o moreira acaba de dizer que o governo perdeu credibilidade com a troca da localização do aeroporto da ota para alcochete, mas esqueceu-se que há subscritores do manifesto a 28 que defendiam a primeira localização.
Acabei de ouvir isso!! Pode ser a frase do ano, tendo em vista os tempos que correm. João Galamba (que não é economista) foi altamente elogiado pela “conhecedora” Clara Ferreira Alves no último eixo do mal.
Estes “economistas” devem ter arranjado o curso como o palhaço sokas. É lamentável que esta profissão esteja inundada de vendedores de banha da cobra e não haja quem ponha cobro a isto. A “Ordem” é uma fantochada, ainda por cima tomada de assalto pos um grupo de incompetentes, só interessados em encher os seus bolsos. Quotas? Vão pedindo…
Era bonito se a Ordem dos Médicos ou dos Advogados fosse como esta.
Os dois burros do “investimento público” devem ter feito estágio na Bulgária ou na Albânia nos anos 80.
Luís Nazaré é, não só um dos apparatchiks/amanuenses do regime desde Guterres e sobretudo de Sócrates, e continua como lambe-botas profissional, defende os seus interesses como assessor, promotor, consultor.
Leiam sff o meu comentário a propósito, no supra post de Mr. João Miranda sob o título “Jorge Coelho defende o interesse público”.
Luís Nazaré, depois de insultadíssimo em público (2003), por LFVieira, é agora SEU presidente da Assembleia Geral do SLBenfica !…
(Mas que porcaria de gente é esta ? Que raio de gente é essa, a votante, que apoia abusadores de poderes, no/s clube/s e nos ministérios ?)
Leiam o tal e meu comentário, sff, para compreenderem a antecâmara do que está em ‘equação’…
Luís Nazaré é um normal economista mas…com ‘boa imprensa’ ! E tem peculiar facilidade em insinuar-se perante quem quer que seja. Uma espécie de charmoso no mundo económico.
Não, nunca, seguido pelos melhores (como é óbvio), mas…tolerado. Precisamente pelo charme.
Os economistas são «metereologistas ao contrário».
Os metereologistas dizem o tempo que vai fazer amanhã; os economistas dizem o tempo que fez ontem.
É evidente que Rui Moreira ganhou o debate. Se, por manifesta infelicidade histórica, as grandes obras públicas avançassem, viriam decerto centenas de «metereologistas ao contrário», explicar o nosso tradicional atraso.
Muito obrigado.
6# e 7#
Não me admira nada que o J Galamba venha a enunciar o lançamento de um imposto no estrangeiro, sobre estrangeiros, para revitalizar a economia nacional.
Sobre a polémica dos manifestos, gostei de ler o provedor do jornal Público de Domingo a açoitar o seu inefável director, JMF, por falta de isenção.
Não vi o debate, mas parece-me que o João Galamba o ganhou claramente. 🙂
#27
O Rb diz-nos:
“parece-me que o João Galamba o ganhou claramente. 🙂 [o dabate]”
Mas não percebe que explicou antes porque pensa assim:
“Não vi o debate”
Uma coisa está na linha da outra. Mas não na cabeça do Rb, que não as coloca por ordem nem como consequentes, faz até precisamente o contrário. Não consegue perceber porque não sabe raciocinar, mas diz-nos que é verdade o que conclui sem perceber nem raciocinar. Portanto, é um crente, como todo o socialista que se preza.
Ao ver o debate, defrontei-me da parte do Luís Nazaré e do João Galamba com os mesmíssimos argumentos que outros apresentaram a favor do Euro 2004 e outros elefantes brancos.
1) Nenhum respondeu ao facto de os estudos serem contraditórios relativamente à procura no que concerne o TGV, o aeroporto e a terceira auto-estrada. A não ser que o número de viagens Porto – Lisboa triplique, não sei como é que o TGV não retirará passageiros à auto-estrada e aeroporto e vice-versa. Quanto a isso, silêncio absoluto.
2) Também um silêncio absoluto, relativamente à questão do crédito. Se a crise vai ser debelada nos próximos dois anos, no momento em que o Estado vai açambarcar grande parte do crédito existente no mercado, como é que isso não afectará a capacidade de investimento das empresas no período da retoma? E se a crise acabará nos próximos dois anos em que é que o programa de obras públicas ajudará a resolvê-la?
3) Se todos os países começam o TGV pelas ligações internas, por que razão se começa com a linha Lisboa – Madrid, para mais quando todos os estudos reconhecem que a mesma não é rentável e terá inúmeros prejuízos de exploração que serão suportados com os nossos impostos?
4) Em que momento é que se inverte o ónus da prova em matéria de investimento público de modo a que não tenham que ser os promotores do programa de obras públicas a justificar os investimentos um a um? Por outras palavras, porque não se faz a pergunta ao João Galamba e ao Luís Nazaré relativamente aos projectos dos quais estariam dispostos a abdicar? É que o pacote já é rejeitado pela maioria dos portugueses, vide as últimas sondagens.
Quem é esse gajo?
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Ana Lourenço, para debater os Manifestos põe a falar em primeiro lugar o subscritor do Manifesto-resposta e não original. Brilhante…
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Rui Moreira, apesar de estar em minoria, está a dar uma coça aos defensores da Despesa Pública
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o moreira acaba de dizer que o governo perdeu credibilidade com a troca da localização do aeroporto da ota para alcochete, mas esqueceu-se que há subscritores do manifesto a 28 que defendiam a primeira localização.
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o moreira é um potencial viegas.
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“Portugal precisa de gastar mais do que pode” – a frase da noite, by Galamba
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6 # CAA
Acabei de ouvir isso!! Pode ser a frase do ano, tendo em vista os tempos que correm. João Galamba (que não é economista) foi altamente elogiado pela “conhecedora” Clara Ferreira Alves no último eixo do mal.
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O Rui Tavares fez a barba, está irreconhecível
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O Nazaré quer ganhar mais umas coroas
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Rui Moreira 5
reino de castela 0
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Rui Moreira, apesar de estar em minoria, está a dar uma coça aos defensores da Despesa Pública – CAA
Confirmo. E tenho pena do João Galamba que, quanto mais fala, mais se enterra.
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com essa vitória por 5-0 espera-se que o comércio na cidade do Porto, dirigido por Moreira, seja um must!
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com essa vitória por 5-0 espera-se que o comércio na cidade do Porto, dirigido por Moreira, seja um must!
Quem sabe faz, quem não sabe ensina, quem não sabe nem uma coisa nem outra vai para director.
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De comentadores e analistas está o inferno cheio…
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o moreira deve ser mais outro não economista que assinou o documento dos 28 supostos economistas.
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Estes “economistas” devem ter arranjado o curso como o palhaço sokas. É lamentável que esta profissão esteja inundada de vendedores de banha da cobra e não haja quem ponha cobro a isto. A “Ordem” é uma fantochada, ainda por cima tomada de assalto pos um grupo de incompetentes, só interessados em encher os seus bolsos. Quotas? Vão pedindo…
Era bonito se a Ordem dos Médicos ou dos Advogados fosse como esta.
Os dois burros do “investimento público” devem ter feito estágio na Bulgária ou na Albânia nos anos 80.
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Luís Nazaré é, não só um dos apparatchiks/amanuenses do regime desde Guterres e sobretudo de Sócrates, e continua como lambe-botas profissional, defende os seus interesses como assessor, promotor, consultor.
Leiam sff o meu comentário a propósito, no supra post de Mr. João Miranda sob o título “Jorge Coelho defende o interesse público”.
Luís Nazaré, depois de insultadíssimo em público (2003), por LFVieira, é agora SEU presidente da Assembleia Geral do SLBenfica !…
(Mas que porcaria de gente é esta ? Que raio de gente é essa, a votante, que apoia abusadores de poderes, no/s clube/s e nos ministérios ?)
Leiam o tal e meu comentário, sff, para compreenderem a antecâmara do que está em ‘equação’…
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Luís Nazaré é um normal economista mas…com ‘boa imprensa’ ! E tem peculiar facilidade em insinuar-se perante quem quer que seja. Uma espécie de charmoso no mundo económico.
Não, nunca, seguido pelos melhores (como é óbvio), mas…tolerado. Precisamente pelo charme.
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É por causa desta gentalha-nos-corredores-dos-poderes, que está sociedade, este país, está como está !
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Aliás, nos próximos meses, veremos (por zapping) Nazaré várias vezes nas Tv’s…
Por que será ?, desde 03 de Julho ?
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A direita já arranjou um novo “bode expiatório”?
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Tenho uma teoria velha sobre os economistas:
Os economistas são «metereologistas ao contrário».
Os metereologistas dizem o tempo que vai fazer amanhã; os economistas dizem o tempo que fez ontem.
É evidente que Rui Moreira ganhou o debate. Se, por manifesta infelicidade histórica, as grandes obras públicas avançassem, viriam decerto centenas de «metereologistas ao contrário», explicar o nosso tradicional atraso.
Muito obrigado.
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6# e 7#
Não me admira nada que o J Galamba venha a enunciar o lançamento de um imposto no estrangeiro, sobre estrangeiros, para revitalizar a economia nacional.
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Caro Levi
7
Clara Ferreira Alves é uma “notária” que gosta de passar atestados de competência…
Aquilo destila “saber” por todos os poros…
Só Fernando Pessoa negou passar-lhe uma carta de recomendações , pelos serviços prestados na Casa do Poeta…
Santanete arrependida.
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“É evidente que Rui Moreira ganhou o debate.”
só se foi à lórença.
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#3 – “Rui Moreira, apesar de estar em minoria”
viu mal, eram dois assalariados da sic contra dois economistas.
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Sobre a polémica dos manifestos, gostei de ler o provedor do jornal Público de Domingo a açoitar o seu inefável director, JMF, por falta de isenção.
Não vi o debate, mas parece-me que o João Galamba o ganhou claramente. 🙂
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#27
O Rb diz-nos:
“parece-me que o João Galamba o ganhou claramente. 🙂 [o dabate]”
Mas não percebe que explicou antes porque pensa assim:
“Não vi o debate”
Uma coisa está na linha da outra. Mas não na cabeça do Rb, que não as coloca por ordem nem como consequentes, faz até precisamente o contrário. Não consegue perceber porque não sabe raciocinar, mas diz-nos que é verdade o que conclui sem perceber nem raciocinar. Portanto, é um crente, como todo o socialista que se preza.
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O que não falta em Portugal, são “loiras do regime”.
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Ao ver o debate, defrontei-me da parte do Luís Nazaré e do João Galamba com os mesmíssimos argumentos que outros apresentaram a favor do Euro 2004 e outros elefantes brancos.
1) Nenhum respondeu ao facto de os estudos serem contraditórios relativamente à procura no que concerne o TGV, o aeroporto e a terceira auto-estrada. A não ser que o número de viagens Porto – Lisboa triplique, não sei como é que o TGV não retirará passageiros à auto-estrada e aeroporto e vice-versa. Quanto a isso, silêncio absoluto.
2) Também um silêncio absoluto, relativamente à questão do crédito. Se a crise vai ser debelada nos próximos dois anos, no momento em que o Estado vai açambarcar grande parte do crédito existente no mercado, como é que isso não afectará a capacidade de investimento das empresas no período da retoma? E se a crise acabará nos próximos dois anos em que é que o programa de obras públicas ajudará a resolvê-la?
3) Se todos os países começam o TGV pelas ligações internas, por que razão se começa com a linha Lisboa – Madrid, para mais quando todos os estudos reconhecem que a mesma não é rentável e terá inúmeros prejuízos de exploração que serão suportados com os nossos impostos?
4) Em que momento é que se inverte o ónus da prova em matéria de investimento público de modo a que não tenham que ser os promotores do programa de obras públicas a justificar os investimentos um a um? Por outras palavras, porque não se faz a pergunta ao João Galamba e ao Luís Nazaré relativamente aos projectos dos quais estariam dispostos a abdicar? É que o pacote já é rejeitado pela maioria dos portugueses, vide as últimas sondagens.
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Caros,
O Nazaré, como sempre, a fazer-se desesperadamente ao tacho.
O Galamba, lunático com foguetório esquerdalho oportunista, a defender o “namorado” da “outra”.
O Rui, coitado, a falar sózinho para os despesistas, que têm que justificar a avença sem compreenderem que os tempos estão maus.
Foi um espectáculo curioso de se ver.
Digo eu…
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De vez em quando aprecem por aí uns cagões armados ao pingalheiro
É, é
Pois
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Pingarelho, rectifico
Pois
Ou ainda melhor
Uns intelectuais muito sofisticados muito folclóricos
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Ou como escrevia o outro
Com tanto burro mandando
Em homens de inteligência
Às vezes fico pensando
Que a burrice é uma ciência
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