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“crescente relação” entre as alterações climáticas e a saúde (Verão de 2003)

27 Dezembro, 2008

Onda de calor matou mais de dois mil portugueses em 2003

Relatório europeu detecta crescente relação entre as alterações climáticas e a saúde da população. No ano em estudo mais de 35 mil cidadãos europeus perderam a vida devido a desidratação

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15 comentários leave one →
  1. Pizarro permalink
    27 Dezembro, 2008 21:08

    Extraordinário. Espanta-me ainda não terem dito que a crise é uma consequência do suposto aquecimento global (agora “alterações climáticas”).

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  2. hora-porra permalink
    27 Dezembro, 2008 22:09

    o governo agradece o desaparecimento da velhada

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  3. Pi-Erre permalink
    27 Dezembro, 2008 22:51

    Se não têm água bebam champanhe.

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  4. maria teresa Goulão permalink
    28 Dezembro, 2008 00:07

    Portugal é o país da Europa em que mais se morre de frio:

    Um estudo publicado hoje na revista “Journal of Epidemiology and Comunity Health” afirma que, numa lista de 14 países europeus, é em Portugal que se morre mais no Inverno devido ao frio, indicando um aumento médio de 28 por cento da mortalidade nesta época. Estes números não espantam a Direcção Geral de Saúde, que aponta como principal causa o facto de as casas portuguesas não estarem preparadas para o frio.
    O estudo, elaborado por uma equipa do University College de Dublin, na Irlanda, analisou durante dez anos, entre 1988 e 1997, os índices de mortalidade de 14 países, cruzando os dados com informação sobre os factores ambientais, estilo de vida e prestação de cuidados de saúde e gastos nesta área. A equipa concluiu que, dentro da lista de 14 países, é em Portugal que mais se morre de frio.
    O aumento de 28 por cento na mortalidade durante o Inverno equivale a 8800 mortes prematuras provocadas pelo frio em cada ano analisado, tendo em conta o índice médio de mortalidade. Espanha, com 21 por cento de aumento, vem em segundo na lista, a par com a Irlanda, seguidos pela Grécia e pelo Reino Unido (ambos com 18 por cento).

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  5. maria teresa Goulão permalink
    28 Dezembro, 2008 00:09

    Fundação Gulbenkian um colóquio sobre Alterações climáticas

    As alterações climáticas são já responsáveis por um aumento de 0,3% nas doenças a nível global. “Desde problemas cardiorrespiratórios a questões neurológicas, o aumento da temperatura está a ter um forte impacto na saúde das pessoas”, garante a médica. E, dado que o aumento do efeito de estufa deve continuar nos próximos anos, assistir-se-á a nível mundial a “cada vez mais casos de pessoas doentes”. As implicações económicas são óbvias: “Com pessoas doentes que não trabalham, o de-senvolvimento económico das nações está em risco.”

    As estimativas das mortes que as alterações climáticas provocarão em solo europeu apontam para que seja “o maior desastre na Europa depois da II Guerra Mundial”, diz a especialista.”

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  6. 28 Dezembro, 2008 01:37

    porra, está um frio insuportável e ainda falam em aquecimento global…

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  7. 28 Dezembro, 2008 01:51

    A maioria dos imóveis para habitação neste subdesenvolvido país, é construída sem grandes preocupações de isolamento térmico, até porque fica mais barato.
    De-resto, o comércio tradicional, tem sempre a porta da rua aberta. Até se pode fumar lá dentro.

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  8. Mirando permalink
    28 Dezembro, 2008 15:32

    O erro aqui está em dizer que a relação entre as alterações climáticas e a saúde da população está a aumentar. Como é óbvio o clima afecta a saúde mas de um modo praticamente constante.

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  9. Anónimo permalink
    28 Dezembro, 2008 16:26

    maria teresa Goulão Diz:
    28 Dezembro, 2008 às 12:07 am
    Portugal é o país da Europa em que mais se morre de frio:

    Ó Teresa, isso não se faz….
    Estragou o post ao JM. Ele na sua mente sinuosa queria demonstrar que não há notícias sobre os efeitos do frio como há sobre o calor, e você, zás, deu-lhe cabo do brinquedo.

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  10. lucklucky permalink
    29 Dezembro, 2008 01:26

    Eugenics and Other Evils : An Argument Against the Scientifically Organized State

    G. K. Chesterton

    http://www.amazon.com/Eugenics-Other-Evils-Scientifically-Organized/dp/1587420023/

    “In the second decade of the twentieth century, an idea became all too fashionable among those who feel it is their right to set social trends. Wealthy families took it on as a pet cause, generously bankrolling its research. The New York Times praised it as a wonderful “new science.” Scientists, such as the brilliant plant biologist, Luther Burbank, praised it unashamedly. Educators as prominent as Charles Elliot, President of Harvard University, promoted it as a solution to social ills. America’s public schools did their part. In the 1920s, almost three-fourths of high school social science textbooks taught its principles. Not to be outdone, judges and physicians called for those principles to be enshrined into law. Congress agree, passing the 1924 immigration law to exclude from American shores the people of Eastern and Southern Europe that the idea branded as inferior. In 1927, the U. S. Supreme Court joined the chorus, ruling by a lopsided vote of 8 to 1 that the sterilization of unwilling men and women was constitutional.

    That idea was eugenics and in the English-speaking world it had virtually no critics among the “chattering classes.” When he wrote this book, Chesterton stood virtually alone against the intellectual world of his day. Yet to his eternal credit, he showed no sign of being intimidated by the prestige of his foes. On the contrary, he thunders against eugenics, ranking it one of the great evils of modern society. And, in perhaps one of the most chillingly accurate prophecies of the century, he warns that the ideas that eugenics had unleashed were likely to bear bitter fruit in another nation…”

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  11. 29 Dezembro, 2008 20:54

    Coisa absolutamente extraordinária. Não posso crer! Temos consenso??
    Pois se eu ainda hoje “postei” Chesterton e mais Chesterton.

    Também eu me estou nas tintas por estar sozinha no que digo e já é há anos. Mas o que era preciso mesmo era que alguém ligasse.

    Isto é, quando é que começamos a fazer aquilo que Chesterton diz, e pronto. E a propagar?

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  12. 29 Dezembro, 2008 21:02

    Não aproveitem para dizer mal. Temos das melhores tradições de construção. Tínhamos um clima temperado até aqui há anos – não o clima “Sevilhano” que se tem vindo a observar e sofrer. Naturalmente que nas nossas tradições de construção, era o calor e não o frio a preocupação.
    As casas de pedra formavam o melhor isolamento.
    A segunda melhor coisa é o tijolo de barro, parede dupla com ar entre elas. O resto é uma porcaria, que os países nórdicos sabem muito bem ser uma porcaria – o que não os impede de primeiro terem que nos vender a porcaria.
    As casas não respiram, as pessoas adoecem e sentem-se sufocadas e horrivelmente mal com as paredes que não são de materiais naturais.

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