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A tralha*

26 Maio, 2009

A propósito ainda do pedido de demissão de Michael Martin é interessante ver como o parlamento inglês apresenta uma pobreza tecnológica e até uma falta de conforto constrangedores quando comparados, por exemplo, com o parlamento português. Nenhum daqueles parlamentares britânicos  exibe computadores durante as sessões até porque, à excepção dos joelhos, não teria onde colocá-lo. Mas questionam e discutem como compete a quem tem História e presta contas ao povo. Por cá exibem computadores, sempre ligados para dar um ar de ocupação, como os funcionários das repartições.

*PÚBLICO

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20 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    26 Maio, 2009 10:14

    É por isso que o parlamento ingles não funciona. É o local da palhaçada e da berraria. Motivo de gozo dos britanicos. É admirado por pessoas de cá porque não percebem. E coitadinhos de tão desconfortáveis até passavam facturas falsas para depois ir ao massagista.

    A unica vantagem sobre o nosso é que sair de lá a meio da sessão dá muito nas vistas. Calca os outros todos. Se fosse como aquilo os deputados tinham de ficar todos sentadinhos até ao fim.

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  2. The Queen of England permalink
    26 Maio, 2009 10:20

    They’re all jolly good fellows…! But the ones in Portugal are much worse.

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  3. Anónimo permalink
    26 Maio, 2009 10:22

    Era tão bom tão bom que é o que se pode observar. Por alguma coisa aquilo acontece.

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  4. Marafado de Buliquei-me permalink
    26 Maio, 2009 10:55

    Pois é !!!
    Antigamente, andava-se com uma pasta de arquivo debaixo do braço e passava-se o tempo de repartição em repartição a falar…vá-se lá saber de quê…!

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  5. Marafado de Buliquei-me permalink
    26 Maio, 2009 10:56

    De qualquer modo !!

    GOD SHAVE THE QUEEN !

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  6. g.fm permalink
    26 Maio, 2009 10:58

    Ora, aqui está uma coisa que me faz confusão: como é que uma pessoa que revela tanta aversão pelos meios tecnológicos modernos a ponto de apelidar de ‘tralha’ os computadores ao serviço dos deputados, se serve dos mesmos meios para nos bafejar diariamente com os seus, sempre brilhantes, pensamentos?

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  7. Marafado de Buliquei-me permalink
    26 Maio, 2009 11:01

    #6
    É da mesma fornada da MMG……….!

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  8. 26 Maio, 2009 11:15

    Um computador não tem de estar nos joelhos ou sobre a mesa. Pode estar no bolso. Com um PDA, pode-se ligar discretamente a uma rede que tenha os dados pretendidos e muito mais.
    A questão é o respeitinho pela instituição, bem cozinhado com fairplay.
    Por cá, o respeito pelas instituições democráticas ainda não atingiu a maturidade que há por lá.
    Ser antidemocrata, é ainda um infantilismo que grassa por aí.
    A minha tia Margareth, que é meia inglesa, diz aquilo por lá é tudo fachada. Nas costas, apunhalam-se uns aos outros… mas com fairplay.

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  9. olhão permalink
    26 Maio, 2009 11:23

    Em que repartição trabalhou? É por ouvir falar?
    Quanto à “tralha”, comentários para quê!

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  10. caramelo permalink
    26 Maio, 2009 11:29

    O nosso parlamento esteve centenas de anos sem computadores, sem a Helena alguma vez se ter lembrado de elogiar esse maravilhoso despreendimento. Quanto aos ingleses, andaram os seus deputados centenas de anos a encher o bolso à custa do contribuinte, sem que a Helena também alguma vez de lembrasse de os criticar. Aliás, corrijo, a Helena não sabia nem imaginava que pudesse haver tal coisa na gloriosa democracia inglesa, tal a sua fantástica superioridade… O mais engraçado é que se calhar grande parte dos deputados ingleses passam o tempo a brincar com os seus computadorzinhos de bolso.

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  11. Marafado de Buliquei-me permalink
    26 Maio, 2009 11:32

    #9

    Ficaria a saber tanto como eu …!!

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  12. 26 Maio, 2009 11:37

    Nesta política escatológica
    de aparência sofisticada,
    a tralha tecnológica
    fica profundamente estacada!

    O mundo da aparência
    enterra o essencial,
    profanando a coerência
    do discurso providencial.

    A janela virtual
    do ecrã do computador,
    torna, muitas vezes, habitual
    um mundo confrangedor.

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  13. jlcr permalink
    26 Maio, 2009 11:54

    Se os computadores estivessem desligados o Publico diria: “os nossos deputados não aproveitam os meios tecnológicos, revelam ignorância informática”. Enfim,´são os jornalistas que temos….

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  14. tapaporos permalink
    26 Maio, 2009 12:15

    Claro que o dinheiro dos computadores tinha sido muito melhor empregue na limpeza das piscinas, na desinfestação das toupeiras dos jardins das vivendas dos deputados ou no aluguer de filmes série x.

    Se fosse há uns anos não. Há uns anos o dinheiro dos computadores tinha sido mesmo bem empregue era na aquisição de perucas e de camisinhas de folhos e rendinhas para os deputados assumirem plenamente toda a responsabilidade, disponibilidade para o bem comum e ética monárquica.

    Sempre conhecemos o “pobrezinhos mas honestos”. A Helena vem acrescentar o “atrasadinhos”!.

    “Pobrezinhos, honestos e atrasadinhos”. É a estratégia Ferreira Leite no seu melhor.

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  15. Mr. Hyde permalink
    26 Maio, 2009 14:36

    A Helena Matos persiste na crítica avulsa e destemperada, a raiar a maledicência. Que desperdício! Não se lhe lê uma opinião fundamentada, uma ideia inovadora. Amiúde, ao lê-la, lembro-me do título de uma conhecida canção de Carly Simon.

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  16. 26 Maio, 2009 14:50

    “You’re So Vain”

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  17. 26 Maio, 2009 15:27

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  18. Marafado de Buliquei-me permalink
    26 Maio, 2009 15:45

    #14

    “Pobrezinhos, honestos e atrasadinhos”. É a estratégia Ferreira Leite no seu melhor.

    E foi a do Salazar durante quse 5o anitos ….

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  19. g.fm permalink
    26 Maio, 2009 17:16

    Não concordo com a inclusão da Drª Ferreira Leite nesta conversa. Tenho quase a certeza que para ela os computadores não são tralha. Veio, inclusive, anunciar que as campanhas eleitorais são para se fazer na Internet, dando graças a Deus pelo fim da era dos comícios.
    Quem me baralhou foi o candidato Paulo Rangel que se mostrou muito mais conservador: a propósito das propostas do PSD, em vez de nos indicar algum site onde as pudéssemos consultar, nos remeteu para os cartazes de campanha!

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  20. 26 Maio, 2009 18:22

    Pela 1ª vez concordo com Helena Matos. É espantoso observar o Jerónimo a questionar com toda aquela convicção comunista José Sócrates, e ver ao lado, António Filipe a Twuittar, assim como o Tiago, o Bruno Dias! O SG termina a intervenção e os camaradas batem palmas.

    Qualquer dia cantam a Internacional e nem se dão conta.

    ps. não é nada pessoal ou partidário. o ponto de vista dá para todos.

    ps2. Posso estar errado, mas o Bloco é quem twuita menos.

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