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Cá e lá

12 Novembro, 2009

“Só em Espanha, por exemplo, o caso “Malaya” pôs na cadeia mais de cem famosos. Por cá, nem um único rico condenado por corrupção! (…)
Com leis e regulamentos claros, uma justiça eficaz e célere – a corrupção será residual.”

No Jornal de Notícias.

65 comentários leave one →
  1. anonimo permalink
    12 Novembro, 2009 22:32

    ninguém te liga peva

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  2. Rxc permalink
    12 Novembro, 2009 22:35

    Cá é tudo gente séria. Como o autor do post deve ter verificado em primeira mão, ao longo da sua carreira política.

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  3. jiboia cega permalink
    12 Novembro, 2009 22:45

    Aproveitando a comemoração do vigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim, convido os meus estimados leitores a espreitar por entre a Cortina de Ferro e a conhecer (aos que já conhecem, apenas relembro) um dos episódios mais sórdidos e grotescos da experiência comunista do Leste Europeu: quando o “Grande Timoneiro”, o degenerado Joseph Estaline, ordenou a Ilya Ivanov a criação de uma raça híbrida de homem e macaco que, no entender do “Pai dos Povos”, seria uma espécie de super-proletário, invencível, insensível à dor, resistente e indiferente quanto à qualidade da comida que consome.

    in O Reaccionário

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  4. licas permalink
    12 Novembro, 2009 22:50

    Finalidade do Segredo de Justiça (S.J.)

    O S.J. tem como finalidade apenas o não prejuízo da Investigação Criminal: na nossa terra descobriu-se que era um óptimo argumento, uma arma efectiva, para: 1) subtrair ao Povo (Soberano, segundo a Democracia, a Decência e a letra da Constituição) o conhecimento dos meandros de que os arguidos se servem para escapar às consequências dos seus actos criminosos, 2) fomentar uma Opinião Pública favorável à almejada desculpabilização dos agentes desses mesmos actos, enquanto membros da Governação.
    Foi por esta última razão que o Partido Socialista fomentou uma lei de proibição de obtenção de indícios de prova por meio de intercepções telefónicas que é, como bem se sabe, a única maneira, em casos de Corrupção, desses indícios virem, alguma vez, a servirem para alguma coisa.
    Noutro aspecto da maneira como aquele Partido Político deseja que o fenómeno da Corrupção seja tratado, e absolutamente significativa, a rejeição do Projecto João Cravinho/Enriquecimento Criminoso. Este, como bom Socialista, está já de boca calada, pois, como é bem-educado, não fala com a dita cheia, do naco que lhe atiraram: um suculento lugar em Bruxelas

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  5. Tio Estanislau permalink
    12 Novembro, 2009 22:55

    Alívio, uff …!!!

    A cadela australisna perdida no Afeganistão foi encontrada

    Vai ser submetida a exames complementares (Sic N 22.56)

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  6. 12 Novembro, 2009 23:19

    PSD não vai largar Sócrates e as escutas

    As suspeitas sobre Sócrates são a prioridade política do PSD. A direcção do partido define amanhã os próximos passos e admite pedir audiências às altas instâncias.

    A Comissão Permanente do PSD reúne-se amanhã à tarde (numa reunião alargada a outros conselheiros da líder social-democrata) para definir os próximos passos a dar no sentido de pressionar o esclarecimento do caso da escutas.
    http://www.aeiou.expresso.pt/psd-nao-vai-largar-socrates-e-as-escutas=f546917

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  7. 12 Novembro, 2009 23:22

    Bruxelas abre investigação aprofundada à garantia estatal ao BPP
    2009-11-10

    O executivo comunitário lembra que, em Março passado, aprovou, por um período de seis meses, a garantia estatal a um empréstimo de 450 milhões de euros.

    A Comissão Europeia anunciou hoje, terça-feira, que abriu uma investigação aprofundada sobre a garantia estatal concedida por Portugal ao Banco Privado Português (BPP), apontando que o Governo ainda não apresentou o plano de reestruturação reclamado por Bruxelas. (…)
    http://www.jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1416181

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  8. 12 Novembro, 2009 23:25

    Cargos para os fiéis

    O Conselho de Ministros aprovou hoje (12 de Novembro 2009) a nomeação do ex-secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Filipe Boa Baptista, para o cargo de vogal do conselho de administração da Anacom.

    O novo administrador da entidade reguladora é licenciado em Direito e foi chefe de gabinete de José Sócrates quando este era ministro do Ambiente.

    Em 2002 foi nomeado inspector-geral do Ambiente, cargo que desempenhou até 2005, quando o primeiro-ministro o nomeou secretário de Estado Adjunto. publico.pt, 12.11.2009, 15h47

    Nota: “foi chefe de gabinete de José Sócrates quando este era ministro do Ambiente”. Poderia ser: foi chefe de gabinete de José Sócrates quando o Freeport foi licenciado.

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  9. 12 Novembro, 2009 23:27

    Defesa do Estado de Direito

    Em declarações à TSF, Francisco Assis afirmou que “as propostas que foram apresentadas pelo sr. engenheiro João Cravinho podem a cada momento ser objecto de uma reapreciação” pelo grupo parlamentar socialista, mesmo depois de o primeiro-ministro já ter dito que as actuais leis sobre esta matéria são suficientes. Para o líder parlamentar, a revisão justifica-se como uma defesa do Estado de Direito.

    Recorde-se que o pacote que João Cravinho apresentou foi, na altura, rejeitado pela sua bancada e precipitou a sua saída do Parlamento. Uma das propostas mais polémicas do socialista passava por criminalizar o enriquecimento ilícito – uma ideia que já foi na última legislatura, em Abril, recuperada pelo PSD e pelo PCP e que o PS voltou a chumbar com os votos favoráveis do BE. Já no início deste mês o PCP apresentou de novo a proposta por considerar que falta fazer muito no que diz respeito à corrupção.

    Cravinho propunha, ainda, que os superiores hierárquicos de funcionários corruptos fossem também responsabilizados mas o actual primeiro-ministro e o PS entenderam que se estava a inverter o ónus da prova. O ex-deputado pretendia também criar uma Comissão para a Prevenção da Corrupção e o PS acabou por, em Setembro do ano passado, criar o Conselho de Prevenção da Corrupção, uma entidade que funciona junto do Tribunal de Contas mas que tem moldes e ambições diferentes dos inicialmente previstos por Cravinho. idem, 12.11.2009, 10:23

    Nota: “que o PS voltou a chumbar com os votos favoráveis do BE”. Muito curioso…

    Como seria de esperar

    O ministro da Presidência afirmou hoje que o Governo está disponível para aperfeiçoar os instrumentos legais de combate à corrupção, mas recusa a inversão do ónus da prova para o crime de enriquecimento ilícito, alegando ser inconstitucional. ibidem, 12.11.2009, 16:49 Por Lusa
    http://www.criticademusica.blogspot.com/

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  10. Anónimo permalink
    12 Novembro, 2009 23:28

    Por cá parece que a moda é para se livrarem da coisa acusarem alguém muito acima. Ficam todos atrás do osso e os corruptos ficam livres

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  11. 12 Novembro, 2009 23:41

    Quando se tem como PM um tipo destes, Portugal bateu no fundo do fundo.

    Como o povinho é inculto (e muitos são uns saloios xico espertos que invejam os “altos” dotes deste tipo) somente a coragem e firmeza dos LUSOS pode pôr cobro ao fim deste lamaçal que tresanda a esgoto.

    Muito bem, Paulo Morais.
    Que a voz e a escrita dos homens justos se erga bem alta.

    PS: Já somos uma “boa maquia” de indignados preparados para travar este tenebroso e maquivélico cenário, como sempre aconteceu na História de Portugal. O povo pouco conta nesta luta. Segue.

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  12. 12 Novembro, 2009 23:42

    # 1

    Cheiras mal da boca. Começa por aprender a escovar os dentes.

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  13. 12 Novembro, 2009 23:47

    O que une António Preto e José Sócrates?

    O empresário que entregou uma mala de dinheiro a António Preto foi sócio do primeiro-ministro num negócio de bombas de gasolina.

    Quinta-feira, 12 de Nov de 2009

    Sócrates foi sócio de um dos acusados no caso da mala com António Preto

    O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no “caso da mala”, foi sócio de José Sócrates , Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.

    Associaram-se na empresa Sovenco, na Amadora, e António Manuel Simões Costa, fundador do PS/Lisboa, foi o mentor da empresa que teve vida curta.

    António Preto conheceria Sobral mais tarde, em 1997, e garante: “Nunca me disse que conhecia Sócrates ou Vara”. Simões explicou ao Expresso como nasceu a Sovenco e o que o aproximou dos demais sócios: “Conheci-os nas campanhas do partido e estivemos todos com Guterres”. O partido aproximou-os e Guterres uniu-os. Mas também os haveria de separar. Sócrates, Vara e Rui Vieira prosseguiram a carreira política. O primeiro chegou a líder do partido e do Governo, o segundo foi ministro de Guterres e fez carreira na banca, e Rui Vieira chegou à direcção nacional do PS e a deputado.
    (…)
    http://www.aeiou.expresso.pt/o-que-une-antonio-preto-e-jose-socrates=f547093

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  14. anonimo permalink
    12 Novembro, 2009 23:51

    #13 – acho que uma vez meti lá gasolina, serei suspeito?

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  15. Anónimo permalink
    12 Novembro, 2009 23:56

    #13

    o que une José Socrates ao diabo?
    vai ser o proximo texto no expresso

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  16. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 00:03

    Ora porra para isto

    O Fripó foi arquivado……em Londres, claro

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  17. Tio Eufrásio permalink
    13 Novembro, 2009 00:11

    Isso é verdade ???

    Agora só resta o face oculta ?????

    Ou há mais casos com o Sócrates ????

    E o fripó cá ??? Devem estar à espera de carta de Londres que só deve chegar, sei lá, seis meses ??? Estas novas tecnologias estão todas fodidas

    E o Lopes – do fripó da holanda????

    Alguém vai ficar entalado, ou não ???????

    Ou não

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  18. 13 Novembro, 2009 00:16

    Mãos sujas na justiça

    Aos olhos dos cidadãos, há dois pesos e duas medidas na prática judicial

    O país nem reagiu à notícia de uma semana, anestesiado pelos sucessivos casos que têm
    abalado a confiança dos portugueses na Justiça. Concluído o inquérito ao suposto
    favorecimento de Fátima Felgueiras por um juiz do Supremo Tribunal Administrativo,
    chegou-se a um relatório com quase uma centena de páginas de transcrições de escutas
    telefónicas entre a foragida presidente da Câmara Municipal de Felgueiras e o magistrado,
    onde este transmite instruções à autarca para fugir à acção judicial que sobre ela impede
    por suspeitas de corrupção enquanto responsável máxima do executivo concelhio. Mais: o
    insigne jurista promete-lhe interceder junto de outros magistrados para os pressionar a
    abafar o processo. Quanto à acção movida a Felgueiras com vista à perda do mandato em
    consequência do processo de corrupção, o mesmo juiz pede-lhe que ela o avise do envio dos
    autos para o Tribunal Administrativo do Porto, para que ele accione logo influências
    junto do Ministério Público (e a verdade é que a autarca foi aí absolvida, com base no
    decisivo depoimento do magistrado em audiência, como sua testemunha de defesa). Vem a
    saber-se ainda que, já como vereadora em Felgueiras, 10 anos antes, a autarca vira ser
    arquivado semelhante processo contra si, também no mesmo tribunal portuense e
    aparentemente após diligências do mesmo magistrado. Como se tudo isto não bastasse,
    apurou-se agora que, no espaço de uma hora antes de a autarca fugir para o Brasil, há ano
    e meio, aparentando saber por antecipação que ia ser detida nesse dia, houve dez chamadas
    telefónicas do Tribunal Tributário do Porto, onde o magistrado disporia de gabinete,
    supostamente para Felgueiras (e mais uma para o seu ex-marido). Note-se que não estamos a
    falar de um magistrado qualquer, mas de um juiz-conselheiro. Em que outros processos terá
    sujado as mãos, ao longo de uma carreira que o levou ao topo? São situações como esta que
    levam a concluir que algo está podre no reino da Justiça e que, aos olhos dos
    portugueses, existe definitivamente uma prática judicial (implacável) para os cidadãos
    anónimos e outra (com inúmeras escapatórias) para quem pode dispor de influência social.

    In Grande Reportagem de 9 de Outubro de 2004 – OS PASSOS EM VOLTA de Joaquim Vieira”

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  19. 13 Novembro, 2009 00:18

    SÓ PARA PERGUNTAR,
    SE AS ESCUTAS A UM ESCUTADO SÃO NULAS,
    ENTÃO,
    NÃO HÁ ESCUTADOS, NEM ARGUIDOS, NEM PRESOS-PERDÃO, DETIDOS.
    OU SÓ METADE DA LINHA, OU REDE, É QUE PODE SER ESCUTADA?
    NÃO SE ENTENDE.

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  20. 13 Novembro, 2009 00:22

    A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.

    Armando Vara – condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa);

    Fátima Felgueiras – andou foragida da Justiça no Brasil dois anos;

    Virgílio de Sousa – condenado a prisão por um processo de corrupção no
    Centro de Exames de Condução de Tábua.

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  21. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 00:23

    Metereologia

    Amanhã

    Tempo encoberto
    Chuviscos
    Temp 20 – 16

    SOL brilhante
    O pequeno arquitecto na sua máxima pujança caluniadoura

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  22. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 00:26

    A propósito
    Quando é que o petit archictete acerta uma ?????

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  23. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 00:30

    noimo

    Cuidado com o cão
    Este gajo morde
    Deve viver do rsi e anda com a passa

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  24. 13 Novembro, 2009 00:33

    Em Espanha a corrupção é residual !!???
    Esta é a melhor do ano, caro Paulo Morais

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  25. Eduardo F. permalink
    13 Novembro, 2009 00:42

    «O empresário socialista Sobral de Sousa, acusado com o social-democrata António Preto no “caso da mala”, foi sócio de José Sócrates , Armando Vara e Rui Vieira (dirigente nacional do PS e marido de Edite Estrela) no início dos anos 90.»

    (Expresso online – 13-11-2009)

    Mais uma pequena coincidência! Bolas, que elas não param! Agora até o Preto! Tal como a participação na apresentação do “Menino de Oiro do PS” por parte de Dias Loureiro.

    A rataria do largo está a ficar cada vez mais aflita. Nem o coiso-que-queria-piscar, nem o mononeuronal, nem os ferreiras e suas declinações. Estão mesmo aflitos!

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  26. 13 Novembro, 2009 00:42

    Das liberdades

    1. Nesta estória Vara-Sócrates, convém saber que tipo de ligação existe entre o governo-Vara/BCP-“amigo Joaquim”. E, já agora, convinha saber o que raio se passou entre a PT, a Ongoing e a Media Capital. Uma questão parecida com a do “amigo Joaquim”.

    2. A PT deu dinheiro à Ongoing. A Ongoing também foi apanhada nas escutas. Segundo se sabe, a Ongoing foi falada, entre Sócrates e Vara, como solução para o “amigo Joaquim”.
    Fernando Ulrich disse, e bem, que aquilo que se passava entre a PT e a Ongoing “não era bonito”. Pois não. Fica ainda menos bonito quando ficamos a saber que o PM falou disso com Vara.

    3. A PT – controlado pelo governo via golden share – investiu milhões na Ongoing.E não se percebe porquê. Como sugeria Nicolau Santos, tudo indica que a PT (controlada pelo governo através da golden share) deu dinheiro à Ongoing para que esta comprasse a Media Capital (a dona da TVI).

    4. Porreiro, ah.
    http://www.clubedasrepublicasmortas.blogs.sapo.pt/224751.html

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  27. Eduardo F. permalink
    13 Novembro, 2009 00:47

    E a propósito de cadeia, que tal estas histórias dos contratos das concessões não incluirem centenas de milhões de euros que constavam das propostas adjudicadas? Será que, afinal, a Face Oculta é apenas uma brincadeira de crianças onde o Godinho só distribuiu 750 mil euros de subornos?

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  28. 13 Novembro, 2009 00:48

    quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
    Um homem chocado e solene
    A personagem que nos dá esta prestação lastimavelmente ridícula, retomando, mitómana, a fábula da “suspensão da democracia”, só pode ser objecto de uma simples disjunção exclusiva: ou se trata de alguém intelectualmente insuficiente para alcançar uma ironia (o que é embaraçoso), ou é alguém de honestidade assaz curta que se compraz numa deturpação caluniosa (o que é “socrático”).

    E como sabe a confrangedora personagem que a conversa intersectada é de carácter “estritamente particular”?…
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/11/personagem-que-nos-da-esta-prestacao.html

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  29. 13 Novembro, 2009 00:51

    “Só em Espanha, por exemplo, o caso “Malaya” pôs na cadeia mais de cem famosos. Por cá, nem um único rico condenado por corrupção!
    Mas não se deve apenas punir os criminosos. Há ainda que devolver à sociedade aquilo que eles lhe usurparam. Confiscando-lhes as fortunas, congelando os seus bens e de seus familiares ou até demolindo edifícios ilegais.”

    Totalmente de acordo com Paulo Morais.

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  30. 13 Novembro, 2009 00:57

    # 20

    Esses dados circulam por mails, seguramente, há uns três anos.
    Lembro-me de terem sido noticiados casos de corrupção ligados a centros de condução (não sei se foi o caso).

    E a informação sobre o Vara será mesmo verdade?

    Alguém confirma essa informação …?

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  31. Eduardo F. permalink
    13 Novembro, 2009 00:59

    #28

    Mas, Caro Gigi, vindo de Jorge Lacão, tinha que vir conforme o habitual nele, ou seja, traduzindo uma insuficiência crónica no alinhamento intelectual.

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  32. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 01:05

    Como os outros diziam

    Falam, falam, falam e não dizem nada

    Falam por falar
    Pior ainda, só por palpite
    Ou ainda pior, por ódio
    Basta a suspeita para vomitarem
    Condenam sem julgamento, sequer prova

    São moral e cívicamente repulsivos, ou mais republicanamente falando uns bons filhos da puta

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  33. 13 Novembro, 2009 01:17

    Ingleses arquivam Freeport, diz Expresso
    Jornal avança que autoridades inglesas fecham caso sem culpados

    As autoridades inglesas decidiram arquivar o processo Freeport, segundo avança o jornal Expresso na edição online. O caso era investigado pelo Serious Fraud Office (SFO) e a Overseas Anti-Corruption Unit (OACU) da polícia de Londres desde 2007.

    Segundo escreve o jornal, a decisão deveu-se à falta de elementos para provar a alegada corrupção que terá levado ao licenciamento do outlet de Alcochete. As autoridades tomaram a decisão esta quinta-feira depois dos elementos recolhidos não terem permitido constituir arguidos no processo.

    O SFO chegou a pedir informações a Portugal no início de 2009, através de uma carta rogatória, revelando nesse momento que tinha uma lista de seis cidadãos britânicos suspeitos de estarem envolvidos no caso.

    Um deles era Charles Smith que veio a ser constituído arguido em Portugal por ser residente em Portugal. Em relação aos outros cinco não foram reunidos indícios capazes de sustentar a continuação das investigações.

    O processo Freeport passa agora a estar apenas nas mãos dos investigadores portugueses. Os procuradores com o processo em Portugal, Pais de Faria e Vítor Magalhães, esperaram agora que os ingleses contribuam com as respostas aos pedidos de informação financeira enviadas por Lisboa e que ainda estão pendentes.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tvi24-ultimas-ingleses-arquivado-freeport/1102867-4071.html

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  34. Zazie permalink
    13 Novembro, 2009 01:18

    Ahhhhhhhh

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  35. 13 Novembro, 2009 01:19

    Freeport: as perguntas que o ex-secretário de Estado não respondeu
    Rui Gonçalves chumbou pela segunda vez o processo Freeport a 6 de Dezembro de 2001
    06-11-2009

    A propósito do negócio de 4 milhões de libras no caso Freeport, a TVI enviou três perguntas ao ex-secretário de Estado do ambiente, Rui Gonçalves que a 6 de Dezembro de 2001, chumbou pela segunda vez o projecto Freeport.

    As perguntas foram:

    1 – Conhece pessoal ou profissionalmente os advogados referidos? Se a resposta for positiva, em que circunstâncias?

    2 – Como comenta o facto de estes advogados, no documento referido, saberem o sentido da decisão que só viria ser tomada dois dias depois. E saberem, também, a data em que iria ser apreciado e despachado o processo.

    3 – Como comenta o facto, tendo em atenção que a decisão era da sua responsabilidade, de os referidos advogados afirmarem que, mesmo a dois dias da decisão, ainda era possível alterar o seu sentido negativo e conseguir a aprovação do projecto do Freeport.

    Perguntas que ficaram sem resposta por parte do ex-secretário de Estado, Rui Gonçalves.

    Tentámos também ouvir Charles Smith, Manuel Pedro e os sócios da referida sociedade de advogados. Todos recusaram falar à TVI.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-rui-goncalves-tvi24-perguntas/1101419-4071.html

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  36. 13 Novembro, 2009 01:23

    MAIS UM GRUPO DE TRABALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

    Ministro cria grupo de trabalho contra corrupção
    Meta passa por combater flagelo que sobe a olhos vistos em Portugal
    http://www.tvi24.iol.pt/economia/corrupcao-face-oculta-antonio-mendonca-obras-publicas-portugal/1102844-1730.html

    IHIHIHIHIHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

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  37. zazie permalink
    13 Novembro, 2009 01:23

    Um animal qualquer assinou por mim no comentário #34

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  38. Vírus permalink
    13 Novembro, 2009 01:27

    Que desgraça! Lá se vão as teorias dos psicóticos ou psicoisos.
    O SOL furou o conteúdo da coisa e afirma que o vigarista mentiu ao parlamento(manada de vigaristas) no caso da TVI.
    Ahahahaha!
    Que mais terá ele mentido?!

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  39. Vírus permalink
    13 Novembro, 2009 01:29

    Já me esquecia,também o tio pirilau vai ter que dar asas à imaginação para dizer mais umas baboseiras a disfarçar.
    Ehhehehe!

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  40. 13 Novembro, 2009 01:29

    E ESTA “MEDIDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA”! …

    Celebrados protocolos legais
    Espiões a caminho da administração pública
    24 Agosto 2009
    O Serviço de Informações da República (SIS) e o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) assinaram protocolos para infiltrar agentes não identificados em alguns serviços públicos, avança a edição de hoje do Correio da Manhã.

    Os serviços secretos portugueses estão a assinar protocolos com serviços públicos com vista a infiltrar nesses serviços agentes não identificados ou com a identidade codificada.

    O objectivo da celebração destes protocolos será promover, através desses agentes, o combate ao crime financeiro e à criminalidade organizada dentro de organismos do Estado.

    Segundo o jornal Correio da Manhã, que avança a notícia na sua edição de hoje, os protocolos deverão colocar, para já, agentes do SIS e do SIED no Ministério da Administração Interna, dos Negócios Estrangeiros e das Finanças.

    O mesmo jornal diz que a medida, prevista na lei orgânica do Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP), estará a ser alargada a outros serviços públicos.
    http://www.dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1343440

    Parece que dentro das instituições as pessoas são atrasadas mentais e não sabem TODOS o que por lá se passaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
    O problema é que “o que por lá se passa” tem a ver com quem-manda ou é “protegido-por-quem-manda-e-pode”.

    Estes tipos são o máximoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

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  41. Tio Estanislau permalink
    13 Novembro, 2009 01:29

    Ò Eufrásio

    Ainda há castanhas ??? E a porcaria da água-pé que fizeste este ano, sobrou alguma ???

    Eu levo a jeropiga

    Vamos comemorar o Fripó, Londres

    A Cândida deve estar cheia de papéis até aos olhos
    Só trabalha quando sonha

    É verdade: e o Lopes da Costa (?)
    E os que estão por cá a trabalhar(?) no fripó ??? Vão para a reforma antecipada, por incompetência ??? No tempo do josé da porta eram despedidos

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  42. 13 Novembro, 2009 01:32

    Freeport: arguidos implicam primo de Sócrates

    José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo direito do actual
    primeiro-ministro, será, segundo esses dois arguidos, o homem
    mencionado em e-mails apreendidos pela polícia judiciária como «o
    gordo» ou «Bernardo»

    04-09-2009 20: 13

    Dois dos arguidos do processo Freeport revelaram à TVI que há um outro
    primo de José Sócrates envolvido no negócio.

    VEJA AQUI A REPORTAGEM – VÍDEO

    José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo direito do actual
    primeiro-ministro, será, segundo esses dois arguidos, o homem
    mencionado em e-mails apreendidos pela polícia judiciária como «o
    gordo» ou «Bernardo».

    Estes serão nomes de código utilizados por diversas vezes por Charles
    Smith e outros intervenientes no negócio.

    No DVD que a TVI divulgou, Charles Smith afirma ter entregue durante
    dois anos envelopes com subornos a um primo de José Sócrates, que
    alegadamente os faria chegar ao primeiro-ministro. Esta é a reportagem
    que estava preparada para ser passada no «Jornal Nacional» de
    sexta-feira apresentado por Manuela Moura Guedes.

    A TVI fez chegar ao gabinete do primeiro-ministro uma série de
    perguntas a José Sócrates relacionadas com esta reportagem, mas até
    agora não recebeu qualquer resposta.

    Entre outras questões, a TVI perguntou se José Sócrates mantém uma
    relação pessoal de proximidade com o primo José Paulo Bernardo, e se
    alguma vez teve negócios, relações comerciais ou empresariais com ele.

    A TVI perguntou também se alguma vez o primeiro-ministro recebeu do
    primo envelopes com dinheiro relacionados com o projecto Freeport.
    José Sócrates e o seu gabinete mantiveram o silêncio e não responderam
    às seis perguntas da TVI sobre este caso.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/bernardo-freeport-socrates/1086956-4555.html

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  43. 13 Novembro, 2009 01:34

    Governo sabia do negócio entre PT e TVI desde o início do ano

    O Governo acompanhou todo o processo de venda de parte do capital da
    Media Capital pelos espanhóis da Prisa, tendo conhecimento do negócio
    desde o início do ano, noticia hoje o “Expresso”.

    Segundo o semanário, o Governo defendia a hipótese de a Portugal
    Telecom entrar na Prisa, sendo a alternativa a TVI ou directamente no
    capital da empresa espanhola, uma vez que a Prisa poderá sofrer uma
    recomposição accionista.

    O “Expresso” acrescenta que Sócrates e o primeiro-ministro espanhol
    estiveram sempre a par e foram os protestos que acabaram por anular a
    transacção.

    http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=375063

    «Não estou sequer informado disso, nem o Estado tem conhecimento disso»
    – Sócrates no Parlamento

    Sócrates ainda não explicou, nem sequer toscamente, porque mentiu no
    parlamento.

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  44. Vírus permalink
    13 Novembro, 2009 01:35

    “Ministro cria grupo de trabalho contra corrupção”

    Então agora os corruptos combatem a corrupção?!
    Bolas já não percebo patavina.
    Seria como dizer que o Papa combate o catolicismo,ou que o Saramago combate os campos de concentração da ex-URSS.

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  45. 13 Novembro, 2009 01:38

    Freeport: polícia britânica estará condicionada

    Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa

    O envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção
    da polícia britânica, segundo o Times Online.

    Os britânicos acreditam mesmo que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o
    combate à corrupção na Europa.

    Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já que a TVI sabe que
    estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades
    portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.

    Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é
    hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de
    José Sócrates na Internacional Socialista.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-britanicos-socrates-serious-fraud-office-tvi24-eurojust/1073580-4555.html

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  46. 13 Novembro, 2009 01:39

    No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do
    Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que
    “Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.”

    Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo
    de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as
    declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda
    maioria socialista.
    Senão vejamos:
    Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a
    iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro
    nacional do Eurojust.
    No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento,
    que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da
    República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr.
    Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou
    não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr.
    Procurador-Geral da República.”
    Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS
    sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr.
    Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é,
    seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
    Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado,
    Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade
    de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização,
    ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos
    os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
    A ver se eu percebo:
    Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
    Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a
    responsabilidade é do Procurador-Geral.
    Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
    Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2747211.html?mode=reply#reply

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  47. Anti-Barrigas Grandes permalink
    13 Novembro, 2009 01:43

    Não digam mal do senhor Primeiro- Ministro.

    Ele é a pessoa mais séria de Portugal e todos os dias se levanta de manhã para pôr este país a funcionar.

    Haja respeito!

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  48. Quim permalink
    13 Novembro, 2009 01:44

    NOVO VOCABULÁRIO

    VARAPÉDIA

    Assalto à Vara – Assalto de fato e gravata

    Varómetro – Medidor de corrupção

    Varapau – A vara que julga o Vara

    Varapau de corrida – Carapau corrupto

    Vara verde – Corrupto inexperiente

    Varamento – Acto de bater em corruptos

    Varação – Encalhar a corrupção na PGR

    Varar um barco – Encher o barco de corruptos

    Vara de porcos – Partido Socialista

    Vardade – Mentira

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  49. 13 Novembro, 2009 01:45

    Foi patético ver e ouvir ontem o Primeiro-Ministro.

    Contradições e mentiras: Sócrates a dizer aos deputados, no Plenário
    da Assembleia da República, que Carlos Guerra, gestor do PRODER e
    arguido no caso Freeport, foi substituído pelo Governo na semana
    passada; e o Ministro da Agricultura, nos Passos Perdidos, a dizer aos
    jornalistas que não, que ainda iria ouvir o mesmo Carlos Guerra, para
    depois decidir se o mantinha ou não no referido cargo. Gato escondido…

    Controlo político da comunicação social: a 23 de Junho, a PT comunicou
    à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários a existência de contactos
    com a Prisa, nos quais se “abordaram diversos cenários de
    investimento, incluindo a possível aquisição de uma participação no
    capital social da Media Capital” (detentora da TVI). Um dia depois o
    Governo diz que não sabe de nada (embora seja detentor de uma golden
    share na PT…) e, dois dias depois da notícia, a PT diz também que não
    foi nada, que o negócio da compra de 30% da TVI pela PT nunca existiu.
    Extraordinário. Aguardamos agora que a PT, na promoção da MEO,
    substitua os spots dos Gato Fedorento pela história da Carochinha…

    Fundações fantasma: na boa tradição guterrista da Fundação para a
    Prevenção e Segurança, o actual Governo administra uma fundação
    privada, denominada de fundação para as comunicações móveis, mas que
    recebe mais de 36 de milhões de euros do Estado (como é que este
    financiamento público é compatível com a natureza de fundação
    privada?), tem sede num serviço do Ministério das Obras Públicas e
    gere um saco-azul de centenas de milhões de euros, gastando dinheiro
    por ajuste directo, num claro subterfúgio para evitar os concursos
    públicos a que os organismos públicos, por lei, estariam obrigados. É
    isto transparência?

    Pesadelo: José Manuel Marques, próximo de Sócrates e vice-presidente
    do Instituto da Conservação da Natureza quando o actual
    Primeiro-Ministro foi Ministro do Ambiente, é o quinto arguido do caso
    Freeport.
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2741111.html?mode=reply#reply

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  50. 13 Novembro, 2009 01:48

    Fundação fictícia

    A Fundação das Comunicações Móveis foi o artifício de que o Governo se serviu para fazer
    o ajuste directo dos computadores Magalhães e outros no âmbito da sua política da
    educação. Mas fê-lo contrariando o direito nacional e comunitário.

    O direito nacional e comunitário obriga à realização de um concurso público para a
    aquisição dos ditos computadores. A natureza excepcional dos procedimentos contratuais
    não competitivos, ainda recentemente sublinhada pelo Tribunal de Contas num relatório que
    avaliou um conjunto de grandes obras públicas, foi mais uma vez defraudada, como já
    sucedeu no passado.

    O Governo defende-se alegando que não celebrou qualquer contrato de aquisição de
    computadores e programas informáticos, seja por ajuste directo, seja por qualquer outra
    forma. No âmbito das iniciativas do programa e-escola, é o operador de telecomunicações
    que contrata com os fornecedores do equipamento necessário para a concretização das
    iniciativas.

    Mas é manifesta fraude à lei nacional e comunitária evitar a obrigação do concurso
    público através da celebração de contratos de aquisição de bens, por ajuste directo feito
    por interposta pessoa jurídica de direito privado.

    Com efeito, a referida Fundação das Comunicações Móveis é controlada por emissários do
    Governo, financiada pelo Governo, sediada em imóvel do Governo e prossegue objectivos
    políticos do Governo, realizando uma operação de colocação de computadores nas escolas
    amplamente explorada pelo Governo para fins de propaganda política no país e no
    estrangeiro.

    O artifício da interposição de uma pessoa jurídica de direito privado num negócio desta
    natureza tem um propósito claro de evitar a aplicação das regras do direito público, que
    imporiam a realização do concurso público e a fiscalização do Tribunal de Contas. Dito de
    outro modo, o Governo prossegue a sua política fora dos limites da lei da contratação
    pública e das directivas comunitárias e nomeadamente da Directiva 2004/18/CE relativa à
    adjudicação de contratos públicos, adjudicando por interposta pessoa a quem bem entende
    os contratos de fornecimento de bens que servem a sua política. Estas são, aliás, as
    conclusões preliminares do relatório do comissário Charlie McCreevy, titular da pasta do
    mercado interno da Comissão Europeia. Este modo de fazer política através de artifícios e
    fraudes à lei revela um desprezo grave pelas regras como funciona um Estado de direito.
    Não há império da lei quando o Governo é o primeiro a defraudar os mecanismos de
    transparência e fiscalização da actuação da administração pública, afastando mesmo o
    Tribunal de Contas do exercício das suas competências legais.

    (…) a actuação do Governo terá também consequências jurídicas altamente
    nefastas para o País, na medida em que as instâncias europeias venham a sancionar
    Portugal pela utilização do artifício da Fundação fictícia. Nessa altura serão todos os
    portugueses a pagar pela política ilegal do Governo. C

    http://www.dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1290880&seccao=Paulo%20Pinto%20de%20Albuquerque&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

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  51. 13 Novembro, 2009 01:51

    Escritório de advogados de Lisboa afirma aos promotores do Freeport ser capaz de evitar o
    chumbo do outlet de Alcochete dois dias antes da decisão politica do Ministério do
    Ambiente
    06-11-2009

    Charles Smith e Manuel Pedro negociaram com um escritório de advogados a alteração da
    decisão do Governo sobre o Freeport, 48 horas antes da assinatura do secretário de Estado
    do Ambiente, Rui Gonçalves.

    Este documento prova que a sociedade de advogados Antunes, Marques, Oliveira, Ramos,
    Gandarez, pediu dinheiro para viabilizar o Freeport em tempo recorde. Trata-se de uma
    folha com carácter de urgência, manuscrita e assinada por Alexandre Oliveira, um dos
    sócios daquela sociedade de advogados.

    Alexandre Oliveira trata o arguido Manuel Pedro por caro Manel.

    O memorando a que Alexandre Oliveira se refere, é datado de 5 de Dezembro de 2001,
    véspera da decisão do secretário de Estado Rui Gonçalves, que viria a chumbar, pela
    segunda vez, o projecto Freeport. Os advogados não só afirmam estar por dentro do
    processo de decisão do Ministério do Ambiente, como garantem ser capazes de resolver o
    problema.

    Ou seja, o projecto ia ser chumbado, mas os advogados podiam, ainda, inverter a decisão à
    última hora. Esse milagre tinha um preço: «Os honorários das equipas, para este
    propósito, serão na quantia de 1.250.000 escudos (cerca de 3.906.250 libras). Dez por
    cento deste valor tem de ser pago com a aprovação condicionada e o resto com a aprovação
    final do projecto reformulado. As condições para estes pagamentos serão dadas mais tarde».

    A forma de pagamento seria acertada depois, urgente era que os ingleses decidissem mesmo
    pagar: «Caso aceite estas condições, precisamos de uma resposta até às 18h do dia 6 de
    Dezembro de 2001». E percebe-se porquê. O tempo era incrivelmente curto, dado que faltam
    48h para o secretário de Estado tomar a decisão.

    O memorando, em português e inglês, segue para a Smith e Pedro na madrugada do dia 6.
    Nessa mesma noite, chega à sociedade de advogados uma versão corrigida da Smith & Pedro.
    À versão original, é alterado o ponto 1. A frase inicial era esta: «Na qualidade de
    advogados da Smith e Pedro temos vindo a fazer diligências no sentido de obter a
    aprovação do projecto». A frase corrigida fica assim: «Tendo conhecimento que a Freeport
    quer obter a aprovação do projecto…»

    Vamos então aos factos: o primeiro é que a Smith & Pedro e este escritório de advogados
    negociaram mesmo o desfecho do projecto Freeport. Ambos sabiam de antemão, 48h antes, que
    o projecto iria ser chumbado; segundo facto, esta sociedade de advogados promete inverter
    a situação em apenas dois dias».

    Este memorando, de acordo com todos os intervenientes contactados pela TVI, foi o
    resultado de uma reunião realizada na noite do dia 4 de Dezembro, dois dias antes da
    decisão efectivamente tomada pelo secretário de estado Rui Gonçalves.

    No escritório da sociedade de advogados sentaram-se à mesma mesa os agora arguidos Manuel
    Pedro, Charles Smith e João Cabral, bem como os advogados – José Francisco Gandarez,
    genro de Mário Cristina de Sousa, antigo Ministro da Economia na mesma altura em que José
    Sócrates era Ministro do Ambiente – e ainda os sócios Alexandre Oliveira e Albertino
    Antunes.

    Os três últimos garantem que nunca foi discutida qualquer tentativa de suborno, ou sequer
    mencionado dinheiro que permitisse viabilizar o outlet de Alcochete. A verdade é que no
    dia 6, Rui Gonçalves chumba o segundo estudo de impacto ambiental. Nesse mesmo dia, chega
    à Smith e Pedro um fax, novamente assinado por Alexandre Oliveira.

    Ou seja, houve mesmo negociação sobre o que configura a preparação de um suborno que
    aparentemente acabou por não se concretizar. O memorando não terá sequer chegado ao
    Freeport de Londres. O que se sabe a seguir é que, poucos dias depois, a 17 de Dezembro,
    um fax trocado entre administradores ingleses do Freeport mostra uma nova negociação com
    vista a um suborno de dois milhões de libras. O estudo de impacto ambiental, acaba por
    ser aprovado à terceira, três meses depois e com poucas alterações.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-fax-manuel-pedro-socrates-ana-leal-carlos-enes/1101408-4071.html

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  52. 13 Novembro, 2009 01:52

    Sexta-feira, Novembro 06, 2009

    A prima

    Nas escutas telefónicas que a Polícia Judiciária fez durante meses a Armando Vara no
    âmbito do processo Face Oculta há gravações de conversas entre o vice-presidente do BCP,
    agora com mandato suspenso e arguido neste caso, e o primeiro-ministro José Sócrates. A
    notícia é avançada hoje pelo semanário Sol que adianta ainda que numa dessas conversas
    foi discutido o negócio da venda da TVI.

    O Sol adianta ainda que esses elementos foram enviados ao Procurador-geral da República
    (PGR), Pinto Monteiro. Segundo o semanário, o Ministério Público de Aveiro, onde está a
    ser investigado o processo Face Oculta, mandou extrair nove certidões por indícios de
    vários crimes, um dos quais é o tráfico de influências.

    Por terem subjacentes factos fora da espera de competência da comarca de Aveiro, estas
    certidões foram enviadas ao PGR para este decidir se as converte em inquéritos e qual o
    departamento ou magistrados competentes para as averiguar.

    Segundo o semanário Sol, pelo menos um dos casos envolve Armando Vara e conversas com
    José Sócrates, onde um dos temas abordados é a venda da TVI pelos espanhóis da Prisa.

    O semanário Sol escreve ainda que perguntou ao PGR se já tomou uma decisão sobre estas
    certidões e, tendo em conta que os factos em causa envolvem o primeiro-ministro, onde irá
    decorrer a investigação. O procurador respondeu, ainda segundo o Sol, que “estão a ser
    analisadas as nove certidões recebidas nesta Procuradoria-Geral da República, que estão
    directa ou indirectamente ligadas ao processo denominado Face Oculta. Por não estarem
    completamente documentadas, foram solicitados documentos complementares – que se
    aguardam”.

    Ontem, o primeiro-ministro, questionado no parlamento sobre o processo Face Oculta e as
    implicações que estava a ter nas empresas públicas e participadas pelo Estado garantiu
    que o Governo só tomará decisões sobre as empresas citadas no processo depois de
    concluídas as auditorias que estão a ser realizadas pela Inspecção-Geral de Finanças, o
    que apenas deverá acontecer no final do ano.

    O PÚBLICO tentou obter uma reacção à notícia do Sol junto do gabinete do
    primeiro-ministro, mas fonte oficial não fez qualquer comentário.

    Na edição de hoje do semanário Sol, é ainda adiantado que Domingos Paiva Nunes,
    administrador da EDP Imobiliário, que também já suspendeu o seu mandato, é casado com uma
    prima de José Sócrates. publico.pt, 06.11.2009, 10h09

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  53. Vale de Judeus permalink
    13 Novembro, 2009 01:53

    E há alguma lei que proíba um vigarista de alta escala de bater com os cornos na cadeia?

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  54. 13 Novembro, 2009 01:56

    Pinhal Interior para Mota-Engil
    A Estradas de Portugal (EP) formalizou hoje a intenção de adjudicar a concessão do Pinhal
    Interior ao consórcio liderado pela Mota-Engil, informou a empresa que gere a rede
    rodoviária nacional, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários
    após o fecho da bolsa.

    A auto-estrada em causa localiza-se no Centro do país e tem uma extensão de 520
    quilómetros, incluindo dois eixos principais (IC3 e IC8).

    O investimento inicial desta concessão, que tem um prazo de 30 anos, atinge 1429 milhões
    de euros e será financiado por capitais próprios de 210 milhões de euros e financiamentos
    junto de bancos (BEI e banca comercial) de 1200 milhões de euros, de acordo com a EP.

    Quanto ao contrato de construção, é de 958 milhões de euros, sendo o consórcio construtor
    liderado igualmente por uma empresa da Mota-Engil.

    Ao anúncio de hoje, segue-se um prazo de dez dias para audiência dos interessados,
    durante o qual podem surgir reclamações dos participantes no concurso. publico.pt,
    02.11.2009, 17h58

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  55. 13 Novembro, 2009 01:56

    E a Nokia vai lançar um telemóvel anti-corrupção.

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  56. 13 Novembro, 2009 02:05

    Novo Governo
    Governo de combate dá prioridade a casamentos ‘gay’
    http://www.dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1399236

    IHIHIHIHIHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

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  57. 13 Novembro, 2009 02:12

    Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora

    A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport,
    surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras
    figuras relevantes do PS

    A equipa que está a investigar o caso Freeport suspeita que José Paulo Bernardo Pinto de
    Sousa, primo do primeiro-ministro, possa ser o parente que o arguido Charles Smith acusa
    de ter sido o receptor das ‘luvas’ alegadamente entregues a Sócrates para conseguir o
    licenciamento do projecto de Alcochete.

    José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no
    Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios
    de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de
    capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora,
    Joaquim Raposo.

    Raposo é um dos vários suspeitos deste vasto processo, cuja investigação se tem arrastado
    apesar de já terem sido constituídos oito arguidos. Em causa, soube o SOL, estão os actos
    ilícitos praticados por uma rede de pessoas ligadas à Câmara da Amadora e a empresas de
    construção civil, e que envolve também elementos da Direcção Regional de Ambiente e
    Ordenamento do Território, a que presidiu Fernanda Vara.

    Esta arquitecta – uma das arguidas no processo da Amadora – integrou a comissão que deu
    parecer favorável ao Estudo de Impacto Ambiental que permitiu o licenciamento do projecto
    Freeport, em Alcochete.

    Nas buscas desencadeadas pela Polícia Judiciária, em 2004, às empresas suspeitas neste
    processo e a vários serviços da Câmara da Amadora, o computador do presidente, Joaquim
    Raposo, foi um dos que mais provas deu aos investigadores. Foi aqui, soube o SOL, que
    surgiu a referência à Mecaso – uma das empresas de Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe
    de José Sócrates, e José Paulo Bernardo, o primo de quem agora se suspeita.

    Joaquim Raposo, que o SOL não conseguiu contactar antes do fecho da edição após várias
    tentativas, ao ter conhecimento da notícia afirmou que «o único computador que foi levado
    era o do presidente da Assembleia Municipal, António Preto», e não o seu.

    Confrontado com uma escuta que existe no processo, o presidente da Câmara de Amadora
    adianta ainda que «nunca» ouviu falar da MECASO nem conhece o primo do primeiro-ministro.
    «Logo, não lhe podia ter telefonado», afirma.

    Em relação a Fernanda Vara, Raposo diz apenas ter tido contacto enquanto autarca, para
    lhe «pedir alguns pareceres».

    http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=131046

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  58. 13 Novembro, 2009 02:15

    O que une António Preto e José Sócrates?

    O empresário que entregou uma mala de dinheiro a António Preto foi sócio do primeiro-ministro num negócio de bombas de gasolina.

    Quinta-feira, 12 de Nov de 2009

    Sócrates foi sócio de um dos acusados no caso da mala com António Preto

    http://www.aeiou.expresso.pt/o-que-une-antonio-preto-e-jose-socrates=f547093

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  59. Euroliberal permalink
    13 Novembro, 2009 09:03

    E as Câmaras ? Eu sugeriria que prendessem todos os técnicos do serviços de urbanização e licenças. Mesmo que não soubessem porquê, eles sabem . E aliás, esses serviços poderiam funcionar eficientemente com um décimo dos funcionários…Os outros só estão lá para criarem dificuldades burocráticas adicionais para depois venderem facilidades. Os corruptos agora chamam-se facilitadores… Facilitem-lhes a entrada desses chulos na prisão !

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  60. OLP permalink
    13 Novembro, 2009 09:05

    Fripó arquivado em Londres?
    Estes ingleses são lentos a pagar dívidas.
    Muito mais depressa arquivamos a Madie.

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  61. General permalink
    13 Novembro, 2009 10:31

    Caso Freeport arquivado pelas policia de sua majestade . A caravana passou e os cães vão continuar a ladrar .

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  62. Aborígene permalink
    13 Novembro, 2009 11:11

    Este general de aviário…

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  63. Aborígene permalink
    13 Novembro, 2009 11:16

    Vejo por aqui montes de comentários racista!Imaginem como se sentirão os portugueses que votaram PS nomeadamente os daqueles bairros difíceis estilo Quinta da Fonte, fim do Mundo, Cova da Moura,Bela Vista,Casal da Mira, etc, etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,etc,
    Querem-nos diminuir?Querem dizer-lhes que se enganaram?Querem fazer crer que não sabem decidir o seu futuro?Porra…

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  64. Aborígene permalink
    13 Novembro, 2009 11:19

    E por não querer ferir em caso algum o António Costa nem sequer listei os bairros difíceis de Lisboa.São tão difíceis que nem a renda pagam…

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  65. Silva Braga permalink
    13 Novembro, 2009 11:33

    O paulo morais tem razão. Mas não há vontade política e com esta classe sem mérito ou competência, não há outro futuro. E o povo está infelizmente conformado. Caminhamos para o abismo…

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