Saltar para o conteúdo

Falência do Estado Social II

10 Março, 2009

Sistema de educação gratuito, portáteis gratuitos, material de ensino gratuito, sistemas fiscal progressivo, sistema de saúde gratuito para pessoas de baixos rendimentos, medicamentos comparticipados, habitação social, subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego, rendimento mínimo, preços sociais da água, electricidade e telefone, electricidade e água subsidiadas para toda a população, subsídios às instituições privadas de apoio social, isenções fiscais para milhares de instituições sociais, reformas garantidas para todos, complemento de reforma para idosos, leis especialíssimas para apoio ao emprego jovem e ao emprego dos maiores de 55, código de trabalho que consagra o princípio do emprego vitalício, constituição que garante tudo e mais alguma coisa, incluindo o direito à habitação, educação, saúde e trabalho, dezenas de agências públicas de protecção do consumidor, leis anti-discriminação, licença de maternidade até 6 meses, abono de família, de nascimento e morte, transmissão da pensão de reforma para a viúva/viúvo etc etc

Nada disto impede situações de emergência social.

O Estado Social serve para quê, então?

Anúncios
19 comentários leave one →
  1. Nem me identifico permalink
    10 Março, 2009 10:09

    Especifica, ò idiota, “situação de emergência social”.
    E compara a situação de cada uma das pessoas, com o que teriam que passar se não houvesse “Estado Social”.
    As pessoas, cada UMA delas e não as estatísticas com que te deslumbras seu imberbe.

    Gostar

  2. JCP permalink
    10 Março, 2009 10:12

    Pois é João! aconselho-o a fazer uma visita de estudo à Suécia, só para dar um exemplo, e talvez mude de opinião sobre o que julga que “estado social” significa! se precisar de uns contactos diga que eu forneço…
    O estágio tbém pode ser extensivo à área dos impostos…

    Gostar

  3. Sem Anestesia permalink
    10 Março, 2009 10:21

    Que fenómeno, os comentários #1 e #2, por terem sido proferidos, já mudaram a nossa situação!
    Não sentem já o fim da crise?

    Gostar

  4. 10 Março, 2009 10:24

    Deixa-me rir, aos comentários 1 e 2.

    Embora, com ironia.

    Cheira a fim de festa. E a borrasca, da forte.

    Alguém ouviu falar do Pinnochio?

    Gostar

  5. tina permalink
    10 Março, 2009 10:36

    O que não faz nenhum sentido é falar em questões de “emergência social” quando já se chegou ao ponto de distribuir brinquedos caros por todas as crianças, sejam elas necessitadas ou não. Seria interessante saber quantos postos de trabalho foram sacrificados, à custa do dinheiro de impostos e menos expansão empresarial, para distribuir estes brinquedos.

    Gostar

  6. JCP permalink
    10 Março, 2009 10:42

    OH J cheira a borrasca e da grossa!
    é que copiar modelos é simples….

    Gostar

  7. 10 Março, 2009 10:45

    O Estado social, ou melhor a política social dos Estados europeus servirá para empobrecer todo o continente, num futuro não muito distante os EUA irão retomar o crescimento, países com Canadá, Austrália, Índia, China ou Brasil entre outros serão as grandes economias do sec XXI, enquanto os europeus ficarão agarrados a um passado glorioso sem qualquer futuro, cada vez mais nivelados com África, tudo graças às políticas socialistas. O socialismo é caro!

    Gostar

  8. 10 Março, 2009 10:52

    Em combate ficou desaparecido
    o lusitano idealismo,
    Portugal tem merecido
    por abandalhar no ético moralismo.

    Mais medidas são urgentes
    sem demagógica cosmética,
    os políticos inteligentes
    respeitarão esta necessidade ética.

    Desgovernados e desgovernáveis
    são marcas da nossa castração,
    com tantas políticas deploráveis
    o mexilhão tem ficado sem erudição!

    Gostar

  9. 10 Março, 2009 10:52

    “O socialismo é caro”

    E o capitalismo caríssimo. É só fazer as contas.

    Gostar

  10. JCP permalink
    10 Março, 2009 10:52

    António de Almeida, parece-me que há umas diferençazinhas entre “estado social” e “socialismo”.
    se pensa que alguns países europeus deixarão de pertencer ao grupo das grandes economias do séc xxi por causa disso está redondamente enganado!

    Gostar

  11. Pitágoras permalink
    10 Março, 2009 11:03

    É uma questão de civilizacão.

    O Estado deve criar condicões para que todos possam desenvolver-se à medida das suas capacidades.
    Isso inclui no mínimo educacão e cuidados de saúdes gratuitos e uma justica que funcione bem.

    Se o problema é que o Estado gasta demasiado, que se melhore o Estado em vez de reduzir o acesso das pessoas a ferramentas fundamentais de desenvolvimento humano.

    Gostar

  12. JCP permalink
    10 Março, 2009 11:04

    foi preciso um filósofo para descrever o óbvio!

    Gostar

  13. Lidador permalink
    10 Março, 2009 11:13

    “aconselho-o a fazer uma visita de estudo à Suécia”

    Sim, este comentarista devia visitar a Suécia, para entender que os mitos sobrevivem à realidade.

    A esquerdalhada, deserdada dos amanhãs cantantes, tem, desde há uns anos, a Suécia como modelo. Ah, o Estado lá é que funciona bem.Olhem..façam uma visita de estudo. Vejam como o socialismo funciona e tal.

    A realidade é bem diferente e o socialismo já anda coxo desde a década de 70. O igualitarismo provocou, como acontece sempre, o empobrecimento geral. Na altura os elevados impostos levaram à generalizada troca directa, com o médico a dar uma consulta em troca de um arranjo da canalização, etc.
    Nos anos 90, uma brutal recessão provocou mais de 1 milhão de desempregados.
    UM MILHÃO, meus caros, num país com menos habitantes que Portugal.

    Os salários muito parecidos desmotivaram o estudo. O nº de estudantes universitários caíu para metade. As baixas por doença, pagas pelo Estado, atingiram a média de 26 dias por trabalhador. Um fartote.

    Os sociais-democratas perderam as eleições, claro e Carl Bildt, da direita, alterou completamente o “modelo sueco”. Privatizações da saúde e da educação, sistema fiscal, etc, foi um reviralho do caraças que pelos vistos ainda não é conhecido pelos tontos agarrados ao mito.

    Hoje, apesar de a fiscalidade ser ainda elevada, o IRC é metade do que era e na verdade o país tem uma economia mais livre que a nossa (bem à frente no Index of Economic Freedom ). Há empreasas que não pagam IRC, como a Scania, se não estou em erro.

    Mas o modelo social teve resultados, ó se teve: milhões de imigrantes muçulmanos com acesso ao welfare, fazem hoje de certas cidades como Malmoe, sósias de Gaza, com violência, mesquitas em cada esquina e gigantescos bairros degradados onde mandam os aiatolas e a sharia avança. E tudo de barriga cheia com os impostos dos outros.

    Neste momento, na verdade, nem o governo é social-democrata.A esquerdalhada deu cabo daquilo e, tal como na Dinamarca, teve de vir a direita endireitar as coisas. É espantoso que estes comentaristas continuem a pensar que a Suécia que existe é a de 1970. Vão lá fazer a visita de estudo, caraças.
    E no avião leiam este estudo de Assar Lindbeck

    The Swedish Experiment
    http://www.timbro.se/bokhandel/pdf/9175665891.pdf

    Gostar

  14. O puto novo no bairro permalink
    10 Março, 2009 12:45

    Lidador,

    Obrigado pelo link. Excelente artigo, reduz a pó qualquer pretensão sobre o sucesso do Modelo Sueco ou versões vizinhas, finlandesas.

    Gostar

  15. Anónimo permalink
    10 Março, 2009 14:20

    1 e 2 , vão lá à Suécia , vão : parece que lá o estado social não tem dono , é mesmo tipo uma sociedade anónima de todos os cidadãos , e os ” gestores” andam de metro e tal , não é de Audi com motorista a gastar os recursos públicos. Comparar estas realidades é comparar alhos com bugalhos.

    Gostar

  16. 10 Março, 2009 15:04

    O estudo acima não é o de Assar Lindbeck, mas é tb muito bom.
    O de Assar é este:

    http://cob.jmu.edu/rossermv/Lindbeck.pdf

    Ah, e já agora os tontinhos saudosos do marxismo leninismo e que à falta de um único caso de sucesso das suas jurássicas receitas, se viram para a Suécia, como se de repente tivessem aí descoberto o paraíso marxista, talvez se recordem de uma série de bem capitalistas multinacionais suecas.

    Volvo…Saab…Scania…Ikea…Astra Zeneca…Eriksson…Electrolux…ABB…Tetra Pak, etc, tudo malta gananciosa à procura do lucro, os malvados.

    Gostar

  17. olhão permalink
    10 Março, 2009 20:01

    Digam-me quando é que viram alguém de mão estendida a pedir dinheiro na Suécia ou na Dinamarca. Aqui é a cada esquina. Andam a pedir dinheiro para jogar na bolsa?

    Gostar

  18. olhão permalink
    10 Março, 2009 20:08

    Nos países nórdicos não se vê velhos com trapos, nem cartões para dormirem no chão. Lisboa é um cartão de visita da realidade do nosso país. O que vale é que os estrangeiros não saem à noite com medo. Muito cantam os Carlos Santos de poleiro.

    Gostar

  19. Tribunus permalink
    11 Março, 2009 19:16

    Ainda não perceberam que o sistema dito social, custa uma pipa
    de dinheiro aos contribuintes e engorda uma escumalha que vive disso?
    Vejan o que se passa com as camaras, com as parvoices do socrates a dar tudo (não do bolso dele, sim do contribuinte) para uma destribuição o mais desrregulada possivel! Só com um ojectivo comprar votos para eleger o pinóquio………mentira?
    leiam os jornais e vejam as tv’s e vão aperceber-se, como a crise tem as costas largas…..

    Gostar

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: