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Chefe de Estado pede atenção para questões de emergência social

9 Março, 2009

Notícia do Público sobre visita de Cavaco Silva ao Norte:

Cavaco Silva, fez “um apelo à consciência social dos portugueses, para que seja possível enfrentar a pobreza, derivada do desemprego, do endividamento excessivo e do enfraquecimento familiar”, e disse que a atenção de todos “deve ser dirigida para as questões de emergência social”.

O Estado consome 50% da riqueza nacional, sob o pretexto de ajudar os mais pobres. Porque é que existem então questões de emergência social? As questões de emergência social não deviam ser as primeiras a ser resolvidas pelo Estado? Sendo assim, por que raio é que o Estado se dirige a uma sociedade civil sobrecarregada de impostos para resolver os problemas que são o pretexto para a cobrança de impostos?

41 comentários leave one →
  1. lucklucky permalink
    9 Março, 2009 21:20

    Porq

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  2. LUSITÂNEA permalink
    9 Março, 2009 21:26

    Os portugas como se sabe são muito mauzinhos a matemática.Muito humanistas mas habituados ao livro de fiados.36 bairros sociais “problemáticos” só em volta de Lisboa.Muita pobreza que nunca mais vai acabar, até porque está sempre a entrar.Enquanto isto não der o estoiro vão continuar a entrar.

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  3. LUSITÂNEA permalink
    9 Março, 2009 21:29

    O Sócrates tem que decretar o confisco de vencimentos acima de 3000 euros para acabar com a pobreza.Vencimentos acumulados claro está.Verão como o humanismo diminui a olhos vistos…

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  4. lucklucky permalink
    9 Março, 2009 21:31

    Oops… porque o Dr.Cavaco representante da classe política é hipócrita e precisa de alibí. O que existe é o estado dirigista para dar poder a concepções socialistas/social democratas do estado onde o clientelismo é norma e regra desejada do CDS ao PCP.
    Se o objectivo fosse só gastar dinheiro com os desfavorecidos que não tiveram sorte não era preciso tirar 50% de recursos. Mas a táctica que se vai seguir será lançar os Portugueses um contra os outros.

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  5. LUSITÂNEA permalink
    9 Março, 2009 21:31

    E virão os controlos realistas de quem pode ser acolhido, de quem pode ser “português”, de quem quer ou não trabalhar, se alguém não quer determinados empregos…

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  6. Anónimo permalink
    9 Março, 2009 21:36

    pode começar por dar o exemplo entregando uma das suas pensões de reforma para esse fim.

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  7. José Manuel Moreira permalink
    9 Março, 2009 22:00

    Como sempre, com clarividência, aliada a invulgar coragem e incrível acerto
    Forte Abraço
    José Manuel Moreira

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  8. tina permalink
    9 Março, 2009 22:07

    Bem observado pelo anónimo 6. Seria a atitude mais adequada ao seu apelo “à consciência social”, até porque as pensões acumuladas dos políticos são uma causa directa das actuais questões de “emergência social”.

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  9. magalhães hortográfico permalink
    9 Março, 2009 22:22

    portugal socialista será, brevemente e uma vez mais,
    tutelado pelo fmi

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  10. ourição permalink
    9 Março, 2009 22:26

    O que é que este desgraçado veio fazer ao norte? Ele nem no norte nem no sul, colaborou nisto e agora faz um tímido esgar a dizer que está triste, quer compreender o que se está a passar.
    Francamente, será que se trata da cegueira mais incurável de quem não quer ver?

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  11. sadfasdg permalink
    9 Março, 2009 22:31

    50% da riqueza nacional é consumida com esse pretexto? O sistema de justiça é feito para ajudar os pobres? As forças armadas? O sistema de ensino público é apenas caridade? E as forças de segurança? E os mega-investimentos? Quem foram os pobres que beneficiaram com a compra do BPN? Isto prolongar-se-ia por aí fora… Sabe JM, a demagogia deveria ter limites.

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  12. 9 Março, 2009 22:35

    E a corrupção? O que esperam para resolver, de vez, o que para aí vai? Ainda se lembram, como foi afirmado por instituições fiáveis, que Portugal estaria ao nível da Finlândia sem esse cancro social?

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  13. 9 Março, 2009 22:38

    E lá volta o faduncho dos «50% da riqueza nacional, sob o pretexto de ajudar os mais pobres»…

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  14. 9 Março, 2009 22:39

    Pedro C,

    A questão da corrupção está intimamente ligada a um poder político que não existe na realidade, resumindo-se a ser um fantoche de interesses económicos privados e impulsionador de carreiras dos ocupantes dos cargos políticos. Não há mudança partidária que resolva esse bloqueio.

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  15. zé da burra permalink
    9 Março, 2009 23:02

    Eu oiço com atenção o que a minha burra diz, já que os inteligentes é o que se vê.
    Ela diz que está preparada para ir a s. bento com milhares de rezes como ela para entregar um documento escrito à mão porque o magalhães dá erros, a dizer mais ou menos o seguinte:
    O dinheiro que está sendo despejado no pântano da incerteza não evitará que empresas fechem, empregos desapareçam, patrimónios juntos ao longo da vida se esfumacem, pois o que falta não é dinheiro nem crédito, é confiança: os investidores não investem, os bancos não emprestam, consumidores não se endividam, a economia estagna como de há muito vinha a dar sinais que as aldrabices não conseguiram tapar e as ameaças não conseguirão deter. Promessas e mais promessas no fundo do pântano.
    Proteger os poderosos para sugar os necessitados, garantir negócios sujos aos monopólios e aos amigalhaços dos bancos à deriva, não há memória assim. Preparem-se para os coices.
    A política xuxialista (aí ela zurra fortemente em protesto), está a roubar o futuro das pessoas. Os mecanismos para assegurar o futuro esboroam-se. Reformas, planos de aposentação, seguros contra desemprego, planos educacionais, poupança para casa própria, planos de saúde, fundos de ações. A política socialista tornou-se umma ameaça à tranquilidade de milhões de chefes de famílias e entreabre a porta de um mundo indesejável do salve-se quem puder.
    Quando se juntar um milhão de burros frente a s. bento, de acordo com a política de proximidade tão badalada, ou nas proximidades enquanto a polícia os conseguir barrar, a quantidade de esterco acumulado vai ser tal que os jornalistas estrangeiros desistirão de fazer a cobertura. Já hoje tresanda, só que os que estão perto da mangedoura ainda não deram conta.

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  16. 9 Março, 2009 23:03

    “Quem foram os pobres que beneficiaram com a compra do BPN?”

    E quem vai pagar o assalto ao BCP? Quem vai pagar os mega-empréstimos do banco do Estado a Senhores que compraram acções do banco, para votarem a Administração do Dr. Armando?

    Quem irá pagar a diferença de acções do Comendador Joe, do Sr. Fino e de outros, a quem o Dr. Carlos e o Dr. Armando emprestaram dinheiro, e depois, elegeram o Dr. Carlos e o Dr. Armando, no banco…..objecto de assalto?

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  17. 9 Março, 2009 23:04

    João Miranda,

    Eu de si não espero que entenda. Mas os 50% que o Estado absorve, sendo muito, têm múltiplos fins. Se a sociedade civil (e apenas a Igreja o faz em grande escala, mais algumas instituições de pequena monta) fosse mais solidária, o Estado não tinha que se preocupar com isso. Questões como responsabilidade social das empresas e outras não lhe dizem nada pois não? Infelizmente você faz parte daqueles que se formaram sem uma verdadeira noção de ética e responsabilidade social, admitindo que seja formado: porque quando o vejo em sítios de putos sem a 4ª classe tenho dúvidas. Demarque-se disto, se estou errado:
    http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/denuncia-ataques-gratuitos-de-miudos.html

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  18. 9 Março, 2009 23:05

    “A questão da corrupção está intimamente ligada a um poder político que não existe na realidade, resumindo-se a ser um fantoche de interesses económicos privados e impulsionador de carreiras dos ocupantes dos cargos políticos”.

    Não me diga, que os 6 ou 7 milhões de votos são de interesses económicos privados?

    Então, os Tugas não percebem que estão a votar em fraudes?

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  19. Santo Pragal permalink
    9 Março, 2009 23:11

    Aquilo que o Dr. Cavaco diz não passo boia.

    Hipocrisia, não obrigado.

    Um politico que tem 3 reformas, todas a 100%, outros tem miseria.

    O Dr. Cavaco,como diz, o Jardim da Madeira,e não sou eu que o digo, “se é o que é., pode agradecer a democracia e ao PPD.”

    Na verdade, no tempo do Marcello Caetano, que foi o melhor periodo do País e o melhor 1º ministro que o País alguma teve. O dr.Cavaco, não chegava a director do Banco de Portugal e se chega-se, era milagre. O Mestrado vem já depois do 25 de Abril. Hoje há milhentos mestrados em Economia, rapazes e raparigas com excelente nível e bem preparados tecnica e filosoficamente.

    http://www.cga.pt/cgaInicio.asp

    Enfim,

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  20. 9 Março, 2009 23:11

    “Questões como responsabilidade social das empresas e outras não lhe dizem nada pois não?”

    As empresas não estão no topo da hierarquia das sociedades. Quem está no topo das hierarquias são:

    – As Magistraturas.
    – Os Deputados.
    – Os Altos Responsáveis do Estado.
    – Os Universitários.

    Se toda esta gente não dá exemplo de “responsabilidade social”, porque hão-de dar as empresas? Ou os cidadãos?

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  21. 9 Março, 2009 23:12

    “Na verdade, no tempo do Marcello Caetano, que foi o melhor periodo do País e o melhor 1º ministro que o País alguma teve”.

    Frouxo. Pardacento. Incapaz de se separar de Salazar e dos seus parceiros.

    Um Chucha, admirador de São Caetano! O que mais haveremos de ver.

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  22. 9 Março, 2009 23:15

    J,

    Muitos tugas não percebem grande coisa do mundo em que vivem, nem estão interessados em perceber.

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  23. agonia permalink
    9 Março, 2009 23:39

    J, 18 ” Não me diga, que os 6 ou 7 milhões de votos são de interesses económicos privados?”. Não é isso 6, ou 7 milhões de votos não percebem que são os interesses públicos em alegre promiscuidade com certos privados (psi 20)que os escravizam dando-lhe em troca futebol com fruta, telenovelas com música e subsídios pela trazeira (é ver quem tem passado por essa área).
    E nem que o pinóquio se evaporasse continuariam a votar nele, esse é que é essa. Claro que um dia a casa cai, a entrevista de Medina Carreira é anunciadora, e o jogo, pelo menos na aparência vai mudar, com mais ou menos barulho.

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  24. jupiter permalink
    9 Março, 2009 23:47

    Correio da Manhã a descrver como está escuro como breu.
    09 Março 2009 – 21h00

    Assembleia da República: Saídas da casa da democracia aumentam 48 por cento
    Deputados fazem 244 substituições
    A actual legislatura da Assembleia da República, que cumpre precisamente amanhã quatro anos, foi uma autêntica roda livre de entradas e saídas de deputados: desde 10 de Março de 2005, data da tomada de posse do Parlamento eleito nas Legislativas do final de Fevereiro desse mesmo ano, registaram-se 244 substituições – um número superior ao de deputados com assento parlamentar: 230. André Freire, especialista em Ciência Política, não tem dúvidas de que tamanho universo de substituições “é um exagero” e “uma certa secundarização das funções parlamentares em relação a outras actividades.”
    Os dados da Comissão de Ética são categóricos: de um total de 244 substituições do mandato, 127 são suspensões, 74 referem-se a retomas e 43 dizem respeito a renúncias. E nenhum dos cinco partidos com assento parlamentar (PS, PSD, PCP, CDS-PP, BE e PEV) escapou à onda de substituições de parlamentares (ver texto ao lado). Para já, as renúncias na actual legislatura aumentaram 48 por cento face às 29 ocorridas na anterior. Esta tendência indicia que os deputados trocam ca-da vez mais a Assembleia da República por empresas privadas, escritórios de advogados e autarquias. André Freire, autor de um estudo sobre a reforma da lei eleitoral, diz que ‘se os eleitores tivessem um papel a desempenhar na escolha dos deputados que entram no Parlamento havia mais lealdade para com o eleitorado.’
    As substituições traduziram-se em profundas alterações nos círculos eleitorais, a ponto de em nove terem ultrapassado mesmo o número de deputados eleitos”.
    Até quando andarão a mangar com a gente?

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  25. 9 Março, 2009 23:59

    J,

    Enquanto universitário pergunto-lhe de onde me conhece para alegar que não dou exemplo?

    Visite o blogue que mantenho sozinho e diga-me se não me esforço por debater assuntos sérios em profundidade!!
    E compare com estes putos defensores do poder absoluto das empresas:
    http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/denuncia-ataques-gratuitos-de-miudos.html

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  26. 10 Março, 2009 00:04

    O actual “sucialismo” – sistema de ideias para sustentação parasitária de súcias ligadas ao poder – tem o seguinte modelo de “estado social”:

    -Para os pobres a burocracia infernal da “segurança social”;

    -Para os ricos os salões vips com ar condicionado da CGD.

    Eis, minhas senhoras e meus senhores, o resultado de terem dado uma maioria absolutista e socretina a ´trupe que se firma da “esquerda moderna”.

    Querereis sustentar esta cambada de proxenetas?

    Querereis tirar o pão aos vossos filhos para engordar os “finórios” deste regimen sucial e corrupto?

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  27. 10 Março, 2009 00:13

    “são os interesses públicos em alegre promiscuidade com certos privados (psi 20)que os escravizam dando-lhe em troca futebol com fruta, telenovelas com música e subsídios pela trazeira (é ver quem tem passado por essa área)”.

    Mas, em 1975, dizia-se que a culpa de tudo era o obscurantismo de Salazar. E agora, o que é?

    Não há informação disponível? Os Chico-Espertos têm que ser o “exemplo”? Os Tugas vão escorraçar os portugueses?

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  28. 10 Março, 2009 00:16

    “Enquanto universitário pergunto-lhe de onde me conhece para alegar que não dou exemplo?”

    Repare, eu não o conheço. Mas, conheço bem o mundo das Universidades. As castas Univeritárias: os Professores Catedráticos não-avaliáveis; os Professores Associados manietados; os Assistentes aquiescentes; a ineficiência dos Conselhos Científicos; a incompetências dos Conselhos Pedagógicos; etc.

    Claro, que há uma ou outra execpção. Mas, o que é que o mundo académico contribui para a sociedade portuguesa? Muito pouco. Mesmo, muito pouco.

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  29. 10 Março, 2009 00:40

    FMI avisa que países ricos arriscam “falência”
    Os défices orçamentais dos países ricos vão aumentar cerca de seis pontos de PIB no conjunto de 2008 e 2009, contribuindo para que o peso da dívida pública média cresça de cerca de 83% do PIB em 2008 para perto de 100% em 2010. Valores que vão ameaçar a solvabilidade financeira de alguns países, avisou na sexta-feira o FMI.

    http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=358060

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  30. lucklucky permalink
    10 Março, 2009 00:56

    “FMI avisa que países ricos arriscam “falência””

    Os loucos estão a contaminar toda a economia. O resultado é se não querem o fim do Zimbabwe até os Comunistas vão ter de ser “ultraliberais”.

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  31. Anónimo permalink
    10 Março, 2009 01:13

    A verdade é que o funcionalismo e administração públicas ( àparte médicos , e alguns mais ,poucos , como os homens do lixo e prestadores de serviços realmente necessários à sociedade , pouco ou nada fazem de jeito , vivendo como lordes à conta de quem produz , salvaguardados de crises financeiras e económicas , e até da exigência de resultados e responsabilização por eles , e não é justo. Os seus salários deviam ser equivalentes à falta que nos fazem e nem mais um tostão 😮 serem já os únicos com emprego para toda a vida parece que já é recompensa suficiente.

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  32. 10 Março, 2009 01:22

    Não é para aliviar os pobrezinhos e deixar entrar a alegria nas nossas casas? Você disse emergência ou contingência social? Não sei porquê faz-me lembrar contentores ou isso não tem nada a ver?

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  33. tric permalink
    10 Março, 2009 01:25

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  34. 10 Março, 2009 02:21

    Caro J.,

    Vou ter que o informar do que não sabe. Eu desconheço o que considera contributos para Portugal vindos de um Universitário. Eu imodestamente publiquei até à data 10 artigos em revistas científicas, 1 capítulo num livro da Oxford University Press e um livro de divulgação de política internacional e Economia em Portugal. E se quer saber tenho 32 anos. Além disso, dou-me lindamente com os meus alunos passados e presentes. Aqui e em Oxford.
    Se me diz que as Universidades em geral contribuem pouco, eu digo-lhe que algumas de facto estão presas a velhos paradigmas. Mas olhe que há mudanças sérias: hoje o publish or perish chegou cá. E as promossões em concursos que cita dependem em muitos sítios já apenas dos méritos científicos e pedagógicos.
    Ainda há sítios onde se progride pela idade, coisa que me mete nojo. Mas então acabe com as forças armadas antes da Universidade. Porque aí sim a progressão depende do número de anos.
    Avalições? Ninguém chega a catedrático sem provas públicas de agregação onde se avalia o trabalho publicado. E todos os semestres, todos os alunos preenchem inquéritos pedagógicos sobre mim. Que são reportados superiormente.
    Além disso, participo na blogosfera, em debates na sociedade, em artigos de opinião.
    Honestamente: pode-me apontar muitas empresas que tentem dar à sociedade o que eu tento? Ah, e eu nem vivo do ensino público! O dinheiro dos seus impostos ou do João Miranda não me sustenta nem me paga um côdea de pão. Aliás sou contra a concorrência desleal que as universidades públicas fazem via preço.
    Quer mesmo encontrar muitas empresas que sejam tão livres de subsídios como eu?

    Carlos Santos (http://ovalordasideias.blogspot.com)

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  35. Amonino permalink
    10 Março, 2009 02:50

    .
    Genealogias, saudosismos, heritariedades, “diplomas” oportunistas de Mérito€€Politica. “Gods made”. Reis-Sois, Luis XIV style no sec XXI ?
    .
    As mutações genéticas e a consanguinidade são o terror ……. a roleta impiedosa da selecçaõ natural: melhores passam a péssimos, médios a piores, maus a melhores e por aí fóra. Resulta:
    .
    -Masters of the apocalypse
    If his fellow MBAs are all so clever, how come so many are now in disgrace?
    http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/education/article5821706.ece

    -Enough banker welfare. Hand out cash and make us spend it
    http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/mar/04/recession-bankers-economy-simon-jenkins
    .
    -Overvalued euro set to plunge ‘within months’ ?
    http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/4958831/Overvalued-euro-set-to-plunge-within-months.html
    .
    Pois é.

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  36. anónimo permalink
    10 Março, 2009 07:40

    O Estado consome 50% da riqueza nacional, sob o pretexto de ajudar os mais pobres.JM

    Uma frase destas só sairia de un tipo como o JM…

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  37. anónimo permalink
    10 Março, 2009 07:42

    Digoo porque se juntamos e sumamos tudos os JM que da administraçao chupam…

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  38. Tiago permalink
    10 Março, 2009 14:30

    “Carlos Santos disse
    10 Março, 2009 às 2:21 am

    Vou ter que o informar do que não sabe. Eu desconheço o que considera contributos para Portugal vindos de um Universitário. Eu imodestamente publiquei até à data 10 artigos em revistas científicas, 1 capítulo num livro da Oxford University Press e um livro de divulgação de política internacional e Economia em Portugal. E se quer saber tenho 32 anos. Além disso, dou-me lindamente com os meus alunos passados e presentes. Aqui e em Oxford.”

    10 artigos???

    http://ideas.repec.org/f/psa248.html

    Vejamos…

    Sete artigos no total, dois artigos em boas revistas (Applied Economics e Economics Letters), outros dois em revistas aceitáveis (Computational Statistics e Economics Bulletin) e os restantes três são para encher chouriços.

    Número de citações externas: apenas 5…

    Para a idade que tem, o Carlos Santos publica pouco e o que publica tem baixa qualidade.

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  39. 10 Março, 2009 17:23

    Exmo. Senhor Professor Doutor Carlos Santos,

    Escreve-se “promoções”, com “ç”, e não “promossões”, como V.Exa fez no comentário nº 34.

    Hoje em dia já qualquer um pode ser Professor Universitário – dantes, pelo menos, tinhamos de aprender a escrever!

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  40. olhão permalink
    10 Março, 2009 19:47

    O Carlos Santos só vem a este blogue mandar umas biscas, para ver se alguém lhe lê o blogue

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  41. Laurinda Freitas permalink
    11 Janeiro, 2010 02:31

    Neste pobre país é PROIBIDO ser bom trabalhador, mas honesto, isto desde o escriturário ao administrador.
    Trabalhei como 1ª escriturária durante 35 anos numa empresa do ramo automóvel, pertencente a um Grupo Económico deste País. Neste espaço de tempo exerci algumas funções aonde fui muito bem sucedida, mas por inveja dos meus chefes e porque a empresa não lhes interessava trabalhadores que não lhes mereciam confiança para exercerem manobras contabilísticas / corrupção, nunca me deram a oportunidade de subir na carreira.
    Nos últimos dez anos que trabalhei na empresa procuraram todos os meios possíveis para me desgastarem, para que eu tomasse a decisão de sair da empresa, pois fui: MARGINALIZADA, realizavam-se reuniões com os trabalhadores dos sectores a que eu pertencia e eu era proibida de participar
    EXCLUIDA, todos os trabalhadores tinham formação de informática e eu não, eram colegas que me explicavam depois o mínimo necessário para eu trabalhar. Era a única trabalhadora que não tinha impressora, pois tinha de me deslocar a gabinetes de colegas, para retirar os documentos que punha a sair nas impressoras delas.
    HUMILHADA, enquanto os restantes trabalhadores tinham um gabinete digno, o meu mais parecia uma entulhada de papeladas, com caixotes cheios de papéis acima da superfície e pastas de arquivo no chão.
    TORTURADA, trabalhava num gabinete aonde estava uma máquina de grandes dimensões que era alimentadora de todo o sistema informático das empresas do Grupo de toda a Região Norte, essa máquina trabalhando normalmente já fazia um ruído incomodativo, como eu me queixava desse ruído, resolveram pôr a máquina a fazer um ruído insuportável, a porta da máquina trepidava por causa do mesmo. Estive assim durante uma semana, nesses dias quando a noite ia dormir, parecia-me ouvir esse ruído, só colocaram a máquina com o ruído normal, quando um dos meus filhos foi lá para ver a minha situação.
    Resisti a todo o desgaste que os corruptos me aplicaram, mas em Dezembro de 2008 fui despedida, porque a lei de trabalho em vigor favorecia os corruptos que só estavam interessados em trabalhadores do sistema.
    Portugal jamais poderá prosperar enquanto as empresas agirem como aquela aonde trabalhei, pois preferem ter trabalhadores medíocres, mas que cooperem com a corrupção. Os bons trabalhadores, mas honestos que podem ajudar as empresas e o País a prosperar são tramados.

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