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Regionalização?

11 Novembro, 2009

Com a questão da Regionalização recolocada na agenda política, pelo menos aqui pelo Norte, e ao fim de tantos e tantos depoimentos, verifica-se que a maioria dos defensores da regionalização não sabem o que querem. Dizem que a Regionalização é um processo, uma utopia – ou seja, não sabem o que é.
Uma das honrosas excepções parece ser o Eng.º Carlos Brito, finalmente convertido à regionalização. No seu recente livro “Regionalização – uma questão de coragem” vem defender um modelo óbvio, a extensão das autonomias dos Açores e Madeira às novas regiões do continente, a criar.
É claro que isto implicaria desmantelar o estado central e acabar com os Ministérios da Saúde, da Educação, da Segurança Social e tantos outros, pelo menos tal como os conhecemos. De facto, uma questão de coragem!

34 comentários leave one →
  1. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    11 Novembro, 2009 12:18

    Outra vez a treta da regionalização? Safa!… ainda querem mais caciquismo?

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  2. Desconhecida's avatar
    Silva Braga permalink
    11 Novembro, 2009 12:46

    Acho que o problema é mesmo esse: regionalização só se tirar o caciquismo do Estado central. Ou só há caciques nas aldeias, sr. Pi-Erre?

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Novembro, 2009 13:05

    Não li o livro do Engº Carlos Brito; mas vem lá referido nalguma página quanto vai custar aos portugueses a regionalização? e quais os beneficios inerentes? o que o PS preconiza, é manter as actuais estruturas burocráticas, como as CCDR,s, e criar novas estruturas de governação. Quer dizer : mais tachos para a rapaziada.

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  4. Desconhecida's avatar
    Paulo Morais permalink
    11 Novembro, 2009 13:09

    #3
    Recordo “e desmantelar o estado central”.

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  5. Desconhecida's avatar
    11 Novembro, 2009 13:15

    Mais “governos” a gastar, mesmo que sejam “governinhos”?

    Não pagamos! Não pagamos! Não pagamos! Não pagamos!!!!!!

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  6. C. Medina Ribeiro's avatar
    11 Novembro, 2009 13:20

    «…vem defender um modelo óbvio, a extensão das autonomias dos Açores e Madeira às novas regiões do continente, a criar».

    Pois é… O problema está EXACTAMENTE aí. Ninguém consegue, hoje em dia, imaginar uma Regionalização sem ser com Albertos Joões – ainda por cima multiplicados por “n”.

    E isso, salvo para os próprios (e respectivos beneficiários), é verdadeiramente assustador!

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  7. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    11 Novembro, 2009 13:26

    Caro Paulo Morais,

    O necessário e urgente desmantelamento do Ministério da Educação NÃO IMPLICA necessariamente a sua substituição por cinco “Registérios”, caso em que corríamos o risco de ficar pior do que já estamos.

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  8. Desconhecida's avatar
    Paulo Morais permalink
    11 Novembro, 2009 14:09

    #7

    Concordo. A 100%.
    Masrepare que qualquer Secretaria regional teria de ser um órgão de coordenação. E só.
    Com pouca gente, poucos gastos e muita eficácia.

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  9. Carlos de Sottomayor's avatar
    Carlos de Sottomayor permalink
    11 Novembro, 2009 14:42

    E pronto, lá vêm os chavões do costume contra a regionalização : o caciquismo, o despesismo, a corrupção, quem os ouve até pode julgar que tudo isso não existe no poder central.
    Porque é que este sábios não olham para o resto da Europa, para verem a mais valia duma regionalização no desenvolvimento equitativo de um país.

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  10. JJPereira's avatar
    JJPereira permalink
    11 Novembro, 2009 14:57

    Perdoem o ser chato e repetitivo – mas creio que, num país da nossa dimensão e com as nossas características, a regionalização seria o factor decisivo para a nossa diluição na Ibéria.

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  11. Desconhecida's avatar
    CAA permalink
    11 Novembro, 2009 15:04

    « Ninguém consegue, hoje em dia, imaginar uma Regionalização sem ser com Albertos Joões – ainda por cima multiplicados por “n”.»

    Jardim é um produto que resulta do centralismo dominante. Nasceu e cresceu graças ao centralismo, aproveitando as suas brechas.

    Culpar um modelo que não existe pelos vícios típicos daquele que o quer substituir não me parece muito acertado.

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  12. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    11 Novembro, 2009 15:09

    Depois da perda de um Império em 1975; depois da progressiva perda de soberania, com a entrada na CEE (UE)em 1986; após 30 e tal anos de esbanjamento dos dinheiros públicos; depois de escândalos sucessivos entre as mais altas figuras do Estado; só faltava mesmo a «Regionalização», para terminar de vez com a ideia de Portugal como Nação…
    As nossas autarquias são «óptimos» exemplos (de corrupção e de nepotismo!), do que seria embarcar nessa aventura despesista e verdadeiramente suicidária!

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  13. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Novembro, 2009 15:39

    Sabem quantos habitantes tem a Andaluzia? 10 milhões; uma região espanhola tem +ou- a nossa dimensão, e a nossa população, e ainda há quem queira nesta pequeno e cada vez mais pobre País retalhá-lo em 5 regiões, só para satisfazer o apetite de poder de certos figurões. Que um desgraçado com a 4ª classe mal tirada, que ganha o ordenado minimo com uma picareta na mão, ainda acredite no Pai Natal, e vote no PC, e ache que a regionalização é uma coisa boa, ainda aceito. O que não aceito, é que pessoas como CAA, e são aos milhares, que teem obrigação de saber o que significa para o País uma reforma destas, é inaceitavel! Esta vaca chamada Portugal está exaurida, está-se-lhe a acabar o leite. Se ainda lhe poem esta canga em cima, podem ter a certeza que não há futuro em Portugal, mesmo para aqueles que acham que teem o futuro garantido. E para começar, prestem muita atenção ao que disse hoje o Comissário Almunia. Sabem o que significa?´Significa que se Portugal não cumprir nos próximos 3 anos os critérios do defice não há dinheiro para tgvs, pontes, autoestradas, barragens, e para as faces ocultas que por aí andam. E não se enxerga quem ponha mão nisto.

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  14. MJRB's avatar
    11 Novembro, 2009 15:44

    Prevejo que nas próximas décadas –uma ? Duas ?– a Regionalização não acontecerá.
    E muito menos acontecerá a partir do SIM como resultado dum referendo.

    Principais e únicos culpados: certa camarilha partidária que abusivamente se auto-profissionalizou como políticos, os alapados, mais os seus amanuenses e apparatchiks.
    Desvirtuaram a génese e a legitimidade do poder local e regional (Açores e Madeira incluídos), perturbaram a prática e o conceito de Democracia, tiveram como único objectivo ascender e fazer ascender a poderes residuais, voláteis e fátuos.
    Também culpados: as direcções nacionais dos partidos políticos e os políticos empreendedores e honestos –que os há !– mas que não tiveram coragem nem talento para, ‘com pinças’, retirarem do ‘terreno’ os seus desvirtuantes pares.

    A Regionalização, se bem explicada aos portugueses, se tecnicamente bem estruturada e montada, se feita e com os protagonistas certos e confiáveis, poderia ser uma óptima solução para o desenvolvimento regional e, certamente, para a ‘libertação’ (e recuperação de ‘energias’ para outros magnos projectos nacionais) dum evidente centralismo.

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  15. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    11 Novembro, 2009 15:45

    Anónimo 13:

    Sabia que a Conunidade Autónoma de Madrid tem mais funcionários do que os que trabalham na UE?

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  16. Desconhecida's avatar
    jacl permalink
    11 Novembro, 2009 15:49

    Regionalização sim, mas à séria, com partidos regionais, tal como na Madeira, que consigam que os impostos pagos em Lisboa fiquem em Lisboa etc. É só seguir o exemplo da Catalunha.

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  17. MJRB's avatar
    11 Novembro, 2009 15:55

    Jacl,

    Certo.

    Mas o caso catalão, tal como outros em Espanha ou na Suíça ou na Bélgica, têm também fortíssimas e ancestrais componentes e géneses culturais, sociológicas, económicas e políticas — O que não acontece em Portugal, se exceptuarmos uma intrínseca e ainda por explorar ‘força’ portuense e, nas duas últimas décadas, algo semelhante mas sem pujança (e dependentes…) nos Açores e na Madeira

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  18. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Novembro, 2009 16:07

    # 15 E então?
    # 14 Os vicios de que a admnistração publica portuguesa seja regional, autarquica ou central padece, embora sejam um grande problema, não são o obstaculo para se fazer a regionalização. Portugal com a sua pequena dimensão é que não suporta um esquema admnistrativo desta natureza. O que nós precisamos é de desburucratizar o País, e reduzir os dependentes do estado. E investir bem os meios libertados.

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  19. MJRB's avatar
    11 Novembro, 2009 16:19

    18,

    Suíça. Territorialmente um pequeno país, tem nos seus cantões uma vitalidade extraordinária, consistente e…contribuinte para um país uno e evolutivo. Porque aquela ‘regionalozação’, tal como em Espanha, assenta em géneses culturais, políticas, económicas, sociológicas.

    Parece-me, tem-me parecido, que os vícios desta conhecida e já enraízada classe política, que é má e não fiável, são o principal travão para uma Regionalização. São, como Vc. escreve, “um grande problema”.

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  20. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Novembro, 2009 16:43

    19, Na Suiça a regionalização fez-se em grande parte assente nos pressupostos que aponta, e aconteceu quase naturalmente. Em Portugal teria sempre que ser feita à martelada. No entanto a autonomia da Madeira e dos Açores fez-se com um grande consenso nacional, porque faz sentido haver ali uma ampla autonomia. O resto, é a natureza humana a funcionar. Todos apontamos o dedo à classe politica que temos; mas onde é que está a outra diferente, melhor? Repare que tivemos 3 regimes após o 25/4/74: Os comunistas no prec, e o Ps e o Psd, a alternarem. Bem, o resultado está à vista: 35 anos passados, somos um País falhado, e nem se vislumbra saida para isto. Daqui por uns tempos é que nos vamos dar conta do impacto que esta história que nos anda a entreter a todos, vai ter na nossa vida politica, e judicial, porque a briga entre o PJR, e o PSTJ, vai ter consequencias muito graves. E não estou a ver como é que o 1º ministro se vai safar desta.

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  21. MJRB's avatar
    11 Novembro, 2009 17:03

    20,

    Por óbvio, não há, em Portugal, e em quantidade, classe política melhor. Abusou do poder, desleixou-se, vulgarizou-se.
    Hoje, qualquer ignorante e imberbe, sem Cvitae, pode ser deputado municipal, vereador ou deputado na ARepública e…poderia ser nomeado para cargos regionais. Não se pode, nem deve confiar o país, a Regionalização, a essa gentinha e gentalha.

    Sobre os casos de corrupção: a PGR, o STJ, o PM, vão sair pela ‘porta grande’ — a populaça não quer nem sabe reagir, não lhe interessa “isso da política” (mas vota…), e não são meia dúzia de jornalistas, úns quantos inspectores da PJ e uns dedicados juízes que têm força, autonomia, AUTORIZAÇÃO, para levar à barra do tribunal um político no activo ou um administrador duma empresa pública superiormente protegido.
    A justiça está conivente e num caos. O país social é cada vez mais um bordel bastante promíscuo, indecente e…perigoso.

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  22. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Novembro, 2009 17:15

    Quanto é que te pagam por cada vez que pões essa cassete?

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  23. CAA's avatar
    11 Novembro, 2009 18:26

    «Portugal com a sua pequena dimensão…»

    Portugal é um país médio à escala europeia – está em 14.º lugar territorialmente.

    Todos os países europeus territorialmente mais pequenos do que nós (excepto as cidades-Estado como o Luxemburgo, Liechenstein, etc.) têm um nível de poder intermédio entre os municípios e o Estado/Governo.

    O argumento do tamanho, também aqui, não o é.

    Aliás, o facto de isto ainda ser um tema discutível (não o ‘como’ mas ainda o ‘se’ devemos fazer esta reforma administrativa) é prova cabal do nosso subdesenvolvimento cultural e político.

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  24. Fado Alexandrino's avatar
    11 Novembro, 2009 18:37

    11.CAA disse
    11 Novembro, 2009 às 3:04 pm

    Só de imaginar o senhor como Ministro do Douro e Trás-os-Montes dos Desportos assusta qualquer um.

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  25. LR's avatar
    11 Novembro, 2009 20:35

    “Só de imaginar o senhor como Ministro do Douro e Trás-os-Montes dos Desportos assusta qualquer um.”

    Qual é o seu problema? Você por acaso vive em Trás-os-Montes?

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  26. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    11 Novembro, 2009 20:51

    23.CAA disse
    11 Novembro, 2009 às 6:26 pm

    «Aliás, o facto de isto [a regionalização] ainda ser um tema discutível (não o ‘como’ mas ainda o ’se’ devemos fazer esta reforma administrativa) é prova cabal do nosso subdesenvolvimento cultural e político.»

    Portanto, para CAA, todos os que não são a favor de regionalização são umas bestas subdesenvolvidas. Não está mal como argumento!

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  27. A propósito's avatar
    11 Novembro, 2009 21:26

    Há anos, o eng. Carlos Brito (não confundir com o outro, que, depois de 400 anos de militância, se arrependeu de ser comunista) tratou de “desmantelar” em poucos dias um Ministério para o qual fora nomeado…
    Nada de estranhar, portanto.

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  28. Fado Alexandrino's avatar
    11 Novembro, 2009 22:02

    Qual é o seu problema? Você por acaso vive em Trás-os-Montes?

    Eu é que não percebo qual é o seu problema.
    O senhor CAA mandatou-o para lhe fazer a defesa?
    E se não está a ver qual seria problema de um CAA ou outro clone vir a ser ministro regional seja do que for, então acho melhor ele arranjar outro defensor.

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  29. Desconhecida's avatar
    Regedor permalink
    11 Novembro, 2009 22:17

    Se eu mandasse dava uma sugestão para acabar de vez com esta treta da regionalização com que de tempos a tempos nos vêm azucrinar o juizo.

    Dividia assim o país:

    Uma Região, Grande Porto
    Na outra Região, Portugal.

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  30. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    11 Novembro, 2009 23:04

    Se eu mandasse, terminava de imediato, com o actual sistema de eleição nas Autarquias Locais. Seria assim: o Partido que vencesse as legislativas, teria o direito de nomear todos os Presidentes de Câmara dos 308 concelhos do País! Os ordenados dos eleitos desceriam cerca de 25%! Eleições haveria, apenas, para as Juntas de Freguesia.
    Diminuiam-se custos, e acabava-se com a desculpa de que o poder central favorece as Câmaras do seu Partido.

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  31. Marcus Aurelius's avatar
    Marcus Aurelius permalink
    12 Novembro, 2009 02:53

    jacl disse
    11 Novembro, 2009 às 3:49 pm

    Regionalização sim, mas à séria, com partidos regionais, tal como na Madeira, que consigam que os impostos pagos em Lisboa fiquem em Lisboa etc. É só seguir o exemplo da Catalunha.

    Conta comigo. Outra opção era dar de uma vez por todas a Independência aos SARRACENOS e deixarem o resto do país fazer as suas reformas.

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  32. incógnito's avatar
    incógnito permalink
    12 Novembro, 2009 04:44

    Não estou a ver aqui ninguém com capacidade para falar com o Alberto João Jardim. Ele come-lhes as papinhas todas na cabeça.
    Ao contrário de vocês, ele é um homem muito inteligente e sabe muito bem o que quer e em que se fundamenta.
    Eu acho piada considerarem Portugal em condições de se submeter a uma regionalização… Só de se falar nisso rio-me a bandeiras despregadas.
    Há, de facto, 3 ou 4 pessoas, mas esses nem sequer se pronunciam sobre o assunro que tem de ser debatido a um nível mais elevado.

    Nino

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  33. MONKO's avatar
    MONKO permalink
    12 Novembro, 2009 05:47

    UMA FABRICA DE TACHOS .O RESTO E CONVERSA DA TRETA.

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  34. Murphy's avatar
    Murphy permalink
    12 Novembro, 2009 14:53

    Vejo por aqui muita gente preocupada com a continuidade de Portugal como uma nação unida, i.e., no pressuposto de que a regionalização iria “dividir” a Pátria, prejudicar a coesão do país, etc…

    Como explicam então as diferenças abismais entre Lx e outras regiões do país? Como é que pessoas tão preocupadas com a unidade nacional convivem bem com 1 região do país ter 125% do PIB pc da UE e – para utilizar o argumento invocado – num país de tão pequena dimensão – regiões como o Tâmega (Baião, Amarante) ou o Ave, ou concelhos do Douro não chegarem a 50%?

    Vão criar-se tachos? Talvez. Mas infelizmente parece ser a única forma de se concretizar uma distribuição de riqueza mais equilibrada. Recordo as prioridades deste Governo:

    TGV Lisboa – MAdris
    Novo aeroporto
    3ª travessia sobre o Tejo

    Murphy

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