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Último Primeiro de Dezembro

1 Dezembro, 2009

Primeiro de Dezembro. Entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa. No mesmo dia em que se comemora a Restauração da Independência Nacional, os governantes portugueses alienam o poder democrático de que estão mandatados em nome do povo português. Cedem-no a um directório em Bruxelas, que não dispõe de qualquer legitimidade democrática. Esta nova União Europeia não é mais do que uma adaptação pós moderna da ex União Soviética. E o Tratado de Lisboa está para Bruxelas como as cortes de Tomar, em 1581, estavam para Espanha: momentos históricos de subjugação e vergonha.

37 comentários leave one →
  1. 1 Dezembro, 2009 00:30

    Tem rigorosamente toda a razão

    Um dia em que, por um lado celebramos o soltar das amarras e, por outro, se inicia um ciclo de novos grilhões

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  2. 1 Dezembro, 2009 00:56

    Muito bem.

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  3. Américo Vicente permalink
    1 Dezembro, 2009 01:07

    Felicito-o pela coragem demonstrada em denunciar uma evidência, que ninguém parece querer ver e muito menos escrever!

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  4. 1 Dezembro, 2009 01:09

    Só há uma resposta: Monarquia enquanto reforço de estruturas locais de poder identitário, críticas de uma globalização ou subjugação económica dissolvente, aptas ao contra-directório bruxelense. A República, corrupta no âmago e mais vendida que mil cedências a quaisquer ‘ultimata’, enquanto antro de descaramento deslavado, arruina-nos a olhos vistos.

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  5. Nosso Primeiro permalink
    1 Dezembro, 2009 01:22

    Ó chefe tenha calma, talvez este tratado nos permita viver mais algum tempo ao alto.

    Não quero que os credores me tirem o meu carro tipo topo de gama.

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  6. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 01:36

    Completamente de acordo consigo, João Miranda.
    Muito bom post.

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  7. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 01:44

    Se bem me recordo, Eduardo F. dizia ontem por aqui que a forma de atestar a autenticidade dos seus comentários era verificar a dimensão da imagem do seu avatar. Se essa dimensão fosse de 1415 bytes, tratar-se-ia de um comentário falso. Ora é exactamente isso que acontece com comentário 6.

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  8. carlos graça permalink
    1 Dezembro, 2009 01:49

    Portugal sempre!

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  9. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 01:56

    O fóssil calhandreiro continua a usurpar o meu nick e o meu avatar (o comentário #6 é obviamente falso).

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  10. 1 Dezembro, 2009 02:05

    Onde é que assino?

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  11. Baal permalink
    1 Dezembro, 2009 02:07

    A monarquia só é resposta…para os monárquicos,ou seja,não é resposta nenhuma!
    Substituir um problema por outro não é a solução.
    O país não precisa de monarquia,precisa de justiça.
    As dificuldades que vivemos têm a ver com a delapidação da Fazenda Pública.
    Todos conhecemos quem enriqueceu espontâneamente com ela.Porque não exige a Justiça o retorno do saque e a respectiva indemnização e pena de prisão?
    Porque ninguém exige o que acabei de referir?
    Pois é…

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  12. lucklucky permalink
    1 Dezembro, 2009 02:21

    Muito bem. Não esquecer que aconteceu no contexto de mais uma das promessa não cumpridas dos Socialistas. Neste caso em fazerem um referendo, promessa não mantida com a cumplicidade do outro Socialista(tendência SD) que está Belém.

    E ainda não vi os Políticos a votarem uma diminuição dos salários porque delegaram poderes. Afinal têm menos responsabilidades não precisam de ganhar tanto.

    “delapidação da Fazenda Pública.”

    Qual delapidação da Fazenda Pública? A delapidação é nos bolsos dos Portugueses enquanto a Fazenda Pública é cada vez maior. E uma parte dessa grandeza é dinheiro pedido emprestado…

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  13. Eduardo Fernandes permalink
    1 Dezembro, 2009 02:55

    Apodar a União Europeia de adaptação pós moderna da URSS, alem de ser uma comparação delirante e imbecil, é um insulto grosseiro à memória das vitimas do Gulag.

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  14. 1 Dezembro, 2009 04:05

    Ibéria, a Salvação de Portugal

    Este blooge se destina a abrir os corações e mentes dos Portugueses, sobre as vantagens de se ter uma monarquia iberica moderna a mandar em nossos destinos.

    Esta mais que provado há mais de dois mil anos que não sabemos nos governar ( já diziam os romanos ….. ).

    Já agora mudamos de vez, passamos a dar vivas ao Rei Juan Carlos de Borbon, verão que ficaremos muito melhor servidos.

    =============================================================

    Viva Jorge Sampaio , Grande Portugues

    IBERISTA PORTUGUES JORGE SAMPAIO A RECEBER DE NOSSO REI JUAN CARLOS 90.000,00 EUROS.

    VIVA ESPANHA, MORTE AO ESTADO PORTUGUES !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Um grande Iberista Português ” JORGE SAMPAIO “.

    Tenho um grande orgulho em termos tido como Presidente Jorge Sampaio, um iberista convicto que recebeu de nosso Rei Juan Carlos de Borbon um premio de 90.000,00 euros pelos serviços prestados a Monarquia Espanhola.

    Bem haja Jorge Sampaio, o admiro muito.

    Só foi pena não teres acabado com o estado português quando eras presidente, ai sim terias minha admiração eterna, mas ainda chegaremos lá ………………………………

    MORTE AO ESTADO PORTUGUES !!!!!!!!!!!
    VIVA O REI JUAN CARLOS DE BORBON !!!!!!!!
    VIVA ESPANHA !!!!!!!!!!!!!!!!

    Coveiro de Portugal
    iberiaportugalespanha.blogspot.com
    iberia.portugal.espanha@gmail.com

    Etiquetas: MORTE AO ESTADO PORTUGUES – VIVA O REI DE ESPANHA

    ============================================================

    Este é o nosso futuro chefe de estado, nosso Rei Juan Carlos de Borbon.

    Portugal esta entregue aos bichos e maricas.

    Temos uma oportunidade única, acabar com o estado Portugues, e nos tornarmos em uma provincia do GLORIOSO REINO DE ESPANA.

    Nunca deveriamos ter nos tornado em País, maldito seja DOM AFONSO HENRIQUES até aos quintos dos infernos.

    Quero aqui deixar meu repto; abandonemos a nacionalidade portuguesa e no transformemos em ESPANHOIS ORGULHOSOS.

    Bem haja a todos.

    Coveiro de Portugal
    iberiaportugalespanha.blogspot.com
    ibéria.portugal.espanha@gmail.com

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  15. 1 Dezembro, 2009 06:27

    Pois é Paulo… poucas vezes concordamos, mas esta é uma delas… infelizmente foi o mesmo povo português cuja independencia é, simbolicamente, hoje hipotecada, que fez uma votação expressiva naquela massa rosa-alaranjada que promoveram o tratado da vergonha…

    Se não tivesse emigrado por falta de trBlho, tinha-o feito por vergonha.

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  16. Licas permalink
    1 Dezembro, 2009 08:39

    Agora, para não aborrecer os Espanhóis nem
    se Comemora o 1º de Dezembro. E a cambada Iberista
    cá do burgo esfrega as mãos de contentes. Jorfe Sampaio – que foi Presidente da República (!!!) – vai também, parece, atrás essa cambada.

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  17. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 09:18

    Quando é que há outra revolta? Já estamos com saudades. Estes já roubaram muito e agora só falta uma revolta para começar de novo. (nos últimos 200 anos houve em Portugal uma revolução a cada +/-, 40 anos….(1974-2010)….

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  18. 1 Dezembro, 2009 09:48

    Eu teria mais cuidado com o argumento que a UE não tem legitimidade democrática. Porque mesmo que a tivesse, a questão era a mesma – sujeição a um circulo democrático maior, passando a ser apenas uma pequena parte e portanto perda de soberania.

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  19. António Lemos Soares. permalink
    1 Dezembro, 2009 12:00

    Paulo Morais:

    Percebo o que diz mas não concordo.
    A U.E. pode ter acabado com Portugal, mas ainda não extingiu os Portugueses!
    O 1.º de Dezembro há-de festejar-se sempre, enquanto houver um Português neste mundo. Como escreveu Garret no «Frei Luís de Sousa», quando se preferiu queimar um palácio, do que entregá-lo aos usurpadores castelhanos: – «Isto é para que se saiba no mundo, que ainda há um Português em Portugal!»
    O regíme saído da revolução de 5 de Outubro de 1910, não conferiu o prometido direito de voto às mulheres, como quase nada cumpriu do que prometera.
    Na verdade, na Monarquia Constitucional o universo de eleitores com capacidade eleitoral activa, rondava os 800 mil (havendo já um programa elaborado pelos regeneradores, para instituir o sufrágio directo e universal!); na República baixou para uns significativos 400 mil…!
    Na Monarquia, apesar de haver uma religião do Estado (a Católica), existia liberdade religiosa (como hoje sucede ainda, por exemplo, em Inglaterra com o Anglicanismo). Na I.ª República perseguiram-se os católicos que seriam, nessa época, mais de 99% da população e pretendeu-se terminar com a religão em duas gerações!
    Os sindicatos que esperavam da República melhores condições de trabalho, foram de imediato, colocados no seu lugar. Através de violentas cargas policiais a que foram desde logo sujeitos e à brutal descida dos seus já parcos salários.
    Pela primeira vez, surgiram duas polícias políticas: a «Formiga Branca» e a «Formiga Preta»; verdadeiras antecipações das futuras – e também republicanas -PVDE; PIDE e COPCON.
    A República empurrou -literalmente – o País para uma Guerra (a 1.ª), onde morrerram num ano, de 1917 a 1918, mais Portugueses do que nos 13 anos de Guerra Colonial – responsabilidade também de uma República (a II.ª).
    A I.ª República teve em 16 anos: 46 governos; 21 Golpes de Estado e 8 Presidentes. Abriu as portas para: a Ditadura (1926-1933); um regime autoritário de Direita (1933-1974); uma revolução comunista (1974-1975) e a perda de um Império.
    A entrada na CEE em 1986 marcou o princípio do fim da independência nacional, que nem as Cortes de Tomar de 1581, puseram «De Iure» em causa.

    Quando se festejarem os 100 anos de República (que apenas continua graças ao Ditador Salazar), espero que alguém – seja quem for! – me explique de uma vez, o que é que se está a festejar?

    O que eu estou hoje – 1.º de Dezembro de 2009! – a festejar, sei bem o que é e assim há-de ser até ao último dia da minha vida: PORTUGAL!

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  20. O Silva permalink
    1 Dezembro, 2009 12:07

    Quem não está bem, que se mude…

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  21. António Lemos Soares. permalink
    1 Dezembro, 2009 12:07

    «extinguiu»

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  22. Aborigene permalink
    1 Dezembro, 2009 12:39

    A Portugal , o tal de “mais africano da europa” está reservado acolher a africanidade do continente.Aqui é rapidamente “nacionalizada” e cuidada até aos mais ínfimos pormenores.A rapaziada reinante é do estilo levar numa face e dar a outra…(não a deles mas a do zé povinho)tudo ao estilo do internacionalismo da ex-URSS que ao querer governar o mundo estoirou…

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  23. Zeca permalink
    1 Dezembro, 2009 12:46

    Oh Paulo Morais, talvez tenha razão, mas ainda há pouco o António Barreto anunciava o nosso fim como país com qualquer peso. E este é que é o problema: com a gente que nos tem governado – todos portugueses – chegámos a esta vergonha! O que é que espera pior com o tratado europeu?

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  24. Australopithecus republicanus permalink
    1 Dezembro, 2009 15:24

    Ilustre Paulo, que fazer… Temos de continuar, com este Tratado, a prestar vassalagem à fonte do nosso sustento. Mas isso já não é problema para nós que, desde 1986, já somos uns “mendigos profissionais” (como se disse no penúltimo Plano Inclinado). Estas sucessivas e medíocres republicas estão atingir o seu objectivo primeiro: abafar o verdadeiro espírito português, destemido, audaz, empreendedor e criativo. Aquilo a que o Prof. Agostinho da Silva designou de espírito do V Império. Segundo a OCDE, dos 10 países mais desenvolvidos do planeta, 6 são monarquias, inclusive, o primeiro: a Noruega. Em suma: a escolha da data da entrada em vigor do Tratado é uma vergonha, mas maior ainda são as enumeras “omissões” no preâmbulo.

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  25. 1 Dezembro, 2009 15:57

    Concordo com o Paulo, incondicionalmente. Estamos a ser um Povo que perde a identidade diáriamente e a nossa força lusitana ficou-se há muitos anos pelo caminho, ou seja fomos perdemdo-la sem dar por isso e parece que jamais a encontraremos. É triste. Cada vez mais me sinto longe dos ideais “humanitários” dos chamados socialistas…

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  26. Mendonça permalink
    1 Dezembro, 2009 16:27

    Muito embora seja inclinadote a investigar esses assuntos, suficientemente pretéritos para não interessarem à Universidade laica e republicana, não alacancei em nenhum livro do arquivo do ministério da Finanças ou em nenhum legajo de Simancas, qual era o vencimento do Miguel de Vasconcelos, dedicado secretário-geral dos assuntos portugueses na Euro-mundolândia dos Habsburgo.
    Mas com alguma paciência, e uns motores de busca, talvez não seja de todo impossível calcular por alto as moradias da casa imperial auferidas pelo conde-duque de Barroso, e pelos Reverendos Sampaio e Guterres, aos quais se prepara para reunir o Professor Constâncio. Este último, ao contrário do que afirma certa opinião publicada menos escrupulosa, não abandona a caravelolândia pelo simples facto de esta se afundar a todo o vapôr. Não senhor, vai aproveitar algum tempo livre para se dedicar (finalmente) a um esperado doutoramento que legitimará ex post a sua qualidade de Professor.
    Ás vezes dou comigo a pensar que, caso o desequilíbrio da balança dos Hasburgo, não tivesse onerado tanto a remuneração dos empréstimos à sua coroa, prejudicando o alto funcionalismo de Madrid, e dando azo aos atrazos nos pagamentos e mordomias da nobreza de corte portuguesa, e á guia de marcha para o duque de Bragança ir comandar o exército destinado a combater a rebelião catalã (encontra-se num arquivo privado português) nunca teria havido o primeiro de Dezembro. Teria sido bom. Teria sido mau?. Peçam ao Medina Carreira que calcule a ecomia financeira e em vidas humanas que poderia ter representado essa hipótese virtual. Pela via que foi seguida chegamos a um resultado semelhante 369 anos depois! Ah, não é politicamente correcto? Mas alguém se preocupa ainda com qualquer correcção….

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  27. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 17:05

    Não se esqueçam que o 1º de Dezembro foi promovido pelos “brasileiros” (desse tempo) que tinham a economia estrangulada pelos corsários de Sua Majestade….por forma a implementar a autonomia e apelar à famosa “aliança”, para que os corsários os deixassem em paz e pudessem prosperar (como aliás o fizeram)! Daqui?????? só morreu o Miguel!

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  28. Kolchak permalink
    1 Dezembro, 2009 17:13

    Estou absolutamente de acordo com o comentário do «Australopithecus republicanus».
    Na mouche!

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  29. 1 Dezembro, 2009 17:22

    24,

    «Segundo a OCDE, dos 10 países mais desenvolvidos do planeta, 6 são monarquias, inclusive, o primeiro: a Noruega.»

    O Índice a que se refere não é da OCDE:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

    E fazer depender o Desenvolvimento Humano da forma de regime republicano ou monárquico é uma razão intelectualmente tão pobre que já está para além da redenção argumentativa…

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  30. Votante anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 18:23

    Paulo Morais, sempre que servir o País com a sua qualidade pode ter a certeza que votarei em si.

    Não se esqueça que há muitos votantes anónimos que o acompanham.

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  31. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 18:36

    Terá sido por sarcasmo, que foi escolhido o dia 1º de Dezembro que, devia comemorar o dia da Restauração da Independência de Portutgal, para em seu lugar festejar a entrega da zona marítima Portuguesa à U.E.?

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  32. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 19:33

    Assinalo, consigo, o paradoxo. Foi infeliz a coincidência de datas para os portugueses pois não há dúvida que, com o Tratado de Lisboa, perdemos mais um pedaço da nossa soberania.

    Já não subscrevo o “tom” que acompanha o seu post nomeadamente o recurso à “subjugação” de Bruxelas comparando-a com a filipina. Há uma diferença fundamental: 2/3 dos representantes do País subscreveram a adesão à então CE e, ainda hoje, os partidos do “arco do poder” subscrevem no essencial o Tratado de Lisboa (ver artigos de Paulo Rangel e Vital Moreira no Público).

    E, perdoar-me-á, mas comparar a União Soviética à União Europeia é, no mínimo, de mau gosto.

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  33. Australopithecus republicanus permalink
    1 Dezembro, 2009 21:02

    Rigor ? Vamos ele. Independentemente das fontes (mas não esquecendo a “fonte” sempre mui fiável que é a wikipedia, que nem refere os relatórios fornecidos pela OCDE – http://hdr.undp.org/en/media/HDR_2009_PT_Indicators.pdf [documento extraído do próprio site oficial da OCDE]), numa coisa tenho de agradecer a precisão: o resultado, o dito relatório final, que pretendi aqui trazer, foi fornecido, por diversas instituições, à UNDP. Porém, a essência mantém-se intacta. Os tais 6 países que referi são os que apresentam melhor IDH. Reservo-me a dizer, desde já, que é o índice mais relevante, pois compreende: riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade entre outros factores. Quanto à “pobreza” (ou não?) da intelectualidade da razão apresentada, deixo-a por conta de quem a devaneia e a divaga. A mim bastam-me os (já aludidos) factos…

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  34. Golp(ada) permalink
    2 Dezembro, 2009 01:53

    Fecharam os hospitais, maternidades, industria textil,fabricas de todo o tipo, agricultura, industria pesqueira, olivais(na mão de espanhóis), Setenave e o Turismo pra lá caminha.

    Não haja dúvida que hà uma agenda e propósito:FECHAR O PAÍS.
    Caminham a bom ritmo pro abismo!!!
    É fartar vilanagem!!!

    (crónica dum país a saque)

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  35. Américo Vicente permalink
    2 Dezembro, 2009 18:02

    A divulgação do Tratado de Lisboa é, no mínimo, estranha! Começa logo pelo facto de a documentação disponível do tratado (pesquisei no Google), ter este género de redacção: “Tratado de Lisboa que altera o Tratado da União Europeia e o Tratado que institui a Comunidade Europeia, assinado em Lisboa em 13 de Dezembro de 2007…”, seguido de numerosos: “É inserido o artigo 1.o-A:” “O artigo 2.o passa a ter a seguinte redacção:”…
    Porquê dificultar a acesso (sendo que tal não aconteceu com os tratados precedentes) simples e fácil ao texto do famigerado Tratado?
    Esta forma clara de informar o cidadão comum, merece que se tirem as devidas conclusões!

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  36. seniorsv permalink
    20 Dezembro, 2009 18:17

    Blogada

    O poder que se decidiu pelo tratado é soberano representante dos povos portugueses?

    Se tivéssemos um parlamento em que todos os povos portugueses estivessem representados: os residentes no país e os condenados, no estrangeiro, à escravidão voluntária; os votantes e os não votantes; os votos brancos e os nulos; os acertos do método,… teríamos a verdadeira noção da democraticidade do caso. Uma maioria no contexto actual faz-se com cerca de 15% dos votos. E os ditos dois terços com cerca de 20%, ou menos. A diferença entre a monarquia e estas ditas rexpúblicas (de S. Bento) é que não são, geralmente, preciso tantos para fingir que os povos decidem de forma livre e esclarecida.

    A União Indiana, de Neru, também recusou o plebiscito em Goa para decidir da anexação pela força das armas. Com os ingleses que tiveram que ceder a administração dos portos de Moçambique, conquistada pelo ultimado de 1890, no fim da segunda guerra, a manterem os aviões da defesa aérea, em terra, apesar do tratado de protecção. Os poderes estabelecidos usam os argumentos que têm se a sua vocação principal é conservarem-se.

    Mas se até o Alberto João, o mais zeloso das autonomias, vem a público dizer que estaríamos que nem Timor não fora o montepio europeu… talvez estes homens estejam a fazer por nós o que Vassalo e Silva fez pelos homens dele (e por ele próprio, apesar das ordens recebidas…). O Salazar até talvez tenha sido bom para ele e Abril melhor ainda. Lembro que o Marcelo não teve reforma, mas nós também não teremos apesar das europas e de todas estas soberanas bondades…

    Cada um devia viver com o que tem e trabalhar afincadamente para mais, se isso fosse desígnio seu. Mas, viver com o emprestado, tem a sua fase gostosa, enquanto não chega a hora de pagar…

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