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Coisas que de tão absurdas se tornaram normais

7 Janeiro, 2009

O mínimo dos mínimos

15 comentários leave one →
  1. Zenóbio permalink
    7 Janeiro, 2009 20:42

    A Helena Matos fez bem em parar de escrever sobre o genocídio em Gaza.

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  2. 7 Janeiro, 2009 20:49

    De facto, um estrangeiro desatento pode estar no local pretendido à procura do mesmo local mas que tem outro nome…

    “Coisas”…

    Andar de táxi em S.Tomé, em Atenas ou na Índia, é bem pior…

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  3. Já volto permalink
    7 Janeiro, 2009 21:31

    Muito bem Helena.

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  4. 7 Janeiro, 2009 21:42

    Finalmente, uma opinião sensata no 5 Dias.

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  5. 7 Janeiro, 2009 21:50

    E as paragens de autocarro ?

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  6. a prima permalink
    7 Janeiro, 2009 21:50

    A fuga já começou: “Em conferência de imprensa, Manuela Ferreira Leite desafiou o primeiro-ministro para um debate público sobre a política económica, os «erros das propostas do Governo» e as alternativas que os sociais-democratas têm apresentado para a recuperação do país.

    Na resposta, dada em nome do Governo, Augusto Santos Silva afirmou que o primeiro-ministro «debate na Assembleia da República – que é o órgão de fiscalização política do executivo e que é o órgão por excelência da democracia – todos os quinze dias».
    «Este mês, o primeiro-ministro terá debates nos dias 14 e 28. Debate com todos os partidos políticos e com os respectivos líderes. Não é uma responsabilidade do Governo o facto de a drª Manuela Ferreira Leite não ser deputada do PSD», justificou o ministro dos Assuntos Parlamentares” (Sol).
    Rabinho entre as pernas se escapa ele ligeiro, desculpe, desculpe, obrigado, obrigado.

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  7. Acção Directa permalink
    7 Janeiro, 2009 22:06

    Palhaçadas & encenações. Falemos de coisas da Rua. E o desemprego?

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  8. 7 Janeiro, 2009 22:42

    A Prima,

    Gonçalo Amaral, ex-PJ e investigador do caso Maddie, é o candidato do PPD à presidência da Câmara de Olhão.

    Não está em causa a pessoa, mas o facilitismo e oportunismo na nomeação.
    Aliás, como eu já escrevi no Blasfémias há umas duas semanas, assistiremos a candidaturas mais mediáticas no PPD e no PS.

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  9. 7 Janeiro, 2009 22:44

    Adenda

    ao segundo parágrafo: “assistiremos a candidaturas mais mediáticas do que pela qualidade política dos candidatos, no PPD e no PS

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  10. 7 Janeiro, 2009 22:47

    Mas isto ainda espanta alguem?
    Não estamos nós na Portugalândia?
    Ou para ser administrador destas coisas, será necessário saber alguma coisa de geografia,
    ter alguma visão de conjunto, andar de metro de vez em quando?
    Nada a fazer,
    que a iliteracia não ataca apenas as classes baixas.

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  11. 7 Janeiro, 2009 22:58

    Se uma pessoa andar nos transportes citados, em vez de os ver no papel, saberá que as estações mencionadas são bem distintas umas das outras e por isso não é nada de espantar que tenham designações diferentes.
    Seria bem notar, mas é difícil porque quem escreve estes post é gente muito jovem, que aquando da construção inicial do Metro procurou sempre fazer-se os interfaces (palavra que nem existia na altura) com a CP bem difíceis para que não houvesse confusão nem fusão.

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  12. a prima permalink
    8 Janeiro, 2009 00:03

    8. Suponho que Gonçalo Amaral tem todo o direito de se candidatar. Foi submetido a pressões a que nem o vulgar tuga, nem o bloggista mais subtil, nem o polícia mais duro resistiria. Refiro-me a tudo quanto se passou com a hierarquia da pj, as pressões dos advogados do casal McCann, as do próprio pm inglês.
    Trata-se de um homem íntegro, profissional de excelência, escritor de sucesso de um livro traduzido em inglês pouco conhecido em portugal(porque será ?) mas que dobrou os tablóides ingleses e secou a ladaínha da incompetência da polícia portuguesa sobre um desaparecimento que está longe de ser explicado
    http://forumgnr.virtuaboard.com/noticias-f68/goncalo-amaral-e-o-alvo-a-abater-t12032.htm.
    Agradeçamos o facto de Gonçalo Amaral se ter proposto à presidência de uma câmara que pode ser olhão ou qualquer outra.
    O significado do facto vai muito para além disso como veremos.

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  13. 8 Janeiro, 2009 11:45

    Não me lembro exactamente de qual era, mas não houve no século passado uma qualquer lei arcaica que definia que nenhuma estação de metropolitano poderia estar a menos de 200 m de uma estação do comboio (e vice-versa)? Coisas da concorrência da altura, que hoje tornam caríssimas as obras de ligação entre estes dois modos de transporte pesado (os chamados “interfaces”)…

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  14. 8 Janeiro, 2009 12:41

    Pedro Gomes Diz:
    8 Janeiro, 2009 às 11:45 am

    Ora aí está a explicação do que é óbvio.
    Aliás no post original cujos comentários só li tardiamente, um leitor desmonta isto tudo.
    Escrevem de ouvido…

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  15. 9 Janeiro, 2009 01:36

    E…???

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