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Discursos claros, como por cá não há (e depois queixem-se)

8 Outubro, 2009

Nem todas as concretizações serão excelentes ou sequer acertadas, mas a ideia política de base parece não apenas correcta, como absolutamente necessária:

«Don’t get me wrong, I have no illusions. If win this election, it is going to be tough. There will have to be cutbacks in public spending, and that will be painful. We will need to confront Britain’s culture of irresponsibility and that will be hard to take for many people. And we will have to tear down Labour’s big government bureaucracy, ripping up its time-wasting, money-draining, responsibility-sapping nonsense. (…)

Labour say that to solve the country’s problems, we need more government.

Don’t they see? It is more government that got us into this mess.

Why is our economy broken? Not just because Labour wrongly thought they’d abolished boom and bust. But because government got too big, spent too much and doubled the national debt.

Why is our society broken? Because government got too big, did too much and undermined responsibility.

Why are our politics broken? Because government got too big, promised too much and pretended it had all the answers. (…)

Do you know the worst thing about their big government? It’s not the cost, though that’s bad enough. It is the steady erosion of responsibility. (…)

So no, we are not going to solve our problems with bigger government. We are going to solve our problems with a stronger society. Stronger families. Stronger communities. A stronger country. All by rebuilding responsibility.

The clearest sign of big government irresponsibility is the enormous size of our debt.

If we win the election, we will have to confront Labour’s debt crisis, deal with it, and take the country with us. I want everyone to understand the gravity of our situation.

Our national debt has doubled in the last five years and our annual deficit next year will be over £170bn.

That’s twice as big as when we nearly went bankrupt in the 1970s. It is a massive risk to our economy. If we spend more than we earn, we have to get the money from somewhere.

Right now, the government is simply printing it. Sometime soon that will have to stop, because in the end, printing money leads to inflation. Then the government will have to borrow it.

But we’ll only be given the money if lenders are confident we can pay it back. If they’re not, we’ll have to pay higher interest rates and that could stop our economic recovery in its tracks. (…)

The truth is, it’s not just that big government has failed to solve these problems. Big government has all too often helped cause them by undermining the personal and social responsibility that should be the lifeblood of a strong society.(…)

Excuse me? Who made the poorest poorer? Who left youth unemployment higher? Who made inequality greater?

No, not the wicked Tories. You, Labour: you’re the ones that did this to our society.

So don’t you dare lecture us about poverty. You have failed and it falls to us, the modern Conservative party to fight for the poorest who you have let down. (…)

So it is time to shake things up. We need to redistribute power and responsibility. It’s your community and you should have control over it. So we need decentralisation. It’s your money and you should know what is being done with it. So we need transparency. It’s your life that’s affected by political decisions and the people who make those decisions should answer to you, so we need accountability. (…)
For the past few decades, something strange has been happening on the left of British politics. People who think of themselves as progressives have fallen in love with an institution that no one elects, no one can remove, and that hasn’t signed off its accounts for over a decade.

Indeed even to question these things is, apparently, completely beyond the pale. Well, here is a progressive reform plan for Europe.

Let’s work together on the things where the EU can really help, like combating climate change, fighting global poverty and spreading free and fair trade.

But let’s return to democratic and accountable politics the powers the EU shouldn’t have.»

David Cameron, líder do Partido Conservador britânico.

37 comentários leave one →
  1. Manolo Heredia permalink
    8 Outubro, 2009 19:30

    As políticas definidas para Portugal pelos Credores da Dívida mandam apertar o cinto. E isso só se faz sem grande alarde social atacando os privilégios de muita gente que anda por aí de Mercedes quando não produz sequer o suficiente para andar de Renault Clio. Milhares de funcionários públicos estão a reformar-se aos 60 anos com mais de 2500 euros por mês, muitos deles professores que ascenderam aos escalões máximos de remuneração sem qualquer entrave, só por antiguidade.
    Numa palavra: Os Credores da Dívida Portuguesa impõem uma política de Estado Social para Portugal. Se o PSD quiser “alternar” no Poder, tem que aceitar fazer esta política, e para isso tem que convencer os tais senhores a mudar de viatura, e convencer os professores a… e os juízes a… etc.. É o que o Sócrates anda por aí a fazer!

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  2. balde-de-cal permalink
    8 Outubro, 2009 19:35

    o “animal feroz” vai continuar
    a dizer mal do governo anterior

    castigos
    morrer empalado
    merda em boca

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  3. Anónimo permalink
    8 Outubro, 2009 20:55

    Dont get me wrong
    If I come and go like fashion
    I might be great tomorrow
    But hopeless yesterday

    Dont get me wrong
    If I fall in the mode of passion
    It might be unbelievable
    But lets not say so long
    It might just be fantastic
    Dont get me wrong

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  4. Anónimo permalink
    8 Outubro, 2009 21:09

    ganda táctica, cheque em branco, dá para tudo e ainda pode dar brinde no fim. fixe, fixe era explicar o preço e o qual é o óleo de raciocínio.

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  5. âmendoa Amarga permalink
    8 Outubro, 2009 21:31

    Nota-se no Cameron a influência do estilo “tough” and straight to the point” do Churchill.

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  6. Anónimo permalink
    8 Outubro, 2009 21:47

    #7 – estilo leiteira, mas do abalozinho nem referência. a política das tias é branquear as sub primas e não assumirem a maternidade dos abortos que deram para adopção.

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  7. Eduardo F. permalink
    8 Outubro, 2009 22:40

    Notável a peça transcrita. Como gostaria de a ter lido escrita por um político português.

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  8. Critico permalink
    8 Outubro, 2009 23:36

    Belo texto,cá por terras lusas o drama é o mesmo, ou melhor aidna mais agravado,uma vez que os papões ainda continuam no activo e hão de continuar e com a responsabilidade a que se habituaram- nenhuma

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  9. Rxc permalink
    8 Outubro, 2009 23:43

    Eduardo, sabe bem que não pode. Olhe o que a esquerda diz de Portas por este afirmar que o RSI representa, em muitos casos, um subsídio à preguiça. Um discurso desses em Portugal seria primeiramente incompreendido pela esmagadora maioria e depois o autor seria trucidado pela “intelligentsia” que tão bem sabe viver à sombra do Estado, que tudo pode e tudo quer.

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  10. Anónimo permalink
    9 Outubro, 2009 00:02

    acho que está na altura de pedir sacrificios mas é aos funcionários da “empresa” à beira da falência : lay off na função pública. se a Irlanda pode…
    aliás , é do mais injusto que nenhuma crise se faça sentir nessa malta. assim até eu era do Bloco , sob a asa protectora de leviatã.

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  11. Eduardo F. permalink
    9 Outubro, 2009 00:02

    Rxc,

    Bem sei que este é um “discurso impossível” em Portugal. Em condições normais.

    Mas creio, sem fantasiar, que a situação económico e financeira a 3/4 anos será tal que, assim haja intérpretes à altura que prossigam com o reinício da credibilidade que o consulado MFL possibilitou, poderá vir a ser possível fazer um discurso destes e, de seguida, concretizá-lo em actos. De governo.

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  12. Ourisso permalink
    9 Outubro, 2009 00:32

    Gostei muito e se soubesse inglês ainda gostava mais.

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  13. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 00:50

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    De facto um discurso fortissimo. Notável. São politicos de alto nivel na mais velha Democracia do Mundo dum lado e dos outros do espectro patidário. Dei comigo a pensar se os ploiticos é que se chamam a si próprios politicos ou se realmente há politicos ou discurso partidário em Portugal.
    .
    Claro que é possivel este modelo avançado de discurso politico em Portugal. Claro que seria um sucesso junto dos Cidadãos, Familias e Empresas. Não há é ‘unhas’ para o fazerem nem coragem para deixarem quem é capaz do fazer subir aos Poderes. O resto são tretas, bandalheira e desculpas de mau pagador. É obvio que isto vai acabar muito mal para os politicos do “bota-abaixo”
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  14. XWEZ permalink
    9 Outubro, 2009 00:58

    Prepara-se o corte do subsídio de natal da função pública ou o pagamento do vencimento em títulos do tesouro resgatáveis em 2013.

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  15. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 02:06

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    That’s why ID cards, 42 days and Labour’s surveillance state are so utterly unacceptable and why we will sweep the whole rotten edifice away.
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    Discurso completo:
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    http://www.conservatives.com/News/News_stories/2009/10/~/link.aspx?_id=0A2285759FA94EC29C9B37E9A106E916&_z=z
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  16. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 02:18

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    Ou haver lideres da Direita no PSD-CDS a proporem por exemplo esta prática politica aos Portugueses ?
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    Our parliament used to be a beacon to the world. But the expenses scandal made it a laughing stock.

    We apologised to the public, paid back the money that shouldn’t have been claimed……and published all our expenses online to help stop this happening again.

    We’ve led the way in other areas too……MPs’ pay and pensions, cutting the cost of politics. But let me make something clear – this is not over.

    We are just starting the job of building the new politics we need. Because the anger over expenses reflected something deeper. The sense that people have been left powerless by big government.
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  17. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 02:21

    .
    Ou este:
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    We need to redistribute power and responsibility. It’s your community and you should have control over it……so we need decentralisation. It’s your money and you should know what is being done with it……so we need transparency. It’s your life that’s affected by political decisions and the people who make those decisions should answer to you, so we need accountability.
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  18. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 02:33

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    Ou este que é um tabu em Portugal:
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    But if there is one political institution that needs decentralisation, transparency, and accountability, it is the EU.

    For the past few decades, something strange has been happening on the left of British politics. People who think of themselves as progressives have fallen in love with an institution that no one elects, no one can remove, and that hasn’t signed off its accounts for over a decade.

    Indeed even to question these things is, apparently, completely beyond the pale. Well, here is a progressive reform plan for Europe.

    Let’s work together on the things where the EU can really help, like combating climate change, fighting global poverty and spreading free and fair trade.

    But let’s return to democratic and accountable politics the powers the EU shouldn’t have.

    And if we win the election, we will have as the strongest voice for our country’s interests, the man who is leading our campaign for a referendum, the man who will be our new British Foreign Secretary: William Hague.
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  19. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 02:40

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    Ou vindo do PSD ou do CDS este:
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    Family, community, country.

    Recognising that what holds society together is responsibility……and that the good society is a responsible society. That’s what I’m about – that’s what any government I lead will be about.

    The problems we face are big and urgent. Rebuilding our broken economy……because unless we do, our children will be saddled with debt for decades to come.

    Mending our broken society……because unless we do, we will never solve those stubborn social problems that cause the size of government to rise.

    Fixing our broken politics……because unless we do, we will never reform public services……never see the strong, powerful citizens…who will build the responsible society that we all want to see.
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    Depois arengam para aí um caixote de razões e de culpas para perceberem porque perderam o Governo nas ultimas eleições legislativas … Falta de PROJECTO ALTERNATIVO, SOLUÇÕES DIFERENTES, INOVAÇÃO e REVOLUÇÃO PACIFICA EM PORTYGAL. E por este andar a travessia do deserto vai durar mais uns 10 anos.
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  20. 9 Outubro, 2009 06:52

    Torie propaganda.
    Falta o contraditório do Labour.
    Depois há o contexto de uma cultura democrática com um sumo que por cá não há.
    Ainda estamos numa fase em que os democratas estão verdes e azedos, num terreno onde as ervas fascistóides abundam.

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  21. Anónimo permalink
    9 Outubro, 2009 08:11

    don’t get me wrong, prefiro os pretenders ao cameron, como sócrates. palhaços da desgraça há por todo o lado e se for em inglês de terno às riscas, mais apreciado se torna da parolada nacional. por cá temos carreira 6, dos restauradores olex à desgraça, via socorro.

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  22. tina permalink
    9 Outubro, 2009 09:00

    O discurso que há por cá é que o orçamento estava finalmente consolidado. Depois o défice sobe para 5,9% (no mínimo!) e a UE inicia um processo contra Portugal. Dizem então que a culpa foi da crise e que não somos os únicos a não cumprir o défice. Mas há aqueles países que cumpriram o défice e não foram necessariamente os mais ricos. Se as nossas contas estavam consolidadads como é que ao primeiro abanão é a derrocada total?

    O discurso que há por cá em Portugal, o país que está rapidamente a transformar-se num dos mais pobres da Europa, é que precisamos de gastar milhões de euros em obras megalómanas para desenvolver a economia. Já viram Burkina Farso a gastar milhões de dólares burkinos para construir uma auto-estrada de 6 vias para desenvolver a economia? Não? Pois, mas essa é a figura que nós vamos fazer com o TGV de Sócrates.

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  23. tina permalink
    9 Outubro, 2009 09:04

    “Falta o contraditório do Labour”

    ahahaha, que tem o Labour para dizer? Basta olhar o défice e a dívida externa britânica, tudo disparou sob o seu governo tal e qual como com o governo de Sócrates. Vocês são mesmo um zero à esquerda!…

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  24. 9 Outubro, 2009 09:57

    Notável.

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  25. Anónimo permalink
    9 Outubro, 2009 10:32

    Não se pode comparar a força da economia privada britânica com os negócios “protegidos” da nossa classe empresarial. Um corte brutal na despesa pública em Portugal feita à pressa e insensata, iria multiplicar os problemas “surdos” sociais que grassam nas periferias da Grande Lisboa e do Grande Porto.Não temos economia privada sustentável para amortecer algo semelhante que o UK irá provavelmente fazer se o Cameron ganhar as eleições.
    É verdade que as reformas dos funcionários públicos são elevadas, mas quem é que fez essas leis? Os membros do regime que beneficiam também delas.Basta ver certos ex-governantes ou ex-administradores de empresas públicas a defenderem com unhas e dentes as suas reformas milionárias com base nos descontos efectuados. E os funcionários públicos também não os fizeram? Há erros do passado, que têm que corrigir os problemas do passado, mas afectando também aqueles que decidiram no passado.
    Em suma, um discusso destes só seria possível num Portugal diferente, não vale a pena escamotear as coisas com apreço por uma realidade que não é a nossa. E para chegar a esse Portugal, outras prioridades se alevantam.

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  26. Ricardo Sebastião permalink
    9 Outubro, 2009 11:36

    Para quando um discurso destes por um líder do PSD???

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  27. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 11:46

    DIVIDA EXTERNA:
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    So we have three choices.
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    -Option one: we can just default on the debt. Not pay it. Other countries have done that in the past. But I don’t think anyone in this country wants to go down that road.
    .
    -Option two: we could encourage inflation, which would wipe out the value of the debt, making it easier to pay off. But that’s not just an economic disaster – it’s a social disaster too. It doesn’t just wipe out debts, it wipes out people’s hard-earned savings.
    .
    -So we have the third option – for me the only option. We must pay down this deficit. The longer we leave it, the worse it will be for all of us.
    .
    I know there are some who say we should just wait. Don’t talk about the deficit. Don’t even plan for what needs to be done. Just wait. Don’t they understand – it’s the waiting that’s the problem.
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    The longer we wait for a credible plan, the bigger the bill for our children to pay. The longer we wait, the greater the risk to the recovery. The longer we wait, the higher the chance we return to recession.
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    Here’s the most obvious reason we can’t wait. The more we wait, the more we waste on the interest we’re paying on this debt.
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    We’re spending more money on the interest on our debt than on schools. More than on law and order, more than on child poverty.
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    So I say to the Parties and the Trades Unions just tell me what is compassionate, what is progressive about spending more on debt interest than on helping the poorest children in our country ?

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  28. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 11:50

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    ECONOMIA-EMPRESAS:
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    Cutting back on big government is not just about spending less. Getting our debt down means getting our economic growth up.
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    Let’s be clear where growth will come from. Not big government, with its Regional Development Agencies and National Investment Corporations but entrepreneurs. New businesses, new industries, new technologies.
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    I get enterprise. I worked in business for seven years. And let me tell you what I learned during that time.
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    Complicated taxes, excessive regulations they make life impossible for entrepreneurs.
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    What are you doing to make it easier to start a business? Easier to take people on? What are you doing to make regulation less complicated? To make locating a business here more attractive?
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    This is what it means.
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    It means the man who’s lost his job and his confidence saying yes, I can set up on my own, I can take responsibility, there’s nothing to stop me.
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    It means the people he takes on, who thought they were written off, thinking yes I’ve got another chance and I can provide for my family again..
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    There are entrepreneurs everywhere – they just don’t know it yet. Success stories everywhere – they just haven’t been written yet. We must be the people who release that potential.
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  29. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 11:57

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    SERVIÇO NACIONAL DE SAUDE (NHS):
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    So we have to reform welfare and strengthen families. But when I think of my family, in the end there’s only one thing that matters and that is that the people I love are healthy and well.
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    My family owes so much to the National Health Service. No, it is not perfect. But I tell you, when you’re carrying a child in your arms to Accident and Emergency in the middle of the night and don’t have to reach for your wallet it’s a lot better than the alternative.
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    So we will never change the idea at the heart of our NHS, that healthcare in this country IS FREE at the point of use and available to everyone based on need, not ability to pay.
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    But that doesn’t mean the NHS shouldn’t change. It has to change because for many people, the service isn’t good enough. Mostly, that’s not the fault of those who work in the NHS.
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    The fault lies with big government. With their endless targets and reorganisations, they have tried to run the NHS like a machine.
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    But it’s not a machine full of cogs. It is a living, breathing institution made up of people – doctors, nurses, patients.
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    We’re going to give the NHS back to people. We’ll say to the doctors: those targets you hate, they’re gone.
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    But in return, we’ll do more for patients. Choice about where you get treated. Information about how good different doctors are, how good different hospitals are.
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    Information about the things that really matter, cancer survival times……the rate of hospital infections……your chances of surviving if you have a stroke.
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    We will give doctors back their PROFESSIONAL RESPONSABILITY.
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    But in exchange they WILL BE SUBJECT TO PATIENT ACCOUNTABILITY. That’s why we can look the British people in the eye and SAY THIS PARTY IS THE PARTY OF DE NHS, NOW, TODAY, TOMORROW, ALWAYS.
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    A Direita e o capitalismo Portugueses têm medo disto ???
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  30. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 12:00

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    EDUCAÇÃO-ESCOLAS:
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    To build a responsible society we need to teach our children properly. I come at education as a parent, not a politician.
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    When I watch my daughter skip across the playground to start her first term in year one, I want to know that every penny of the education budget is following her and the other children into that school and that classroom.
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    So when I see blowing hundreds of millions on so-called “curriculum development” on consultancies, on quangos like the QCDA and BECTA like every other parent with a child at a state school I want to say:
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    This is my child, it’s my money, give it to my headteacher instead of wasting it in Whitehall.
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    But it’s not just about money. It’s about values. We know that discipline is vital but we overrule head teachers when they exclude a disruptive pupil.
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    We know that every child has different abilities and different needs but too often we put them all in the same class so the brightest aren’t stretched and those who are struggling fall behind.
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    We know that competitive sport is important but we’ve had minister after minister promising it and nothing ever happens.
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    Discipline. Setting by ability. Regular sport.
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    These are all things you find in a private school. Not because the Government tells them to do it, but because it’s what parents want. Why can’t parents in state schools always get what they want?
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    With us, they will, because our reforms will create more good schools and more school places. Yes, our plans will increase competition – and no, that is not a dirty word. It means that when a good new school opens down the road, the other ones around it will want to improve. Big government has totally failed in state education and with Michael Gove we will get the radical change we need.
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    A Direita e o capitalismo Portugueses têm vergonha deste disto ?
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  31. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 13:28

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    PENSÕES (savings=poupanças=contas bancáias a prazo etc)
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    Our savings are making no money.
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    “If one of us dies we cannot afford to stay in our home.
    This lady doesn’t want pity. Pensioners don’t want pity. They just want to know that if they’ve lived responsibly, they’ll be looked after in their old age.”
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    Parties have been talking about raising the pension in line with earnings for years. But it never happens.
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    Well let’s be the party that finally makes it happen. Because of the difficult choice we’ve made on the pension age we’ll be able not just to deal with our debt but to raise the basic state pension in line with earnings. Not just for one year, but for every year.
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  32. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 13:33

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    FAMILIA:
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    I believe that a stable, loving home is the most precious thing a child can have. Society begins at home. Responsibility starts at home. That’s why we cannot be neutral on this.
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    But it’s not just about money. It’s also about emotional support, particularly in those fraught early years before children go to school.
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    But making the country more family-friendly is not just about what government does. Responsibility goes much wider. It’s about what we all do. It’s about the way we live.
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    Why aren’t we building homes with enough room for a family to sit round a table and actually eat a meal together?
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    It’s about our culture. Why do so many magazines and websites and music videos make children insecure about the way they look or the experiences they haven’t even had?
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    And it’s about our society. We give our children more and more rights, and we trust our teachers less and less. We’ve got to stop treating children like adults and adults like children.
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    It is about everyone taking responsibility. The more that we as a society do, the less we will need government to do.

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  33. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 13:35

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    SETEMBRO, a nossa porta da ‘invernia’ :
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    O preço da onça ouro passou os 1000 USD. Mostra o estado agonizante da Economia mundial, dos aparelhos produtivos nacionais e regionais. Sinaliza a chegada da DEPRESSÃO.
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    Na passada 3ª Feira a onça do ouro bateu este recorde enquanto o dólar desvaloriza estando a ser escrutinado o seu papel como divisa global no negócio mundial do petróleo. Este recorde ultrapassou os 1.030 USD de Março quando o Banco de investimentos Bear Stems entrou em falência.
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    Os sinais são claros. O pós melltdown financeiro “Lehman” começou. Desta vez a DEPRESSÃO é real.
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    Nesta 2ª fase da Crise são lesivos e sem sentido fundamentalismos fiscais especulativos para suposto Controle das Contas Publicas. Ou fanatismos sobre a Divida Externa. Não são Tempos para ‘politicas talibã’ de governação. Ou de “asterixes” embasbacados á espera que o céu lhes caia na cabeça.
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    Requer a antecipação de Estadismo através de forte baixa geral de impostos, baixa da idade de reforma, amnistia fiscal e reforma fiscal taxando só Consumo abolindo o resto dos impostos e contribuições da S Social/ADSE/CNP,
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    sob pena de empobrecimento geral mais acelerado e falência da universalidade dos Direitos Sociais à Saúde, Educação, Subsídios de Desemprego e Pensões
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    Admitir políticos desconhecidos e governantes inovadores que são capazes de revolucionar pacificamente Portugal.
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    Apenas ‘simplex’ a sério: SABER O QUE FAZER, COMO FAZER e ser capaz de FAZÊ-LO.

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  34. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 13:39

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    Sem tecido produtivo lucrativo em Portugal só há mais desemprego, mais impostos para sustentar o desemprego, menos colecta fiscal incluindo na Seg Social, mais pobreza, menos classe média e média-alta etc.
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    Mais hara-kiri nacional. O País continua a comer-se a si próprio por dentro. Sem soluções. A questão prioritária é da Economia, sustentar as Empresas actuais e atrair novas nacionais e estrangeiras. Não é de Finanças Publicas. Estas têm muito por onde reduzir despesas.
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    Só se estanca a actual Crise nacional com uma forte baixa geral de impostos, baixa da idade de reforma para deixar novos postos de trabalho para desempregados e jovens, amnistia fiscal e reforma fiscal taxando só Consumo abolindo o resto dos impostos e contribuições da S Social.
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    Não surge outra forma ou modelo para reacender mais poder de compra dos Cidadãos, Famílias e Empresas. Facto é que até hoje ninguém foi capaz de apresentar aos Cidadãos soluções para resolver um Futuro diferente do presente. A Governação não pode continuar a tratar os adultos como crianças nem as crianças como adultos.
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    Além da critica de costumes e ‘do diz mal para se pôr em bicos de pé incapaz de propôr nada da novo ou velho’, sempre salutar mas inócua para resolver os problemas portugueses, alguém tem outra forma ou modelo ou projecto nacional para apresentar além do que expus ?? Venham elas, gostaria de lê-las.
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  35. Amonino permalink
    9 Outubro, 2009 13:58

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    Aqui estão os tais Programas Politicos numa folha A4 que preconizei antes da Campanha para as Legislativas em vez de romances florentinos cheios de rodriguinhos linguisticos que só servem para encher o ego de quem os escreve ou fala. Inócuos.
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  36. 10 Outubro, 2009 00:44

    Um bom discurso (possivelmente o melhor dos 3 li’deres nestas 3 semanas de confere^ncias partida’rias), mas o cameron e’ tipo obama 🙂

    ainda na~o sa~o governo e ja’ propuseram 17 novos quangos (basicamente, institutos completamente unaccountable cujos cargos sa~o de nomeac,a~o poli’tica), um dos cancros inventados pelo labour, e’ praticamente certo que va~o subir os impostos, na~o falaram ainda numa u’nica privatizac,a~o, e ja’ disseram que iam igualar os planos de investimento do brown ate’ 2011.

    economicamente os libdems te^m um discurso (e propostas) mais ‘a direita que os tories, o que so’ por si diz tudo. a minha esperanc,a e’ que os tories tenham pelo menos a coragem de desmantelar o edifi’cio de vigila^ncia construi’do pelo labour e repo^r todas as liberdades individuais que foram destrui’das pelos fdp no poder ha’ 12 anos.

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