Parvidades
«A fragata Corte-Real estava em “missão de reconhecimento” quando detectou uma tentativa de abordagem ao “Kition”, no Golfo de Aden, a 160 quilómetros da costa da Somália, indicou o major Luís Bernardino. Os piratas fugiram com a aproximação do helicóptero da fragata portuguesa Corte-Real, mas acabaram por ser abordados e identificados. As 19 pessoas suspeitas de acções de pirataria foram libertadas ao abrigo da legislação em vigor, uma vez que não foram atacados bens ou cidadãos portugueses. Durante a operação não foi aberto fogo. Foram apreendidas granadas, armas automáticas e dinamite, normalmente utilizada em demolições. O comandante da fragata Corte-Real, Alexandre Santos Fernandes, refere que Portugal está a actualizar as suas leis para permitir a detenção de suspeitos por pirataria em circunstâncias semelhantes. A fragata portuguesa comanda a força naval da NATO, nas operações de combate à pirataria.» RTP
a) É o comandante da fragata quem dá conta das alterações legislativas? A Marinha que na anedota sobra a vida parlamentar também encomendava fardos de palha agora informa-nos sobre a actividade legislativa?
b) E antes de se mandar a fragata não se devia ter previsto que isto acabaria por acontecer?

parvidade é este post…
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Qual terá sido a base legal para a apreensão das armas?
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2#.
Deve ter sido por a embarcação hastear uma bandeira
com duas tíbias e uma caveira.
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#3
Não tem visto as embarações somalis? Andam desactualizados em matéria de insígnias.
Quando a fragata Corte-Real for apreeendida um dia destes pelos somalis também vai ser grave. Que pavilhão irão hastear os esforçados piratas?
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Qual é essa anedota ???? Não conheço…
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O sempre lucido portas tinha previsto tudo isso e ate escrito a alteração à lei. Mas depois, incompreensivelmente, o papel deve ter ido junto com mais 60.000 parar a outro sitio qualquer.
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parvidades são aperitivos para alarvidade ortográfica e não só.
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Baseados em que direito é que roubaram o material bélico aos somalis?
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E ao abrigo de que legislação “Foram apreendidas granadas, armas automáticas e dinamite, normalmente utilizada em demolições.” ?
Será que a tal fragata anda a piratear as embarcações somalis ?
Será que isto é a sério, ou deu nos Contemporâneos?
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Há gente que não tem a noção do ridículo.
É caso para perguntar: que está a fragata a fazer (comandar?) naquelas paragens?
Segundo as leis navais o comandante poderia reter os “freedom fighters” até que estes se identificassem documentalmente e apresentassem a documentação da embarcação abordada em alto mar. Não sei se o fez.
É evidente que um dia destes os somalis vão-lhes pregar uma boa partida.
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Não é só Portugal que está a libertar os piratas que consegue apanhar.
É toda a Europa. Já aconteceu antes. Portugal não é diferente
Ou não andam informados?
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Como é possível alguém se admirar com um assunto desses que está a ser discutido há meses? Como é que há jornalistas tão pouco informados? Não sou jrnalista, nem politico mas leio mais do que os titulos.
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Os fardos de palha alguém os come mesmo.
Tanta discussão sobre os piratas da Somália e andam distraídos
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Afinal a guerra do Solnado era mesmo a sério… Premonições…
E o outro, que acreditava no “fardo do homem branco”…
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seria notícia se tivessem gripe A, isso sim, agora granadas??
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Notável por várias razões, mas bastam duas.
a) A redactora da notícia revela um sentido de humor muito contido. Espero sinceramente que não seja involuntário.
b) A marinha portuguesa, que resistiu mais tempo do que o feijão verde, à mudança de paradigma (de estratégia para estragédia) acabará, como os ribatejanos da anedota, a ter como ideal cavar vinha, levar na peida e chorar…
Meus camaradas fuzileiros especiais obrigado por tantas comidinhas solidárias no regresso de umas semanas de operação com os flechas
E mais não digo, vou reler o Kafka, os surrealistas e o dadaismo
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É caso para perguntar o que vão fazer militares portugueses em missões internacionais.
Seria de gargalhada, se não fosse triste.
Definitivamente, isto deixou de ser um país; estranho é que ainda nos respeitem como tal…
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“…estranho é que ainda nos respeitem como tal…”
Respeitam mesmo?!
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O Blasfémias está a ser assaltado por piratas anónimos.
Libertem-nos, libertem-nos!…
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Não existe ninguém que diga qual é essa anedota com os fardos de palha ????’
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Quem chamou a fragata portuguesa para aquelas paragens não sabia que com a a avançada legislação protege os piratas, de resto temos piratas muito piores, uns poucos estão até a ser julgados há anos, outros muito piores estão rir-se para o tuga, vêmo-los todos os dias na tv, nada lhes acontecerá enquanto a “situação” durar e enquanto o denso avental os proteger de incómodos.
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“…mas acabaram por ser abordados…”
A Marinha abordou um barco sem autorização deste e sem base legal alguma. Isto que eu saiba é crime. E punido pelo código penal português porque cometido por portugueses. Mais, é crime agravado porque cometido por agente uniformizado.
“… e identificados.”
Deixa-me ver: pediram-lhe o BI, foi? Tiraram-lhes umla fotografia e as impressões digitais? Com ou sem autorização dos somalianos? Se foi sem autorização, é delito.
“… As 19 pessoas suspeitas de acções de pirataria foram libertadas ao abrigo da legislação em vigor…”
Suspeitas? Mas agora há suspeitos por atos que não são delito? É-se tão suspeito disto como suspeito de ter dormido uma sesta.
Prendereram-nos e depois lmibertaram-nos: Prenderam-nos com que base legal?
Bonito, bonito, era agora um gajo sa Somália interpor uma ação num tribunal português pelas ilegalidades que os tipos da corveta claramente cometeram.
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Pronto, estou mais aliviado
O Dias Loureiro foi ouvido na omissão de inquérito
Parece que é só uma questão de assinaturas, isto é, parece que lhe punham um rolo de papel higiénico à frente e o tipo disparava a assinar as folinhas uma a uma.
Intercalarmente punham-lhe una papéis de maior responsabilidade mas,a velocidade de execução era tanta que não dava pela diferença.
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“E antes de se mandar a fragata não se devia ter previsto que isto acabaria por acontecer?”
Total incompetência. Total prepotência.
Outra.
A fábrica anunciada por três ministros há três anos e que nunca chegou a sair do papel
Investimento de 27 milhões em Condeixa-a-Nova previsto pela Medinfarma previa o abastecimento de 63 por cento das necessidades do país
Se se tivesse concretizado o investimento anunciado em Janeiro de 2006 por três ministros e um secretário de Estado, Portugal pertenceria hoje ao restrito número de países do mundo com capacidade de produzir vacinas antigripais. E, por esta altura em que a epidemia de gripe A ameaça o mundo, um grupo farmacêutico português, a Medinfar, estaria a produzir e a vender vacinas contra a gripe para outros países do mundo. Mas não é o grau de adesão do Governo (estiveram Correia de Campos, Manuel Pinho e Mariano Gago a assistir à assinatura do protocolo de entendimento entre a Medinfar e a Agência Portuguesa para o Investimento) que garante a eficácia de um anúncio.
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Tomem lá, meos piratas, é pra verem quem é que comanda aqui …
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Mandaram a fragata para para poderem ver os piratas de mais perto.
Coisa estúpida.
Com a quantidade de piratas que andam por aí, alguns com altos cargos, e que até aparecem todos os dias na televisão não havia necessidade…
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ESta malta está habituada a fazer fogo de vista.
E em promessas, então, são mestres.
Veja-se só:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1378672&idCanal=62
Fábrica anunciada há 3 anos por nem sei quantos menbros do governo…e nada!
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#24-Desculpa, só agora vi que estava repetido.
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AH! Isso das fábricas é com a ecologia: Horta e Pinho!!!
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Eu parece-me que algum pessoal anda a ler pouco e a interpretar pior! Eu “li” esta posta de maneira totalmente diferente!
devo dizer que, tendo acompanhado de perto a situação na Somália, me ri (infelizmente) bastante com o post da Helena!
especialmente a forma como é ridicularizada a responsabilidade dos governantes que os para lá mandaram, conhecendo perfeitamente as consequências à luz das leis portuguesas.
Bom, mas posso ser eu que estou equivocado!
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“Parvidades” é a cobertura do Estoril Open, a passar em directo no Eurosport.
As bancadas estão quase vazias, ao contrário do que é vulgar ver nos torneios ATP World Tour, com excepção dos torneios em países árabes.
Depois, a câmara insiste em grandes planos de um ou dois desses espectadores, quase sempre entusiasmados com os seus telemóveis.
Tudo gente chic.
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Nem tudo foi dito!
Os piratas estavam pirados, …logo inimputáveis!
Tiraram-lhes os “brinquedos “perigosos e … pirem-se!
Já não estamos em tempo de enfeitar os mastros com a malandragem! Nem há mais macaus para nos darem!
Se não houvesse piratas, para quê as corvetas?!
Se não houvesse polícias, para quê os ladrões?!
150.000!
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A única coisa a fazer era enviar o barco dos piratas para o fundo, mas como agora a degenerada e narcisista mentalidade Ocidental tornou o “Diálogo e não violência” no Santo Graal da civilização independentemente dos resultados, não há nada a fazer a não ser olharmos para a Farsa. Óbviamente os Piratas ficarão cada vez mais fortes, nem me admiraria que muita mais gente comece a ir para a pirataria, na pior das hipóteses sempre pode ganhar uma estadia confortável num País Ocidental…
A outra hipótese é deixarmos o trabalho “sujo” a Indianos e a Chineses porque nós somos demasiados sensíveis para a realidade…
Acabaremos como Bizâncio.
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Ó anónimo “avisado”….. ninguém aqui soube leu ou sequer ouviu de idênticas “façanhas” perpetradas por outros navios de guerra da mesma frota ou de outra, nomeadamente uma Holandesa que até deu de comer aos piratas e depois de “devidamente identificados” os libertou tal qual.
Ninguém, nenhum dos que aqui fazem comentários sabia disso senão fosse “bossa eixelência” avisar-nos.
Ai é a Europa que está a liberta-los? (ou serão os navios de guerra de alguns países europeus?)
Admira-me que pessoa tão bem informada (espero que não seja jornalista-ou assessor de imprensa de um qualquer ministério)não saiba das acções de Franceses (será que são europeus?) na perseguição e “abate” dos ditos cujos.
Isto para não falar dos “trogloditas maricanos” que apesar do diálogo obamista a única acção que fizeram foi limpar o seboi a três e prender o quarto.
Desinformados como somos devemos julgar que o tal de Barak é europeu.
Bailha-nos santa Ingrácia.
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“Desinformados como somos devemos julgar que o tal de Barak é europeu.
Bailha-nos santa Ingrácia.”
Alguns blasfemos começam a dar sinais de apatia…
Desinformados, nós???
Click e compare
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#35
http://sorisomail.com/email/446/americanos-nao-sao-estupidos.html
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Não vejo razão para a primeira pergunta.
A segunda teve “dissuasão” como resposta e não foi só em Portugal. Ficar de braços cruzados foi a opção tomada de início, precisamente por causa do vazio jurídico (e não foi só em Portugal).
Depois, há sempre a esperança que os piratas ataquem os navios de guerra – já aconteceu.
Quanto às clássicas jeremíades “isto não é um país” de alguns comentadores, recomendo mais leitura e menos provincianismo:
http://www.globalsecurity.org/military/library/news/2009/04/mil-090424-voa09.htm
http://www.stratfor.com/memberships/135929/analysis/20090414_somalia_piracy_continues_unabated
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#36- A tradução tb não é grande coisa.
e se ler alguns textos brasileiros tb lhe vai ser difícil dizer que escrevem português.
Mas se se fizerem inquéritos de cultura aos portugueses, mesmos aos estudantes, verá que a ileteracia é abundante…
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“Un ataque lanzado por piratas somalíes contra un crucero italiano que llevaba 1.500 personas a bordo fue frustrado por guardias israelíes de una empresa privada de seguridad a bordo de la nave, informó el domingo su comandante”
Ora aqui está uma maneira bastante mais eficaz e económica de combater a “pirataria” do que enviar uma dúzia de fragatas e navios de guerra para a região.
Afinal de contas há problemas cuja solução está mesmo à nossa frente! Ainda assim, a Somalia já consegiu sacar à UE uns milhões de euros para o “combate” à pirataria.
http://planetaspolitik.blogspot.com/2009/04/perna-de-pau.html
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Quem legislava no tempo de Afonso de Albuquerque? É que com meios muito iguais aos dos piratas resolvia muito bem a situação. E até ajudaram os chineses nessa missão tendo recebido Macau por oferta. A diferença será só de legislação, ou de genes degenerados, principalmente da classe política que nos calhou na rifa?
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Porra páh, que inteligências se perderam aqui!
O problema que afecta quem não estuda nem percebe um corno do assunto e se põe a mandar postas sobre ele é mesmo esse! Não percebe, não sabe mas critica. E depois há alguns parvos que vão na onda e continuam a estupidez. Já Santo Agostinho, à 1600 anos nos advertia para os problemas causados por estes néscios.
Este problema aflige todos os países. Ainda há um mês ouvi um podcast da BBC (Radio 4 – Law in Action) onde se queixavam dessa situação e a explicava. Aqui parte-se para a crítica estúpida e maldosa! Antes de invocar os motivos de direito para isto acontecer gostava de perceber qual é o problema daqueles que dizem: “mas afinal o que é que estão lá a fazer?”
Para estes néscios, que não têm outro nome, a polícia só serve para prender o criminoso de modo a depois o poder matar ou arrancar-lhe os olhos. Bem, a mim parece-me que mesmo não podendo condenar ninguém. É claro que para as pessoas que nunca cometeram delitos, nem mesmo aquele de não deixar um peão atravessar na passadeira, e acham que ainda devia haver Talião, só importa a condenação! Ah nem sempre, nas contra ordenações rodoviárias criticamos a caça à multa! Raciocínio lógico ou bem fundamentado? Não parece!
Depois quanto ao problema legal não vos vou explicá-lo porque tenho mais que fazer do que perder tempo com isto! Leiam o artigos 4.º e 5.º do código penal mais o 6.º do código de processo penal e alguns teóricos do Direito e tentem perceber as coisas antes de as críticar.
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Atenção, pessoal do carjacking têm muito mais a ganhar com o Iatejacking. A bófia não vos pode incomodar. E ainda por cima vem aí o Verão. Deverão começar pelo advogado do povo, o Garcia Pereira e o seu lindo veleiro!
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Errata
A seguir a “Condenar ninguém” acrescentem, por favor,”devem lá estar para prevenir e dissuadir a comissão de outros crimes”.
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Sr. Parvo
Quem quer defender o tráfego legal de navios naqueles mares, deve fazê-lo, tem obrigação de fazê-lo com eficiência por que está a usar meios públicos, no caso da fragata em questão, pagos por todos nós. Ali, pelos vistos, os piratas não arriscam nada: se as coisas correm bem, apresam os navios e negoceiam a libertação; se correm mal são mandados em liberdade e avançam para outra. Por cá só conheço uma coisa parecida e refere-se à banca que jogou na roleta: se ganhasse embolsava; como perdeu o estado entrou. Naturalmente que, no caso em apreço, a culpa não é da tripulação, mas de quem não foi capaz de lhes facultar legislação apropriada à missão a desempenhar que, a continuar assim, é ridícula.
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A coisa já estava mais ou menos previsto que iria dar que falar. Eles ainda não tinham deixado a Europa e já se estavam a suicidar. Não parecia que fossem muito perigosos a não ser para si próprios. Os tempos heróicos da nossa marinha já vão longe.
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Deviam perceber a questão básica que o problema não é só com a marinha portuguesa
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O comandante já está a pensar em:
1º apresentar uma moção de censura ao governo, para depois:
2º poder apresentar uma proposta de reforma constitucional, que lhe permita
3º condecorar-se e homenagear-se a si próprio por ter prendido meia dúzia de esfomeados.
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# 31 não disfarces com o ténis, priminho, a última vez que pegaste numa raquete partiste-a contra a relva, torceste o punho, durante mais de uma quinzena andaste com a mãozinha em baixo. Em breve andarás com ela no bolso com o quem não é nada contigo. Vias andar em boa companhia, não te fies nas sondagens.
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“não te fies nas sondagens” – CDS-PP queixa-se de sondagem à ERC
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Pedro C.
Quase me convenceu com esta “Ali, pelos vistos, os piratas não arriscam nada” mas ela é falaz!
Digo-lhe já porquê:
Mesmo que não haja a possibilidade de condenações há um reforço na segurança, mais cutela quando se praticam os crimes e menos crimes. Há alguns que são apanhados,enquanto estão detidos não roubam! Só por isto já me parece justificável.
Depois se me dissesse que eu não tenho nada a perder indo para um barco com o intuito de roubar outros exceptuando o facto de ter Navios de Guerra com todo o arseal apontado a mim a minha reacção seria: “Você é um homem de tomates por achar isso, eu não sou.” Se não há dissuasão!
Só mais uma coisa. Sabem porque é que este é um problema que toca a todos? Por vários motivos. Agora só me lembro deste e não estou para procurar mais. Há uma coisa que os estados têm que se chama Soberania e outra que se chama proibição na ingerência. Se a ingerência nas àguas da Somália se justifica não se justificaria que os Códigos de Processo penal e os Penais atribuissem competência para julgar e punir alguém com quem o estado não tem qualquer tipo de relação. Os códigos atribuem competências alargadissimas ás diferentes jurisdições (quase todos são como os Portugueses) mas apenas quando há um contacto com a sua SOBERANIA.
Qual seria o sentido de um juiz francês julgar um crime cometido por um italiano contra um português preparado e consumado em território espanhol? (o exemplo não é o melhor mas é o que me ocorre) A detenção é legitima porque eles estão a cometer um crime, já o julgamento, esse não!
Tem de haver acordos internacionais para haver a extenção dessa competência.
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No meu tempo, na primeira classe, do ensino primário, escrevia, então, extensão (no sentido de ampliar, alargar….) e extinção (no sentido de acabar, terminar…). A língua portuguesa é muito traiçoeira!!!
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Olhão
Agradeço o comentário.
Voltei aqui para fazer uma “errata”, agradeço, poupou-me trabalho. Aquilo que escrevi está cheio de erros (se vir bem, nos dois textos, é bem possível que encontre mais) esse, por acaso, saltou-me à vista assim que cliquei em “submeter comentário”. O que mostrou é um bom exemplo, pior, há frases nos meus textos que só fazem sentido após um esforçozinho interpretativo. Como estou a escrever isto anonimamente e à pressa porque, obviamente tenho mais que fazer e já vou na segunda directa, pouco me importa isso. Não se preocupe que eu sei escrever, apesar de o não ter demonstrado! Só vim aqui, apenas para criticar este post e alguns dos seus comentários que são ridículos, como acontece um pouco por todo o lado. O Autor e alguns comentadores sabem menos do assunto que eu de ortografia.
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O Parvo é oficial da Marinha?
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Douto #41 , atenção ao verbo “haver”.
Há pormenores que são fatais…
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Está ver Olhão??
Até aqui na simples manipulação de meia dúzia de palavras (a que está sempre atento) se dá respostas parecidas com aquelas do “sorrisomail”.
Experimente fazer o mesmo tipo de perguntas na Europa e verá o mesmo tipo de resultados.Já nem digo em Portugal
A titulo de exemplo fica para a posteridade no concurso “Quem quer ser milionário” em França em que perguntado sobre o satélite natural da terra quase 60% responderam Sol.
“Bailhanos santa ingrácia”
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Deviam mudar o nome às embarcações de guerra portugueses de Corte Real ou Albuquerque ou Alvares Cabral para Melo Antunes ou Saraiva de Carvalho.
Ó “temível Albuquerque” por onde anda a tua memória?
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“Honni soit qui mal y pense”
Parvidade é um vocábulo usado sobretudo na região alentejana. Daí…
Em tempo – já os vocábulos mesquinhez e tacanhez não têm baias geográficas.
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Sr. Parvo
Se Vexa é oficial da Marinha ou tem formação como jurista não ressalta evidente. A remissão para os parágrafos dos Códigos e o levar da questão das soberanias, aponta para acções de mera “guerra psicológica”. Aí entra uma curiosa análise de custos-benefício. Quanto custa ao contribuinte europeu esta passeata dissuasória de armas trancadas por uma legislação de faz de conta? E como iremos contabilizar os resultados desta “terapia simbólica” em relação os prejuízos advenientes da pirataria para o comércio internacional
De facto os americanos e os israelitas parecem menos manietados por questões de jurisprudêmcia cautelar prudencial. E não tenho notícia de que que a eficácia das suas intervenções tenha levantado vagas de indiganação. Tenha a paciência de me explicar o que entende como uma resposta adequada a esta situação concreta dentro dos condicionalismos conhecidos.
Temos presente que as raízes destes conflitos de baixa intensidade são antigas e profundas não se resolvendo com a política da canhoneira. Mas regressemos ao concreto
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