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Correcção:

6 Janeiro, 2009

«Salvaremos [Os contribuintes verão ainda mais diminuido o seu rendimento em favor d] as empresas que pudermos [nós bem entendermos]»

27 comentários leave one →
  1. 6 Janeiro, 2009 22:00

    Bingo, caro Gabriel. Mas se analisar a questão dos juros bonificados facilmente verificará que face ao agravamento da concessão de crédito, sobem os spreads, anulando o efeito da descida nos juros. Razão mais do que suficiente para defender a descida de impostos, nomeadamente o IVA que permitiria no mínimo evitar alguma descida no consumo, provavelmente evitaria também a cada vez mais previsivel deflação, e permitira a manutenção de alguns postos de trabalho. Lamentável é termos uma oposição completamente inútil, incapaz de explicar aos portugueses o que quer que seja, muito em particular a actual liderança do PSD.

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  2. hora-porra permalink
    6 Janeiro, 2009 22:10

    sacripanta é personagem do orlando furioso de ludovico ariosto que se parece com o pm.
    segundo o autor «vieste ao mundo só para fazer estrume»

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  3. rxc permalink
    6 Janeiro, 2009 22:11

    Acho perfeitamente aceitável que se subam os impostos de forma generalizada, como temos visto nos últimos anos, de modo a que o governo possa apoiar as corporações privadas que bem entender, especialmente as que estejam de boa saúde e viáveis (dado que são aparentemente essas as que mais precisam de ajuda discricionária por parte dos nossos ilustríssimos e iluminados governantes). Ainda hoje a CGD entrou com 20 milhões no capital da não-sei-quantas Mesquita, relevantíssima construtora de coisas em betão, asfalto e afins, absolutamente essencial para o desenvolvimento económico e social do país (ou pelo menos parte dele…).

    Assim o Estado, principal actor da economia, como se quer, irá redistribuir mais eficientemente a riqueza produzida em Portugal, certo? Porreiro, pá!

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  4. 6 Janeiro, 2009 22:24

    O pior do homem é a atitude arrogante, quase salazarista. Tudo o que diz tem um tom sacrossanto que faz imediatamente arrepiar os pelos e reagir mal.
    Agora, tirando esta questão “química”, digamos, gostaria de saber quem poderia fazer melhor do que este Governo (exceptuando eu, tu e ele, evidentemente, os políticos de sofá), entre o universo político que temos à disposição. Ferreira Leite? Portas? Louçã? Jerónimo? Imaginem, só por um minuto, o que seria se uma destas figuras fosse PM, com maioria absoluta. A triste verdade é que a matéria prima é má, e com má farinha não se faz bom pão. O facto é que este Governo, que tem feito bastos disparates, fora os que não demos por isso, apesar de tudo tem uma coisa: propósito. Vai pelo caminho que escolheu, e não se acanha. Isso é que faz falta. Da última vez que tivemos tal coisa, foi numa ditadura sinistra que nos atrasou cinquenta anos e nos meteu numa guerra sem saída. Agora está-se a viver, de certo modo, uma experiência autoritária dentro da democracia. Não estará a correr bem, mas não vejo que pudesse correr melhor.
    E pronto, fico à espera da pancadaria!

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  5. 6 Janeiro, 2009 22:35

    “Ferreira Leite? Portas? Louçã? Jerónimo? Imaginem, só por um minuto, o que seria se uma destas figuras fosse PM, com maioria absoluta”

    Estas figuras são incapazes perante a sapiência do Licenciado Pinto dos Santos?

    Em quê?

    Não me vai falar de Pinochet, Lenine, Coreia do Norte ou Albânia!

    Leia os programas dos partidos em 1ª Lugar.

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  6. Raskolnikov permalink
    6 Janeiro, 2009 22:37

    Só uma pessoa que, na política portuguesa dos ultimos anos, tem falado a verdade ao Povo: chama-se Manuela Ferreira Leite. Não sei se será Primeira-Ministra em 2009 ou em 2011 (com eleições antecipadas) mas está coberta de razão: só não vê quem não quer!

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  7. Zenóbio permalink
    6 Janeiro, 2009 22:51

    Este PM provoca reacções que eu temo. Há a germinar um mal-estar que pode descambar em acções desesperadas e radicais. Estamos a criar uma geração sem nada a perder, e quem nos diz que alguém sem nada a perder, não se possa vingar de quem o goza descaradamente? Haverá lugar para carbonários no século XXI?

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  8. jupiter permalink
    6 Janeiro, 2009 22:53

    Parabéns Gabriel, numa frase pode dizer-se muito. Se houver tempo para isso, descobriremos justamente quais são as empresas que sairão fortemente beneficiadas, já não precisamos de ser muito espertos para sabermos quais são e tiraremos a seu tempo as ilacões necessárias. Chegaremos à fase de quem se mete com elas leva?

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  9. José Manuel Santos Ferreira permalink
    6 Janeiro, 2009 22:56

    Eu devo andar distraído

    Mas há crise ???

    Onde ??? Onde ???

    Ainda agora vim do Algarve onde estava tudo cheio de saloios

    Bamos para ali
    Bamos xim, carago
    E agora ??? Caneco, chiça ???

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  10. zé da burra permalink
    6 Janeiro, 2009 23:03

    9. Zenóbio, há lugar para tudo no século XXI. Eles já estão entre nós, só que nem sequer percebem quem goza com eles. Repare que a frente do palácio de s. bento tem estado curiosamente à parte de quase todas as manifestações. O século XXI propicia uma rede infinda de telecomunicações, construções de materiais caseiros para além dos bolos reis, desprezo absoluto por os mais elementares direitos humanos, embustes monumentais em crescendo, dinheiros das mais diversas e incógnitas proveniências. No sítio mal frequentado onde estamos existe ainda um resquício de inibição por parte dos tugas parolos relativamente a certos actos, mas pode não durar muito mais porque ninguém já controla ninguém e o sistema de justiça é o que se sabe. Quem quizer ser optimista pode sê-lo à vontade, é o que pensa a minha burra.

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  11. Zenóbio permalink
    6 Janeiro, 2009 23:05

    “Se houver tempo para isso, descobriremos justamente quais são as empresas que sairão fortemente beneficiadas”

    E não se sabe já?

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  12. 6 Janeiro, 2009 23:31

    “Da última vez que tivemos tal coisa, foi numa ditadura sinistra que nos atrasou cinquenta anos”

    Não chegou uma vez? Será que quer cometer o mesmo erro, duas vezes? Ainda que da segunda vez seja um erro “democrático”, suportado numa Ditadura Fiscal!

    Cada funcionário do Fisco é um novo PIDE, na atitude e na afronta hostil perante qualquer cidadão.

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  13. 6 Janeiro, 2009 23:33

    “Se houver tempo para isso, descobriremos justamente quais são as empresas que sairão fortemente beneficiadas”

    Isto nem direito a prémio tem:

    – Martifer; Grupo Lena, Mota Engil; Grupo Espirito Santo; Millennium BCP; CGD; TAP; EDP; CP; J.P. Sá Couto; as multinacionais TODAS que chantageiem com base no argumento dos trabalhadores (“Qimonda Style”).

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  14. José Manuel Santos Ferreira permalink
    6 Janeiro, 2009 23:42

    Crise

    E se a gente afrontasse a crise ???

    Como ???
    Como o Marquês de Pombal
    Como o Fontes Pereira de Melo
    Como o Duarte Pacheco Pereira
    Como o Cavaco Silva
    Como o Octávio Machado
    Trabalhando, trabalhando, trabalhando
    Não fazer ronha
    Não fazer que anda mas não anda
    Encolher os ombros
    Dedicarmo-nos à investigação a tempo inteiro
    Não nos distrairmo-nos nos blogues
    Dedicarmo-nos ao ensino com afinco
    Não nos distrairmo-nos nos blogues
    Não sermos maldicentes
    Não estar de acordo não significa ser ácido
    Opinar é construir
    Destruir é fácil
    PORTUGAL É UM PAÍS PEQUENO
    Mas muito maior que nós
    PORTUGAL merecem mais
    “O inteiro mar, ou a orla vâ desfeita
    O todo, ou o seu nada” (FP)

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  15. José Manuel Santos Ferreira permalink
    6 Janeiro, 2009 23:47

    O J Diz
    não existe
    é um verbo de encher
    é um desiludido
    é um proto fascista

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  16. 6 Janeiro, 2009 23:57

    José Manuel Santos Ferreira

    Um velho ranhoso?

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  17. ourição permalink
    7 Janeiro, 2009 00:20

    “E se a gente afrontasse a crise ???”. Já estamos a afrontar a crise.

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  18. nem estranho não estranhar permalink
    7 Janeiro, 2009 01:05

    Tomando como verosímeis os vaticínios de J (15), entre os quais o Grupo Lena, sabe-se que vai fundar um novo diário generalista cujo director será Martin Avillez Figueiredo.

    Ora, este moço mostrou-se há umas horas, primeiro como convidado de regime do Zé Alberto Porreiro, Pá Carvalho num programa após o Telejornal da RTP-1; segundo, disse isto:

    (Sobre a crise) “Não há problema, se há povo capaz de a suportar, em toda a UE, é o português que já se habituou a viver em crise e sabe viver com parcos recursos”.

    Porreiro, pá!

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  19. 7 Janeiro, 2009 01:15

    Injectar dinheiro dos contribuintes para segurar a economia é o mesmo que fazer uma fogueira com notas de euro: arde enquanto houver dinheiro e aquece enquanto arder. E a aposta de Sócrates é que o lume aguente até às eleições. Depois destas, lá virá o ministro sombra Constâncio dizer que a despesa pública tem que ser saldada. Com os nossos impostos.

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  20. amcslb permalink
    7 Janeiro, 2009 08:30

    por onde anda a manelita?

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  21. RIBO permalink
    7 Janeiro, 2009 09:08

    Destes socratizados óbvios não há temor a reter, por óbvio ser o seu mamar diário, por normal ser este tipo de gente existir… o que mais medo faz é o que não se sabe, ou, pelo menos, a maioria desconhece. A estratégia de Manuel Alegre, homem perigoso e com o saber dos mais velhos… impiedoso! Alegre não quer fazer um novo partido, Alegre quer desacreditar o Bloco de Esquerda, como queria fazê-lo ao PCP, mas estes não lhe deram espaço, por, como ele, serem velhos e sabidos. O que Alegre quer é manter um PS grande, com Sócrates, para já, para, depois recuperar o “seu” PS, aquele que se lhe dirigia com reverência, mesmo que tenha de engolir umas salamandras… Alegre espera “A Queda” de Sócrates para reaver o seu PS. Alegre não quer deixar a História a que tem direito por uma birra ou melindre, Alegre é velho demais para melindres, e se o mostra são mera estratégia. Alegre quer apenas desaparafusar a esquerda à Esquerda do PS, para que a sua comandita possa crescer… dentro do PS, o seu partido de sempre e para sempre. E se os tolos do BE acreditam que vai ser de forma diferente, estão pior que tolos, estão enganados. Qual convergência de esquerdas qual carapuça, Alegre só conhece uma convergência, a sua… Mas que o senhor é inteligente, lá isso é… ou os outros tipos são burros! E Sócrates, que tem com ele dois tipos muito espertos, a raiar a inteligência, sabem-no bem e usam esse saber. Sabem que Alegre não sairá e sabem que Alegre é comestível de uma só forma: fazer de conta que é ele que detém o controlo. Só as mulheres agem assim. OU quem como elas pensa ou quem com elas aprendeu. No meio disto tudo, o mexilhão, e nós sabemos o que sempre acontece a este molusco…
    RIBO.

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  22. Mula da Comprativa permalink
    7 Janeiro, 2009 09:47

    O principal é cuidar da pobreza.Todos são unânimes nesse desidrato.E sem discriminações, como prevêm os direitos humanos.Os trabalhadores não têm pátria.A pátria é onde a gente se sente bem.A imigração é uma riqueza.Há que importar disso e com fartura.E dar logo a nacionalidade para que se possa dividir equitativamente e sem discriminação.Cuidar dos doentes, alojar os sem casa, dar um vencimento de sobrevivência é tarefa de todos.Com o Sócrates a comandar esse novo missionarismo de sec XXI, cá dentro deo rectângulo, a quem quer que se apresente.Não interessam números.Cabe sempre mais um.A globalização portuguesa é a de “fazer o bem sem olhar a quem”, educar o mundo e para tal se for preciso chicotear quem não contribua(trabalhadores dependentes pois off-shores donde “casinavam” em grande)
    E nunca esquecer que quando um IRMÃO estiver em dificuldade todos devem ir em seu auxílio de acordo com os desígnios do grande arquitecto.
    Lá para o sec XXX as penas de corrupção/suborno/deslealdade/traição por exemplo entre um GNR e um banqueiro/gestor/político serão equiparadas…

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  23. Mula da Comprativa permalink
    7 Janeiro, 2009 09:50

    Mula da Comprativa Diz:
    7 Janeiro, 2009 às 9:47 am
    O principal é cuidar da pobreza.Todos são unânimes nesse desidrato.E sem discriminações, como prevêm os direitos humanos.Os trabalhadores não têm pátria.A pátria é onde a gente se sente bem.A imigração é uma riqueza.Há que importar disso e com fartura.E dar logo a nacionalidade para que se possa dividir equitativamente e sem discriminação.Cuidar dos doentes, alojar os sem casa, dar um vencimento de sobrevivência é tarefa de todos.Com o Sócrates a comandar esse novo missionarismo de sec XXI, cá dentro deo rectângulo, a quem quer que se apresente.Não interessam números.Cabe sempre mais um.A globalização portuguesa é a de “fazer o bem sem olhar a quem”, educar o mundo e para tal se for preciso chicotear quem não contribua(trabalhadores dependentes pois os capitalistas têm os off-shores donde “casinavam” em grande)
    E nunca esquecer que quando um IRMÃO estiver em dificuldade todos devem ir em seu auxílio de acordo com os desígnios do grande arquitecto.
    Lá para o sec XXX as penas de corrupção/suborno/deslealdade/traição por exemplo entre um GNR e um banqueiro/gestor/político serão equiparadas…

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  24. 7 Janeiro, 2009 18:35

    RIBO, 24

    Já memorizei: RIBO. Se Vc. tiver razão sobre Manuel Alegre, não o esquecerei, a si.

    É que de facto, pôs-se uma “neblina” sobre a pescaria no Teatro Trindade, no M!C e na Aula Magna…

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  1. O salvador «

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