    O Nuno Granja está nas franjas ideológicas da política. Ninguém quer que a falta de emprego degrade o emprego dos que o têm. Deve ter a liberdade de exprimir a sua opinião, mas é completamente inconsequente.

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  28. 7 Dezembro, 2008 17:06

    Caro Teófilo M.,

    «Será que a cedência só deveria efectuar-se de um lado?»

    Não. Só que a ministra e o Governo jactearam, desdenharam, alardearam múltiplas vitórias que se revelaram de Pirro, partidarizaram ridiculamente, (aquela reuniãozeca de professores inscritos no partido socialista como resposta aos cerca de 150.000 na rua é um erro de palmatória (mais um!!!) não tiveram engenho para segurar a maré e, agora, … afogaram-se…

    Têm tudo contra eles. Conheço pessoalmente gente que votou socialista desde 1975 e que juram que não o irão fazer mais (também não vão votar PSD, dizem). Uniram todas as facções dos professores. Colocaram dirigentes sindicais de qualidade ‘ abaixo de cão’ como heróis nacionais.

    Estou farto de tanta, tanta, tanta, estupidez e primarismo político.

    Esta equipa tem de ir embora. Se não forem, tabto pior para Sócrates.

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  29. nuno granja permalink
    8 Dezembro, 2008 00:21

    *Trinta E Tres

    Tem razão quanto ao estatuto a prazo dos patrões e é por isso mesmo que a democracia é o pior sistema fora os outros todos (+- cit. W Churchill)

    *Am
    IMAGINAÇÃO
    não tem o minimo conhecimento sobre mim (nem este topico é sobre isso) para saber em que zona da politica estou situado, seja no meio ou nas franjas

    REALIDADE
    Os portugueses que trabalham no sector privado, quando não estão bem mudam-se os do público fazem greve a tentam sempre usfruir ao máximo dos dinheiro dos contribuintes trabalhando o mínimo. Haverá excepções mas a regra é essa.
    Repito que não percebo que, se ser professor é tão mau porque não mudam para outra profissão, de preferência sem ordenados e regalias pagas pelos contribuintes

    INCONSEQUÊNCIA
    Tive recentemente de ir à secretaria da Escola Superior de Belas Artes do Porto e dei mais de uma vez com o nariz na porta, isto a horas perfeitamente normais de expediente, seja às 9.30, às 12,20 ou às 17.00h.
    Qual o meu espanto quando descubro que o horário de atendimento é das 10.00 às 12.00 e das 14.30 às 16.00h.
    Questionei os funcionários sobre este assunto e responderam serem esses os seus direitos. Presumo que quando são atendidos num Shopping às 23.00h de domingo para comprar objectos feitos na china por gente que trabalha 12h por dia, 6 dias por semana, a preocupação com os direitos passe para segundo plano.
    Isso sim acho uma atiude inconsequente

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  30. maria permalink
    8 Dezembro, 2008 22:53

    O nosso primeiro ainda não percebeu a diferença entre casmurrice e determinação.Só pode significar falta de confiança em si próprio e no que vale (o que é compreensível).

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  31. 9 Dezembro, 2008 18:58

    Quem está insatisfeito com as condições de trabalho não se despede. Negoceia melhores condições. Os sindicatos e as administrações civilizados entendem-se.

    Se o governo quer tornar a sua vida mais fácil, tem uma boa solução. Liberalize o sector da educação. Nesse caso já pode fazer sentido a mobilidade. Enquanto for totalitário na educação não faz sentido nenhum.

    Os ordenados e as regalias dos funcionários públicos haviam de ser pagos por quem, senão pelos contribuintes?

    Eu não digo que a minha vida de professor é fácil ou que é difícil. Mas é preciso ensinar o que esta vida é a quem tem fantasias cor de rosa sobre os professores e as escolas.

    Inconsequente é a defesa da extinção da negociação das condições de trabalho entre os sindicatos e as administrações.

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