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A rede tentacular

4 Novembro, 2009

Despesa do Estado bate recorde e já ultrapassa metade do PIB

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14 comentários leave one →
  1. ABC permalink
    4 Novembro, 2009 09:29

    E esta cambada prepara-se para fazer mais auto-estradas, TGV’s, Aeroporto de Alcochete…
    Só a tiro!!!

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  2. Rxc permalink
    4 Novembro, 2009 09:38

    ABC, não se sente bem consigo mesmo, ao saber que os nossos impostos são tão bem geridos por tão ilustres líderes? Imagine, o custo do TGV (estímulo fundamental para a economia e opção estratégica infalível, segundo o profeta António Mendonça) deverá ser o dobro do anunciado, pelo que a economia nacional irá beneficiar a dobrar de tamanha “visão estratégica”. Só podemos esperar dias gloriosos.

    O último que apague as luzes e feche a porta…

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  3. Doe, J permalink
    4 Novembro, 2009 11:51

    ABC disse
    “E esta cambada prepara-se para fazer mais auto-estradas, TGV’s, Aeroporto de Alcochete…”

    Pois está claro. Já lá diz a DECO que quando se está endividado até à ponta dos cabelos o caminho a seguir é continuar a aumentar a divida o mais exponencial e rapidamente possível.

    Falidos por falidos ao menos que se caia em grande e assim sempre se fica, no final quando os credores começarem a bater à porta, com umas memorias porreiras daqueles breves instantes em que se fez vida de milionário sem ter capacidade para mandar cantar um cego.

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  4. 4 Novembro, 2009 12:31

    É o monstro… Enquanto não houver um levantamento tipo “não pagamos! não pagamos! não pagamos! não pagamos!” isto não pára.

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  5. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:40

    E isto sem guerra colonial…

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  6. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:41

    Quer-se dizer existem várias guerras coloniais mas a mais custosa é mesmo cá dentro…

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  7. Eduardo F. permalink
    4 Novembro, 2009 12:45

    Permitam-me repristinar um meu comentário sobre este tema num outro post.

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  8. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:46

    “Reconstruimos” na Líbano, no Kosovo, no Afeganistão,”pregamos” nas costas da Somália e educamos/sustentamos 1000000 cá dentro por “afectos” coisa que nem mereceu nas últimas eleições nennhum reparo a ninguém…

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  9. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:47

    E os chinenes que foram avisados já no tempo do Pinho para virem que isto andava com mão de obra barata e os gajos só atacam em restaurantes e lojas dos 300…

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  10. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:48

    Nisso e numas candongas tabagísticas…

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  11. indígena permalink
    4 Novembro, 2009 12:49

    E atenção que na Somália é mesmo “pregar aos peixinhos”…

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  12. lucklucky permalink
    4 Novembro, 2009 13:07

    E nas despesas não estão incluídas as Empresas Públicas. Só o valor de 10% de dívida do PIB está metido nas Estradas de Portugal

    “Falidos por falidos ao menos que se caia em grande e assim sempre se fica, no final quando os credores começarem a bater à porta, com umas memorias porreiras daqueles breves instantes em que se fez vida de milionário sem ter capacidade para mandar cantar um cego.”

    Sendo assim seria preferível um Ferrari para cada família.

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  13. Doe, J permalink
    4 Novembro, 2009 14:05

    lucklucky disse
    “Sendo assim seria preferível um Ferrari para cada família.”

    Fraco! E complicado no pós-trambolhão já que as famílias não vão ter dinheiro para o parquímetro. 🙂
    O que está previsto a esse respeito é uma carruagem de TGV por família.
    E não é facultativa a aceitação da viagem já que de outro modo não se chega nem perto dos 9,4 milhões de passageiros/ano que o Eng. Karamba previu/mandou. 😉

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  14. BOM SENSO permalink
    6 Novembro, 2009 03:06

    .

    Para os 10 milhões/ano os tugas têm que andar diariamente no TGV. Mas depois não há ninguém para fazer as refeições (OU OS TUGAS PASSAM FOME NA VIAGEM?).
    Há uma solução: os tugas viajam diariamente no TGV e obtêm-se os €10,000,000; O restante das necessidades do povo, importa-se.
    Como não há mais nada para fazer deixa de ser preciso o chamado pilim.

    Nuno

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