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Portugal e competitividade

9 Setembro, 2009

De acordo com o Global Competitiveness Report 2009-2010 é o 9º país do mundo em qualidade das vias de comunicação rodoviárias, 23º nas vias de comunicação ferroviárias, 45º na qualidade dos portos e 49º na qualidade das infraestruturas aeroportuárias. Portugal é também 83º no défice das contas públicas e 113º em poupança nacional e 117º em dívida pública. Qual destes factores é que Portugal deve tentar melhorar para melhorar a sua competitividade?

68 comentários leave one →
  1. JHB permalink
    9 Setembro, 2009 12:40

    Nenhum. Basta legalizar o trabalho escravo, para maiores de 6 e até 90 anos de idade.

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  2. JHB permalink
    9 Setembro, 2009 12:40

    Acabava-se com os custos de mao de obra o rácio dava um salto.

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  3. 9 Setembro, 2009 12:42

    Depende do árbitro.

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  4. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 12:46

    Fuck them

    é não querer saber da competitividade para nada. O país não é uma equipa de futebol. Cada uma das pessoas tem de viver bem, não é o governo e o estado que tem de ganhar no ranking. São todos os portugueses. Era facil ficar em primeiro em competitividade. Era escravizar toda a gente e o estado ficava milionário e muito competitivo, tarbalhavam todos para as empresas a troco de batatas e massa.

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  5. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 12:47

    Ainda ontem ouvi uns com a lata de dizer que era demogagia falar em bonus dos gestores e não acham demagogia andar a dizer que é preciso diminuir os custos de trabalho para acompetitividade. Fuck them all

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  6. Nuno Oliveira Dias permalink
    9 Setembro, 2009 12:52

    A questão essencial não é tanto a competitividade, mas a da dignidade do nosso povo:

    “Nem só de pão vive o homem, senhor engenheiro”

    “José Sócrates está convencido de que não há ninguém mais belo do que ele. E é essa vaidade que o perde.

    “José Sócrates é um homem a quem não faltam qualidades para ser primeiro-ministro. Gosta do poder e não se envergonha disso. Despreza a conversa do político sacrificado ou do homem providencial. Trabalha horas sem fim e não se queixa. Deseja deixar a sua marca no País. É o primeiro-ministro que mais esforço fez para fazer avançar reformas essenciais desde Cavaco Silva. Aguenta a contestação da rua. Protege os seus ministros. Acredita sinceramente no que anda a fazer. E acima de tudo, está lá sempre, não desiste, não vira a cara, vai à luta, jamais abandona o barco. Ter um primeiro-ministro com capacidade de liderança, com perseverança e com coragem já é ter alguma coisa. Na verdade, é ter mais do que aquilo a que estávamos habituados desde Cavaco. Se me perguntassem: “entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, qual tem mais capacidade para desenvolver o País e o pôr a andar para a frente?” Eu não teria qualquer dúvida em responder: “José Sócrates.” E no entanto, jamais votaria nele nas próximas eleições.

    “Nem só de pão vive o homem”, responde um Jesus esfomeado ao diabo quando por ele está a ser tentado no deserto. Infelizmente, o alcance desta frase milenar (já vem do Antigo Testamento) está muito para além da arquitectura mental do senhor engenheiro. Então ele pensa: se eu me esforço, se eu faço, porque é que não sou admirado por isso? E é no labirinto desta pergunta que José Sócrates se perde, tal como a rainha na história da Branca de Neve ao olhar para o seu reflexo: “espelho meu, espelho meu, haverá alguém no mundo mais bela do que eu?” Sócrates está convencidíssimo de que não há ninguém mais belo do que ele, se não no mundo, pelo menos em Portugal. E é essa vaidade que o trai. Não falo, evidentemente, de o seu número de calças ser o mesmo de quando tinha 20 anos, como chegou a confessar ao Expresso. Falo, isso sim, da certeza das suas qualidades enquanto primeiro-ministro e do caminho que traçou para o País. Ele está tão certo, tão certo, que qualquer contestação é vista como uma afronta.

    “Daí esse enorme problema com a comunicação social e com o controlo da informação, que culmina agora no desastre da TVI. Para sermos justos, Sócrates tem razão em muita coisa: a comunicação social é demasiadas vezes demasiado incompetente e os timings do caso Freeport estão a ser manipulados (depois de meses sem notícias relevantes, eis que novos factos sobre o processo surgem milagrosamente em véspera de eleições). Mas os factos existem e só Sócrates finge não os ver. O desejo de silenciar existe e só Sócrates finge não o saber. É que ele acha que ser o melhor fornecedor de pão chega. Não chega. Felizmente, há ainda muita gente que não se dispõe a trocar um grama de liberdade por um par de carcaças.”

    Miguel Tavares

    DN 8/VIII/2009

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  7. anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 12:53

    Este Miranda passa o tempo a magicar a forma de denegrir o máximo possível este governo. Não é habitual colocar posts a dizer o que é bom, está ou foi bem feito.
    Por acaso o Miranda já se deu ao cuidado de verificar em que lugar está portugal no ranking dos países em que a riqueza produziada fica na mão dos patrões? Atenção disse patrões, não disse empresários. É só rapinagem.

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  8. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 12:59

    Amazing, os UK vai construir o tgv. Bolas que são imbatíveis e aposto que vão construir primeiro que Portugal e gastar muito menos dinheiro em estudos ( bbc.news)

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  9. jorge paulo permalink
    9 Setembro, 2009 13:01

    #4 Este anónimo é mesmo inteligente. Como deve ter um belo tacho e não precisa de trabalhar, e portanto ser competitivo, acha que ser-se bom no trabalho, é ser escravo. Infelizmente para este pobre país, ele não é exemplar único, há por aí muitos milhares como ele. São eles que votam no Sócrates, porque RSIs , e outras coisas no género, é que é bom. O pior é quando se acabar a mama, e já não houver dinheiro para pagar essas benesses. Se calhar estamos mais perto disso do que muita gente pensa. São eles que dizem gracinhas como: vale mais uma mão inchada do que uma “inchada” na mão.

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  10. aaaa permalink
    9 Setembro, 2009 13:08

    para quem nada entenda de economia diria que era a divida publica, mas vejamos: se o pais apostar tudo num so factor, os outros factores ficam com necessidade de investimento, logo vai descer no ranking.
    eu, e no meu ponto de vista acho que todos os factores sao importantes, quero dizer uns dependem dos outros; por isso acho que so atravez da conjugaçao de todos os factores se consegue obter melhorias. o defice orçamental pode ser combatido de outras formas. nem so cortando na despesa redicalmente e aumentando os impostos se combate o defice.

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  11. José Manuel Santos Ferreira permalink
    9 Setembro, 2009 13:12

    De quantos países estamos a falar ????

    23º; 45ª 113º; 117ª ????

    Mas só agora que mos qualificados no mundo estamos aflitos ???
    De quê ????
    Não somos um país à beira mar plantado ???
    Keep cool, be happy

    Votem Sócrates se querem que o porta aviões se mantenha à deriva

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  12. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 13:13

    #10 e se não se concentar nesse factor daqui a pouco ainda está pior do que com a outra solução. É para isso que caminhamos: só quando estivermos com a forca na garganda é que damos o grito: “ó tio!”.

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  13. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 13:13

    foi o louça que fechou a caixa de comentários do amorim.

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  14. anti-comuna permalink
    9 Setembro, 2009 13:21

    Neste país só se discutem barbaridades, como as nacionalizações. Glup!

    Mas este governo foi bem identificado pelo La Porta e cia.:

    Click to access Qualilty_Govt_JLEO.pdf

    Se tivermos em conta que os recursos depois são canalizados para maus investimentos (como têm sido ao longo dos últimos 40 anos, mas em especial após a entrada na CEE), é natural que depois o nosso crescimento económico seja fraco. (Cole, Rebel, e cia., 2007)

    É espantoso como os nossos cainesianos são completamente ignorantes sobre este tipo de matérias. Talvez conheçam o Minsky mas não devem conhecer muito mais. Infelizmente.

    anti-comuna

    PM Isso, invistam em mais auto-estradas, TGVs, aeoroportos e demais paternáfila do Culto da Carga. Mas o que é certo, é que se a américa saiu da Grande Depressão dos Anos 30, não foi graças ao Culto da Carga mas à elevada poupança durante o decorrer da Segunda Guerra Mundial. Mas no entanto, poucos se interessam pelo factor poupança, para elevar o crescimento económico. Glup! Continuam crentes no Culto da Carga.

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  15. anti-comuna permalink
    9 Setembro, 2009 13:46

    Para os crentes no Culto da Carga e perceberem porquê que nunca mais sairemos da crise, enquanto a Poupança não for declarada uma prioridade nacional:

    Click to access articles%5CAEFTheMarginalProductivityOfDebt.pdf

    Mas não a poupança para PPRs, como o BE defende, mas que o Louçã não sabe defender. Os PPRs são um dos maiores roubos feitos ao Estado e aos investidores de que há memória.

    A Poupança tem que ser direccionada para investimentos rentáveis. Não rent seeking ou derivados.

    O próximo governo devia:

    Isentar fiscalmente todos os rendimentos da Poupança, sejam eles de acções, obrigações, depósitos bancários, etc.

    Modificar o IRC, de molde a que o investimento seja dedutível nos na matéria colectável..

    Enquanto a Popupança e o Investimento, privado, não forem as verdadeiras prioridades, de nada vale estarem a gastar dinheiro. É dinheiro deitado fora e penalizador da eficiência económica. Leia-se, criador de pobreza.

    anti-comuna

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  16. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 13:47

    historias da competitividade dos estados. Berlin 1936. O travesti Dora era impossível enganar alguém , mas lá foi.

    Berlin 36, due out this week, recounts how Gretel Bergmann was tipped for Olympic glory but was bumped off the German team at the last minute for fear that a gold-medal winning Jewish athlete would embarrass Hitler.
    Instead, her “weird” room-mate Dora Ratjen competed. Dora gained only fourth place, but caused controversy two years later when a doctor discovered “she” was actually a he.

    http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8241631.stm

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  17. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 13:49

    Horst Ratjen himself said he was forced into it by the Nazis “for the sake of the honour and glory of Germany”.
    “For three years I lived the life of a girl. It was most dull,” he is reported as saying in 1957

    O que os estados fazem para competir

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  18. Paulo permalink
    9 Setembro, 2009 13:50

    outros dados não referenciados

    Time required to start a business – 9
    Inflation – 5

    e o mais valioso de todos os indices:

    Infant mortality – 3

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  19. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 13:57

    De acordo com o mesmo relatório, Portugal é o 104º país em qualidade de ensino de matemática e ciências…

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  20. jorge paulo permalink
    9 Setembro, 2009 14:00

    Acabei de ler agora declarações de Carlos Laje, presidente da CCDRNorte, que afirma que aquela comissão pode continuar “como estrutura técnica” depois da regionalização. Quer dizer: manteem-se os tachos que já lá estão, e entretanto arranjam-se mais uns quantos milhares, tudo à conta do orçamento. É o Partido Socialista no seu explendor: tudo à conta do Estado, nada para fazer crescer o País. É mais uma achega para nos ajudar a perceber porque é que estamos cada vez mais pobres.

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  21. Paulo permalink
    9 Setembro, 2009 14:01

    Judicial Independence

    Portugal -45
    Spain – 60
    Italy – 93
    France – 42
    Slovenia – 51
    Greece – 61

    Mais um factor de apoio à tese da manelita. É só democracias asfixiadas!

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  22. Anti-Chulos permalink
    9 Setembro, 2009 14:12

    Segundo esse relatório Portugal está na 48ª posição no item de “ambiente de negócios” e na 80ª de pagamentos de taxas e impostos.

    Curioso notar que as repúblicas ex-soviéticas da Ásia Central, saídas há pouco do regime de economia planificada comunista, tais como a Arménia, Geórgia (esta em guerra com a Rússia), a Quirguizia e o Azerbeijão estão à frente de Portugal.

    Portanto hoje em dia é mais fácil fazer negócios, investir, trabalhar e produzir na Quirguizia (que fica no fim do mundo) do que nesta merda deste país!!!

    E anda a palonçada das televisões a discutirem quem ganhou ontem o debate: se foi o inginheiro ou se foi o pregador-geral da república…

    PQPS!

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  23. anti-comuna permalink
    9 Setembro, 2009 14:14

    Dois gráficos interessantes, que valem que mais mil palavras.

    Produção industrial americana, durante os Anos 30:

    Após a forte contracção, seguiu-se uma recuperação, até 1937. Mas é estranho que a prod. industrial começa a gripar novamente quando entram em velocidade cruzeiro os programas governamentais de estímulo público, do Roosevelt.

    Mas em 1939 começa a Segunda Guerra Mundial, o rearmamento surge nos USA. E a produção industrial começa a recuperar.

    Mas os Gloriosos 30 Anos só foram possíveis por dois importantes motivos: Poupança e maiores rendimentos dos casais com a participação feminina no mercado de trabalho, iniciada quando os homens estavam em combate.

    Mas foi a Poupança que permitiu limpar o elevado endividamento criado até 1929 e alavancar a procura interna, via consumo e investimento, sobretudo após 1947, data que se pode dizer como aquela que marcou o fim da Depressão dos Anos 30.

    Eis o gráfico, que vale mais que um milhão de palavras:

    O que se passa agora é cometer alguns dos mesmos erros do Roosevelt. Pensar que por si só, os gastos públicos estimularão o crescimento económico. Ora, o Japão dos últimos 20 anos mostrou que de nada vale criar “Nowhere Bridges”, sem elevar a Poupança.

    Em Portugal cometemos o mesmo erro. Quantas mais auto-estradas, pior o nosso crescimento económico. Quanto mais alto o nosso endividamento, mais pobreza. Quanto mais pobreza, piores as condições políticas. E quanto piores as condições sociais e politicas… Glup!

    anti-comuna

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  24. JHB permalink
    9 Setembro, 2009 14:15

    A solucao é descentralizar a administracao e reduzir a burocracia. Nem é preciso mexer no resto.

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  25. anti-comuna permalink
    9 Setembro, 2009 14:32

    Aparentemente o mundo parece respirar de alivio, perante o fim das quedas vertiginosas na actividade económica.

    No entanto, há imagens por si só dizem muito mais que mil discursos:

    In http://market-ticker.denninger.net/

    O crédito ao consumo está a sofrer um colapso, nunca antes visto. A taxa de desemprego americano, usando os mesmos critérios dos Anos 30, ronda os 19%. Todas as semanas há bancos que vão à falência nos USA. As default rates estão em constante crescimento. E a produção industrial apenas parou de cair.

    Isto é um sinal que a crise ainda não acabou. Longe disso, a crise ainda está para lavar e durar. Pode ser que a Europa consiga aguentar melhor o colapso americano do que pensamos. Mas com o dólar em queda acelerada e o euro a subir bastante, nós, portugueses, só temos que inverter a actual política económica suicida e estúpida e rezar para que não sejamos arruinados por uma eventual segunda vaga de bancarrotas.

    Mas só nos safamos se mudamos de agulhas. Com esta rota, vamos mas é a caminho de precipicio. Glup!

    anti-comuna

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  26. visto de fora permalink
    9 Setembro, 2009 14:36

    Noticia do DN:

    “Relatório da OCDE diz que Portugal é o terceiro país da União Europeia em que os alunos mais pagam nas instituições públicas.

    Portugal é o terceiro País da União Europeia (UE) – entre 19 comparados – com propinas mais altas nas universidades públicas, revela o relatório “Education at a Glance” da OCDE, divulgado ontem.

    De acordo com o estudo, apenas quatro países da UE cobram valores anuais acima dos 759 euros. E só Reino Unido (instituições apoiadas pelo Estado) e Holanda ultrapassam as médias nacionais. Sete países comunitários não cobram mesmo qualquer verba.

    Em Portugal, a quase totalidade das universidades e politécnicos públicos aplica actualmente a propina máxima de 972,14 euros. E segundo dados do Ministério do Ensino Superior, as receitas das instituições com a sua cobrança subiu de 184 para 254 milhões de euros anuais entre 2005 e 2008.

    Os cálculos da OCDE não contemplam incentivos estatais como a acção social escolar e as bolsas que, em Portugal, permitem isentar um número significativo de estudantes destes pagamentos.

    O relatório, baseado em dados de 2006, coloca em 1,4% do PIB o investimento público português em ensino superior (incluindo apoios a privados), acima da média de 1,3% da OCDE. Também no que diz respeito ao não-superior, os 3,7% do PIB estãom 0,2% acima da média da organização.

    Pela positiva, relativamente a Portugal, o relatório destaca também os aumentos das taxas de conclusão do básico e secundário, e o crescimento dos diplomados do superior em 7%, entre 1998 e 2006. Um valor muito acima da média da OCDE (subiu 4,5%).

    Em termos globais Portugal continua, no entanto, com um atraso significativo. Menos de 15% dos adultos dos 55 aos 64 anos, e de 50% no grupo dos 25 aos 34, concluíram o secundário.”

    Ver também o seguinte post:

    http://paramimtantofaz.blogspot.com/2009/09/e-agora-paga-se-falta-de-memoria.html#linksse a falta de mem�ria…

    A memória é curta neste meu Portugal de que todos nós continuamos à espera…curta porque todos aqueles (com poder para tal) teem telhadinhos de vidro e nada fazem ou nada decidem porque o espírito portuga do deixa andar lhes garante um sorriso matinal reflexo no espelho meu espelho meu, há alguém mais esperto do que eu!!!

    O que isto precisa é de um R E S E T !!!

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  27. Marafado de Buliquei-me permalink
    9 Setembro, 2009 14:36

    Porra pra isto !

    Então, não temos a Srª de Fátima que nos livra de todos os males e de todos os problemas ? Huuuuuuuuuuuummmmmm !

    Espero que a Srª nos livre da asfixia democrática, porque se a velha ganha…… Fuck them e então é que imigro pra Badajoz !

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  28. 9 Setembro, 2009 14:37

    Habituem-se a quê?

    Quando na noite em que o PS festejava num hotel lisboeta a vitória com maioria absoluta nas últimas eleições legislativas, António Vitorino, com aquele ar absolutamente injustificado de confiança infalível em si mesmo, ameaçou os jornalistas presentes com a forma verbal “Habituem-se!”.
    Passados quatro anos seria interessante perguntar a António Vitorino: “habituem-se a quê?” À pressão sobre a comunicação social exercida pelo partido e pelo Governo? À manipulação de informação? À incompetência? Ao oportunismo? À desorientação política? Ao esforço de ascensão do PS àquilo a que se chama noutras paragens Partido Hegemónico? Ao empobrecimento do País?
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/
    Era esta a nova era que o Dr. Vitorino anunciava?

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  29. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 14:45

    “A 13ª Vara Cível de Lisboa deferiu hoje a providência cautelar apresentada pelo casal McCann, pais de Maddie – desaparecida na praia da Luz em Maio de 2007 – no sentido de proibir a venda do livro de Gonçalo Amaral, ex-inspector da Polícia Judiciária, que defende a tese de que seriam os pais os responsáveis pelo desaparecimento e morte da criança”

    gonçalo “o asfixiado”

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  30. 9 Setembro, 2009 14:51

    Isto, por exemplo,

    45º na qualidade dos portos e 49º na qualidade das infraestruturas aeroportuárias

    é escandaloso.

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  31. 9 Setembro, 2009 14:55

    Acho que acima de tudo o grande défice do nosso país está ao nível de consciencia social (que infelizmente o WEF ainda não consegue medir). Tudo o resto são consequências deste problema. A classe politica manifestamente fraca, o chico-espertismo (fuga aos impostos, economia paralela), a falta de educação do cidadão comum, etc, etc.
    Como se pode pensar em oferecer um serviço de saúde gratuito se os cidadãos não compreendem que este apenas deve ser usado em situações de pura necessidade? Ou bons subsidios de desemprego se apenas permitirão aos seus benefíciarios uma maior acomodação à “boa vida”? Não se pode. Então o que se faz? Criam-se diplomas fantasma (novas oportunidades e afins) de forma a, pelo menos, dar-mos a entender que somos um país de formados. Nem que seja ao Domingo.

    Não, deveriamos regressar às bases e investir a fundo em educação social e consciencialização cívica. E para isso, políticos, orgãos de comunicação social e sociedade em geral devem começar a dar o exemplo. Eu de minha parte, tento tanto quanto posso. Não é muito mas é o que tenho…

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  32. lucklucky permalink
    9 Setembro, 2009 14:57

    A Espanha vai explodir dentro de uns meses…

    “Por acaso o Miranda já se deu ao cuidado de verificar em que lugar está portugal no ranking dos países em que a riqueza produziada fica na mão dos patrões? Atenção disse patrões, não disse empresários. É só rapinagem.”

    Que mentalidade de escravo…
    Que tal o Trabalhador abrir uma empresa para concorrer com o Patrão incompetente e rapinador?
    É sempre mais fácil do que competir com um Patrão competente e que pague mais ao trabalhador…

    Parece que não sabe o que quer dizer competitividade. Significa competir doh! Mas nas cabeças duras dos Socialistas e Comunas é como se não existisse. Percebe-se porquê perdiam a vossa estrutura de poder caso as pessoas começassem a competir.

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  33. 9 Setembro, 2009 15:04

    O problema é a pança e não a poupança.

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  34. TricPro-Madeira permalink
    9 Setembro, 2009 15:11

    Se me perguntassem: “entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, qual tem mais capacidade para desenvolver o País e o pôr a andar para a frente?” Eu não teria qualquer dúvida em responder: “José Sócrates.” – Miguel Tavares

    como o passado assim o demonstra, não é verdade…

    “Os resultados da política económica antes da crise são claros:

    De 2005 a 2008 Portugal cresceu todos os anos claramente abaixo da União Europeia. Temos vindo a empobrecer em termos relativos desde 2005. O crescimento potencial da economia desceu para menos de 1%, o mais baixo da União.

    De acordo com o World Economic Forum, Portugal perdeu competitividade. Passámos do 24º lugar do ranking internacional em 2004 para o 43º lugar em 2008.

    Apesar desta evolução, as empresas aumentaram o seu endividamento, assim como as famílias. O endividamento das empresas passou de 110% do produto interno bruto em 2004 para 140% em 2008 e o das famílias, de 80% para 96% do PIB.

    O endividamento externo também aumentou todos os anos ao longo desta legislatura. O défice externo, que foi de 6,1% do PIB em 2004, passou para 10,5% em 2008 e o endividamento externo de 69% do PIB em 2004 para 97,2%. O país viveu assim sempre acima das suas possibilidades, apesar do fraco crescimento económico.

    Desde 2007, o país tem tido sempre mais de 400 mil desempregados, sendo a taxa de desemprego superior a 7%, apesar da promessa eleitoral de criação de 150 mil novos empregos.(…)”

    http://www.ionline.pt/conteudo/17808-a-politica-economica-desastrosa-socrates

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  35. Zananga permalink
    9 Setembro, 2009 15:17

    «O jornal i fez, ontem, o levantamento de algumas das exportações portuguesas durante o Governo de José Sócrates. Fez o levantamento, sim: aqueles negócios levantaram voo. Com a Venezuela (em quatro anos, quintuplicaram), Angola (triplicaram), Argélia (quadruplicaram), Rússia (triplicaram), Líbia e China (em ambas, quase duplicaram) e Jordânia (quase triplicaram)… Esse sucesso foi acompanhado (e, em alguns casos, foi motivado) por uma diplomacia económica em que os governantes não se importaram de fazer de caixeiros-viajantes. Nesses destinos há um país muito importante (Angola, já o quarto comprador) e outros são mercados tentadores (bastava lá estar a China). Eis, pois, um balanço extraordinário – mas que merecia discussão, agora que julgamos quem nos governou nos últimos quatro anos. Todos aqueles países são susceptíveis de crítica (mais uns que outros) sobre o seu comportamento democrático. Eu digo que sim, há que fazer esses negócios – e, daí, eu achar bons os resultados conseguidos. Mas gostaria de saber se isso divide os partidos. Gostaria que na campanha se discutisse política. E não hipóteses de primos, hipóteses de asfixias e tricas sobre carros oficiais.» [Diário de Notícias]

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  36. Marafado de Buliquei-me permalink
    9 Setembro, 2009 15:25

    javascript:;

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  37. anti-comuna permalink
    9 Setembro, 2009 15:28

    Para os que não entendem o que se está a passar no mundo, aconselho vivamente que assistam a dois videos.

    Um, mostra o quanto de perverso chegou o actual sistema político e económico americano:

    http://link.brightcove.com/services/player/bcpid1184614595?bctid=31539231001

    Mas o mais importante e que já é um dos mais populares, que andam de mão em mão, polvilhando as caixas de correio electrónico dos americanos, é um video que não se pode deixar de ver e meditar nele:

    Este video foi metido esta noite no youtube. Mas já é um sucesso popular, com apelos à revolta popular, à desobediência civil e à revolução.

    Um dos mais importantes elementos para uma revolução política é o alarme social derivado da descrença nas instituições políticas do país devido á elevada discrepância de rendimentos, entre pobres e ricos.

    Os USA estão a conhecer o maior desnível de rendimentos entre pobres e ricos, desde há dezenas de anos. Com os actuais políticos, que tiram dinheiro dos contribuintes para dar e salvar os ricos, o alarme social está a subir imenso nos USA. Daó o surgimento do tipo de videos que eu mostrei aqui. O primeiro video foi realizado por uma conhecida estação de televisão inglesa. O segundo video, por uma desempregada e endividada americana.

    Estão reunidas as condições para uma revolta social sem precendentes nos USA. E com esta crise social, política e económica, o dólar cai a pique. Vamos ver até onde e até quando.

    Como o Obama está a ser um flop, talvez venha aó mais uma guerra, para desviar as atenções e fazer com que a população esqueça um bocado a vida miserável que têm.

    O futuro é complicado.

    anti-comuna

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  38. tina permalink
    9 Setembro, 2009 15:46

    Excelente post JM. Confirma que os benefícios de um TGV para Portugal não são assim tão importantes. E por tão pouco retorno, o governo PS está disposto a endividar ainda mais o país por muitas gerações futuras. Uma atitude assim leviana mostra que no fundo o governo não se preocupa nada com o país nem com os portugueses. Aposto que em estádios de futebol, Portugal vem em 1º lugar. Não admira assim que estejamos em 117 em dívida pública.

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  39. anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 15:59

    O que se passa no mundo não interessa nada aos governantes do rectângulo.O Pinho é que sabia do que falava quando dizia aos chineses para virem investir em Portugal.Mão de obra ao preço da chuva.E ainda faltam nacionalizar os alunos ilegais das escolas, estes mandarem vir a família até primo afastado e aí sim.Estamos competitivos.Até seremos capazes de nos comer uns aos outros e não como o Vale de Almeida quer…

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  40. tina permalink
    9 Setembro, 2009 16:03

    “Mas os factos existem e só Sócrates finge não os ver. O desejo de silenciar existe e só Sócrates finge não o saber. É que ele acha que ser o melhor fornecedor de pão chega. Não chega. Felizmente, há ainda muita gente que não se dispõe a trocar um grama de liberdade por um par de carcaças.”

    Por aqui se vê que Miguel Sousa Tavares é um mau analista da realidade. Acima de tudo é a falta de resultados concretos que faz o país duvidar de Sócrates. Para além de todos os indicadores económicos estarem péssimos, na prática há milhentas de outras situações que não funcionam por causa deste governo. Muitos problemas que tentou resolver, só conseguiu piorar. Educação, reabilitação urbana, simplex (IVA), etc. Por isso, para começar Sócrates nem sequer é o melhor fornecedor de pão. MST devia informar-se em vez de apenas escrever as coisas que lhe vêm a gana.

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  41. tina permalink
    9 Setembro, 2009 16:12

    “Todos aqueles países são susceptíveis de crítica (mais uns que outros) sobre o seu comportamento democrático.”

    Mas existem ainda algumas dúvidas sobre como Sócrates procedeu erradamente, especialmente depois de ver como Chavez reprime aqueles que se querem manifestar contra o governo? No fundo esses ditadores agradecem que alguém lhes vá lamber os pés. Finalmente, alguém que não se importa de se mostrar com eles em público e que podem ser usados para “mostrar” aos outros.

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  42. oraporra permalink
    9 Setembro, 2009 16:17

    #36
    anti-comuna

    “Como o Obama está a ser um flop, talvez venha aó mais uma guerra, para desviar as atenções e fazer com que a população esqueça um bocado a vida miserável que têm.”

    Vida miserável criada por dez anos de saque dos capitalistas ao povo americano. Com o beneplácito George Bush!

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  43. Hevel permalink
    9 Setembro, 2009 16:58

    Para a próxima legislatura, o partido que nomear para o Governo, os comentadores do Blasfémias, terá o meu voto. Depois, bem depois, eu emigro.

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  44. 9 Setembro, 2009 17:00

    A Tina não atina mesmo… o Miguel Tavares do DN não é o MST…

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  45. Salvador permalink
    9 Setembro, 2009 17:43

    este post acerta na mouche. é esta a questão.

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  46. 9 Setembro, 2009 18:17

    Não sou o melhor gestor do mundo, mas parece-me óbvio que, dadas as nossas circunstâncias, potencialidades e caracterísitcas geográficas, as prioridades seriam:

    1 – Portos Marítimos
    2 – Dívida Pública

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  47. NP66 permalink
    9 Setembro, 2009 18:35

    Competitividade? Hein? O que sei é que vivemos mal e porcamente… mesmo depois de uma maioria absoluta que teve nas mãos tudo o que precisava para fazer do povo português um povo mais feliz. Mas é verdade que vejo gajos felizes: o Jorge Coelho é um deles!

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  48. 9 Setembro, 2009 18:52

    O problema não está em saber “qual”, mas sim “como”.

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  49. Amonimo permalink
    9 Setembro, 2009 18:54

    .
    Toda a gente que o problema está nos Custos Fiscais, essa “vaca sagrada” para os Dirigentes dos Partidos funcionàrios publicos.
    .
    Quando é que a Comunicação Social publica a percentagem de politicos que são funcionàrios publicos de profissão e que estão a concorrer às eleições ? Porque não faz o mesmo com os que são Minitros e Secretários de Estado deste e dos outros Governos ?
    .
    Daria muitissimo perto dos 100%.
    .
    Eis a razão pela qual apregoam que o problema dos “custos de produção” e dos “preços incompetitivos internos e externos da Economia Nacional” são os “custos do trabalho=ordenados” quando são com verdade os “custos fiscais e de impostos”.
    .
    E os lorpas dos Empregados e Empregadores (as Empresas, o tecido economico português, o aparelho produtivo em Portugal)papam bacoradas destas que pagam com o seu empobrecimento e falência continua.
    .
    É o unico problema nacional a discutir em eleições. Todos os outros são simples consequência. Money, money meus amigos é o que se discute nas eleições embora travestido e escondido em retóricas, grandes principios, cabalas & maledicências, peixeiradas, vitimizações, explicações de especialistas, opiniões de altas autoridades, saida da recessão e tretas até dizer chega.
    .
    Setembro, a porta da invernia.
    .

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  50. lucklucky permalink
    9 Setembro, 2009 19:01

    “Como se pode pensar em oferecer um serviço de saúde gratuito”

    Só esta frase é um manual de um certa maneira de pensar.
    Não há nada gratuito! Os gastos com a saúde estão descontrolados e são insustentáveis. Uma parte desses gastos só foi possível com uma dívida cada vez maior.

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  51. Amonino permalink
    9 Setembro, 2009 19:47

    .
    Onde se lê “Toda a gente que o problema está nos Custos Fiscais” deve ler-se “Toda a gente SABE que o problema está nos Custos Fiscais, essa “vaca sagrada” para os Dirigentes dos Partidos funcionàrios publicos”.
    .
    E acrescento que bimbalhões são autorizados pelos seus Partidos a falarem com estas “ferraduras”:
    .
    “Mas como é que resolvia (resolvia ou assume perante o País resolve ?) o problema do Desemprego em Portugal ? Resposta, “com acções de formação profissional e trá-lá-lá com efeitos a MEDIO PRAZO”. Mas estes gajos estão a falar de quê ? Do desemprego hoje ? Sabem lá o que é o medio prazo ? Há quem saiba mas estes não de certeza absoluta.
    .
    A questão é: como se propõem resolver os problemas que os Cidadãos, Familias e Empresas ^têm HOJE e que não solucionados pelos GOvernos senão não existiam hoje ?
    .
    Setembro a porta da invernia.
    .

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  52. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 20:01

    Este Miranda passa o tempo a magicar a forma de denegrir o máximo possível este governo. Não é habitual colocar posts a dizer o que é bom, está ou foi bem feito.
    Por acaso o Miranda já se deu ao cuidado de verificar em que lugar está portugal no ranking dos países em que a riqueza produziada fica na mão dos patrões? Atenção disse patrões, não disse empresários. É só rapinagem.

    O Miranda tal como muitas outras pessoas, eu próprio, até foi defensor do Sócrates no primeiro ano e talvez mais. Leia o histórico do Blasfémias e perceberá que assim foi. Infelizmente o Socratismo acabou numa mãe cheia de nada e a outra mão cheia de merda, infelizmente mesmo muita, para além de que qualquer pessoa sadia poderia imaginar.

    Que quer que agora estas pessoas como eu façam ?

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  53. Amonino permalink
    9 Setembro, 2009 20:23

    .
    E vamos lá por agora aos “custos fiscais e de impostos”:
    .
    Quando se fala de “custos fiscais e impostos”, além das vigarices que a Lei vigarizando qualquer Cidadão e Empresa (e são muitas, nada contra funcionalismo do fisco, apenas nenhum politivo ‘vê’ quando escrevinham as leis),
    ,
    quando falamos de “custos fiscais e de impostos” nos CUSTOS DE PRODUÇÃO das Empresas (ou seja o que vulgarmente é conhecido pelo preço de venda ao publico cá ou no estrangeiro) não falamos SÓ de IRC. Isso é treta de ‘politico-lideres partidários-funcionário publico de profissão’.
    .
    da Empresa, do tecido produtivo Português-aparelho produtivo em Portugal, que sai o MONEY sobre a forma de salários (custos do Trabalho) para cada Empregado depois pagar os seus IRS, IVA, Imposto sobre Combustiveis, IMI, Esgotos e Senamento, Imposto Automovel, Segurança Social etc.
    .
    E aqui joga o essencial: não há concerteza qualquer hipotese de aumentos salariais ao contrario do que a ala sindicalista do PS já começou cantou.
    .
    ó há uma hipotese para com o MESMO SALARIO aumentar o PODER DECOMPRA dos salários: baixa geral de todos os Impostos à força de baixa equivalente das despesas do Estado. Aqui os Funcionários Públicos assustam-se. Mas são exactamente eles que sabem onde os Governos mal gastam o dinheiro pago pelo Tecido Produtivo Português. Basta falarem, manter os actuais conluios é a muito curto prazo não haver dinheiro até para os que vivem do Estado.
    .
    Se calhar ainda volto ao tema sobre as vigarices politicas que se passam no IRS, IRC etc. E são muitas. Então na ‘Justiça Fiscal’ é um tratado de charlatões. Todos os Cidadãos, Familias e Empresas sabem por experiência propria do que falo. A que creio nem valer a pena pois toda a gente sabe e foi vitima.

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  54. A. R permalink
    9 Setembro, 2009 20:24

    Obviamente, e para ser primeiro em alguma coisa, apostamos mais em vias de comunicação rodoviárias e ferroviárias pois estamos quase no topo.

    Depois elegemos o jovem Mário Soares para bater o Sandro Pertini

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  55. Amonino permalink
    9 Setembro, 2009 20:40

    .
    E não estamos a alinhar em romances das ‘dificuldades das pequenas e médias empresas”. Isso é outra treta de quem se julga ser “gente grande”. As grandes Empresas são as que entram mais depressa em rotura de tesouraria (bancarrota) quando as pequenas e medias empresas entram em encerramento ou empobrecimento. Sobrevivem depois artificialmente e de forma insustentada. Credito bancário, vendas ao Estado, vulgo investimento publico com os impostos e garantias dos Cidadãos etc. E nesta Crise nada disto vai sobreviver. É um adiar de irresponsaveis que nem dura meia duzia de anos.
    .
    É este simples xadrez que está em jogo HOJE se alguém é patriota e construtivo.
    .
    Declaração de interesses: sem vaidade, por isso sou anonimo, fui a primeira em Portugal a esclarecer o porquê da Crise, quanto ia demorar. como tornà-la mais curta em Portugal, como proteger os Portugueses do actual empobrecimento etc enquanto toda a gente andava a dizer asneirada de alto a baixo.
    .
    Só para que conste.
    .

    Para que conste

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  56. anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 21:07

    Anonimo
    #52
    Por acaso gostaia de me responder a esta questão? Ficaria grato assim como outros leitores
    …já se deu ao cuidado de verificar em que lugar está portugal no ranking dos países em que a riqueza produziada fica na mão dos patrões? Atenção disse patrões, não disse empresários. É só rapinagem.

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  57. Anonimo permalink
    9 Setembro, 2009 21:12

    #52,
    sem qualquer ‘bota-abaixo”, para se perceber melhor o alcance poderia esclarecer qual a diferença entre “patrão” e “empresário” ?
    .

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  58. Anonimo permalink
    9 Setembro, 2009 21:19

    .
    Por exemplo fazer isto a fundo em Portugal:
    .
    Calderón suprime tres ministerios para ahorrar 6.000 millones de dólares.
    El presidente de México prescinde de Turismo, Reforma Agraria y Función Pública después del relevo del fiscal general y los cambios en otras carteras
    http://www.elpais.com/articulo/internacional/Calderon/suprime/ministerios/ahorrar/6000/millones/dolares/elpepuint/20090908elpepuint_16/Tes
    .
    Aparece dinheiro ‘como terra’ para uma FORTE BAIXA GERAL DE IMPOSTOS. Porque não se fez nem se faz nem nenhum Partido fala disso nestas eleições ?
    .
    É tudo MONEY, money …… até ver e enquanto há ……
    .

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  59. José Manuel Santos Ferreira permalink
    9 Setembro, 2009 21:22

    Por estas e por outras vou começar a ler o arquitecto do Sól

    É mau arquitecto, é mau jornalista, é teimoso, é burro, é aldrabão, mas é muito sério naquilo que faz

    Outros podem ser ultras na investigação mas são umas bestas na informação

    So long

    VOTEM SÓCRATES

    Depois não há tio, primos, mãe, babuínos, e outros cagasenteças que vos valham se quiserem isto quieto
    Governo vs corporações
    Vão vê-los aos pulos

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  60. tina permalink
    9 Setembro, 2009 22:12

    “A Tina não atina mesmo… o Miguel Tavares do DN não é o MST…”

    Assim se explica como esta crónica parecia MST no seu pior.

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  61. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 23:15

    «O jornal i fez, ontem, o levantamento de algumas das exportações portuguesas durante o Governo de José Sócrates. Fez o levantamento, sim: aqueles negócios levantaram voo. Com a Venezuela (em quatro anos, quintuplicaram), Angola (triplicaram), Argélia (quadruplicaram), Rússia (triplicaram), Líbia e China (em ambas, quase duplicaram) e Jordânia (quase triplicaram)…

    Não surpreende de forma alguma. Estados corruptos fazem negócios com Estados corruptos, não há complicações dos estados democráticos com regras, concursos e deveres. Vejam a triangulação de empresas portuguesas, construtoras, petrolíferas, etc, entre Portugal, Angola e Venezuela, e os lideres políticos que estiveram envolvidos nas mesmas. Até o Mário Soares andou a dar uma ajuda na Venezuela aqui há uns tempos. Lembram-se ?

    O que é estranho é a maioria dos portugueses não entenderem o nível de total putrefacção a que chegámos. Pior ainda, é haver por aqui brigadas a defender isto, Serão pagos ? Só pode !

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  62. Anónimo permalink
    9 Setembro, 2009 23:21

    Atenção disse patrões, não disse empresários. É só rapinagem

    Está a falar de quais patrões ? Aquelas centenas de milhar que todos os dias vêm a vida a andar para trás, a ver a Pescanova a receber 40 milhões € subsidios (ou a IKEA) para construirem ou produzirem aquilo que os “patrões” portugueses não podem ?

    Estará a falar dos patrões das empresas “maravilha”, constantemente apresentadas como sucesso do país mas que ganham contratos fabulosos do Estado a maioria das vezes dispensando concurso público

    Está a falar dos patrões das empresas como a JP Sá Couto ? Que facturam centenas de milhares de computadores vampirizando o mercado e arruinando milhares de outros “patrões”, computadores pagos por todos nós sem nunca terem passado por um simples concurso público ?

    É desses patrões que fala ? Se for, parabéns então.

    Ass: Um “patrão”, que dá emprego a 12 pessoas, mas que não tarda muito atira o tapete ao chão e manda este país de corruptos para o caralho !

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  63. permalink
    10 Setembro, 2009 03:21

    Esta é claramente A PERGUNTA que eu faço à esquerdalhada: Qual destes factores é que Portugal deve tentar melhorar para melhorar a sua competitividade?

    E agora qual vai ser a resposta?
    Que “casos” é que vão nomear?
    Que nacionalizações é que me vão falar?

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  64. Anónimo permalink
    10 Setembro, 2009 14:45

    #57 e 62

    Para mim patrão é aquele indivíduo que tem pessoas a trabalhar para ele e a empresa é como uma coutada.Serve para tirar dela quanto mais dinheiro melhor não se importando se tem contas em dia com os seus fornecedores ou empregados!A consciência social não existe.Os empregados são muitas vezes tratados como servos da gleba. E há aos milhares espalhados pelo país. Uma boa parte vota habitualmente no CDS ou no PSD.
    Empresário é aquele indivíduo que investe a riqueza gerada pela sua empresa. Infelizmente não há tantos empresários com patrões. Já houve menos, mas estão a aumentar! Nesta classe já existe alguma consciência e responsabilidade social. Habitualmente o empresário vota CDS ou PSD.
    O atraso do país também se deve ao excesso de patrões e o défice de empresários.

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  65. Amonimo permalink
    10 Setembro, 2009 19:07

    #65,
    não concordo com as suas teses de “santos & pecadores”, “culpados de atraso do país” e “consciência social” aplicam-se a papel quimico também a Empregados, Professores, Funcionários Publicos, Leiteiros, Economistas, Politicos, Medicos, Jornalistas, Advogados, Modistas, Catedráticos, Pedreiros, Artistas, Ministros, etc. Sabe porquê ? Porque há bons e maus seres humanos em todos os Povos, Paises e Tempos.
    .
    As excepções não fazem a regra excepto se especular. Não fica bem fabricar “bodes-expiatòrios” que agradam ou para vitimizar interesses sejam quais forem.
    .
    São publicas indemnizações de despedimento, pensões anuais, salários de quem não é patrão muitissimo superiores ao que 90% dos empresarios PME nem de longe conseguem de lucro liquido num ano ? Já reparou que Portugal tem um tecido economico miseravel em rendimentos para Empregados e Empregadores ? Como preconiza construir um razoavel aparelho produtivo nacional que dispare o poder de compra dos Cidadãos, Familias e Empresas em Portugal ?
    .

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  66. anónimo permalink
    11 Setembro, 2009 12:43

    #66

    Meu Caro

    Acho que fui claro dizendo: “O atraso do país TAMBEM se deve ao excesso de patrões e o défice de empresários.”
    E evidente que há muitos elementos que contribuem patra o atraso deste pobre país rico em chico espertismo.

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  67. Amonino permalink
    11 Setembro, 2009 15:04

    #67,
    .
    Não duvido d sua intenção, mas muito claro não foi. Cadê os outros ?
    .

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